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 capitulo segundo livro penumbra

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AutorMensagem
Jorge Nunes
Chegando a Forks
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Idade : 27
Número de Mensagens : 9
Data de inscrição : 07/01/2010
Localização : porto, portugal

MensagemAssunto: capitulo segundo livro penumbra   Qui 14 Jan 2010, 12:05

Capitulo Segundo

TOLERÂNCIA ZERO


A manhã seguinte estava sem vida, cinzenta e vazia. Não se ouviam pássaros a cantar e na rua, pouca sente se via, resultado, certamente, do clima algo aguaceiro de vez em quando.
Mais uma vez acordara tarde, desta vez apenas por dez minutos, o que pareceu não preocupar ninguém, pois não ouvi alma viva a perguntar por mim. Teriam os meus padrinhos já saído?
Não tinha dormido quase nada, ou melhor… nada mesmo.
Durante a manhã não prestei grande atenção às apresentações dos professores de Geologia, Aritmética e, a uma disciplina que, penso ter sido Cidadania, mas não prestei atenção, no momento encontrava-me quase a dormir, mais para lá do que para cá.
Estava esgotado.
Enquanto permanecia meio deitado sobre os meus braços, receei ver de novo Sally, como acontecera no dia anterior. Isso estava decididamente a deixar-me ultrapassar todos os meus limites mortais. Já não era algo que pudesse controlar, e ao mesmo tempo sentia que estava muito próximo do precipício. Seria como um pedaço de metal a ser atraído por um íman com duas vezes mais força que eu.
O pior de estar a parecer um aluno de infantário, era saber que ela estava ali algures; ainda não conseguira pensar numa maneira de me escapar àquele encontro inevitável, quando uma voz atrás de mim voltou a chamar-me, tal como na manhã anterior.
- Bella? – A pergunta parecia mais como se estivesse a ver um fantasma, e logo virei o olhar para o seu lado, contactando que Edward não tinha vindo às aulas.
- O Edward? – Questionei com assombro.
- Ele já não está cá! Mudou de cidade e eu irei embora hoje. Queria só desejar-te boa sorte e dizer que… deverias tentar manter-te acordado, só por uns minutos. Mas tu é que sabes.
No entanto, depois de ela falar senti um arrepio a passar-me a nuca num raio de frio que quase me causou tonturas. Estaria a pensar qual o significado de tudo aquilo. Teria Bella ficado ali apenas para me dizer aquilo? Teria Edward acabado com ela?
Certamente. A não ser que não tivessem nada um com o outro, o que era 99,9% improvável. Ri-me baixinho para mim mesmo, só de pensar aquilo, pois fazia-me arrepiar.
Tinha o desejo de lho perguntar tais coisas, mas quando a fitei, parecia estar demasiado triste para que lhe dirigisse a palavra, e cortou a minha ânsia.
Não via a rapidez do tempo passar, e eu ficava cada vez mais tenso. Fiquei admirado quando a campainha soou, por Edward não me ter olhado com aqueles olhos de… de, louco. Repeti que teria de ser forte, mas de nada serviu, ao quase esbarrar contar alguém de quem conhecia o rosto perfeito, que passou por mim a correr.
- Desculpa! – Afirmei com atrapalhação, mas aquela cara estava tão descontraída que nem fez sequer um gesto mais severo, por um segundo que fosse. Depois os olhos azuis penetraram e apreciaram-me, parecendo estarem a fazer uma avaliação completa.
- Muito elegante, sim senhor!
- É! Quando o dia começa a ficar melhor com sorrisos reconfortantes. - Mantive os olhos no chão - Como o teu! Murmurei miseravelmente a meia última frase, ao tentar mostrar coragem.
Não questionou nada daquilo, pelo que eu pensava que ela dissesse algo, ou que fosse ficar ofendida por ainda não nos conhecermos bem. Mas eu adorava estar com ela, era uma pura e bastante agradável verdade.
Caminhamos a passos largos pelos corredores abertos e vazios, pelo menos por agora. Ainda tinha sono, mas nada que se comparasse com momentos anteriores, e tinha a absoluta certeza de que, o tempo passava mais depressa do que eu desejaria.
Dei um jeito à ponta dos meus rebeldes fios de cabelo e suspirei antes que pudesse dizer alguma coisa, antes de passarmos pela sala do auditório.
A forma como o receio de estar ali, ao seu lado, a sentir o seu cheiro, ao ver a sua postura perfeita e delicada, tinha desaparecido. Sentia-me quase renascido quando ela me olhava, o meu coração saltava do peito e a minha rigidez corporal permanecia constante em todo o corpo.
A barriga ficava contraída e os braços tremiam a um nível quase idêntico a uma hipotermia. Não me importava de ficar ali congelado, dentro de um cubo, junto dela. O lugar ideal para a contemplar e ter a meu lado para todo o sempre.
Abanei-me para que, assemelhando-se a um espírito impuro, todo aquele medo se evapora-se do meio interior, para eu poder respirar finalmente e me sentisse em liberdade. Liberdade era o que mais sentia naquele preciso momento, para sonhar, ser real, comigo e com ela. Saltei do banco de plástico onde me sentara, bem preso à parede, quando uma janela mal fechada irrompeu no silêncio quase divinal, como um trovão em noite de tempestade, e eu amargurei-me.

Ainda não esquecera o agora lembrado "feliz episódio" em que Sally me salvava da queda, mas por outro lado, apesar do salvamento, eu ainda não tinha tido uma explicação plausível para o incidente feliz. Mergulhara mais uma vez num mar de perguntas, naquele assunto, e mesmo assim nunca conseguia encontrar uma pequena amostra de ficar sossegado, em pensar na impossibilidade daquela linda rapariga, quase esculturalmente perfeita, me ter agarrado de tão longe como eu a imaginara.
Estava tenso e Sally notou isso nos meus olhos, bastante irritados. Ela conseguia vê-lo pela minha expressão carregada, como que a perguntar-me " o que se passa?"
- Hum - dei voltas à cabeça à procura de uma frase que não fosse minimamente parecida com a que lhe fizera no dia anterior. Aquela palavra tinha sido como uma anedota.
O canto da boca de Sally contraiu-se de repente.
- Pergunta lá de uma vez o que te preocupa. Fala apenas da dúvida que tens em mente. - Ordenou.
- O que disseste?
Ela soltou um suspiro longo.
- Estás bem?
- Acho que não.
Sally aguardou por qualquer palavra, que eu não proferi. Depois encostou a cabeça à parede e virou os olhos na direcção do relógio que estava por cima da porta que dava para o exterior do piso.
Mostrou um ar severo.
- O que tens afinal?
- É que... sabes, por vezes penso que tu és algo diferente. Gostava que me explicasses como chegaste a mim ontem, tão rápido!
- Ah! - A sua interjeição foi mais que audível, mas não me incomodou ao ponto de me envergonhar. - Não adiantaria de nada dizer que estavas meio atordoado, pois não?
Revirei os olhos e ela não mais falou, olhando para a minha cara de um em um minuto, com intervalos para fitar os triângulos negros do chão granítico, de padrão branco acinzentado. Sabia isso pelo aspecto arenoso dos pequenos pontos que surgiam em sequência, apenas quebrados pelos buracos em alguns sítios, poucos.
- Olá! - A voz de Anna desanuviou o ar carregado que se mostrava entre mim e a rapariga especial sentada ao meu lado. Sally pegou na sua mochila e dirigiu-se à saída, estando notoriamente ofendida e não se despediu de mim. Depois ambas se olharam e o seu ar de espanto confessou timidez e em simultâneo surpresa por verem que talvez nunca se tinham cruzado sequer. Pelo menos perto de mim.
- Importas-te que fique aqui contigo algum tempo? - Perguntou a voz tímida e engraçada daquela rapariga. - Pode ser. - Afirmei quase torcendo o nariz.
- Hum, desculpa ter aparecido assim. Nós não falamos muito ainda. Mas peço-te imensa desculpa de novo. - Repetiu.
Certamente que não me era estranho se de algum modo me idolatrasse. Nuns escassos segundos vi-a a levantar-se e a avançar também ela para a saída dali, mantendo-se imóvel a olhar para mim. Era óbvio que não quereria ficar ali à sua espera, e eu diz a vontade de acompanhá-la sabia-se lá para onde.
- Suponho que queiras que não fale muito não é verdade?
- Não... Propriamente Anna. Mas apanhaste-me de surpresa, só isso. A Sally não gostou muito. - Expliquei de maneira menos arrogante quando o meu olhar desviou o seu.
Na tarde anterior tinha tido a informação de que o nosso horário mudara, mas estava tão à toa com isso, dado que quando soubera de tal notícia, tinha sido quase arrastado para o gabinete «secreto» do director.
Não deveria passar do meio-dia, e confirmei-o quase certo não fosse o ponteiro dos minutos do grande relógio na parede, a indicar mais quatro minutos depois da hora.
- Vais comer na cantina? - Questionou-me de maneira ofegante Anna, sem que eu tivesse resposta imediata. Raciocinei e disse-lhe que não daria.
- Vais sempre a casa?
- Quase... Mas hoje tenho mesmo de ir. Esqueci-me de um caderno. - Menti com grande à vontade.
Sentia-me quase indisposto por aquilo, mas se ela soubesse o que iria pesquisar coisas sobre segredos paternais, não sabia o que seria melhor, a verdade ou esta mentira piedosa.
Ela fez-me um esgar.
- Estás mal disposto, não estás?
- Não tenho vontade de estar a falar de cinco em cinco minutos, só isso.
Olhamo-nos com extrema dureza. O meu olhar deveria ser duas vezes mais rude do que dela. Depois ela olhou-me por cima do ombro, e em seguida tossiu.
- Não tens fome?
Decididamente eu não queria falar. Estava à beira de uma ataque de nervos. Olhei-a de forma vazia, e a minha expressão deveria ter-lhe percepcionado o meu estado de espírito crescente em sofrimento.
Não sabia o significado daquilo. Ela Estava nitidamente desconfiada, mas limitou-se a pegar nas coisas e acenou-me, sem nunca falarmos, sem nem sequer perguntas porque eu estaria assim. Quando a fitei, ela mostrava interesse ao quase revistar-me com os olhos, que me deixava em desconforto. Fixei o meu pensamento em coisas superficiais como o sol ou a natureza. Remexi-me na cadeira vagarosamente, e levantei-me rapidamente, tomando a noção de já não estar a ver Sally.
Mas tive sorte.
Sally ainda estava no piso inferior, junto à porta principal e a bater o pé contra a parede. Apressei-me a ir ao seu encontro, decidido a não estragar o nosso segundo encontro do dia. Porém ela fez-me um gesto de pura insatisfação com o olhar carregado. Parecia relembrada do aparecimento repentino de Anna.
- Vou para casa. - Concluiu com o tom de voz altamente chateado. Estava a agarrar firmemente nos cadernos que trazia, parecendo as veias das suas delicadas mãos, os membros de um morto-vivo.
Mantive-me atento ao caminho e a Sally enquanto caminhamos em silêncio até perto de uma rua que não me recordara de a ver até então.
- Isto é desnecessário - Disse eu desesperadamente. Não retorquiu. Estaria a pensar o quão estúpido eu fora até ali?
Quais seriam as hipóteses de encontrar alguém tão distraído como eu, que até deixa uma pessoa pendurada apenas pela chegada de outra. Vi-a a mexer os dedos em círculos, mas de repente, a minha curiosidade desfez-se.
- Conheces aquela rapariga?
- Não muito bem - Reconheci com absoluta certeza - Ela aparece do nada - Pensei eu, paralelamente às estranhas entradas em cena dela também.
Comecei a aperceber-me de que estaríamos longe de podermos entender-nos naquela manhã fria e cautelosa. Apenas tinha a esperança que a tarde fosse melhor, e que não passasse tão rápido como a do dia anterior. Depois acenei-lhe, e ela seguiu pela rua, vazia e larga, com caixotes do lixo de cada lado da mesma. Ia cabisbaixa e com uma das mãos num bolso.
Eu teria de mudar isso durante a tarde, que só duraria uma hora e meia, com a aula de Educação Física, a minha favorita, em que, a minha turma iria jogar andebol contra a turma de Sally. Dissera-mo ainda na escola, antes de aparecer Anna, mas já quase nem me lembrara de tal boa informação, pois ela era da turma do professor Norrington, o da disciplina de manutenção electrónica e multimédia.
Quando caminhei pensativamente até chegar à porta que se erguia perante a casa dos meus padrinhos, lembrei-me do número que Sally me dera na tarde anterior, para o caso de lhe querer ligar.
- Decididamente que não - Adverti-me a mim mesmo, tendo pegado no telemóvel e preparando-me para o guardar. Mas surpreendentemente ele tocou. No visor mostrava o nome "desconhecido" e eu desliguei a chamada, por não saber quem estaria a ligar, e por ninguém ter o meu número, ainda recente. Seria engano de certeza.
O resto de piza do dia anterior servia perfeitamente para o almoço que teria de ser devorado, pois tinha ainda uma pesquisa para fazer, acerca de um assunto que me estava a deixar em paranóia. Ouvira então uma mensagem a chegar à caixa de entrada do meu telemóvel, poupado na mesa, enquanto eu punha a piza num prato. Corri para ver quem seria, e desta vez a mensagem tinha número e conteúdo.
«Olá.
Queria apenas convidar-te para uma ida no final das aulas até ao parque central. Podemos lanchar por lá, mas precisamos mesmo de falar. Um beijo da Sally.»
Estava aliviado.
Sentia-me ainda constrangido com o que, durante a manhã acontecera, e fiquei a olhar para aquela mensagem tão simples e ao mesmo tempo cheia de sentimento. Mostrava estar à vontade com aquelas palavras. Depois tirei a piza do forno e comi rapidamente, bebendo água, pois estava um ar seco. Um sumo só me traria mais sede, e aquilo era o ideal para aquela altura.
Quando acabei de comer, pus a loiça dentro da copa.
- Mas porque é que as coisas têm de ser assim tão difícil? - Perguntei indignado a mim mesmo. Ri-me e em seguida soltei um suspiro. Agora chovia muito ao de leve e manteve-se assim enquanto eu me dirigi ao quarto, para depois me deitar e olhar para o tecto, pensando no que tinha feito até ali, durante a manhã.
- Tolerância... Como hei-de tê-la se quando estou num momento bom, tudo se vira do avesso?
Em tudo que me rodeava, o caos estava presente. Ouvia a voz de Anna a martelar na minha cabeça, e o rosto nítido de Sally que me fazia doer a cabeça para parecer estar a decidir qualquer coisa; era isso, eu teria de escolher. Apenas o meu interior subitamente nervoso e angustiado não me deixavam ficar mais descansado. Não queria magoar nenhuma das duas, pois ambas já me tinham ajudado muito a integrar-me na cidade e no liceu.
Estava-lhes grato e sabia que se continuasse assim, perderia a amizade das duas. Sally como minha salvadora e Anna como minha admiradora, num plano de fundo em que eu apenas queria poder ser eu mesmo, sem tirar nem pôr. Virei o corpo e enrosquei-me sobre mim mesmo, para descansar um pouco e pôr as ideias em ordem. Talvez quando acordasse, fosse o sol que tanto queria que aparecesse, a dar-me a alegria e ajuda para o tempo escasso que dispunha de conseguir mudar, de fazer aquele dia parecer tão longo, porque era assim que desejava ver o sol a pôr-se, tranquilo e aconchegante para adormecer um pouco sobre o meu desassossego.
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