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 Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee

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Fazendo amizade com Jacob
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Dom 21 Mar 2010, 09:15



Capítulo 24 – Herança
Por um instante eu oscilei, senti-me nas bordas, prestes a cair, prestes a afundar. Por um instante eu ví o fim passando diante de meus olhos fechados. Por um instante eu perdi todas as minhas esperanças.
Senti as mãos frias de Aro pressionarem meu rosto, firmes, enérgicas... Senti a proximidade de seu rosto, o cheiro adocicado de sua pele, a suavidade que era ao mesmo tempo impressionante e aterrorisante. Ouvi o silêncio que nos rodeava, senti os olhos dos expectadores presos em nós, senti a tensão de alguns e a excitação de outros.
Eu não poderia dizer quanto tempo se passou antes de Aro soltar-me, apenas senti quando suas mãos frias deslizaram de meu rosto, caindo impotentes ao lado de seu corpo. Agradeci silenciosamente quando concluí que terminara, pelo menos não me machucou, pelo menos não senti nada como o ataque de Jane na clareira.
Lentamente abri meus olhos, com medo do que veria. Aro ainda estava parado em minha frente, à um passo de mim, a cabeça baixa, os olhos fixos e sem vida pregados no chão. Eu não sabia se aquilo era um efeito colateral das visões dele, talvez ele ficasse um pouco desorientado depois de penetrar na mente alheia, mas então olhei para Jane, e ela parecia tão... tão chocada. Mas por quê diabos Jane estaria chocada com algo? Seu rostinho angelical estava lívido, seus olhos que mais pareciam dois rubis, estavam absortos no rosto de Aro. Fiquei alí, encarando os rostos aturdidos de Aro e Jane, sem saber ao certo o que esperar ou o que pensar daquilo. Aro levantou a cabeça, devagar e pausadamente, até que seus olhos opacos encontraram-se com os meus. Senti um arrepio gelado percorrer meu corpo. A expressão no rosto dele era um misto de muitas coisas, medo, raiva, exasperação, choque, e finalmente satisfação. Podia ver as engrenagens de seu cérebro funcionando enquanto essas transformações ocorriam em seu rosto macilento bem diante de meus olhos.
Não consegui desviar os olhos do rosto de Aro, e de alguma forma aquilo estava me assustando. Não sabia o que esperar, não sabia o que pensar, apenas tinha uma vaga consciência de que algo estava errado.
- Você herdou os poderes dela! – Sussurrou Aro, encantado. Havia uma sentelha assustadoramente brilhante em seus olhos leitosos, e o jeito como ele pronunciou aquelas palavras me fez ficar ainda mais desconfiada. Que diabos ele queria dizer com aquilo? Eu não tinha feito absolutamente nada.
- O-oque disse? – Perguntei atônita. Aro encarava-me com um júbilo doentio, seus lábios pálidos esticando-se em sua face, sulcando as bochecas e os cantos dos olhos com pequenas rugas.
- Não, isso é impossível. Ela não é imune à mim, eu sou tão eficaz nela quanto em qualquer outra pessoa. – Disse Jane. Uma pontada de desespero e incredulidade tingindo sua voz aguda. Aro olhou para ela, os olhos astutos passando por seu rosto apenas por um segundo antes de se desviar para Caius e Marcus. Então ele caminhou até seu trono, onde sentou-se e ponderou em silêncio sobre algo que eu não fazia idéia do que era. Olhei para Alec, imóvel ao lado de Aro, seu rosto delicado estava retorcido com a mesma expressão confusa de Jane, mas seus olhos estavam levemente mais tranquilos. Para onde quer que eu olhasse, eu encontrava um par de olhos vermelhos a me encarar. Eu estava prestes a berrar minhas perguntas tão alto quanto eu conseguisse quando Aro falou:
- Pode ser uma variação, uma combinação dos poderes de ambos. – Aro ponderava sozinho, como se não houvesse mais ninguém alí. Marcus observava-o entediado e Caius esforçava-se para entender algo. Jane estava ainda no mesmo lugar, com a mesma máscara desolada em seu rosto, era como se seu orgulho estivesse ferido, como se a superioridade dela estivesse seriamente abalada.
- Não entendo Aro, o que tem a garota? – Retorquiu Caius, desistindo de tentar acompanhar o raciocínio precário de Aro.
- Não vê meu irmão? – Perguntou Aro. – Eu não pude entrar na mente dela. Ela está me bloqueando. – Senti novamente a sensação de soco no estômago. Quantas vezes mais eu iria sentir-me assim? – Ela herdou o poder da mãe dela e parece nem mesmo ser consciente disso. – Ele parou, analizando-me mais uma vez. - Mas por alguma razão ela não é imune à Alec ou a Jane como Bella, mas é imune à mim. Consegue ver a poesia nisso meu irmão? – Aro gargalhou. Senti a sensação de déja vú se instalar em minha mente, aquela mesma gargalhada felina explodindo no céu azul de meu sonho, aquela mesma sensação de profundo contentamento na voz daquele demônio. Ele só poderia estar ficando louco. Eu não tinha herdado nada além dos olhos marrons de minha mãe. Meus poderes não tinham nenhum traço do poder dela, eu não poderia tê-lo bloqueado assim como não fui capaz de bloquear Jane ou Alec. Contudo, não abri minha boca, por quê ao mesmo tempo que percebi que Aro estava terrivelmente enganado, percebi também que algo maravilhosamente útil havia acontecido. Ele não entrou em minha mente, ele não viu todas as coisas que vi e pensei. Ele ainda estava no escuro em relação à mim, e isso... Isso era um milagre impossívelmente bom e completamente incompreensível. Não importava. Eu estava à salvo por mais alguns instantes, e isso era mais do que eu tinha à dois minutos atrás.
- Conseguem ver a ironia nisso irmãos? – Ele continuou enquanto olhava desvairadamente em meu rosto. – A filha de Bella é a única que pode me dar o que quero, e eu sou o único que não pode tocá-la. – Aro suspirou, o medo lutando com a satisfação em seu rosto ofídico. Eu realmente não entendia a razão daquele júbilo. Ele deveria estar muito zangado com o fato de não poder arrancar de mim minhas lembranças e pensamentos, mas apesar da ponta de frustração em seu rosto, havia também uma satisfação soturna que eu não compreendia.
- Isso é possível Aro? – Perguntou Caius desconfiado. Aro encarou-me mais uma vez, perscrutando meu rosto.
- Creio que essa seja a única explicação. Contudo, vou mantê-la aqui para mais alguns testes. – Olhei atônita para ele, eu não gostava de como aquilo soava. – Ah, que ótimo. Finalmente. – Aro levantou-se, ignorando minha presença por um momento. Segui seu olhar até a porta principal e senti meu coração afundar quando vi a figura alta e esguia aproximando-se em passos firmes e hostis.
- Zafrina. – Soluçei, sentindo minha garganta se fechar. Ela esboçou um leve sorriso para mim e continuou caminhando vagarosamente com Demetri em seu encalço.
- Olá minha criança. – Saldou ela quando aproximou-se de mim. Eu queria abraçá-la, tocá-la como eu fazia antigamente e mandar meus pensamentos para ela daquela forma que só nós duas sabíamos fazer. Mas ao mesmo tempo senti uma tristesa profunda ao ver como ela estava abatida. Seus rosto sempre tão expressivo estava agora tão suavizado e vazio, como se todas as linhas de seu rosto tivessem se apagado gradualmente. Os olhos grandes e vermelhos estavam desbotados, como se o fogo que vivia alí tivesse sido soprado por uma brisa implacável.
- Minha querida. – Chamou Aro, interrompendo nosso momento. Nosso olhar silencioso se quebrou quando ela lentamente ergueu seus olhos até ele. – Agora vê como cuidei bem dela? Nunca deixo de cumprir uma promessa. – Gabou-se Aro, sentando-se novamente em seu trono. Zafrina não respondeu, fiquei olhando para ela, obrigando-me a memorizá-la enquanto Aro despejava sua ladaínha de sempre.
- ... mas vamos ao que interessa. – Pausou Aro. – Demetri, leve Renesmee à seus novos aposentos, creio que ela esteja bastante cansada. – Olhei de esguelha para Demetri e de volta para Aro. Atrás dele Alec moveu-se desconfortavelmente.
- Posso fazer isso. – Disse Alec. Aro esboçou um sorrisinho.
- É claro que pode. – Riu ele. – Mas preciso que você faça algo para mim. Ademais Alec, sossegue, Demetri cuidará bem de sua amada. – Senti o sangue agrupar-se em minhas bochechas. Por quê Aro sempre tinha que fazer piadas com aquilo? Alec era um assunto bastante delicado para mim. Eu não sei se gostava dele, mas tinha certesa de que não o amava, embora devesse minha vida à ele. Trocamos um olhar rápido e tímido, no qual eu pude ver claramente sua preocupação comigo, e o que tornava tudo mais embaraçoso é que aquele olhar só existia quando eu estava presente. Para todo o resto, Alec ainda era o vampiro perigoso que executava as leis de Aro. Eu era sua fraqueza e sentia-me mal por isso. Olhei para Zafrina mais uma vez, sem saber ao certo se voltaria a vê-la e de súbito algo me ocorreu.
- Quero ver Alice. – Meu pedido saiu mais como uma ordem, mas eu não me importava. Aro me encarou por um momento, desconcertado. Ele certamente não contava com aquilo, por quê em tese, eu não deveria saber sobre a prisão de Alice. O silêncio envolveu a cena mais uma vez, e eu me senti meio temerosa.
- Entendo. – Resmungou Aro. – Não há como guardar segredos entre essas paredes, não mais. – Brincou ele. Apesar do sorrisinho descontraído que Aro tentava manter em seu rosto, eu podia ver a insatisfação brilhando por trás de seus olhos. – Paciência minha cara Renesmee, paciência. Tudo em seu tempo. – Disse ele, e com um gesto vago, ordenou que Demetri me levasse. Senti as mão frias e impossívelmente rígidas envolverem meu braço e de imediato afastei-me dele.
- Sei onde é a saída. – Sibilei. O rosto imaculado de Demetri não demonstrou nenhum aborrecimento, seus olhos carmim pareciam ter vida própria, faíscaram em meu rosto por um segundo e depois voltaram-se adiante novamente. Uma paciência inabalável aquele alí tinha. Caminhei sem olhar para trás, sentindo a presença opressora de Demetri seguindo-me de perto. Quando deixamos o salão, e a luz perolada da antesala nos atingiu, me permiti analizá-lo um pouco mais e logo percebi que da primeira vez que o tinha visto, naquele mesmo dia mais cedo, eu realmente não tinha reparado nele, por quê parecia impossível que eu tivesse deixado passar o que estava vendo agora. Era terrível.
As mãos, o pescoço delicado, o rosto pálido... Demetri tinha cicratizes por toda parte. A imagem de Jasper voltou-me a mente nitidamente e com ela as histórias que explicavam as velhas cicatrizes. Mordidas de nossa espécie marcam para sempre, até mesmo nossa pele imortal. E sem que eu pensasse muito sobre aquilo, eu logo entendi de onde vinham aquelas marcas. Se os Volturi estavam caçando os aliados de minha família durante aquele tempo todo, em quantas lutas Demetri não esteve envolvido? Um rastreador sempre lidera o contingente ofensivo, está sempre na linha de frente, era bem óbvio de onde vinham aquelas marcas.
- Diga-me. – Falei, enquanto o elevador nos levava para o andar inferior. – Quem foi que colocou os dentes em você primeiro? Aposto que foi Amum, aquele turrão, ah pensando bem, acho que não. Ele era muito covarde para isso. Talvez tenha sido Garrett, ele não foi muito com a sua cara da última vez. – Eu realmente não deveria provocá-lo daquele jeito, até por quê Demetri sempre me deu medo. Ele me olhou, sem nenhuma expressão em seu rosto arruinado, e para minha surpresa falou:
- Zafrina. Ela foi a primeira. E quer saber quem foi o último?. – Ele ergueu o suéter e expôs uma cicatriz enorme em seu abdome. – O transmorfo que você tanto ama! - A cicatriz não tinha o formato de meia lua nem era meio brilhante na luz opaca, era uma linha grossa que começava no tórax e terminava onde começava a baínha da calça de Demetri. Eu podia imaginar a enorme pata dianteira passando de raspão alí, as garras que mais se pareciam com adagas, arranhando a pele de mármore. Podia imaginar o rugido bestial cortando o céu e os pêlos castanho avermelhados eriçando-se nas costas. Mas o que foi mais brutal e doloroso de se lembrar: o rosto dele. Tão nítido e perfeito que não pude deixar de evitar que uma lágrima escorrece pelo canto de meu olho. Eles tinham lutado. Demetri estava aqui. Ele só podia estar morto!


***


As velas tremeluziam, produzindo sombras nas paredes de pedra. Eu poderia imaginar milhares de formas alí, mas minha mente não conseguia se prender em nada, estava perdida num mar de dor, minha esperança tentando inutilmente não se afogar. A cama de dossel entalhado parecia mover-se sob mim, como num colchão de areia movediça. Eu sabia que estava me aproximando do desespero e que aquele era talvez o pior momento para deixar que isso acontecesse. Me enrosquei feito uma bola nos travesseiros de plumas e nos lençóis de seda, tentando não ceder àquela dor que já corroera muitas partes de mim. Sentia sede, minha garganta queimava, mas de alguma forma essa queimação parecia apenas um eco enfraquecido do fogo que consumia meu peito. As lembranças me voltavam como pancadas diretamente em meu peito, tirando-me o ar. “Finja que é meu coração”, disse ele uma vez, a floresta nos rodeando por todos os lados, a voz rouca cortando a noite, ele estava chateado. “Essa é a sensação. Como se meu coração tivesse sido espremido”. Sim Jake, eu sei como você se sentiu aquela noite, embora eu saiba de alguma forma que meu coração morreu com você esta noite.
Uma batida na porta, a frágil chama das velas iluminando o visitante inesperado que não esperou minha permissão para entrar. Eu estava de costas para a porta, mas ouvi seus passos descuidados demais para um imortal, aquele cheiro agridoce, aquela intromissão desprecavida. Quem mais poderia ser?
- O que quer Willian? – Resmunguei entre os travesseiros. Ele sentou-se na beirada da cama e nada disse. Ficou olhando para a chamas vassilantes das velas, escutando minha respiração descompassada, meu coração um pouco mais veloz que um coração humano...
Sentei-me também, apoiando minhas costas na cabeceira ricamente esculpida da cama em estilo italiano. Olhei-o silenciosamente, esperando que ele dissesse algo e desejando muito que ele não o fizesse. Ele apoiou os cotovelos nas pernas longas e levou as mãos ao queixo, parecia estar mergulhado em pensamentos. Pela primeira vez vi seu rosto desprovido daquela máscara de escárnio e o que restara era puro sofrimento, quase tão amargo quanto o meu.
- Esse costumava ser meu quarto quando eu era garoto. – Disse ele taciturno. – Lembro-me de esconder meus soldadinhos embaixo daquela táboa solta. – Ele apontou um relevo no assoalho envelhecido. – Ás vezes eu esquecia aonde os colocara, então minha mãe vinha e encontrava-os para mim. – Ele sorriu consigo mesmo, olhou para mim por um instante e percebendo minha pergunta muda ele disse:
- Ela está morta. Eu a matei.


Obrigada pelos comentários
beijos B
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Dom 21 Mar 2010, 17:25

ta otimooooo posta maisss+++++++++++++++++++++++++++++
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Dom 21 Mar 2010, 22:09

Perfeeeeeeito to loka pra ler o resto
Posta++++++++++ e posta logo
Por favooooooooor
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Seg 22 Mar 2010, 20:34

posta +++
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Naelê
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qua 24 Mar 2010, 11:36

CAraca ta muito bom..
Posta ++++
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qua 24 Mar 2010, 18:53

SHOWWWW!!!!!!MUITO BOM MAL POSSO ESPERAR PELO CAP SEGUINTE...CONTINUE ASSIM VC TEM MUITO TALENTO..BJSSSS
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qui 25 Mar 2010, 08:11



Capítulo 25 – A História do Herdeiro
- Minha mãe chamava-se Dydime, era a rainha Volturi naquela época, quando Aro e Caius eram apenas conselheiros de meu pai. – Eu tinha muitas perguntas nadando na superfície de minha mente, perguntas que só se multiplicavam a medida em que Willian derramava suas palavras lentas e pesarosas no silêncio daquele quarto escuro. Ele olhou para mim, os olhos vermelhos cintilando como pérolas de sangue na penumbra e mais uma vez foi como se ele lesse a confusão em meus olhos. Um sorriso pesaroso brincou nos cantos de seus lábios, uma comoção constrangedora toldou seu rosto tão jovem e bonito.
- Não sei ao certo por quê estou lhe contando essas coisas tão velhas e inúteis, mas acho... Bem, talvez te ajude entender algumas coisas, ou talvez não ajude em nada. – Ele suspirou. – Mas se quer ouvir, eu te contarei tudo desde o começo. Quem sabe meu fardo seja um pouco atenuado, o que eu duvido... Entenda, nunca contei isso a ninguém. – Não sei muito bem o que me fez querer ouvir as histórias de Willian, ou entender um passado tão remoto de sua vida, talvez eu quisesse apenas não pensar em Jacob, não mais escutar sua voz me chamando. Talvez eu estivesse com tanto medo de encarar a realidade, que qualquer oferta que me protegesse, por poucos momentos, de toda minha dor, bem, eu aceitaria grata.
- Quero ouvir sua história Willian. Por favor, conte-me. – Sussurrei, com medo que minha voz falhasse e traísse o desespero que eu tentava conter arduamente dentro de mim. Ele acenou lentamente com a cabeça, como se procurasse uma forma de começar. Os cabelos castanhos cintilavam na escuridão, a luz das velas sombreava seu rosto delicado e impetuoso.
- Minha história começou muito antes do dia em que nasci. Marcus, meu pai, era o soberano dessas terras. Era um bom rei, protegia a cidade das guerras e dos saqueadores, protegia o povo contra um mau que parecia assolar toda Europa. De alguma forma Volterra era uma terra de paz em meio a guerras infindáveis, pestes de todos os tipos e uma miséria que se alastrava como o vento. O povo o amava, faziam comemorações e festanças em sua homenagem, até hoje eles comemoram o Dia de São Marcus pelas ruas de Volterra. Naquele tempo Aro e Caius eram os conselheiros de meu pai, ele os considerava sábios e dignos de confiança, os três viveram muitos anos juntos e por isso muitos pensam que eles estiveram juntos desde o início, mas Marcus sempre foi o mais antigo dos três e o governante de Volterra, por maior que fosse a amizade entre eles, meu pai era o líder desse povo e de toda guarda imortal que ele criou para proteger essa cidade e seus habitantes. Aro e Caius não concordavam com a modéstia de meu pai, achavam os desejos dele pequenos. Tudo que ele almejava era proteger o povo de Volterra dos perigos que nos cercavam, e isso era muito pouco para Aro, principalmente. Contudo, ele nunca tentou nada contra meu pai, era muito covarde para isso, apesar de ser o mais talentoso em toda corte. Meu pai deu à ele o cargo de comandante da guarda, em tempos de conflitos com nosso visinhos, era Aro quem ia negociar a paz ou aplicar e punição e erradicação dos problemas. Numa dessas viagens diplomáticas, Aro encontrou algo que ele realmente cobiçou. Algo que, mais tarde, o ajudaria a tomar o poder. Jane e Alec. – Ele pausou, desviando seu olhar das velas para meu rosto compenetrado. – Naquele tempo, os gêmeos eram apenas crianças de cinco ou seis anos. Aro não podia transformá-los, era terminantemente proibido dar a imortalidade a crianças, então Aro esperou. Em segredo ele visitava os gêmeos bruxos, como eram conhecidos em sua aldeia. Levava presentes para eles, prometia coisas para eles, estava encantado com os poderes deles, extasiado com a perspectiva de ter aqueles poderes ao seu alcance, a sua disposição. Acho que já pode imaginar por quê Jane é assim, insolente e arrogante. Os gêmeos cresceram rodeados pelos cuidados e mimos de Aro e meu pai nada soube a respeito até o dia em que Aro os transformou. Mas eu estou me adiantando. Nesse intervalo de tempo, quando Aro começou ter suas idéias de dominação com os gêmeos, aconteceu outra coisa muito importante. Minha mãe, Dydime, fez algo que colocou todos na corte em risco. Ela roubou o bebê de uma pobre viúva que vivia mendigando nos portões de Volterra, vendendo pêndulos e talismãs por preço de banana para turistas e comerciantes para comprar pão e trigo nas feirinhas do mercado. A mulher chamava-se Terezza, e era bem jovem na época. Gritou enlouquecida pelo seu bebê roubado nas praças da cidade durantes vários dias, até que Dydime a matou, para que não fosse descoberta. O povo logo esqueceu o incidente e a pobre artesã. – Willian parou, seus olhos se fecharam por um minuto. Ele inspirou uma golfada de ar e voltou seu olhar cansado para mim.
- Fui criado como um príncipe por Dydime. Marcus me amou também, apesar de ter desaprovado a atitude da esposa. Ela estava feliz, e isso o fazia esquecer e perdoar qualquer atitude impensada dela. Marcus a amava cegamente, fazia de tudo por ela, e Dydime era muito amargurada pelo fato de não poder ser mãe, um filho era tudo que ela sempre quis de Marcus, e a única coisa que ele não podia dar à ela. Eram parceiros a tantos séculos, e noite após noite Dydime queixava-se por não ter um filho. Era apenas questão de tempo até que ela tivesse a idéia que a levou ao roubo e ao assassinato de uma inocente. Marcus fechou os olhos para essa atrocidade, a felicidade de Dydime compensava qualquer ato imoral. Justo ele, o rei da justiça e igualdade... – Willian escarneceu, um sorriso amargo e maldoso cerrou seus lábios por um momento, me fez lembrar do “velho” Willian. Ele continuou:
- Bem, como disse, fui criado como um príncipe. Dydime me ensinou a ler e escrever em muitas línguas, ensinou-me artes e história antiga. Com a ajuda de Sulpícia e Athenodora, as esposas de Aro e Caius, ela me educou para ser um verdadeiro príncipe. Mas algo faltava em mim, eu sabia de alguma forma que não era filho daquela mulher branca e rígida como mármore polido. Eu olhava em minha volta e tudo que via eram rostos e olhos que nada tinham a ver com os meus. Dydime não me deixava sair do castelo, dizia que era perigoso para um príncipe andar entre o povo. Cresci entre essas paredes de pedra, nunca tinha visto as pessoas da cidade. Eu ouvia suas vozes altas e alegres ecoando nos pátios do castelo, e desejava conhecê-los. A Festa de São Marcus era uma tortura para mim, por quê eu ouvia as crianças correrem pelas ruas, ouvia o povo cantar e festejar, e tudo que eu queria era poder vê-los. – Willian parou, e por um momento o silêncio inundou o quarto, diminuindo seu tamanho, fazendo tudo parecer menor. As sombras nas paredes dançavam ao ritmo das velas, o cheiro da cera enchendo o ar. Minha mente estava vazia. Eu ouvia as palavras de Willian e imaginava todas aquelas coisas tão vividamente... Podia ver o jovem Willian encarcerado naquele castelo, o único humano no covil dos demônios. Podia ouvir os ecos das vozes vindas da praça central, as pessoas festejando o dia em que São Marcus livrou a cidade da peste de sugadores de sangue. Sentia-me vagar sem rumo por dentro daquela história que não era minha. Eu sentia a dor dele refletir em mim...
- Aos quinze anos, meu pai contou-me no que eu iria me transformar quando completasse dezoito anos. Disse que a imortalidade seria a herança que ele deixaria para mim. Eu fiquei horrorizado quando ele falou sobre o sangue, a matança inevitável, as vidas que eu teria de tomar durante toda eternidade. Dydime estava lá quando me contaram. Ela me olhava de um jeito... Como se eu fosse uma jóia preciosa, uma relíquia de valor inestimável. Eu via nos olhos dela todos os planos que ela tinha para mim. Queria que eu fosse o sucessor de meu pai, queria que eu conquistasse minhas próprias terras. Queria fazer de mim um monstro soberano de poder inigualável. E assim os anos passaram, e me foi ensinado tudo a respeito do destino que me esperava. Eu já entendia as diferenças que me separavam de meus pais e dos outros membros da corte. Eles eram imortais, e eu, apenas humano. Mas havia uma coisa, uma única coisa que eu ainda não entendia: como poderia eu ser filho daquela mulher? Como um ventre morto poderia gerar uma criança humana? Perguntei-lhe essas coisas milhares de vezes, e em todas elas Dydime me respondera a mesma coisa. “Você não nasceu de mim, mas nasceu para ser meu.” Pode imaginar como estava minha mente? Eu estava confuso, com medo e sentia uma raiva tão profunda dentro de mim que ás vezes assustava a mim mesmo. Sentia ódio o tempo inteiro. Eu queria apenas ser como todas as outras crianças, sem um destino terrível me espreitando no horizonte de minha curta vida. Eu queria ser mortal, sentir o frio do inverno e as brisas perfumadas da primavera. Queria andar pelas ruas de pedra de Volterra com o vento cálido do verão esquentando minha pele. Queria provar o vinho e o pão, queria ter filhos com uma mulher bonita e entregar a ela meu coração. Queria envelhecer vendo minha família prosperar. Mas tudo isso foi roubado de mim no momento em que Dydime me tirou dos braços de minha mãe mortal. – Willian cerrou os punhos, estremecendo. Olhei para ele, retribuindo seu olhar turvo. Ele suavizou seu rosto, respirando lentamente, desviando o olhar para as sombras na parede de pedra. – Mas eu não soube disso até muito tempo depois. A verdade é que nunca deixei de procurar as respostas para minhas infinitas perguntas, mas meus primeiros anos como imortal tomaram-me bastante tempo. Na noite do meu décimo oitavo aniversário, Dydime cumpriu sua promessa e me transformou. Apenas dois anos depois, quando já conseguia controlar razoavelmente minha sede, é que eu pude sair do castelo e caminhar pela minha cidade natal pela primeira vez. Aprendi a caçar, a me alimentar de humanos infratores, assassinos, ladrões... Mas para isso nós íamos caçar fora de Volterra, a quilômetros dos muros que protegiam a cidade de São Marcus. Não era permitido tirar nenhuma vida humana dentro desses portões, nem mesmo de meliantes, meu pai era bastante rigoroso com isso. Era uma grande ironia na verdade, o próprio chacal zelando pelo rebanho de ovelhas... – Escarneceu ele, seus olhos vermelhos enegrecidos pela penumbra se perderam por um momento, vendo coisas além do tempo e daquele quarto medieval. Estava absorto em suas próprias lembranças, preso por seus próprios fantasmas.
- Willian? – Sussurrei, tentando trazê-lo de volta para o presente. Ele olhou para mim envergonhado.
- Perdoe-me. O passado ainda tem o poder de me capturar ás vezes. Feridas profundas como as nossas não cicatrizam facilmente, talvez nem a eternidade seja o bastante para elas. – Ele suspirou, retomando sua expressão vazia. – Bem, onde eu estava? Ah sim, nos meus primeiros anos como imortal... Pois bem, o importante nessa parte da história é que você entenda os motivos que me levaram a matar minha própria mãe. – Estremeci, tentei dissipar de minha mente a imagem de minha mãe, obriguei-me a ouví-lo com atenção, ignorando a dor que lambia meu peito como chamas de um incêndio.
- Dydime me enojava, eu nunca fui capaz de amá-la como um filho. Era como se, cada vez que olhava para ela, eu visse a morte de minha mãe mortal, a mãe que eu jamais conheceria. E eu nem mesmo tinha provas de que fora ela quem matara minha mãe, mas sabia, de alguma forma, que a humana que me dera a vida já não vivia mais. Mesmo assim começei a procurar, as escondidas é claro. Perambulei pelas ruas da cidade perguntando e observando discretamente, até o dia em que ouvi um comerciante comentando sobre a cigana que lhe vendera um amuleto que não surtia efeito algum. Me aproximei dele no dia seguinte e ofereci bastante dinheiro por aquele amuleto, com a esperança de que ele me contasse algo mais. Comprei o amuleto e o homem disse que a tal cigana vivia perambulando pela cidade, vendendo amuletos e talismãs para os turistas, disse que ela era uma excelente tecelã também, mas que já havia morrido há muito tempo de tristeza pelo desaparecimento de seu bebê. Apontou-me a direção da velha cabana fora da cidade onde a jovem mulher vivia sozinha com seu filho sem pai. Fui até a tal cabana. Estava entregue as traças, um amontoado de destroços e ruínas. Revirei os restos dos indícios de sua existência, em cada pedaço de roupa, em cada tapeçaria inacabada, a cada grampo de cabelo que encontrei soterrados naqueles destroços, eu sentia que estava encontrando partes minhas, pedaços de mim que se perderam no tempo. De alguma forma eu soube que aquela tinha sido minha casa um dia. – Ele silenciou apenas por um momento, e antes que seu rosto oscilasse novamente ele continuou:
- Voltei para o castelo aquela noite e exigi a verdade de meus pais. Estava louco de ódio, inconformado por ter sido tomado dos braços de minha mãe para me transformar nessa coisa morta e imperecível. Marcus gritou comigo, tentava fazer-me ser razoável com Dydime, mas eu só conseguia gritar e gritar cada vez mais alto com ela. Dydime nem ao menos olhou-me nos olhos. Chamou-me de insolente, de filho ingrato... Lembro-me dos olhares de toda a corte. Estavam todos assustados com minha reação, acho que nunca imaginaram que eu reagiria tão mal à verdade que todos esconderam de mim desde o princípio. O único que parecia profundamente satisfeito com toda aquela confusão era Aro. Para ele qualquer discórdia dentro da casa de meu pai era vista como uma oportunidade a mais para seus planos. Naquele tempo Jane e Alec já estavam conosco, recém transformados, as mais novas armas de Aro infiltradas no exército de meu pai, a melhor chance que Aro já tivera de tomar o poder. Se eu não tivesse feito aquilo... Certamente seria uma questão de tempo até que Aro desse o primeiro golpe. Mas eu fiz isso por ele. – Willian levantou-se, fiquei encarando suas costas durante algum tempo, as sombras oscilando entre nós. Ele caminhou até a cômoda de madeira maciça, a luz das velas nos candelabros iluminou seu rosto delicado. Quando falou, sua voz estava sem vida.
- Havia conflitos entre nossa espécie em vários lugares próximos a Volterra. Era questão de tempo até que a guerrilha chegasse a nossos portões. Meu pai colocou o exército em movimento, ele não ficava muito tempo fora de casa, mas lembro-me que naquela noite ele fez questão de aplicar a punição nos líderes da ofensiva. Foi a primeira vez que Aro levou Jane e Alec para um combate. Era o teste que ele precisava para dar o primeiro passo contra meu pai. Os gêmeos bruxos exterminaram mais de cem vampiros recém criados e seus líderes, Aro estava em êxtase. Lembro-me de ter ficado no castelo, trancado neste mesmo quarto em que estamos agora, ouvindo o estalar das fogueiras que queimavam os restos dos inimigos de meu pai. Ouvi os gritos, trazidos pelo vento como uma serenata e tudo que conseguia pensar era no horror em que fui mergulhado. Aquela criatura que tinha tudo, ainda assim foi capaz de tirar a única coisa que eu tinha, minha humanidade. – Willian virou-se, encarando-me com um olhar impenetrável. – Não sei dizer-lhe o que exatamente me fez caminhar, cômodo após cômodo deste castelo, procurando por ela. Encontrei-a em seus aposentos, a esplendorosa raínha Dydime escovava seus cabelos negros como a noite quando adentrei silenciosamente pela porta. “Veio me acusar novamente filho ingrato?” Disse-me ela. Aproximei-me dela, sentindo todo meu ser sucumbir a uma espécie de letargia irreparável, não sentia mais nada naquele momento, estava verdadeiramente morto e a única coisa que queria, ela levá-la para a morte comigo. Abracei-a. Senti seu corpo pequeno em meus braços, o frio que emanava dela como um sopro de morte. Estreitei meus braços em vonta dela, envolvendo-a como uma mortalha. Ela não pronunciou nem uma palavra enquanto eu esmagava seu corpo, enquanto sentia seus membros de pedra quebrarem-se em minhas mãos e braços. Ela não disse adeus, nem disse que me amava ou odiava, apenas permaneceu em silêncio enquanto eu a matava, enquanto matava a mim mesmo junto com ela. Se eu pudesse chorar, creio que teria chorado aquela noite. – Ele suspirou, circundando os pilares de pedra que sustentavam a laje enegrecida. Parou alí, cruzando os braços no peito rígido e encarando-me com uma expressão profundamente vazia.
- Quando meu pai voltou, encontrou o castelo em chamas. Bem, pelo menos boa parte dele. Eu queimei os restos dela e permanecia alí, ao lado da pira que queimava como palha. A fumaça enchia meus pulmões, estava zonzo. Me tiraram de lá rapidamente, creio que se estivesse em condições de resistir, eu teria lutado para ficar alí com os restos dela, até que o fogo me consumisse também e lavasse meus pecados. Dydime já era apenas cinzas na tapeçaria italiana. Naquela noite, eu matei minha mãe e meu pai, poi Marcus morreu alí, olhando para as cinzas dela, o fogo que a queimou também o consumiu por inteiro. Ele nunca mais foi o mesmo. Quando saiu daquele quarto em chamas, Marcus era apenas uma casca oca. Foi o golpe fatal que entregou a liderança dos Volturi nas mãos de Aro. Marcus não queria mais nada sem ela, não tinha forças nem mesmo para querer a morte.
Mais tarde naquela mesma noite, perguntaram-me sobre o ocorrido. Meu pai agarrou-me pelos colarinhos exigindo saber quem fora o responsável por aquilo. Eu ví o ódio que senti nascer nos olhos dele e morrer no mesmo instante em que falei: “Fui eu, pai”. Ele me largou, cambaleando para tráz, desnorteado com a minha traição. Foi o tiro de misericórdia direto no coração de meu pai. – Eu podia sentir toda a dor do passado dele, tantas perdas, tantos erros, tanto sofrimento. Fiquei alí encarando-o na escuridão, tentando encontrar em seu rosto a força na qual ele se apoiou para se manter inteiro durante todos esses anos. Era um peso tão absurdamente grande... Um fardo impossível de ser carregado por um único homem.
- Me atacaram. – Olhei-o atônita. – Aro acusou-me de traição, disse que eu precisava ser punido. Mandou Alec e Jane para cima de mim e a única coisa que fiz, foi encará-los, esperando minha morte. Foi quando todos estacaram diante de meu poder. O poder que nem eu mesmo sabia que tinha. – Meu coração martelava, a história de Willian parecia nunca ter um fim e sempre me surpreendia. Que poder era esse?
- Todos os poderes são neutralizados pelo meu, eu simplesmente faço desaparecer qualquer dom que um imortal possa ter. Quando descobri o que podia fazer, não esperei Aro encontrar uma outra maneira de me destruir. Fugi de Volterra, deixei tudo para tráz. Meu pai e minha história amaldiçoada, levei comigo apenas a promessa de nunca voltar e o amuleto de minha mãe, aquele que comprei do velho comerciante. Em trezentos anos nunca ninguém foi capaz de me achar. Aro tentou por muito tempo, principalmente depois que trouxe Demetri para a guarda. Estive andando pelo mundo durante todos esses anos, procurando uma forma de me redimir. Acho que você deve estar pensando que caçar sua família a mando de Aro não é lá uma maneira muito honesta de me redimir. Mas acredite, eu não tive escolha. Aro encontrou um jeito de me punir afinal de contas, após trezentos anos ele encontrou um meio de me obrigar a ficar e usar meus poderes.
- Willian. – Intervi, minha voz reverberando pelos cantos do quarto escuro. Ele me olhou, confusão toldando sua face semivisível na penumbra. – Conte-me o que houve com minha família. Por favor, eu preciso saber. Sei que você esteve lá no dia em que me trouxeram para cá. Era o único jeito de Alice não ver vocês chegando, a única forma de meu pai não ver a mente de vocês. Você fez os poderes dele sumirem, não fez? Que outra forma haveria? Conte-me o que foi feito deles, por favor, por favor... – Eu estava chorando, e sentia que as lágrimas formavam uma força maciça dentro de mim, empurrando meu controle para fora, liquefazendo minhas defesas. Willian olhava-me envergonhado mas ao mesmo tempo emocionado por minhas palavras. Eu sentia que de alguma forma ele me ajudaria, mas tinha medo de estar me iludindo, afinal, havia ainda o bom motivo que Aro usou para trazê-lo até aqui, para obrigá-lo a serví-lo.
- Nós vamos te ajudar Nessie. – A voz suave emergiu da escuridão, fazendo as portas de carvalho estalarem. Alec adentrou o aposento como uma aparição, eu nem ao menos ouvi seus passos. Willian encarou-o com raiva e desprezo, mas Alec apenas retribuía meu olhar turvo. – Willian e eu vamos ajudá-la a sair daqui e encontrar sua família. – Alec olhou para Willian, que sorriu amargamente em resposta.
- E por quê devemos confiar em você, o pupilo prodígio de Aro? – Ameaçou Willian.
- Por quê eu sou o único que pode ajudá-los e por quê você não tem escolha. – Retorquiu Alec. Willian encarou-o contrariado, depois olhou para mim e perguntou:
- Você confia nele? – A pergunta ecoou dentro de minha mente como um sino, de novo e de novo e mais uma vez. Pensei em todas as coisas que vira Alec fazer por mim e em todas as coisas que sentia emanar dele, coisas que de alguma forma me alcançavam como laços e cercavam-me com uma confiança e segurança que eu só sentia com Jacob. Respirei fundo, sentindo o gosto das lágrimas em minha língua. Levantei, firmei meus pés no chão e disse para mim mesma que estava pronta para revidar.
- Sim.


Beijos B
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qui 25 Mar 2010, 17:20

otimo
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qui 25 Mar 2010, 19:39

Meus deus vc é muito talentosa ta incrivel ñ sei como explicar só posta mais e mais por favor beijinhusssss
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qui 25 Mar 2010, 22:04

Adorei, posta logo.Por Favor Beijinhos
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 26 Mar 2010, 07:55

Pelo amor de Deus postas os outros capitulos pra eu nao enlouquecer!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 26 Mar 2010, 12:24

Ainda vai demorar muito????? Nao to aguentando de curiosidade!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 26 Mar 2010, 19:39

postaa maiisss pelo amor de deusss
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 27 Mar 2010, 09:29

Tipo posta maaaaaaaaaaissssssssssssss
pooooooooor favor !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
tô loka de curiosidade
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 27 Mar 2010, 10:09

Ainda estou aguardando ansiosa os proximos capitulos!!!!!!! Qdo vai postar???? Nao demora a curiosidade ta me matando!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 27 Mar 2010, 14:00



Capítulo 26 – Pacto
- Vocês dois podem parar de discutir como um casal de velhas? – Retorqui. Aqueles dois discordavam em tudo e nem Willian nem Alec era suficientemente razoável para admitir seus erros. Os dois olharam para mim, Willian contrariado, Alec envergonhado. Era difícil de acreditar, mas eu sentia um carinho desproporcional ao tempo que os conhecia, especialmente Willian. Ele era um rapaz encantador, e não só por sua beleza inumana. Havia nele alguma coisa... Alguma força invizível que atraía as pessoas, despertando nelas sentimentos variados. Em boa parte delas, Willian só conseguia despertar raiva, mas eu sentia por ele um amor fraternal, algum tipo de ligação que se estabelece quase que imediatamente, eu agora queria tê-lo sempre comigo, como um irmão mais velho. Já Alec, bem... Alec era um assunto mais delicado. Diferente de Willian, ele não me olhava com olhos amigáveis ou de simpatia. Alec, em todo seu mistério e seriedade, conseguia me fazer temer diante do que via emanar dos olhos dele. Aqueles olhos ao mesmo tempo poderosos e frágeis. E também havia a inegável atração que eu sentia por ele, um sentimento um tanto turvo e confuso para mim, mas que me fazia desejar estar perto dele e me preocupar de uma forma quase impensável por sua vida e segurança. Se um dia tudo aquilo terminasse, eu sabia, como sabia que as estrelas estavam agora brilhando no céu, que Alec sempre estaria em meu coração e pensamento.
Suspirei, sentindo o peso de tantas coisas pairando sobre minha cabeça, sentindo inúmeras coisas emergirem em mim, sentimentos, medos, paixões, coisas que eu definitivamente teria que suportar e lidar sozinha. E aquela sombra densa, que ameaçava me engolir a qualquer momento, ainda estava alí, ao meu lado o tempo todo. O abismo gelado que se abriu em meu peito, permanecia silencioso dentro de mim, esperando o momento certo para me fazer sucumbir. E isso certamente aconteceria se eu jamais os visse de novo, se perdesse todos os motivos pelo qual vivi e me forçei a sobreviver até este momento. Tanto pelo que lutar, e quase nenhuma força restando em mim...
- Ei, você está bem? – Perguntou Willian naquele seu tom habitual, tentando disfarçar a preocupação de sua voz. Olhei para ele, e depois para Alec. Algo precisava ser feito antes que eles começassem a discutir de novo, e eu não tinha tempo para me lamentar. Não agora que a sorte estava um centímetro mais a meu lado.
- Estou bem, mas sabe de uma coisa? Vou ficar melhor ainda se pararem de brigar. Agora Willian, conte-me o que esteve fazendo desde que Aro o trouxe aqui, qualquer detalhe é importante. E Alec, conte-nos o que sabe sobre os planos de Aro e sobre Alice, onde ele está mantendo ela. – Os dois me encararam mudos por um momento. – Como é, desembuchem. – Willian bufou, mas sentou-se a minha frente, cruzando os braços sobre o peito.
- Aro me encontrou na Rússia, onde eu estava morando atualmente. Eu não esperava que ele estivesse na minha cola ainda, não depois de tanto tempo. Ele mandou, Félix, Heidi e Jane atrás de mim. Eu estava de guarda baixa, não esperava que ele ainda estivesse tão obstinado assim por meus poderes, e em geral sempre cubri bem meus rastros. Bem, resumindo, fui trazido até aqui sem saber nada a respeito do que tinha acontecido em Forks e nem que Aro estava tão desprestigiado com nossa espécie. Se tivesse ficado ciente do motim que vocês armaram, eu certamente teia aparecido. – Willian riu, mas algo em sua voz soou nervoza. Olhei bem para ele, o que o deixou constrangido. Eu tinha a sensação de que ele não estava contando tudo.
- Ok, vejamos se entendi. Aro demorou trezentos anos para te achar, para sequer achar uma pista sua, e de repente você relaxa sua guarda e é facilmente trazido até Volterra para cumprir ordens dele? – Willian desviou o olhar, seu rosto torceu-se numa expressão indecifrável.
- Conte a ela Willian, não há nada demais nisso. – Resmungou Alec, seu rosto perfeito completamente absorto nos detalhes da parede a sua frente. Willian o encarou.
- Não se meta na conversa seu almofadinha. – Falou Willian entredentes. Ele olhou para mim, meio constrangido e disse, suspirando:
- O nome dela é Lavínia. Nos conhecemos há dez anos na França, ela era só uma menina de dezessete anos na época, hoje é uma mulher linda.
- O-oquê? – Gaguejei.
- Sim, ela é humana. – Encarei-o perplexa. Willian se apaixonou por uma humana. Deus do céu, eu sabia melhor do que ninguém o sofrimento que isso causava em criaturas como nós.
- Mas você... Você não... O sangue, sabe...
- É difícil sim, admito, mas com o tempo eu me acostumei. E ela é tão linda, tão delicada... – Senti a adoração fluir na voz rouca dele, eu entendia perfeitamente como ele se sentia.
- E ela sabe sobre você? – perguntei.
- Sim, ela sabe de tudo. – Respondeu ele encarando o chão. Ficamos em silêncio por algum tempo e em minha mente as coisas se encaixaram de uma forma perturbadora. Aro estava usando Lavínia para obrigar Willian a ficar e usar seus poderes para acabar com cada um de nós. Esse era o estilo de Aro, o faro para pressionar o ponto fraco de cada um.
- Ele ameaçou matá-la? – Perguntei.
- Sim, e pelas regras tolas dele, isso não seria nada além que uma punição, afinal, ela é uma humana que conhece nosso segredo. – Disse ele taciturno. Eu vi o ódio brilhando em seus olhos vermelhos e isso fez algo vir a minha mente.
- Ela não se importa? Você sabe, do sangue. Pelos seus olhos dá pra perceber que a dieta vegetariana não faz seu tipo. – Não disse isso a ele como uma acusação, e ele compreendeu bem o que quis dizer, olhou-me tranquilamente e disse:
- Eu ainda sou a criatura que se odeia por ter que tirar vidas, mas eu também permaneci o homem que não fere inocentes. Lavínia sabe disso e me acha algum tipo de herói. – Ele sorriu sem nenhuma alegria em seus olhos. – Eu sei que me alimentar de assassinos, estupradores, traficantes e todo tipo de escória não faz de mim um ser melhor, mas faz eu me sentir menos culpado, livrando o mundo desse tipo de gente. Quem sabe um dia eu não resolva adotar o vegetarianismo também hein. – Brincou, dando uma piscadela. Sorri para ele, encorajando-o, embora eu mesma não fosse um modelo de fidelidade a causa.
- Eu só não entendo como conseguiram localizar você. – Perguntei mais para mim mesma do que para ele. Willian surpreendeu-me com uma resposta imediata.
- Ah mas eu sei exatamente. Aro nunca deixou de me procurar, mesmo sendo frustradas todas as suas tentativas de me localizar, ele nunca parou. Eu nunca fiquei num mesmo lugar mais que uma semana, e bem, quando conheci Lavinia na França, eu me demorei por lá uns bons três anos. Depois disso fomos juntos para Russía e Lavinia adorou o lugar. Comprei uma casa grande, do jeito que ela queria, e vivemos lá sete anos, e foi lá... O maldito rastreador de Aro me encontrou lá. Quando eu sentia alguma presença de nossa espécie eu tratava de inibir seus poderes logo, mas a Russía... Você não acreditaria na quantidade de vampiros que vivem por lá. Eu encontrei dezenas deles nos anos que passei em Moscou. Alguns de passagem, alguns poucos estabelecendo-se nas periferias da cidade. Durante os primeiros anos eu ficava alerta vinte e quatro horas, “desarmando” todos que se aproximavam demais. Mas depois de alguns anos eu relaxei, droga, eu realmente pensei que Aro tivesse me esquecido. Quando Félix, Heidi e Jane se aproximaram de mim, eu só pude sentí-los no último momento. Mas Aro foi esperto, eu conhecia muito bem o cheiro de Demetri, por isso ele não o mandou. Se Demetri tivesse se aproximado eu teria sido capaz de pegar Lavinia e me mandar de lá. Mas ele mandou Félix, por quê infelizmente meus poderes só funcionam com os dons, não surtem efeito algum com a força bruta. Neutralizei Jane na mesma hora, mas não pude fazer nada contra Félix, por quê a única coisa que aquele alí sabe fazer é desmembrar, morder, socar... Jane a pegou enquanto eu lutava com Félix, e bem, o resto você já sabe. Transmitiram-me a “oferta” de Aro e a única coisa que pude fazer foi me render, não suportaria vê-la morrer. – Willian me olhou, seus olhos grandes e infantis me encararam com um pedido de desculpa pelo que ele teve que fazer. Eu acenei para ele, tentando confortá-lo, tentando dizer que eu entendia. A cada nova parte que se encaixava em minha mente, eu sentia o ódio transbordando um pouco mais dentro de mim, e curiosamente esse ódio apenas me deixava mais fria. Sentia meu corpo fraco pela falta de sangue, mas meus músculos estavam retesados, eu não conseguia relaxar minha mandíbula. Meus nervos estavam no limite, não sabia o quanto mais poderia suportar antes de enlouquecer de vez. Se não fosse pela voz calma e ponderada que sussurrava para mim no fundo de minha mente, eu certamente teria surtado. Ela ficava me dizendo para ser forte, para não desistir de lutar, e eu dizia a ela: “eu não posso mais, não consigo mais...” Mas de alguma forma eu estava aqui, ainda de pé, ainda resistindo. Se todos caíssem, se tudo fosse exterminado, eu ainda estaria de pé. Até que meu coração pare de bater, era o que ele dizia.
O silêncio nos tomou mais uma vez, eu ouvia o leve farfalhar da respiração de Alec, sentado a meu lado, enquanto meu próprio coração trabalhava num ritmo cadenciado, enchendo o quarto com um som ritmado e constante. As velas eram apenas tocos diformes, pendendo nos castiçais de prata. Obriguei-me a quebrar aquele silêncio que nos cobria como um véu.
- O que Aro te pediu quando você chegou aqui Will? – Willian me encarou surpreso. Eu não sabia se era pela súbita quebra do silêncio ou se era pelo apelido informal que eu o chamara.
- Bem, eu estava muito louco de ódio. Foi tudo terrivelmente repentino para mim, ver esse lugar, andar novamente por esses corredores... A cada minuto que passo aqui eu ouço a voz dela me chamando, ouço as chamas consumirem o quarto dela, e o cheiro acre de seus restos queimando. Foi terrível voltar. Foi terrível encarar meu pai depois de tanto tempo, e ver que ele ainda é a casca oca vivendo na sombra de minha mãe, lamentando a ausência dela e minha traição por toda eternidade. Mas eu não tive escolha, tive que fazer um acordo com Aro pela segurança de Lavinia. Fiz ele trazê-la até aqui, onde eu podia ficar de olho nela, para certificar-me de que nada aconteceria a ela. E em troca eu faria o serviço. – Ele parou.
- Que serviço Will? – Perguntei impaciente. Ele suspirou e disse:
- Aro me entregou uma lista com dezesseis nomes. Eu teria que sair em busca daqueles imortais com Demetri e Félix e bem, fazer o meu truque mágico, se é que me entende. Mas além disso eu teria que ficar de olho em sua família, especialmente na vidente. Ela era a prioridade. Teria que bloqueá-la noite e dia. Imagina o quão difícil foi isso? Eu nem ao menos tinha a visto uma vez sequer, por isso precisamos nos aproximar, para que eu a sentisse... Como posso explicar? Olhe, entenda, é como se eu pegasse o “teor” dos dons de um imortal e o suprimisse. Mais ou menos como sentir o gosto dos poderes de alguém e simplesmente diluí-los. E foi isso que fiz com a vidente, depois com seu pai e sua mãe, e por último com o loiro das cicatrizes. – Explicou Willian. Busquei em minha mente as memórias que comprovavam aquilo.
- Lembro-me de uma certa inquietação de Alice há alguns anos. Lembro-me dela falando das visões que tinha com Aro, mas que pareciam fora de ordem, como se fossem repetições que voltaram para ela borradas e desconexas. Alguns dias depois ela disse que as visões tinham parado, simplesmente sumido. Ela só via coisas banais do dia a dia, como por exemplo o dia em que minha mãe e meu pai resolveram sair em uma segunda lua de mel. Alice estragou a surpresa deles, estava anciosa demais com a falta de novidades em suas visões. – Aquelas lembranças me machucavam mais do que eu deixava aparentar. Willian acenou, ponderando.
- Bem, a “interferência” inicial foi apenas minha presença. É uma coisa irritante, mas eu funciono como uma estação pirata ambulante. Mesmo quando não estou direcionando meus poderes a alguém, eu ainda interfiro um pouco, enfraquecendo ou falhando os poderes dos que estão a minha volta. Alec poderia tentar te cegar agora, e tudo que conseguiria fazer é embaçar sua visão, deixá-la turva. Quando consegui me aproximar e sentir o poder da vidente, eu cortei todas as visões dela e aos poucos fui liberando apenas uma parcela de seu poder. Seu pai não poderia ler minha mente tampouco, eu fico invisível a esse tipo de poder, por isso Aro me odeia tanto, telepatas ficam impotentes em minha presença. – Explicou ele. Eu escutava tudo com atenção total, até me esqueci por um momento de Alec ao meu lado. Ele estava silêncioso, era difícil saber se nos ouvia e se estava vagando, absorto em seus próprios pensamentos.
- Entendo. – Murmurei, sentindo as coisas se encaixarem em minha mente. Sem desanimar, continuei:
- E Zafrina? Por quê ela está aqui? – Olhei de Willian para Alec, os dois se entreolharam durante um momento, então Willian falou:
- Depois que neutralizei os poderes da vidente, a primeira coisa que Aro fez foi me mandar com Demetri atráz da amazona. – Willian parou, lançando um olhar taciturno para Alec.
- Mas por quê ela é tão importante para Aro? – Perguntei, seguindo o olhar de Willian para o rosto desconfortável de Alec. Ele olhou para mim, demorando-se um pouco em meus olhos e disse:
- Ela a quer Nessie – Suspirou. – Ele a quer como quer Alice. E ele as têm agora. – Porquê eu sentia que aquilo não me surpreendia? Alec continuou: - Aro é um colecionador, primeiro foi Jane e eu, depois Demetri. Alguns anos depois Renata. Exceto Willian, todos que Aro desejou ter, ele teve. Até que encontrou Alice e percebeu que ele a queria como não quis ninguém desde Jane e eu. Então ele viu você, uma criança imortal, metade humana, metade vampira. – Os olhos de Alec faíscaram em mim, como se ele próprio entendesse o desejo que ele mesmo tentava explicar. – Aro nunca viu nada tão surpreendente. Em todos os séculos que viveu, jamais pensou que encontraria alguém como você. A idéia o inebriava. E mesmo assim, você estava além do alcance dele. Longe dos planos que ele mesmo compôs sozinho enquanto meditava em seu trono, noite após noite. Ele precisava tê-la, precisava ter Alice, mas nada jamais foi tão intocável para ele. Vocês estavam tão além dos poderes dele. Quando saímos de Forks aquela manhã, nem a neve que cobria o solo era mais fria que o olhar de Aro. Ele fora derrotado, e não aprovou o gosto. Toda corte assistiu sua derrota, a batalha que ele travou sozinho apenas para conseguir uma pequena peça para compôr sua coleção. Mas Aro saiu de lá sem Alice, e com seus desejos multiplicados. Ele queria você também, seu pai viu isso na mente dele, por quê eu mesmo pude ver nos olhos dele. Durante todo o caminho me perguntei se minha vida valia a pena ser vivida daquela forma. Uma peça no grande tabuleiro de Aro. Matando por ele, tirando vidas e destruindo existências. Desmembrando clãs inteiros apenas para que ele tivesse mais uma iguaria em seu poder. E depois veio os anos seguintes, e toda caça as bruxas que Aro iniciou. Um por um eles os caçou, todos que se atreveram a testemunhar a seu favor, contra ele e seus desejos irrefreáveis, servindo-se do pretexto de que vocês espalhariam a discórdia em nosso mundo. Nesses sete anos, foram poucas as vezes que voltei para casa. Eu fui da América do Sul ao Egito, depois para o norte, para a Irlanda e de lá para Romênia. Cruzamos toda Europa atráz de nômades e seguimos para América, indo até as terras geladas do norte do Canadá. Minhas últimas ordens foram sua captura e escolta até aqui. – Alec parou, encarando novamente o vazio. Eu me sobressaltei com o discúrso dele. Havia dor naquelas palavras, havia descontentamento com ele mesmo, como se ele sofresse queimaduras internas. Lembrei-me das palavras dele no esconderijo no qual nos conhecemos. Ele disse que estava cansado da falta de propósito na qual ele tinha vivido toda sua vida. Usado por Aro desde que era apenas uma criança. Uma arma desde sempre. Apesar dele ter me tirado de minha família, eu não conseguia me obrigar a odiá-lo, não conseguia culpá-lo pelo que estava me acontecendo. Ele fora criado para cumprir ordens, para ser o que era, o que mais eu poderia dizer? Não era culpa dele...
- Bem, agora eu entendo muito melhor as coisas que aconteceram. Principalmente como os poderes de Alice e de meu pai não foram capazes de nos alertar sobre o perigo. – Falei, sentindo uma grande lacuna se preencher dentro de mim. Eu tinha que reconhecer que o plano de Aro era praticamente sem falhas, contudo...
Willian me observava silencioso, assim que surpreendi seu olhar me perguntei o que ele pretendia me ajudando.
- Por quê está fazendo isso? – Ele parecia já esperar a pergunta, pois sorriu levemente sem nenhum humor e disse:
- Acha mesmo que vou deixar Aro me usar? Acha que não fiz nada além de seguir as ordens dele durante todo esse tempo? – Perguntou, suas sobrancelhas arqueando em sua testa perfeitamente lisa. – Eu começei a agir assim que cheguei aqui. Eu cresci nesse castelo, conheço tudo aqui, tratei logo que traçar uma rota de fuga e assim que conseguir uma brecha eu vou pegar Lavínia e me mandar. Mas para isso eu precisava esperar você Ness. – ele sorriu-me. Estudei-o por um momento e disse:
- Até você me chamando assim? – Resmunguei. Willian deu de ombros
- Eu ouvi aquele transmorfo te chamando assim, você parecia gostar. – Desviei meu olhar rapidamente, tentado conter minha cara de nada e consequêntemente ví a expressão perturbada de Alec. Forçei a conversa a continuar para me salvar daquele desconforto.
- O que quer dizer com “precisava esperar por mim”? – Perguntei.
- Eu sabia que Aro ia te trazer pra cá e fazer todo o joguinho do “julgamento” pra ver se você cedia e ficava por aqui mesmo. E eu, bem, eu sabia que você ia mandar ele tomar naquele lugar. De início você não estava nos meus planos, mas depois do que aconteceu com Félix e Heidi...
- Você viu aquilo? – Perguntei perplexa.
- Eu estava com eles, fiquei esperando eles voltarem no nosso ponto de encontro, mas quando vi que eles estavam demorando demais, eu fui dar uma olhada no terreno. Encontrei as piras ainda acessas e você cuidando do cara todo arrebentado. Aí eu pensei que nós poderíamos unir forças, simpatizei com você. Você se parece muito comigo, fala o que quer e peita todo mundo, e o principal. Não tem medo de Aro. – Willian sorriu, e eu senti uma coisa estranha emanando dele. Nós imortais nossos muito sensitivos, muito abertos para esse tipo de coisa, e o que senti em Willian naquele momento era genuíno. Era um tipo de carinho fraternal mesmo, como se ele realmente se importasse comigo.
- Não seja idiota, ela não é nem de longe tão irritante quanto você, e também não é tão convencida ao ponto de se achar o máximo. – Resmungou Alec mau humorado.
- Olha quem fala, o principesinho de Aro. – Rebateu Willian.
- Eu não sou nada de Aro, e até onde eu me lembro, o príncipe aqui é você Willian – Provocou Alec. Eu me vi novamente no meio da discussão. Aqueles dois se pareciam muito com dois irmãos, implicando um com o outro em qualquer oportunidade.
- Ei, já chega gente. – Falei, sendo completamente ignorada. – EU DISSE QUE CHEGA! – Gritei. Os dois me encararam assustados, meus grito ainda ecoando pelo quarto amplo e praticamente vazio.
- E depois Willian? – Perguntei após me acalmar do último surto. – O que aconteceu depois?
- Bem, eu fiquei pensando num modo de me aproximar de você, de propor um trato, mas você não acreditaria em mim e eu ainda corria o risco de levar uma dentada. Então eu esperei e observei vocês, sempre escondendo minha presença. Quando você ligou para sua família eu fui obrigado a avizar Aro senão ele pensaria que eu estava traindo ele. Contei a ele o que houve e Ness, ele ficou muito louco. Ele gostava de Heidi sabe, ela distraía bem ele nas noites entediantes, e Félix, era o bulldog dele. Só sei que as ordens foram claras como cristal. Ele estava mandando Alec com um pequeno contingente da guarda para capturar você e sua família, e eu deveria auxiliá-los, é claro, por quê sem mim os capangas de Aro não chegariam nem três quilômetros perto de vocês. – Willian provocou, encarando Alec pelo canto do olho. – Contudo, quando Alec se encontrou comigo na floresta, ele me contou Aro queria que você e Alice fossem levadas para Volterra enquanto o restante seria executado alí mesmo. – Minha garganta se apertou, fazendo minha boca secar. Eu não consegui encontrar a coragem para prosseguir, para pedir que Willian terminasse. Tinha medo do que ouviria. Willian me observava, Alec não me olhava mas prestava atenção em cada respiração descompassada que elevava meu peito cada vez mais arfante. Observei o tempo passar em câmera lenta e as chamas das velas se extinguirem em meio as sombras do quarto. A noite estava silenciosa na superfície, nada se movia naquele quarto. Apenas as chamas fracas das velas dançando e criando sombras vivas em nossos rostos de pedra. Três seres imóveis conspirando no silêncio da noite, e nada mais chegava aos meus ouvidos.
Pisquei, encarando minhas mãos inertes sobre minhas pernas. Podia ver a palidez que se tornava cada vez mais pronunciada, a falta de sangue esfriando minhas veias, deixando meus coração mais lento, apesar de bater tão ruidosamente. As palavras dançavam em minha boca, embolando-se num nó incapaz de ser desatado. Eu não conseguia falar.
Os dois vampiros a meu lado permaneciam mudos, imóveis. Estariam eles lamentando minha perda? Respeitando o silêncio do meu luto? Era isso que estavam querendo dizer com aquele silêncio gelado? Que eles estavam mortos?
- Eles fugiram Ness. Eu deixei que fugissem antes de Alec e os outros chegar. Foi um pandemônio dos infernos, mas eu tive que liberar os poderes deles. Deixei que o grandão me derrubasse de propósito só para ter um pretexto para dar a Aro. Ele sabe que não sou vulnerável a pancada. Alec fez o que pode também. – Ele suspirou, contrariado por ter que admitir a ajuda de Alec. – Não sei por quê, mas ele me ajudou. Cegou todo mundo, até seus próprios guardas. Pegou você e a vidente e caiu fora. Tive que correr atráz dele para não ser massacrado junto com os outros guardas. Aquele lobo rasgou todo mundo, demoliu a casa inteira atrás de você. Mesmo cego e surto o danado ainda arrancava cabeças – Willian olhava-me aturdido, não sabia se o que dizia incitava ainda mais minhas lágrimas, que brotavam de meus olhos como uma vertente de água e sal. Eu não sei explicar o que sentia. Minha ampla educação não seria capaz de me dar palavras para explicar a sensação de alívio que senti. Era mais e mais correntes que se desprendiam de minhas pernas e braços, mãos e pés.
- Infelizmente eu não sei dizer o que aconteceu depois que saímos de lá. Ouvi mais tarde Aro ordenando aos guardas que sobreviveram que não deixassem de seguir o rastro deles por nada, e em seguida mandou Demetri para auxiliar nas buscas. Eles estão fugindo Ness, estão tentando arrumar um jeito de vir atrás de você. É o que eu faria. – Willian pegou minha mão, tentando conter meu choro desesperado. Alec apenas observava-me apreensivo.
- E o que vamos fazer agora? – Perguntou Alec, a voz suave que nunca se alterava. – Ela já sabe tudo que sabemos. – Ele trocou um olhar rápido com Willian, em seguida voltaram-se os dois para mim, esperando que eu decidisse o próximo passo. Pensei por um momento, tentando suprimir dentro de mim a euforia que tomava-me como uma onda de águas mornas e acolhedoras.
- Vocês precisam saber de algo também. – Disse, sentindo minha voz embargada pelo choro. – Precisam saber a falha no plano de Aro, a brecha pela qual nos vamos escapar. – Os dois olharam-me atentos. Eu enxuguei meus olhos na manga da blusa de tecido fino que usava e senti a quimação em minha garganta quando falei:
- Zafrina. Ela é a falha no plano de Aro. Foi por causa dela que eu fugi de casa, pelas visões que ela me enviou, me avizando do perigo.
- O quê? – Perguntou Willian descrente.
- O importante é que ela já nos mostrou a falha no plano de Aro. – Falei, ignorando a incredulidade de Willian. – Agora nos precisamos encontrar nossa brecha. E nós vamos começar agora.


Desculpem a demora,estou meio ocupada,beijos B
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 27 Mar 2010, 17:29

Ameiiiii...Posta mais logo.!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Dom 28 Mar 2010, 10:08

ta otimooo mal posso esperar o prox.
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Dom 28 Mar 2010, 12:03

cada capitulo que leio fico impressionada com a fic ...to amando!!quero mais....
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Dom 28 Mar 2010, 18:22

mais uma vez ta cda dia melhorr dua fic PARABENSS
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Seg 29 Mar 2010, 07:58

Uau....ta cada vez melhor, fiquei extremamente feliz em saber que a familia Cullen esta bem!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Seg 29 Mar 2010, 15:26

Tipo tá supeeeeeeer perfeito continua postando +e+
e rápido por favoooooooooooooor
beijinhos
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Ter 30 Mar 2010, 16:15

Espero que nao demore muito!!! Estou bem ansiosa!!!! Laughing
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qui 01 Abr 2010, 11:28

Meu Deus!!!!!! Vc ta muito ocupada???? Pq estou muiiiiiito ansiosa pra ver como termina essa historia!!!! Posta logo outros capitulos, por favorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 02 Abr 2010, 20:53

anciosa e pouucoooo mal posso espera pro final
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Hoje à(s) 09:17

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Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee
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