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 Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee

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Nathy Guimarães
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 06 Ago 2010, 21:38

Ain quando teremos posts? \O/

Ansiosa pelos proximos acontecimentos!!! hahaha
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 07 Ago 2010, 12:28

Oh My GAGA!

Cadê Você B?

Eu quero LER!!!!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 07 Ago 2010, 17:30

AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH I'LL DIE :\
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Seg 09 Ago 2010, 09:48

Ta sumida Bella Borboleta ...você esta bem???!...espero que simm..

Bjos e boas inspirações!!!
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Mary Alice Cullen
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Seg 09 Ago 2010, 20:07

B. borboleta aconteceu alguma coisa q faz tempo q vc ñ posta.....espero q esteja bem....bjos!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Seg 09 Ago 2010, 21:05

tbm to preucupada...
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Ter 10 Ago 2010, 15:11

Meu Deus, eu estou desesperada por favor nao demora pra postar.......Estou em colicas.......Desesperada mesmo, agoniada por tudo isso que acontece.......Meu Deus, essa familia nao tem sossego ne...Por favor nao deixa nenhum dos nossos morrer........
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 13 Ago 2010, 18:37

Deus B cadê você? O.O
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 14 Ago 2010, 11:21

Capítulo 38 – Volturi Parte 3

Alec não me olhou enquanto seguia na direção de meu pai e Carlisle, e olhá-lo dalí, daquele lugar proibido, ao lado de Jacob, era como olhar a paisagem através de um vidro sujo. E o que tornava tudo mais difícil, era sentir a compreensão muda de Jacob, era olhar em seus olhos e ver a decepção quase transbordando. Apertei meus punhos enquanto caminhava na direção oposta à de Alec e meu pai, eu queria descobrir um jeito de tirar toda aquela agonia de meu peito, alguma forma de expelir todas aquelas bolhas fervilhantes que insistiam em me queimar por dentro. Olhei para minha mãe, deslizando silenciosamente a meu lado. A dor dela parecia espelhar a minha, e observando seu rosto pálido esvaziar-se numa máscara inexpressiva, eu senti um conforto taciturno. De alguma forma eu não estava sozinha, não mais.
Jacob nos seguia de perto, eu podia ouvir sua respiração, as passadas pesadas de suas patas contra o solo úmido. Ele preferiu assumir a forma de lobo, estaria mais atento aos perigos, estaria mais protegido de seus sentimentos humanos. Eu conhecia Jake bem demais, ele estava na defensiva desde a luta com Alec, e eu não poderia culpá-lo, poderia?
Os minutos se arrastavam infinitamente enquanto atravessávamos a clareira até as montanhas que demarcavam os limites de Montepulchiano. A clareira estava tomada por cheiros distintos, da nossa espécie e dos lobos, e ficava cada vez mais confuso à medida que nos aproximávamos. Quando finalmente nos encontramos com o primeiro grupo de aliados, eu pude respirar mais aliviada, embora isso não melhorasse em nada o aperto em meu peito. Minha mãe estava lívida, silenciosa e distante como eu jamais a vira, e vê-la dessa forma fazia com que minha garganta se apertasse de ansiedade por me sentir tão impotente e simplesmente não poder confortá-la. Enquanto meus olhos vagavam pelos rostos conhecidos, eu não pude deixar de notar a sombra que pairava sobre aquele pequeno contingente. Agora, éramos mais lobos que vampiros – Sam, Paul, Leah, Seth, Embry, Quil e Jacob. Observei a troca silenciosa de informações entre o bando, sobressaltando-me eventualmente com os grunhidos nervosos que alguns deixavam escapar. Dois dos poucos vampiros que aguardavam silenciosos nossa chegada, se moveram em sincronia suave. Um dos vultos parou diante de mim. Benjamin segurou-me pelos ombros, apertando-me num abraço mais caloroso do que eu esperava receber de um estranho.
- Eu sabia que a veria de novo Nessie. Nós vencemos, estamos livres daquela praga. – Cantarolou ele com o olhar sonhador. Eu não consegui desapontá-lo, de alguma forma o brilho inocente nos olhos de Benjamin fazia com que tudo parecesse reversível, e embora a verdade queimasse em minha garganta, eu não consegui dizer nada. Meu rosto parecia espelhar o vazio gritante dos olhos de minha mãe, pois Willian – que esperava ansioso logo atrás de Benjamin – precipitou-se até mim, pousando os olhos grandes e vermelhos em meu rosto. Aquele olhar penetrou em minha alma, exigindo a verdade que eu pretendia esconder até de mim mesma por um momento. Estremeci sob seu olhar.
- O quê houve? – Indagou ele num sussurro cheio de cuidado. Diante de meus olhos, o rosto de Willian endureceu numa máscara de terror. – Por quê os lobos estão tão agitados? – Disse ele, encarando de esguelha a matilha inquieta que se distribuía pelas árvores estreitas do bosque. Uivos impacientes ressonavam no silencio que nos envolvia, e subiam em espirais com o vento morno da floresta. Nenhum pássaro cantava aquela manhã, e mesmo ali, naquele bosque brilhante, sob o céu profundamente azul, tendo todas as cores vivas das árvores e flores nos rodeando, era como se tudo estivesse borrado, eu não sei se era eu, mas aquele lugar parecia ter desbotado em tons de cinza e medo.
Havia algo tapando minha boca, uma mão invisível talvez? Minha mente perdia-se longe, no rosto de meu pai, nas imagens turvas e agonizantes daquele ser tenebroso que se esgueirava entre as árvores, encoberto pela névoa. Os gritos humanos ecoando do interior da fera ressoavam em meus ouvidos como sussurros, e a voz de Aro... os olhos opacos se reascendendo naquela chama cruel de sangue e vingança...
- O quê houve? Por quê ninguém diz nada? – Ouvi a voz de Willian alterar-se, tentei focar-me nela. Benjamin nos olhava, ansioso e tenso.
- Deixem-na comigo um instante rapazes. – A voz trovejante surgiu como se tivesse fugido de um pensamento, um sonho perdido. Pisquei meus olhos, tentando fazê-los acreditar naquela imagem, tentando saber se era apenas mais uma visão indistinta. O sotaque sul americano carregado deixava a voz dela ainda mais singular, e era algo muito diferente do que minha mente fantasiava em meus devaneios. Aquele rosto, aqueles olhos... jamais minhas lembranças foram generosas o bastante com ela.
- Zafrina. – Suspirei. – Que bom que você está viva. – Ela me abraçou, rodeando meu corpo com os braços longos e morenos. Afagou meus cabelos com os dedos compridos que pareciam perfeitamente esculpidos em sua pele morena.
- Olá criança. Sim, eu sobrevivi apesar de tudo e estou muito feliz em vê-la novamente. – Eu tinha um milhão de coisas para perguntar a ela, mas minha mente estava estranhamente desligada, um modo de espera constante. Zafrina segurou-me pelos ombros, perscrutou meu rosto com aqueles olhos grandes, de um vermelho enegrecido. Sua pele tinha um tom azeitonado, liso e brilhante como uma estátua de mogno. Ela suspirou, e eu não entendi o motivo daquela consternação crescente que nublou seu rosto. Ela olhou para minha mãe, silenciosa e fria como um fantasma atrás de mim, e murmurou, a voz rouca saindo num sopro rígido, porém gentil:
- Seja lá o que tenha acontecido, Bella, eu gostaria que desviasse um pouco seus pensamentos de seu amado Edward e prestasse mais atenção em sua filha, você não sabe tudo pelo qual essa criança teve de passar sozinha. – A preocupação cordial e afetuosa de Zafrina foi a única coisa que impediu minha mãe de pular no pescoço dela. Eu observei sem respirar os olhos frios de minha mãe pousarem no rosto comprido e altivo de Zafrina, um vinco assustador sulcou a pele pálida de sua testa antes que ela se acalmasse, desviando o olhar indiferente para Willian e Benjamin.
- Aprecio a consideração e o cuidado que despende a Nessie, Zafrina. Mas eu realmente não preciso de alguém me dizendo como devo cuidar de minha filha, ou em que horas devo pensar no bem estar de meu marido. – Disse ela friamente. – Sabe do que eu gostaria? Eu ficaria realmente satisfeita em saber o que diabos era aquilo...
A frase não foi terminada. A respiração falhou. O coração parou em meio compasso.
Em um momento suspenso no ar, preso numa imagem fria e nevoenta, eu vi os lobos avançarem sobre nós, alguns colocando-se entre eu, minha mãe e Zafrina, e por um momento eu pestanejei, olhando dos lados, onde todos pareciam mover-se de alguma forma, grunhindo e sibilando contra as árvores que se moviam há cinqüenta metros floresta a dentro.
- Mas o quê diabos é isso? – Ouvi a voz de Benjamin atrás de mim, uma cortina de vapor materializando-se sob o comando de suas mãos.
- Eu conheço esse cheiro. – Sibilou Zafrina, a feição que segundos antes encarava-me afetuosamente, transformara-se numa máscara letal. – Bella, cubra a todos com seu escudo. As coisas vão ficar bem feias agora. – Disse ela, afastando-me com as mãos compridas enquanto colocava-se a frente, seguida por minha mãe. Olhei em volta, apertando meus olhos para ver através da névoa gelada que Benjamin conjurou.
- Willian. – Sussurrei, tentando encontrá-lo em meio à névoa.
- Estou aqui. – Respondeu ele imediatamente. A proximidade de sua voz me sobressaltou. – Tem mais alguém aqui? Onde está Lavínia e o resto de minha família? – Perguntei, pensando com um arrepio soturno, que tivemos apenas cinco minutos de vantagem, antes que aquele monstro nos alcançasse, e que nem ao menos nos demos conta de que ele estava nos seguindo.
- Não, somos apenas nós. Deixei Lavínia aos cuidados de Esme, que já saiu da cidade com os outros. Emmett e Jasper voltaram com alguns poucos que ficaram para uma busca nas montanhas ao leste. Eu, Benjamin e Alec estávamos à procura de vocês quando encontramos a matilha, e logo em seguida Alec sumiu. Mas Ness, o que é essa coisa fétida nos espreitando da floresta? Vocês viram alguma coisa? – Willian murmurava impaciente enquanto nos afastávamos lentamente para o centro descampado da clareira. Observei Zafrina focalizar os olhos, perdendo-os no espaço vazio, e imaginei que imagem ela poderia estar mostrando àquele animal grotesco. Os lobos cercaram a clareira de todos os lados, e através da bruma eu pude ver o contorno avermelhado e corpulento de Jacob, a silhueta enorme tensionada numa posição de ataque.
- Ness? – Chamou Willian, quando demorei a responder.
- Estou bem atrás de você. – Respondi. – Essa coisa... Isso é um lobisomem, um dos antigos. Nós não sabemos como Aro conseguiu encontrar esse espécime depois de tantos séculos desaparecidos do mundo. Eu e Jacob estávamos na encosta do morro quando Aro apareceu com Caius, Demetri e Jane. Ele estava muito perturbado e começou a falar coisas sem sentido. Queria que nós pedíssemos perdão e nos submetêssemos ao governo dele, em troca da informação sobre o paradeiro de Alice. Meu pai, minha mãe e Carlisle estavam conosco, meu pai tentou ler a mente de Aro, mas ele o estava bloqueando, e então, eu não sei muito bem como, Jane começou a incitar aquela criatura para cima de nós. Meu pai não pôde ver muita coisa na mente de Aro, mas nos disse o que era aquele monstro. Um lobisomem, um Filho da lua legítimo avançando contra nós.
- Um Filho da lua? Impossível, não se vê um autêntico lobisomem desde muito antes da idade média. E estamos em pleno dia, ele não poderia...
- Ela tem razão Willian. – Disse Benjamin mais a frente, os olhos concentrados nos sons indistintos que vinham da floresta. – Isso é um autêntico filho da lua. Eu não sei como é possível que ele esteja andando em pleno dia, nem como Aro conseguiu encontrá-lo e muito menos como conseguiu controlá-lo até agora, mas é certo que vamos ter problemas.
- Como você pode saber disso? – Indagou Willian, cético. Um galho de árvore estalou, partindo-se ao meio, cem metros a oeste.
- -sou bonzinho e não uso palavrões no fórum alheio-, ele está nos farejando, nos rodeando como se fôssemos gado. – Sibilou Benjamin. – Como eu sei? – Continuou ele, revolvendo a névoa com as mãos espalmadas para o chão. – Amun vivia se gabando com as histórias de como seu antigo povo egípcio lutou contra as pragas de lobisomens no Egito antigo. Bem, lutar não é bem um termo correto, ele contava as histórias de como eles morriam nas garras dessas bestas. Eles dizimavam aldeias inteiras em uma noite, e quase sempre infectavam um humano, aumentando cada vez mais sua pestilência. Amun e Kebi foram do povo que habitava as primeiras aldeias que se fixaram nas margens do Nilo, toda minha vida eu ouvi histórias sobre os Filhos da lua, mas nunca levei a sério essas histórias, e agora que eles estão mortos, um maldito lobisomem me aparece bem aqui, em pleno século vinte e um. – Enquanto ouvia as palavras de Benjamin, eu podia imaginar os estragos que aqueles monstros fizeram quando caminharam sobre o mundo. Deveria ter sido uma época de trevas para humanidade, onde demônios de todos os tipos se banqueteavam de seu sangue, inclusive a minha raça. Eu queria dizer a Benjamim que sentia muito pela perda de seu mentor, de sua família, mas não me senti digna de dizer tal coisa. De que importava que eu sentisse muito, se fora eu o motivo de suas mortes. Aro os caçou por que ousaram testemunhar a meu favor. Engoli a força a bola maciça que se formara em minha garganta.
- E Amun por um acaso te disse como é possível que um maldito Filho da lua esteja passeando pela floresta em pleno dia? – Retorquiu Willian, livrando-me daquele sentimento desconfortável de culpa.
- Eu não entendo... como pode ser possível? – Disse Benjamin.
- Aro fez alguma coisa com essa criatura. – Falei, recordando os poucos vislumbres que tive do monstro. – E Jane... Ela estava machucando ele, incitando sua ira contra nós. Mas eles se afastaram da criatura, se abrigaram nas árvores, isso significa que Aro não o controla completamente. – Um silêncio soturno inundou a floresta, e na clareira nevoenta só se podia ouvir os corações dos lobos, martelando freneticamente como bombas relógio. Um pensamento temeroso invadiu minha mente de súbito. Se a criatura estava aqui, onde estariam meu pai, Carlisle e Alec? Mesmo se meu pai tivesse encontrado Aro, mesmo que tivesse havido uma luta… supostamente algum deles deveria estar vigiando a fera. Eu não queria chegar à conclusão que eu sabia que chegaria se ficasse pensando naquilo.
Um zumbido indistinto cortou o ar como uma flecha, as árvores se agitaram em volta de nós. Um rugido bestial rasgou o silêncio como um sino metálico sendo açoitado, e em meio a todo caos de grunhidos eu me vi ser empurrada para o abrigo das árvores, enquanto assistia emudecida a criatura maligna avançar sobre nós.




"Mil desculpas Meninas,de verdade,o tempo não está do meu lado"

Beijos "B"
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 14 Ago 2010, 22:31

ah num dáh nada não
o importante é q vc posto
mas continua
porque eu não me aguento de tão curiosa q eu estou



P.S. Reneslec forever!!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Dom 15 Ago 2010, 15:29

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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Seg 16 Ago 2010, 13:18

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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Ter 17 Ago 2010, 13:50

Aiiii, eu sei que tava meio sumida, mais agora voltei, e com muita curiosodade na bagagem...

Posta mais B.

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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qui 19 Ago 2010, 11:07

Capítulo 39 – Céu Vermelho Parte 1


Eu não podia ouvir sequer meus pensamentos, tudo tornou-se caos. Os grunhidos ensurdecedores enchiam meus ouvidos. Eu senti as mãos de Willian me puxarem para trás, jogando-me no chão entre as árvores e a relva molhada. A névoa começou a ceder à medida que Benjamin percebia que era inútil usá-la contra aquele animal, ele podia nos ver tão perfeitamente quanto nós víamos ele.
Os lobos atacaram, cercando-o de todos os lados. O corpo enorme e deformado erguia-se nas duas patas traseiras, a três metros do chão, fazendo com que Sam e Jacob parecessem cães normais ladrando em seus pés. Embora sua aparência medonha me causasse asco, eu não conseguia tirar os olhos daquele ser andrógino, nem mesmo ousava desviar o olhar da mandíbula larga e ameaçadora, os dentes como adagas cintilando contra a pele escura e pegajosa, os olhos negros desvairados focalizavam o nada, retomando o foco de súbito. Zafrina não estava tendo muito êxito naquela mente vazia.
A criatura parecia não se importar com a desvantagem de doze contra um, e em cada movimento furioso, ele procurava uma maneira de fechar os dentes em alguma coisa. Seu corpo era algo terrível de se observar, principalmente por se tratar de uma estrutura tão humana, uma cópia distorcida e expandida, transfigurada naquela forma grotesca. As patas traseiras, longas e esguias, terminavam em tornozelos e pés descamados, uma imitação medonha de pernas humanas, enquanto as patas dianteiras estendiam-se como dois braços humanos afim de alcançar e rasgar qualquer coisa que se aproximasse de suas garras. O pescoço semi-coberto por pêlos tão longos quanto cabelos humanos, sustentava o crânio achatado, característico das raças lupinas. O focinho comprido terminava em dois orifícios ofídicos e enrugava-se completamente, deixando à mostra a fileira de dentes enormes e pontiagudos e uma liga densa de saliva esbranquiçada que corria-lhe pelo pescoço nu . Mas o que mais fazia minha espinha gelar, eram os olhos. Demasiadamente humanos, negros como a noite e tão inconscientes quanto os olhos de um morto. Aquela criatura era uma casca vazia, completamente desprovida de qualquer consciência, humana ou animal. A única coisa que o preenchia era o ódio, a ferocidade desvairada e a sede selvagem do sangue humano.
Os lobos o enfureciam profundamente com seus ataques organizados, seus movimentos ponderados, cercando-o como um coelho apetitoso, e ele atacava, grunhindo e avançando sem medo de ser pego pelos dentes de Jacob, que avançava audaciosamente entre seus braços longos e lentos. No turbilhão de grunhidos bestiais eu sentia o perigo daquela proximidade oprimir minha cabeça, como uma prensa de ferro. As garras enormes golpeavam a esmo, a criatura era imensamente forte e letal, mas não era tão ágil e veloz quanto os lobos, ele nem mesmo percebia a proximidade cada vez mais ameaçadora de minha mãe e Zafrina, seguidas de um Benjamin bem mais cauteloso e ardiloso em seus movimentos. Eu queria agir, não podia suportar ser a platéia daquele jogo mortal, onde qualquer momento poderia ser o último para alguém próximo de meu coração.
- Jake! – Gritei, quando num instante que quase me tirou o ar, eu vi as garras afiadas golpearem o ombro de Jacob. Eu nem percebi que estava em movimento, apenas me dei conta disso quando as mãos de Willian me alcançaram a meio passo.
- O quê está fazendo? – Gritou ele sob os troncos esmigalhados e pedriscos que choviam em cima de nós. Eu quase não podia ouvi-lo em meio a tantos grunhidos.
- Eu vou ajudá-los. – Respondi, tentando me desvencilhar de sua mão, que segurava meu pulso firmemente. Quando ele não soltou, eu o empurrei com força e presumi que ele não esperava tanta ferocidade de minha parte. Desviei de um tronco que voou diretamente para mim e avancei sobre os juncos em direção à luta. Quando passei por Leah – a mais distante do grupo – senti os braços de Willian rodearem minha cintura, levando-me de volta para a proteção das árvores.
- Me solte Will, qual é o seu problema? Nós precisamos ajudá-los. – Grunhi, tentando agarrar-me a qualquer coisa, a fim de escapar do aperto de aço de seus braços.
- Você está louca? Esqueceu que você é a única aqui com sangue humano correndo nas veias? Se aquele maldito sentir seu cheiro, ele vai atacar, e Deus nos ajude, por que ninguém vai conseguir detê-lo. – Eu não estava resignada com a idéia de me esconder enquanto todos estavam arriscando suas vidas, mas tinha que admitir que seria um problema se aquele monstro farejasse meu sangue. Mordi a língua para não pronunciar as maldições que afloravam em minha mente, enquanto buscava alguma solução para meu problema maior: minha frágil humanidade; mas todas as minhas boas intenções de obediência foram frustradas pela voz de Zafrina:
- Bella, recue! – Gritou ela, enquanto Sam e Paul investiam contra a fera pelos flancos. Eu não pude piscar e num primeiro momento de desespero eu senti meu coração falhar. Podia jurar que era o fim para minha mãe quando vi a pata dianteira alcançar seu pescoço. Ela oscilou para trás, evitando o golpe mais profundo. Uma mecha de cabelo cor de mogno esvoaçou pelo ar.
- Mãe! – Gritei, enquanto me colocava em movimento novamente. Progredi dois passos apenas e Willian já me tinha de novo presa em seus braços de aço. As coisas ficaram intensas, nossa investida estava ficando impaciente e a ferocidade da criatura era impassível diante de toda nossa cautela. Eu parei de pensar no segundo em que vi aquele ataque que poderia ter me tirado minha mãe e simplesmente avancei, tentando escapar da proteção de Willian. Que se dane meu sangue, se eu não fizesse nada, muito mais sangue iria jorrar.
Porém, quando eu já me preparava para escapar dos braços de Willian, houve mais um ataque, e em meio ao ganido de dor que ressonou apenas por meio segundo, Willian e eu fomos atingidos pelo corpo enorme e cinzento de Seth. Fomos lançados em meio às árvores e rolamos pelas pedras da encosta do vale. O corpo cambaleante de Seth comprimia Willian contra o chão, enquanto eu lutava para me livrar das pernas traseiras que estavam esmagando meu estômago. Olhei para Willian, preso sob o corpo peludo, e depois para Seth, semi-consciente. Bem, era agora ou nunca. Que Willian me perdoe, mas eu tinha que agir!
Me arrastei pelo chão até livrar minhas pernas do peso de Seth e coloquei-me em movimento assim que pude ficar em pé. Dez metros adiante os urros bestiais cortavam o ar como uma tempestade, trovejando pelo espaço vazio a nossa volta. Corri para lá.
- Ness! – Ouvi Willian gritar e acelerei o passo, antes que ele pudesse me alcançar.
Quando cruzei a orla das árvores, Benjamin me deteve, erguendo as mãos sem desviar os olhos da criatura.
- Ness, para trás! – Gritou ele. Eu nem estava perto o bastante quando ouvi os urros ensandecidos da criatura cessarem, e com eles, todos os sons, grunhidos e sibilados que enchiam a clareira. Por um momento eu apenas observei tudo ficar suspenso no ar, todos os olhos se estagnarem em mim aterrorizados. A clareira permaneceu três segundos mergulhada num silêncio agourento, enquanto todos observavam o focinho descarnado sugar o ar em minha direção. Reunindo alguma força oculta dentro de mim, eu me preparei para o que viria.
Ele atacou, arrastando Sam, Paul e Embry, lançando-os no chão como galhos secos, abrindo caminho até mim. E estranhamente, como se fosse algo absurdo de se esperar de mim mesma, eu não senti medo. Diante daquela aproximação que significava dor e morte, eu estava lúcida, completamente ciente de meu corpo se retesando para a luta. Observei friamente a aproximação violenta do monstro, e as tentativas frustradas de todos que tentavam pará-lo. Eu senti seu olhar selvagem queimar em minha pele, mirando minha garganta.
Naquele meio segundo, eu cheguei a sorrir, enquanto o assistia avançar, hipnotizado pelas batidas do meu coração e pelo cheiro quente de meu sangue.


Espero que gostem beijos da "B"
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qui 19 Ago 2010, 14:36

Parabéns querida esta muiiiiiiiiiiiiiiiitoo boa a História
Não demora pra postar bounce não , tá !

Bjos
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qui 19 Ago 2010, 19:33

TA PERFEITOOOOO CONTINUAA RAPIDINHOO!!!!!!!



>} JAKE FOREVERRRR!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Qui 19 Ago 2010, 21:32

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamei muito tudo
mas num para não continua e rapidinho táh =D

Campanha:
Jake, se toca e cai fora vc sobrou na história!!!!!!!!!!!!!!!

Por trio Alec:>}
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 20 Ago 2010, 09:04

Deve ser agora que nosso Alec entra em ação, meninas (:

Trio Alec: Nathy Jones, Mimyn e Tekka/Fanny *-*
Campanha' Jake, se toca e cai fora1 Você sobrou na Histíria'

B, continua, tá ótimo, mas só vai ta perfeito quando falar do Alec ;*
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 20 Ago 2010, 18:25

WOW muito bom!
Continua logo!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 21 Ago 2010, 09:47

Capítulo 39 – Céu Vermelho Parte 2

Venha, venha. Chegue perto o suficiente para eu pôr minhas mãos em você. Eu quero sentir o gosto do seu sangue, filho da lua. Em minha mente, as palavras ecoavam como ondas que se erguem e se quebram na praia, transpassando o véu da minha visão e escorregando lentamente para ele. Eu vi os olhos da criatura fitarem meu rosto por dois ângulos diferentes. O quê era real e o que era imaginário se misturava em sua mente vazia, e meus pensamentos, naquele instante, eram também os pensamentos dele.
Ele correu e continuou a correr, avançando sobre as quatro patas e sem nenhum traço de lucidez, diretamente para mim. Uma breve hesitação retesou seu corpo esguio apenas por um segundo, e eu senti que ele podia me ouvir, de uma forma que eu não sabia explicar, eu sentia que minhas palavras mudas eram para ele como pontas afiadas que cutucavam seu corpo, uma fisgada no orgulho de quem jamais fora desafiado. Era difícil de entender, mas eu não o temia e naquele momento, não conseguia pensar muito bem sobre isso. Eu estava ali, olhando-o nos olhos, e o quê vi foi a crescente atração que minha súbita coragem provocava nele, mais irresistível que o sabor de meu sangue. O anseio dele me alcançava com imagens pálidas. Seus dentes perfurando minha pele e secando minhas veias, enquanto meu coração lutava para não sucumbir à morte, resistindo à ele como nenhuma outra criatura jamais o fez.
Meio segundo, talvez menos que isso... Enquanto eu era arremessada ao chão, minha mente se acendia para o entendimento de que aquela conversa não aconteceu realmente.
Senti o peso quente sobre mim, meus pensamentos se emaranhavam com os daquela criatura vazia – tão vazia que me fazia sentir frio, mesmo sob o corpo enorme que queimava contra minha pele. Meus pensamentos, os pensamentos dele. Fundiram-se naquele breve momento em que estive sob a mira de seus olhos mortos.
As folhas secas agarravam-se em minhas roupas como animais rastejantes. Mãos quentes me apertavam contra o chão. Olhei por sobre o ombro largo que me pressionava na relva úmida, os rugidos bestiais ainda ressonavam em algum lugar muito perto de mim.
- Jake, o quê você está fazendo? - Sussurrei trêmula em seu ouvido.
- Salvando sua vida. – Respondeu ele, a voz rouca presa na garganta, tentando escapar pelos dentes firmemente cerrados. Jacob rolou de lado, ofegando, o coração martelando freneticamente. Me apoiei nos cotovelos para olhar em volta e com um súbito estremecimento percebi o quão perto estive da morte.
- Jake, por quê você está nessa forma? É perigoso demais. – Balbuciei as palavras sem pensar muito no que estava dizendo. Meus olhos seguiam, vidrados, o esforço dos lobos para conter a criatura, enquanto registravam com uma pontada de culpa, os ferimentos que se abriam e sangravam entre seus pêlos espessos.
- Se eu tentasse te agarrar na outra forma, teria feito mais estrago que ele. – Respondeu Jacob, com um aceno soturno para a criatura.
- Eu vi a mente dele. – Sussurrei para ele, sem me dar conta, até aquele momento, do quê realmente havia feito. – Eu deixei meus pensamentos escaparem para fora de mim e de repente eu estava vendo coisas da mente dele. Eu sentia a sede dele, Jake... – Olhei para Jacob com uma pontada de medo crescendo dentro de mim, confusa e atormentada pelos breves momentos em que aquele monstro esteve dentro de mim. Jacob sustentou meu olhar, o rosto intransponível.
- JAKE! – Ouvi a voz de minha mãe gritar para nós de algum lugar que eu não podia ver, e no mesmo instante Jacob me envolveu em seus braços novamente, colocando seu corpo sobre o meu como um escudo humano. Por sobre o ombro moreno eu vi, horrorizada, a criatura se aproximar como uma sombra gelada. Quando os dentes pontudos faiscaram sobre nós, perto o bastante para nos matar, eu enlacei meus braços no pescoço de Jacob e fechei os olhos. Eu não deixaria ele morrer por mim, eu ficaria com ele até o fim, então nós dois morreríamos. Zero a zero.
Enquanto mantive os olhos fechados, eu pude vislumbrar novamente aquelas imagens distantes da mente dele. A sede eterna, um fogo consumindo seu corpo – meu corpo – eternamente. Mais imagens vieram, desgastadas, desconexas, cenas se apagando na escuridão, como velas num altar esquecido. A lua. Pálida e soberba, rasgando o céu como uma boca de luz incandescente, engolindo a noite, faminta, tão faminta... E o fogo, devorando a aldeia, perseguindo a escuridão da floresta com olhos brilhantes, um fantasma queimando as sombras e me queimando por dentro.
Abri os olhos. Por um segundo eu esperei ver o céu – ou o inferno. Me senti secretamente feliz por ter encontrado a morte depressa, sem dor, e com ele em meus braços. Eu estava me sentindo quase feliz... Mas aquele rosto, aquela forma imóvel e esguia estava realmente ali? Aqueles olhos me seguiriam até na morte? Eu deveria estar no inferno, revivendo todas as coisas ruins que fiz, recebendo o castigo por desejar dois caminhos que jamais poderiam se cruzar. Sim, esse é o inferno, mesmo sendo tão bom poder olhar para ele novamente, enquanto tinha o outro em meus braços, esse decididamente era meu inferno, minha perdição eterna. Alec, Alec... Por quê você veio até aqui para me atormentar? Ou será você o anjo da morte, trazendo dor e incerteza para meu coração, toda vez que me deixa?
- Você está bem? – A voz de Jacob me alcançou no turbilhão de pensamentos que se misturavam em minha cabeça. A lua...a lua crescendo sobre mim...
Não! Aqueles não eram meus pensamentos, não eram minhas lembranças, eu precisava impor algum sentindo em minha mente. Olhei para o rosto pálido e suado de Jacob, pairando sobre mim com tanto cuidado, os olhos negros me encaravam, examinando meu estado, como se eu fosse uma peça de porcelana. O hálito quente em meu rosto, o cheiro da pele, do sangue... Era tudo bem real, por um momento minha cabeça girou e meus olhos ganharam foco novamente, como se uma névoa espessa tivesse se dissipado. O cheiro do sangue de Jacob me despertou, tão doce e forte, tão quente... Escorria em linhas finas sobre mim, traçando um caminho lento por seus ombros e braços, ensopando minha roupa, gotejando sobre meu rosto imóvel. Olhei em minhas mãos, tremendo, e havia tanto sangue.
Meu sangue, o sangue de Jacob... se misturando, nos envolvendo como um manto.
- Jake. – Sussurrei, ofegando, o desespero ganhando partes de mim.
- Shhh, eu estou bem. – Disse ele afagando meu rosto com as mãos grandes demais.
Olhei em volta. Por quê Alec estava aqui? Ele não estava aqui um segundo antes, não até que fechei meus olhos.
Eu não podia ver a criatura, não podia ver os outros tampouco, embora as vozes me chegassem próximas, claras como cristal.
- Você está bem? – Perguntou Alec sem desviar o olhar de algum ponto a sua frente.
- Estou ótimo, foi só um arranhão, graças a você. – Respondeu Jacob fitando meu rosto.
Diante de mim havia apenas o corpo trêmulo de Jacob e a silhueta imóvel de Alec, mas eu sabia que os outros estavam ali, podia senti-los.
- Ness, deixe-me ver isto. – Disse Jacob, colocando-me sentada enquanto me aninhava em seus braços e examinava preocupado os profundo cortes em meus braços, que vertiam sangue livremente.
- Já está fechando, eu estou bem. – Respondi, desviando minha atenção para as palavras rápidas de Alec. Tentando entendê-las em meio aos zumbidos que insistiam em sussurrar em meus ouvidos, vozes que me chamavam de dentro das memórias que não eram minhas.
- ...alguém precisa ir ajudar Edward e Carlisle. Eles precisam de mais ajuda que eu. – Disse Alec, respondendo à alguém.
- Onde eles estão? – Mesmo dalí eu pude sentir o desespero de minha mãe enquanto se dirigia, aflita, até Alec.
- Seguimos Aro até Volterra. Eles estão lá, e acredito que ainda estejam. Mas Bella... leve mais alguém com você.
- Eu vou. – Falou Zafrina. – Não estou ajudando em nada aqui.
- Eu também irei, se estiver tudo bem. – Disse Benjamin, lançando um olhar atribulado para mim.
- Você pode ir Benjamin, mas preciso de Willian aqui. Além disso, nós temos outro problema. – Alec deu alguns passos cautelosos, contornando um rochedo e um agrupamento de árvores, onde uma trilha de sangue se arrastava até perder-se na relva. Ele olhou para o alto do rochedo e seguindo seu olhar, eu pude ver a figura obscura o encarar, os olhos negros sob um domínio tênue. – Jasper está precisando de ajuda nas montanhas, e talvez devamos mandar os lobos para lá. Eu posso acalmar o filho da lua por algum tempo, mas não é muito. Ele agora não está sentindo dor, mas a raiva ainda está nele, eu posso sentir. Ele vai atacar novamente, e quando ele o fizer, nós precisamos estar prontos.
- Como matamos o desgraçado? Amun não te contou nenhuma história sobre isso Ben? – Disse Willian, aproximando-se de Alec.
- Desculpe, ele não disse nada, ou talvez eu tenha deixado de prestar atenção em suas histórias. – Respondeu Benjamin taciturno.
Eu ouvia tudo num silêncio distante, com minha mente trabalhando depressa, com aquelas imagens pálidas sobre a vida daquele ser incompreensível, enquanto me obrigava a manter meus pensamentos nesse plano, em minha própria vida, participando de meus próprios pesadelos. Pensei na dor que Alec mencionou, e imaginei que tipo de dor ele sofria, Jane estava bastante longe para não o fazer mal. Eu sentia que entendia aquilo, embora não o fizesse conscientemente. Uma dor tão antiga quanto seu próprio sangue, tão parte dele quanto a sede abrasadora. Sim, eu podia entender por quê provei aquela pequena parcela de suas lembranças, tão saturadas de dor que me faziam arder sob aquelas imagens.
Fogo. Fogo consumindo meu próprio ser, incinerando cada ínfima parte, ofuscando meus olhos naquela escuridão eterna.
Por sobre as ondas incertas que se debatiam em minha mente, esse pensamento se desprendeu, e sem que eu me desse conta, as palavras formaram-se em minha cabeça e simplesmente escaparem pela minha boca.
- Fogo. O Filho da lua deve morrer pelo fogo.


Espero que gostem meninas,estou tentando postar mas rapido para repor o tempo que perdi e que fiz vocês perderem,beijos "B"
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 21 Ago 2010, 16:18

ah brigadah lindah!!!!!!!!!!!!!! por postar rapidinho
pq táh tudo de bom
mas continua
Campanha:
Jake, se toca e cai fora vc sobrou na história!!!!!!!!!!!!!!

Pelo trio mas cute do D.V. >}
O do Alec!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sab 21 Ago 2010, 17:45

WOW muito bom!
Campanha:
Jake, se toca e cai fora você sobrou na história!


Pelo trio mas cute do D.V.
Nada mais nada menos do que o TRIO ALEC !

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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Seg 23 Ago 2010, 09:41

Campanha:
Jake, se toca e cai fora você sobrou na história!


Pelo trio mas cute do D.V.
Nada mais nada menos do que o TRIO ALEC !

RENESLEC
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 27 Ago 2010, 09:49

Ai meu Deus....Entao bota fogo logo nele....Ue. E por favor cuida das nossas personagens hein!
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Sex 27 Ago 2010, 23:54

Preciso Demais... UP
Está incrivel a história
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MensagemAssunto: Re: Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee   Hoje à(s) 02:42

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Rising Sun(Sol Nascente) A história de Renesmee
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