Doce Vampiro
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 Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO

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Ligya Ford
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MensagemAssunto: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Seg 18 Ago 2008, 19:59

Nota Inicial: Pré-Breaking Dawn.
Fic CROSS-OVER com o jogo de RPG Vampiro: A Máscara e a série da HBO: True Blood.

Se tiver curioso(a), em Vampiros, fiz um topico explicando melhor o jogo. Quase tudo que tiver lá, vou explicar (ou tentar ao maximo) tudo nesta historia.
TOPICO JOGO DE RPG VAMPIRO A MÁSCARA

HISTÓRIAS QUE SE REPETEM

CAPÍTULO 1 – AMOR OU CAPRICHO?

Isso é muito divertido.
Digo, diversão – com o passar do tempo – se tornou um termo relativo. Acho que diversão para mim não é bem como é para todo mundo. Não consigo achar um programa de tv divertido. Ou piadas e sarcasmos saindo da boca de alguém tentando impressionar.
E isso pra mim – quero dizer, impressionar – é algo muito difícil. Depois de tanto tempo, pouca coisa me impressiona.
Mas confesso que dirigir por algumas dezenas de horas para um lugar desconhecido no meio do Estado de Washington é divertido. Ao menos, eu acho divertido me aventurar nisso.
Claro que hoje em dia, viajar é moleza. Você pode estar do outro lado do mundo numa questão de horas. Há cem anos isso era impossível. Você tinha que viajar numa charrete sacolejante por dias, parando em estalagens com acomodações horrorosas onde as pessoas lhe encaravam como um ser do outro mundo.
Não que eu não fosse.
Eu me acostumei com olhares de estranhos. Obviamente, eu aproveito a situação. Os anos me fizeram perder um pouco os escrúpulos.
Como eu disse, a tecnologia ajudou muito com o passar dos séculos. Ao menos, eu posso carregar meu alimento por semanas, e aquecê-los num microondas! É ou não é fantástico?
Isso me faz lembrar de um grande amigo do passado. Eu o conheci na Universidade de Varsóvia e era um grande cientista. E ele, sabendo da minha situação, fez experiências com bioquímica pra tentar... como posso dizer... facilitar a minha alimentação.
Ele acreditava que fazendo alguns experimentos, era possível separar a águas das hemácias, e transformá-las num pó. Quase como o chocolate que os humanos bebem com leite. Seria só misturar com água e beber.
Fiquei empolgada com a idéia. Facilitaria muito. E não só pra mim.
Só posso lamentar que não deu muito certo. Nós fomos viver naquele maldito gueto, e Arthur faleceu antes que conseguisse chegar até o fim.
Como você pode entender, eu vivi aquela época sanguinária de Hitler. E como, infelizmente, eu chamo muita atenção, tentei me manter o mais longe daquilo tudo. Varsóvia virou um pandemônio e não podia fazer nada por isso. Eu e Arthur fomos separados, e anos depois, eu descobri que ele havia morrido num dos campos de concentração. Eu trabalhei como enfermeira nas trincheiras da Itália, e vi mais morte do que pode se ver numa vida inteira.
E descobri que monstro também é um termo relativo.
Aquilo era monstruosidade. Jogar bombas atômicas em cidades pacíficas era monstruosidade. Eu era uma minhoquinha em relação a Hitler.

- ?! – gritei para mim mesma quando deixei de ver a placa de sinalização. Estava chovendo e eu corria no meu Porshe. É, adoro carros velozes. Depois de séculos de lentidão, velocidade é o que há.
Freei fazendo os pneus cantarem, e dei marcha ré para ler a placa. Eu poderia, com certeza, causar um belo acidente de trânsito, mas naquela chuva, duvido que haveria algum carro na estrada.
E acidente de trânsito é algo complicado de eu me envolver. E outra, se acontecer algo com meu carrinho, eu trucido a primeira garganta que eu ver.
Eu li a placa que dizia que eu estava há dois quilômetros de Forks. Ótimo! Minha bunda já tava dura. E aquela paisagem de mato molhado já tava me cansando.
Espero que essa família seja mesmo como Tanya havia dito. Será que eles não se importarão com uma velha inglesa invadindo seu território? Afinal, somos tão diferentes quanto um vampiro é de um lobisomem.
Tanya e esta família vêm de um clã absolutamente diferente do meu. E como eu disse, eles são diferentes. São vegetarianos, não dormem, e o sol não os afeta. Ao menos, não os afeta como afeta a mim. Não que eu vire pó como no livro de Bram Stocker, ou em seriados de tv, como daquela caçadora fofinha. Meu corpo simplesmente.... arde. Arde, não queima. E depois de viver tanto, essa ardência é tão suportável quanto qualquer outra coisa.
Na verdade, tudo ficou suportável.
A cidade começou a aparecer para mim. Carros nas ruas, casas, prédios comerciais... Isso me lembra a maioria das cidades que eu já passei. Tem coisas que não mudam.
As portas do comércio estavam baixadas e não havia ninguém na rua. Será que isso é mesmo normal? Tipo, como em Londres? Que dependendo do mês, você sabe que horas vai chover?
Meu celular gritou, e tentei alcançá-lo no banco do passageiro. Com a mão direita tentava controlar o volante, pra não me fazer aquaplanar no meio da cidade. Isso nem iria chamar a atenção, certo?
Vi no identificador de chamadas que era meu bom e velho Spike. Spike, britânico que nem eu. Spike, toreador que nem eu. Spike, que já degolou mais vítimas que eu. Spike, que era possuidor dos meus bens mais preciosos: minha alma, consciência, coração e tudo mais.
- Oi, doçura... – eu comecei, sorrindo. -... neste momento? Num carro no meio do Nada, Washington... O Estado de Washington, querido, não Washington DC... E você? Onde está?... Por que Hollywood?... – tive que rir com a resposta dele: “Gente famosa”. Ele diz que sempre adorou o sangue dos artistas. - ... Você não acha que chama muita atenção?... Você como ator? Seria ótimo... Não estou ironizando... – claro que estava. -... Meu amor, você pode fazer o que você quiser... Não estou sendo sarcástica. Você sabe que lhe dou apoio em tudo... – eu pausei e ouvi. Balancei a cabeça. Depois de tanto tempo, Spike ainda agia como um garoto. -... Estou em missão, pode se dizer assim... Não, eu não sou nenhum cachorrinho... Eu não disse isso. Eu só vou dar uma olhada... Eu falei com ele, e só vou olhar. Não vou fazer nada... Pare, Spike. Você já ta me irritando com essa história... Eu não tenho medo... É claro, como você acha que eu sobrevivi até agora? É tudo uma questão de poder... Spike, baby, eu tenho que desligar, eu cheguei... Claro, eu te passo um email com o endereço, e como chegar aqui... Okay... Te amo também.
Spike desligou, e eu arremessei o celular no outro banco. Parei o carro e tentei fazer uma vã tentativa de absorver aquela parte da viagem. Estava em frente a uma enorme casa vitoriana. Ela devia estar ali desde o começo do século, e parecia tão nova e fresca quanto os moradores dela.
Tentei esticar minhas costas, e respirei fundo.
Olhei no espelho e vi meu reflexo. Estava mais branca que o normal, apesar de ter me alimentado horas antes. Eu estava cada vez mais parecida com um fantasma cada dia que se passava.
Olhei a chuva, e lembrei que Washington é o estado que mais chove nos EUA. Vai ser mesmo uma aventura passar um tempo aqui.
O engraçado é que eu podia ter aprendido a produzir e manipular o tempo. Era um tipo de ritual – ou magia, se você preferir chamar – que um clã de vampiros sabia. E eu aprendi. Não devia. Não é algo passado para outros clãs, como o meu. É crime com punição.
Mas se podia ter aprendido, devia ter escolhido esse do que aprender a corromper personalidades de outros.
Olhei para aquele céu prateado e suspirei. Parece que estava numa cidade fantasma.
Abri a porta do carro, usando minha rapidez adquirida com os anos, e em segundos já estava na porta da casa dos Cullen.
- É isso aí. Hora do show! – quando ia tocar a campainha, um homem abriu a porta, me assustando.
Ele era loiro e não devia ter mais de trinta anos.
Com certeza, Carslile Cullen. Tanya tinha me dado a ficha completa.
- Penélope Brooks. – ele soltou. Parecia ansioso.
- Olá. – eu disse. Meu sotaque piorava quando estava cansada.
- Entre, por favor. – ele pediu. - Posso lhe dizer que é fantástico tê-la aqui. – ele disse, entusiasmado.
- É mesmo? – eu perguntei. Por quê?
- Claro. Você é uma... – ele parou, e aquilo me assustou. - ... lenda.
Eu tive que rir. Lenda?
- Olhe, Sr. Cullen, tenho certeza que houve muitos exageros... – tentei ser modesta.
Algo era peculiar ali. Um cheiro. Um cheiro... humano.
- Não, por favor... me chame de Carslile. Está é Esme, minha mulher... – ele apontou para uma mulher linda ao seu lado.
Sorri. Sempre sorria para a dona da casa.
Atrás deles havia seis jovens. Mas um deles se destacava. O cheiro era impressionante. Não que fizesse diferença. Cheiro humano é cheiro humano.
Eram três rapazes e três moças. Cinco vampiros e uma humana.
É, eu sei. Sinto-me como um cachorro cheirando o rabo do outro.
O cheiro dela era doce, forte e marcante. Como será que seria para aqueles naquela casa? Tanya havia me dito que eram vampiros jovens. Bom, isso me impressiona mesmo. Pra mim, não foi tão mole resistir a algo assim. Nos primeiros anos, estraçalhei mais gargantas que posso contar.
Carslile os apresentou a mim, os chamando pelo nome, e tenho memória fotográfica. Decorei facilmente.
Eram lindos. Todos na casa dos quase vinte anos. Mas aquela humana tinha ficado famosa. Lembrei dela. Já tinha ouvido seu nome.
- Isabella Swan. – eu repeti.
A família inteira segurou a respiração. Não literalmente. É só uma expressão.
Pude perceber que naquele segundo, antes de continuar a falar, eles pensaram que eu fosse a exterminadora implacável de humanas inocentes. Foi muito engraçado.
Não disse? Não disse que o divertido pra mim é diferente?
- A famosa Isabella Swan. Eu ouvi falar de você.
Um dos rapazes, de cabelos de um ruivo esquisito, me encarou, com um olhar estranho. Quase como se quisesse ver através de mim. Sabia o que ele estava fazendo. Já encontrei vampiros com esse poder. Eu o tenho também. Só que eu também posso impedi-lo de olhar.
E ao contrario dele, usá-lo é chato e cansativo.
- Ouviu falar de mim? – a humana perguntou, parecendo aflita.
- Sim, ouvi sim. – meu sotaque continuava lá. Forte e redondo. – Marcus me falou da sua aventura em Roma.
- Marcus? – o ruivo... er, Edward, perguntou com a testa franzida. Claro que ele sabia quem era Marcus. – Marcus dos... Volturi?
- Oh, sim. Ele me falou sobre a humana dos Cullen.
- Srta. Penélope... – começou o Dr. Cullen.
- Penny, por favor. – eu pedi. Era mais simples e direto. Só faltava ele me chamar de duquesa.
- Você não veio em nome dos Volturi, veio? Tanya nos disse...
- Não vim, não se preocupem. – eu disse.
Odeio a estratégia que os Volturi usam. Eles e esta estúpida maneira de que todos façam as suas vontades. Eu não faço. Não mesmo.
- Eu não vim em nome de ninguém. Só estou... passeando. – disse, tentando parecer bem amistosa.
- Você não aprova? – perguntou a esposa do Dr. Cullen.
- A ordem dos Volturi? Não. – disse a verdade. – Acho que ninguém deveria ser obrigado a nada. Digo, não aprovo este “ser ou morrer”. Vocês assim como eu, fora a Srta. Swann, sabem muito bem o que é ser o que somos. Por isso, prefiro a escolha entre “ser ou não ser”. A máxima de Shakespeare.
- Você não segue as ordens do Volturi? – perguntou Edward.
Me virei para ele, e vi uma inocência insana nos olhos dele.
- Não, Sr. Cullen. Estou velha demais pra seguir ordens.
- Velha? Que idade você tem? – perguntou uma jovem de cabelos curtos. Alice. Alice Cullen.
- Idade demais.
- Penélope...
- Não se preocupe, Dr. Carlisle. Não vou caçá-la ou algo parecido. Pra mim, ela é só... mais uma humana. O cheiro dela não me afeta. E eu carrego minha própria alimentação.
- Você é vegetariana? – perguntou a Srta. Swan. As palavras de Marcus vieram a minha cabeça. Realmente ela sabia demais.
- Não. O sangue de animais é fraco demais pra mim.
- Fraco demais? – ela continuou perguntando.
Como explicar?
- Bem... com o passar do tempo... digo, conforme os anos vão passando, o organismo de um vampiro vai ficando mais... como posso explicar? Forte demais. – ela pausou.
- Sente-se por favor, Penélope. – pediu a dona da casa, Esme.
- Penny, por favor. – eu pedi. Odiava Penélope. Principalmente quando Spike me chamava assim.
Eu me sentei no sofá macio, tentando encontrar as palavras certas.
- Depois de muito tempo de vida, sangue de animais não me alimenta o suficiente. Se eu me alimentasse de animais, teria que comer como um humano com gastrite.
Bella, a humana, riu. Acho que disso que ela sabia do que eu tava falando.
- De duas em duas horas?
- Precisamente. – eu devolvi.
- Então você se alimenta de humanos?
- É necessário.
- Você caça humanos? – perguntou Esme, com as sobrancelhas arqueadas.
- Só quando é necessário. – eu repeti. – Eu compro de bancos de sangue, normalmente. É mais fácil, mais higiênico... acesso fácil.
Olhei em volta, e vi todos os olhos pra mim. Eu deveria ser mesmo uma figura muito estranha.
- Dr. Carlisle... por que disse que eu sou uma lenda? – fiquei curiosa.
- Porque em todos os lugares por onde passei, eu ouvi o seu nome.
- Por exemplo?
- Sobre a Guerra Civil. Você e seu companheiro... como é o nome dele?
- Spike?
- Não. Era um nome comum, com um apelido.
Ah! É claro. Esse é o motivo porque Spike mudou de nome. Pra deixar o passado pra trás.
- William... – murmurei.
- Exato! – ele exclamou. – William, o Sangrento.
- Ele não usa mais esse nome... – tentei melhorar um pouco a situação. Ser famoso por ser um guerreiro conhecido por trucidar gargantas era algo que Spike queria deixar no passado. Ele era, assim como eu, alguém que não era bem visto por todo mundo. Havíamos liquidado vampiros famosos e bem relacionados. Éramos fugitivos. E felizmente, protegidos por terem os aliados certos.
- Vocês dois são famosos.
- Não sei nada sobre isso. São coisas do passado.
- Eu sei também que você o fez. – ele continuou, mas não entendi. Ele estava falando do que eu achava que ele estava falando? Ele respondeu. Acho que devo ter feito uma expressão de confusão. – Seu companheiro.
Se eu fiz meu companheiro? Sim, pior que fiz.
- Você o transformou em vampiro. – ele finalizou, para o entendimento de todos.
- É. Eu... fui, em parte, egoísta. Digo, a família inteira dele estava morta, e ele não tinha ninguém. E, totalmente inocente quanto ao nosso futuro, eu... repetindo as palavras de Don Corleone, eu fiz uma proposta que ele não podia recusar.
- Você... – eu me virei, e era Bella que falava. -... fez porque o amava ou... foi por puro capricho?
- Eu morreria por ele. – admiti. Spike era minha vida. Ou que tinha sobrado dela.
Bella e Edward trocaram um olhar, e ambos sorriram pra mim.
Oh meu Deus! Estou vendo a mesma historia se repetir.
Ah, se eles soubessem...
XxLFxX

N/A: Agradecimentos a Lari, por betar. E a Lica e a Lis por me apoiarem a continuar. E sim, Spike é o mesmo cara da Buffy. Ele, pra mim, é o Edward. Perfeito.
Nota: Don Corleone é o papa dos mafiosos. Da trilogia “O Poderoso Chefão”.


Última edição por Ligya Ford em Sex 04 Dez 2009, 13:43, editado 7 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Seg 18 Ago 2008, 20:16

Ly! Salvei e amanhã eu comento certo? Bjis

Saudades!!

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Última edição por Kelly** em Seg 18 Ago 2008, 20:26, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Seg 18 Ago 2008, 20:23

não conheço o r.p.g., vai dá pra acompanhar a fic ou é mais pra quem conhece?
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Seg 18 Ago 2008, 20:25

Não é necessario conhecer o jogo.

Vou tentar explicar bem direitinho dentro da historia.
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 19 Ago 2008, 12:09



MARAVILHOSO!


Eu estava "passeando" pelo fórum, quando me deparei com o seu post no Apresentação, dizendo que tinha postado a Fic! Shocked Vim direto para cá, claro! Very Happy

Menina... Não desgrudei até o fim! Cá estava eu, comendo o meu lanchinho sem conseguir tirar os olhos da tela! A história está muito, mas muito interessante! Não conheço o jogo de onde tirou os personagens mas já estou adorando! cheers

Aguardo ansiosa a continuação!
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 19 Ago 2008, 15:10

gostei =)
fico pensando se vamos ver spike diretamente dentro da trama, muita coragem por dos P.O. como favoritos, mas esta muito boa mesmo assim. Adorei sua forma de mostrar a familia cullen de fora, uma visão neutra. acredito q vá ser bem lçegal se a narrativa continuar do ponto de vista da Penny e junto a vê-la conhecer os cullen aos poucos como nós conhecemos.
continua study

*cruzando os dedos para os lobos aparecerem na fic tambem*
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 19 Ago 2008, 17:18

Sim, vocês verão Spike.
E vou explicar melhor tanto o que rola no jogo - clãs, disciplinas - quantos as diferenças de Penny e Spike, e os Cullen.
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 19 Ago 2008, 19:25

MARAVILHOSO! (2)

Adorei Ligya!!

Muito interesante, gostei da Penny ela parece ser "boa pessoal".

Ah eu me empolguei e, acabou!

Vou ficar esperando por mais Ly, não demora pq eu sei que vc nem anda ocupada mesmo, se vc tivesse que estudar para o Enem dia 30 ou para a Fuvest eu até dava um desconto, mas este não é o seu caso, então vou cobrar att.

Bjs querida. Gostei mesmo!

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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 19 Ago 2008, 19:32

Citação :
eu sei que vc nem anda ocupada mesmo, se vc tivesse que estudar para o Enem dia 30 ou para a Fuvest eu até dava um desconto, mas este não é o seu caso, então vou cobrar att.


Como assim?

Minha filha, eu to atolada até o pescoço...
Graças a Deus, só faltam duas semanas pro Enem. Espero que seja que nem band-aid, sabe?
Um, dois... e zip! Pra doer, rapido e de uma vez só.

Já a fuvest... continuo naquela duvida cruel.
Mas estou quase certa. Estou pendendo para o lado de Letras... já que Cinema é algo tão distante.
A Usp é tão concorrida, tão pouca vaga, e uma nota de corte tão alta...
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 19 Ago 2008, 19:42

Eu sei Ly! foi ironico sabe? É que esqueci das risadas ao final.

Bom o Enem acho que vc vai tirar de letra, já vi cada uma que se saiu bem, ou vai ver as meninas tem sorte no uni-duni-tê.

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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Qua 20 Ago 2008, 15:57

Ah Rá!
essa história virou meu xodó...
Vou querer a continuação logo hein!
hahaha
que ENEM o que, só vou fazer porque meu professor prometeu churrasco pra que tirar
mais que 70!
ahahha
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Qua 20 Ago 2008, 15:59

Opa,
vale o enem do ano passado?
Tirei 74. Eu quero churrascoooooooooooooooo!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Qua 20 Ago 2008, 16:07

hahaha
nem vale hein, ainda bem, eu não fiz o do ano passado.
mas tudo isso é pra vencer o colégio concorrente.
¬¬
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Dom 24 Ago 2008, 13:01

Brincando no Photoshop, fiz um tipo de pefil de personagens de Penny e Spike:



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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Dom 24 Ago 2008, 14:44

O.o'
a penny não popdia ser mais diferente do que eu havia imaginado... já o spike esta perfeito como James Marster

eu amo o james de coração S2, ótima escolha =D
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 26 Ago 2008, 21:32

Ah, Li, agradece nada! Qdo comecei a ler eu vi que a fic tinha muuuiitttooo futuro. E confesso q fui um pouquinho egoista por estar morrendo de saudades do Spike. Só ganhei com isso... Twisted Evil hehehehehehe
Então, pleaseeeee, não pára, ok?
Qto à Penny.. uau! q mulher! Sinto q vou gostar mto de "conversar" com ela... Razz
Uma sala cheia, como diria minha avó. hehehe!
E adorei mais ainda a foto do Spike...
ai, ai... *suspiros*
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Qui 28 Ago 2008, 19:12

vai nos deixar em abstinência??
Wink
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 09 Set 2008, 17:31

HISTORIAS QUE SE REPETEM
A Twilight multi-chapter fanfic By Ligya Ford

CAPITULO 2 – ORGULHO

Through these fields of destruction
Baptism of fire
I've witnessed your suffering
As the battles raged higher

(Brothers in Arms – Dire Straits)


A família Cullen me deu um quarto na Ala Leste da sua mansão, e uma vaga na sua garagem. Avisei que em algumas horas, no máximo amanhã, Spike também estaria aqui, e também de carro. Carlisle disse que havia vagas de sobra. Exato, ele me obrigou a chamá-lo pelo primeiro nome, apesar de me sentir meio desconfortável com isso. Sempre que chamo um novo conhecido pelo primeiro nome, ouço lá no fundo do meu cérebro minha mãe gritando, praguejando, e perguntando a Deus o motivo de ter uma filha tão mal educada.
Depois de séculos, os hábitos não mudam.
Olhei pela janela, e vi o horizonte. Nuvens que não acabavam mais. Parecia algumas cidades do interior da Inglaterra quando era menina. Bath ou Winchester. Só faltavam aquelas imensas casas medievais com estátuas por todos os cantos de William, o Conquistador.
Suspirei. William... meu William. Como Spike me fazia falta.
Já fazia quatro meses que eu não o via. Só nos falávamos por telefone.
E não estranhe, meu querido leitor. Eu e Spike decidimos que essas viagens faziam bem ao nosso... suposto casamento. Mesmo sendo um casamento entre vampiros, é um casamento. Que corre o risco de ter tudo o que um casamento pode ter. E a rotina é algo pavorosamente enorme para um vampiro. Ainda mais quando o casamento dura séculos.
E meu amado Spike estava em Hollywood desfrutando da companhia, e obviamente, do sangue de celebridades. Toreador típico. Não pode ver câmeras, flashes ou gente bonita. O eterno hedonista. Eu tento me manter um pouco longe, mas Spike não resiste ao prazer que os humanos podem dar. Sangue principalmente.
E isso me assusta. Sei que ele não me trairia, mas o problema do Toreador é que ele se apaixona todo dia. A novidade pra mim e para o Spike é uma tortura. Uma vez vi um Pollock – o Autumn Rhythm - que me deixou três horas parada diante dele, o fitando.
E essa fraqueza do meu clã é o que faz meu “marido” gastar imensas fortunas com Ferraris, Picassos e dando uma de “mecenas”.
Isso me irrita profundamente. E se eu brigo, ele me diz que não o estou apoiando. E eu sempre o apoiei. Mesmo quando decepávamos cabeças nas guerras humanas, e ele ganhara um titulo de barão. Mesmo eu achando que aquilo chamaria muito a atenção.
Foi nessa época que fomos caçados. Vivíamos numa belíssima casa nos arredores de Paris, e mesmo já conhecendo Marcus e Aro, vivíamos fugindo. E não eram poucos os caçadores. Tínhamos que mudar de nome e viver na obscuridade. Quando a insanidade desse povo parou, nós, junto com nossos aliados, os liquidamos. Um por um.
Confesso que não sou a boa moça que pareço ser. Eu não tenho mais escrúpulos.
Fiz tudo o que eu tinha que fazer. Nem posso listar aqui tudo o que eu fiz. Você provavelmente pararia de ler. Pense na pior barbárie: eu a cometi. Eu, Spike... junto com amigos como Lucien, Pete, ou Johann. Até Annie.
Oh, como eu adorava Annie. Ela era imbatível. Tinha um faro como ninguém. Mesmo sendo uma neófita. E isso foi o que a fez morrer. Nós tínhamos um incansável caçador atrás de todos nós. O único cara que sobreviveu ao nosso... genocídio.
Irlandês sangue ruim. Nós tínhamos um desprezo tão contundente por ele, que o sangue dele não serviria nem para alimentar um carniçal.
McCussic. Esse era o nome dele. Era alto, corajoso, e tinha algo que assusta qualquer vampiro: fé. Consegue imaginar um vampiro com fé?
Era ele.
Conhece aquela velha historia de que vampiros tem medo de cruzes? Pois é, meu leitor, veio exatamente dessa época. Quando nós cruzávamos com o pessoal da Inquisição. Eles empunhavam cruzes e tinham alto grau de pavor de tudo o que não era natural. E era tão bom assustar aquele povo fraco. Era como se eu pudesse sentir o sabor da adrenalina na minha língua. Era único.
Ouvi um apito e era meu laptop, em cima da cama, anunciando que um email havia chegado. Era Spike avisando que em duas horas estava na estrada rumo a Forks.
Não consegui evitar sorrir. Finalmente eu o veria.
Estava com fome. Sr. e Sra. Cullen me disseram que poderia ficar a vontade para andar pela casa. Será que eles teriam um microondas?
Abri a porta, e percorri o longo corredor. Havia uma porta aberta logo à frente, e encontrei Rosalie, uma linda loura sentada parecendo fazer um arranjo de flores.
- Olá. – eu disse. Ela levantou os olhos, parecendo irritada. -sou bonzinho e não uso palavrões no fórum alheio-. Eu ainda consigo despertar a animosidade onde quer que eu vá. Qual será o meu problema?
- Posso lhe ajudar em algo, Sra. Brooks?
Odeio que me chamem de Sra. Brooks. Mas tenho medo de corrigi-la e ela virar minha inimiga mortal.
- É só uma pergunta: vocês têm um microondas, certo?
- Óbvio. – ela respondeu. Oh, Deus. Eu preciso de terapia.
- Obrigada. Com licença.
Vadiazinha sem coração.
Desci as escadas e segui até a garagem. Eu tenho um frigobar no meu carro. É lá que fica meu estoque. Peguei quatro bolsas de sangue e fui até a cozinha. Encontrei sentados à mesa, Edward Cullen e sua humana, Bella Swan.
Pobrezinhos. Condenados a viver a mesma história que eu e Spike.
- Com licença.
- Por favor, Sra. Brooks.
De novo. Mas eles sorriam pra mim. Que fofinho. Eles pareciam tão fofinhos.
- Por favor, me chame de Penny. – eu pedi. Logo estaria implorando.
- Penny. – Srta. Swan repetiu. Eu podia ver os olhos dela nas minhas costas. Ela acompanhava todos os meus movimentos.
- Sr. Cullen...
- Edward, Penny.
- Edward... – eu sorri. Ouvi a voz da minha mãe de novo. – Eu poderia usar o microondas?
- Microondas? – ele se assustou.
- É, pra aquecer... – e mostrei as bolsas de sangue. Naquele segundo que fiz isso, Bella Swan piscou e virou o rosto. Sabia o que era aquilo. Outra que não podia ver sangue. Me fez lembrar da minha irmã. Qualquer machucado, e Annabelle desmaiava. – Sinto muito.
Droga. -sou bonzinho e não uso palavrões no fórum alheio- de humana. Como é que nunca lembro que ela é humana?
- Por favor, Edward, leve ela daqui. – eu pedi. – Leve-a pra sala.
Ele me olhou, e empurrou Bella da cozinha.
- Ótimo. – murmurei. – Não dou uma dentro.
Coloquei duas bolsas no microondas, e caminhei na cozinha. Ao lado dos armários havia uma enorme cristaleira. E não resisti ao tirar de lá, uma taça de vinho. Pois é, meu sangue toreador é amarrado nesse tipo de bobagem.
O microondas apitou e enchi uma taça.
Virei numa golada só. Parecia ter outro sabor numa taça de cristal.
Ali encostada em um balcão de madeira, ao lado do microondas, consegui ouvir a conversa do casal. Também tenho bons ouvidos.
- Você está melhor?
- Estou.
- Você nem sentiu o cheiro do sangue!
- As vezes, só ver é o suficiente. – ela soltou, e ele riu. – Ela é estranha, não é?
- Como assim “estranha”?
- Ah... ela parece esconder alguma coisa...
Eu tive que rir.
Ah querida, se você soubesse...
- Você consegue saber se ela é... sabe... como você, como todos aqui? Ou não?
Como assim “como todos”?
- Não, eu não consigo ler a mente dela também. Ela não deixa.
- Não entendi.
- Ela consegue esconder o que pensa. Faz com que eu veja só o que ela quer.
- Mesmo? Então o que ela quer que você não veja?
- Você acha que ela veio fazer algo de ruim ou errado aqui? – Edward perguntou. E Bella pareceu estar confusa. – Tanya a conhece bem. Tanya não ia mandá-la aqui se ela não fosse alguém de confiança.
Estão desconfiados. Melhor eu fazer minha melhor atuação de alguém legal e fazê-los confiarem em mim.
Balancei a cabeça. Eu sabia que isso seria difícil. Não consigo evitar manter essa postura rígida. É que os anos me fizeram um tanto... irônica e indiferente.
Enchi minha taça novamente com outra bolsa de sangue, e coloquei mais outras duas para esquentar. Enquanto engolia aquele sangue quentinho, eu fechei meus olhos tentando prestar atenção a minha volta.
Conseguia ouvir o casal na sala, e o murmúrio no andar de cima. Conseguia sentir o cheiro fortíssimo da humana, e o cheiro de vegetarianos. Mas acima de tudo, eu conseguia sentir um cheiro incomum. Algo que eu não sentia há mais de cem anos.
Não. Era minha imaginação.
- Não podemos julgá-la. – ouvi Edward dizer. - Você viu. Carlisle conhece as historias dela. Ela é uma lenda!
- Mas ele disse que o... o marido dela é conhecido como Sangrento, Edward. Que tipo de vampiro você acha que ele é?
- Eu sei que ele foi um grande guerreiro.
- Como você sabe que ele foi? E não é?
- Não sei dizer. Mas se Carlisle e Tanya confiam nela, nós também podemos confiar. – ouvi ele dizer com honestidade.
Será que devo me preocupar? Eles não se parecem muito com os humanos amedrontados que eu conheci. Já fui perseguida por multidões raivosas segurando tochas. Exatamente como nos filmes.
Este é outro detalhe maravilhoso com a disseminação – pode se dizer assim – da ciência. A ciência dera lua à Razão, e a Razão negava os monstros. Então, toda a superstição se foi. Hoje em dia, qualquer pessoa com algum grau de educação, não acredita que existam, ou que já existiram vampiros.
Humanos não são mais um problema. O problema são os próprios vampiros. Principalmente neste país, onde existe um grupo que acha que são deuses: o Sabá. Eu já fui bem... desumana no passado, mas estes vampiros são exagerados. Humanos pra eles são tão inferiores que só merecem a morte.
Todo mundo os evita. Todo mundo mesmo. Não são bem os tipos de vampiros que dá pra conversar. A única maneira de você agir com eles é lhes arrancando a cabeça. É mais prático.
Confesso que não quero cruzar com nenhum deles. A minha fama já não é boa. Eu vi a expressão de nojo que esta família me deu quando disse que me alimento de humanos. Imagine se tiver que começar a arrancar cabeças por aí. Ainda mais com Spike chegando. Se esta família não confia muito em mim, quando ele chegar...
Não é exagero meu. Spike não tem medo do que foi. Nem eu. Eu me orgulho.
Eu vivi numa época difícil demais. Não era fácil fazer nada sem chamar atenção. E olha que eu tive muito dinheiro. Eu fui condessa. Digo, eu sou. Ainda estou viva. Certo?
Meu marido era riquíssimo. Ainda usufruo do que ele tinha. E mesmo assim, não foi fácil esconder o que eu era. Existe uma regra entre alguns clãs de vampiros. A primeira regra. Algo tão importante, que se quebrada, a morte é a punição. E esta regra é a Máscara. Você não deve nunca, em hipótese alguma, mostrar quem você é.
E isto é tão levado a sério a ponto de Justicars fazerem Conclaves para julgar quem quebrou a Máscara, e ordenar uma caçada de sangue. Até agora não consigo entender porque Aro deu uma chance a família Cullen por terem quebrado a Máscara. Provavelmente por gratidão, ou amizade. Sei que Aro é grande amigo de Carlisle. Porque se não fosse, esta humana, Bella, e provavelmente, toda a família Cullen teriam sido mortos.
Na mão de outro Justicar...
É assim que funciona com todo mundo.
Mas como em todo lugar, existe política. Eu e Spike já nos safamos de Caçadas de Sangue. Mas sempre tivemos motivos para fazer tudo o que eu tivemos que fazer. Mesmo não sendo motivos nobres. É que quando você é jovem e tem o mundo a sua mercê, é fácil se corromper. Nós, juntos com Lucien e Pete, até mesmo Anne e Johann, que vieram depois, fizemos barbaridades que não valeria a pena contar aqui. E o poder corrompe. E quando você tem nas mãos tanto poder, é difícil se controlar.
E nós não sentíamos medo. Medo de morrer, medo de desapontar alguém... Isso era tão pequeno, tão pouco, diante do que nós éramos, que quebrar a Máscara era um mero detalhe.
Como eu disse hoje tudo é diferente. Como vampira, o que eu tinha que fazer, eu fiz. Agora eu vivo na paz. Só vivendo. Quero deixar meu passado de atrocidades pra trás. Quero viver tranqüilamente.
Isso não é bem arrependimento. Não o tenho. Não sou nobre ou heróica. Nunca fui.
É que estou velha demais pra isso.

***************
AGRADECIMENTOS:
Do Fórum Doce Vampiro: Kelly (Boa pessoa? Será?), Venenosa (A narrativa vai continuar no ponto de vista da Penny. E James Marsters é o vampiro dos meus sonhos. Tudo nele é perfeito: os olhos azuis, o sotaque, o charme... Ai,ai *suspirando*), Belzinha (Obrigada pelo “maravilhoso”. Eu tento. Vou por aos poucos os detalhes técnicos do jogo. Mas não vai ser coisa demais. No jogo, é mesmo muita coisa.), Lari (Pronto, ‘taí a continuação. Satisfeita com o resultado?), Lica (Pois é, Spike é a glória. E vocês vão vê-lo logo, logo. Bom, quanto ao seu comentário via email, vou usar esta licença poética e pular esta parte de que sangue coagula.).

Do fanfiction: Lis (minha flor de maracujá: sim, vai ter outros clãs. Os amigos de Penny e Spike são de outros clãs. Exato o que você disse, Penny não deixa Edward ler os pensamentos dela. Penny também é telepata, então também consegue bloquear. E sim, estou pensando numa sessão “derruba-prédio” quando Spike chegar, e Penny poder matar as saudades – se é que você me entende. *o*), Ale (O capitulo três vai estar recheado com Sir William. Vai gostar.), Luisa Davi (Que bom que você curtiu. Pois é, na minha cabeça, Spike é o mesmo Spike da Buffy. Mas a paixão dele é por outra.)

E MEUS AGRADECIMENTOS A TODOS QUE LERAM E NÃO COMENTARAM. (Ps: Se quiser um comentário individual, deixe uma rewiew. Nem que seja apenas um “continue”.)
Notas:
- Bath, Winchester - são cidades próximas a Londres.
- Pollock é um pintor americano renomado. [b] Autumn Rhythm é um dos seus quadros mais famosos. Ele é visto no filme “O Sorriso de Monalisa”.
- Neófito é o vampiro recém-nascido. Também chamados de “crianças da noite”.
- Carniçal – normalmente é um animal que é alimentado com sangue do seu dono. O deixando um bicho de estimação muito mais leal. Também pode ser pessoas, até mesmo crianças.
- Sabá – é um grupo (ou seita) que odeia e aniquila humanos. São fanáticos, sanguinários e fazem suas próprias regras. Não respeitam a Máscara, mas não avisa a quatro ventos sua natureza.
- A Máscara – é a primeira tradição. É jamais revelar sua natureza. Para ninguém. E crime com punição extrema: morte. Apesar de que há príncipes – chefes de cidades, por assim dizer – que são benevolentes em alguns casos.
- Justicar é a autoridade máxima na Camarilla – que é uma seita como o Sabá. É onde a Máscara predomina e os príncipes lideram suas cidades. O Justicar é o único que decide ordens, regras e toma decisões importantes na família.
- Conclave é uma reunião política, potencialmente perigosas. As vezes, é convocada em atos extremos, as vezes com datas regulares. A reunião é convocadas apenas por um justicar, onde há julgados conflitos, ou qualquer tipo de problemas. O sigilo de onde e quando é absoluto.
- Caçadas de Sangue – é como é denominado uma execução de membros ou mortais, quando há quebra das tradições. Normalmente, é realizado por membros antigos e responsáveis, ou Arcontes, à mando de Justicars.

A estrofe mencionada é da canção “Brothers in Arms”, da banda inglesa Dire Straits.
Tradução:
“Por estes campos de destruição
Batismos de fogo
Assisti a todo o seu sofrimento
Enquanto a batalha se acirrava”


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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 09 Set 2008, 21:06

Mulher, mulher.... essa tua veia poética ainda me deixa de cabelos brancos... ooppsss, já deixou.. Twisted Evil to late Twisted Evil
Qdo é q o Spyke chega, heim??? Ah, vai ser mto bom "vê-lo" depois de tanto tempo.
Hahahaha! Adorei. E te confesso que, no lugar da Bella, teria agarrado meu Edward e saído correndo sem parar... affraid
Acho até q, no lugar da Bella eu agarraria o Edward por qualquer motivo. Com ou sem Penny... hihihihihihi
lol!
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 09 Set 2008, 21:18

Citação :
Quero deixar meu passado de atrocidades pra trás. Quero viver tranqüilamente.
Isso não é bem arrependimento. Não o tenho. Não sou nobre ou heróica. Nunca fui.
É que estou velha demais pra isso.

O.O
tô boba! =O

A-M-E-I o estilo macabro da penny!
esses são vampiros de verdade... *.*
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Ter 09 Set 2008, 21:40

Não conheço o RPG, mas a fic tá muito, muito legal mesmo!

Parabéns!!
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Sab 22 Nov 2008, 17:18

Nota Inicial: Pré-Breaking Dawn. Fic CROSSOVER com o jogo de RPG Vampiro: A Máscara e a série da HBO: True Blood.

Resumo: Dois enigmáticos vampiros chegam a Forks. Aparentemente inofensivos, o que poderiam querer os estranhos visitantes? Bella acredita que aquela visita mudará seu destino, assim como sua futura vida com Edward.

HISTÓRIAS QUE SE REPETEM
A Twilight multi-chapter fanfic By Ligya Ford

CAPÍTULO 3 - SAUDADE

“I know I would apologize
if I could see in your eyes
’Cause when you showed me myself
You know I became someone else”


Devia ser oito da noite. Com o passar do tempo, não consigo reconhecer mais as horas do dia corretamente.
Aproximei-me da janela e vi a noite começar. Havia dormido o dia todo.

Será que Spike chegaria ainda esta noite? Alcancei meu celular, e senti meu estomago roncar. Não demorou muito tempo pra ele atender.

- Hello, luv... sim, um pouquinho. Onde você está agora?... Seatlle? Ótimo. Então te vejo em meia hora, no máximo. A que velocidade você está?... Então vejo você em vinte minutos... Vou ver o que posso fazer. – e desliguei.

“Fica bem gostosa pra mim.” Puff! Homens...

Coloquei uma calça de couro preto e botas. Amarrei meus cabelos num rabo de cavalo e me maquiei. Tentar colocar um pouco de cor no meu rosto de fantasma.

Sentei nas escadas da varanda da mansão, e acendi um cigarro. O céu continuava nublado, mesmo escuro.

Uma pick up vermelha se aproximou. Eu ri. Isso é que é um carro com estilo. Bella saiu de dentro dele, com uma expressão de poucos amigos.

- Olá, Srta. Swan. – tentei ser simpática.

- Você fuma? – ela realmente estava surpresa com aquilo.

- É, eu sei. É um hábito nojento, mas... Você acaba adquirindo alguns com o passar do tempo.

- Mas... Você sente... O que o cigarro pode produzir?

- Claro! É gostoso. Eu gosto.

- Bom, o grande C não é um problema pra você.

- Não, acho que não. – concordei com ela, rindo. – Mas é preciso cuidar para que os dentes não fiquem amarelos depois de fumar há mais de um século.

- Isso também. – ela se sentou do meu lado.

Olhei pra ela. Parecia tão jovem, tão inocente. Como alguém naquela situação se tornaria um vampiro? Todos os malditos humanos acham que ser vampiro é puro glamour. Lindos, pálidos e sensuais. Brad Pitt e Tom Cruise personificaram esse estigma. E agora todos nós precisamos viver (ou existir) com esse pesadelo nos assombrando.

Ter mortais fingindo serem nós. Querendo ser como nós. Isso é repugnante.

Marcus me contou toda a história sobre Bella. Sobre o resgate e sobre a imposição colocada por ele.

Ele é bonzinho demais. Eu seria uma grande Justicar. Não seria benevolente.

Suspirei alto. Ela continuava do meu lado. Ela é mais aberta a esta situação do que eu imaginava. Mortais normalmente são arredios. Ela deveria estar realmente acostumada com aquilo. O que era um perigo extremo para todos nós.

Precisava perguntar.

- Srta. Swan, eu queria saber...
- Bella. Me chama de Bella, por favor.

- Okay. – eu disse. – Mas só se você me chamar de Penny.

- Certo, Penny. – ela me olhou de soslaio. Ela ainda estava meio desconfiada de mim.

– Eu queria saber o que você acha de se tornar uma vampira. Você quer mesmo isso?

- Eu não quero ficar sem Edward. – disse ela, sem sequer olhar pra mim.

Por que mortais são tão tolos? Será que fui assim?

- Acho que isso não responde minha pergunta. – eu lhe disse, e finalmente ela se abriu.

- Não quero envelhecer e perdê-lo.

Oh, meu Deus! A velha historia de amor eterno.

- Você vai vender sua vida por isso?

- Vender minha vida? – ela me encarou por fim. Parecia furiosa. Acho que aquela é uma tecla sendo batida já há algum tempo. - Eu quero ficar com o homem que eu amo por toda a eternidade. Você não tem isso?

- Tenho, mas eu não pensei nisso. Não pensei em amor. Pensei em companhia, convivência. Na minha época, vampiros morriam por qualquer razão. Vampiros não tinham futuro. Eu não pensava na eternidade. Amor eterno era história de menina deslumbrada.

Ela me olhou como se eu fosse um monstro.

Oh-oh! Peguei no ponto fraco. Ponto pra mim.

Esqueci que ela é só uma adolescente. Tola e ingênua, como todos os outros adolescentes. Todos eles pensam que suas escolhas aos dezessete anos serão para sempre.

Ela deveria saber mais sobre como é a “vida” de um vampiro. A família Cullen não abriu seus olhos quanto a nossa realidade?

- E outra coisa, Bella. – frisei bem o nome dela. – Ser um vampiro não é apenas viver para sempre.

Bella me olhou duramente. Era como ter o olhar frio de uma criança mimada ao ouvir um “não”.

- Nós jamais mudaremos. Somos imutáveis. O mundo muda, nós não. Tudo fica eternamente... Vazio. E o amor do seu homem pela eternidade não muda esse fato.

- Por que está dizendo isso? – ela disse quase murmurando.

Ouch. Acho que peguei pesado.

- Porque quero que você compreenda que vai chegar um ponto que você vai odiar isso. Odiar o mundo. Odiar todos a sua volta. Odiar Edward. Todos ao seu redor vão morrer, e você não pode fazer nada pra impedir. O mundo que você conhece vai deixar de existir, todas as suas raízes se perderão. E você vai ser uma eterna espectadora.

Ela baixou a cabeça, e fechou os olhos. Acho que ela entendeu meu ponto.

- Desculpe dizer isso. Não sei o que a família Cullen te disse. Eu no lugar deles não deixaria você ser transformada em um de nós. Anne Rice está certa: somos amaldiçoados. Amaldiçoados numa existência... – tentei achar a palavra correta a encaixar aqui. -... que não se parece em nada com o que é mostrado em livros e filmes. Absolutamente tudo: glamour, sangue, poder, força, seja lá o poder que você tenha... Enjoa a ponto de você desejar... morrer.

Quinhentos anos me fizeram desejar isso.

- Obrigada pelo seu ponto de vista, Penny.Vou pensar nisso. – ela disse com uma expressão dolorosa no rosto.
Não tinha que desempenhar esse papel, mas o fiz. Ela precisa saber que nem tudo são flores no inferno/paraíso dos vampiros.

- Fico feliz que você não tenha ficado ofendida pelo que eu disse. Não desejo que você não tenha a felicidade do homem que ama. Só quero que saiba que existem mais coisas em jogo do que isso.

- Certo. – ela disse ainda com a cara fechada. Eu sempre consigo fazer isso. Afiar, apontar e cravar fundo. E olha que nem usei poder nenhum.

Suspirei fundo e aquele maldito cheiro encheu minhas narinas. Era um cheiro familiar. Um cheiro que sei que não existia mais. De onde vinha aquilo? Será que era minha imaginação?

Essa mortal me fez lembrar os meus primeiros anos como vampira.

Era algo... Algo... Nem consigo encontrar a palavra certa.

Libertador. A palavra é essa. Libertador.

Livrei-me das garras machistas da sociedade inglesa, e fiz o que bem entendi.

Acho que não é bem isso que Bella Swan sofre.

- Ta acontecendo alguma coisa aqui? – apareceu Edward na porta.

- Claro que não! – Bella exclamou. – Estamos conversando.

Ele olhou para mim, confuso. Ele também me olhava desconfiado. Difícil ganhar a confiança das pessoas aqui.

Ele se apoiou na grade da varanda, e olhou para o horizonte. De repente, ele me encarou, com uma testa estreita de dúvida.

Mais perguntas.

Traguei o restante do meu cigarro. Havia me esquecido dele.

- Você ta fumando? Achei que isso não fizesse diferença pra nós. – ele perguntou, parecendo surpreso.

- Mas faz. – respondi. Se eu oferecer, ele aceita? - Quer?

- Não. Isso faz...

- ... mal a saúde? – eu ri, e Bella me acompanhou.

Pude perceber que ele ficou chateado com isso. Homens! Uma mulher jamais deve machucar o ego do seu homem.

- O que estão fazendo? – ele perguntou, tentando disfarçar.

- Nada. – Bella disse. Tive que rir. Ao menos, ela está me dando o benefício da dúvida. Ponto pra mim.

- Esperando, na verdade, Edward. – eu expliquei. - Spike já está no centro da sua cidade.

- Como sabe? – ele arqueou as sobrancelhas.

É mais difícil explicar do que parece. É tudo tão físico o que eu sinto, que por em palavras é complicado.

- Eu... posso senti-lo. Seus pensamentos, suas emoções, seu desejo de chegar aqui... Eu ouço o sangue correr nas veias dele, e mais que tudo, eu sinto... o cheiro dele.

Vi Bella e Edward sorrirem pra mim.

Oh Deus! Parecem dois idiotas. Será que tudo o que eu digo em relação a Spike, eles levam para o lado do romantismo?

- Você não sente isso, Edward?

- Não tão forte como você.

- Acho que só funciona entre o vampiro e sua prole.

- Não entendi. – disse Bella. – Você quer dizer que você consegue senti-lo por que você o fez?

- Exato. Pode se dizer, que isso é uma vantagem e desvantagem para um vampiro. Eu posso sentir Spike e ter todos os poderes sobre ele. Assim como o cara que me fez pode fazer o mesmo comigo.

- Jura que é assim que funciona?

Assenti com a cabeça. É assim mesmo que funciona.

- Então o vampiro que te transformou pode fazer o que quiser com você? – Bella perguntou.

Aquilo me fez arrepiar. O cara que me fez me causa arrepios.

- Pode. Mas... duvido que ele o faça. Eu não o vejo há uns cinqüenta anos.

- Quem é ele? – Edward perguntou.

Suspirei. Aquela era uma historia comprida demais. E falar sobre o Eric era algo que demoraria o tempo que não tenho no momento. Tentei resumir.

- Ele é um manipulador desgraçado. – eu disse quando ouvi o motor roncando da Ferrari de Spike.


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MensagemAssunto: continuando...   Sab 22 Nov 2008, 17:19

Levantei-me e desci as escadas, quando o carro de Spike apareceu à frente da mansão freando bruscamente.

Vi no vidro dianteiro o cabelo loiro e o sorriso estonteante. Sorri. Como eu sentia falta daquele safado.

Ele saiu do carro e me joguei no seu colo, enrolando minhas pernas nas suas costas. E ele me deu um beijo apaixonado. Um como só Spike podia me dar. Não me importava com Edward e Bella assistindo. Se eles se sentissem desconfortáveis com isso, que fossem embora.

Afastei-me do beijo e olhei para seu rosto. Ele esboçava um enorme sorriso e seus olhos azuis brilhavam.

- Como você está, meu amor? – perguntei.

- Viajando nas trevas sem você. – ele soltou. Spíke sempre foi assim. Quando o conheci, ele tinha textos e poemas publicados. Era um escritor de futuro, diziam. – E você? Continua vivendo sem mim?

- Sobrevivendo... – murmurei. – E ai? Comeu muitas estrelas hollywoodianas?

Ele gargalhou sonoramente.

- Nenhuma delas é você.

- É bom mesmo. – disse, o fazendo rir de novo. – Posso lhe apresentar meus anfitriões?

- Por favor. – ele disse, eu pulei do seu colo, o puxando pela mão na direção da varanda. Edward e Bella continuavam ali nos acompanhando com os olhos.

Spike tentou ajeitar a jaqueta de couro que lhe chegava aos pés. Usava calças pretas e botas pretas. Depois dos anos 80, ele resolveu sempre se vestir assim. Eu disse que a moda black de Nova Yorque era ultrapassada, mas ele adorava posar de Billy Idol. Apesar de que foi Billy Idol que imitou ele.

- Edward, Bella... Este é Spike. – eu os apresentei quando chegamos ao topo da escada. Spike sorriu e esticou a mão. Bella não conseguiu disfarçar o nervosismo. Ela ainda estava desconfiada das nossas intenções, apesar da nossa conversa tão íntima.

- Oi. – ela disse suavemente.

- Isabella Swan. – Spike disse, arqueando as sobrancelhas. – Você é bem... – ele pausou parecendo procurar as palavras, o que pareceu assustar Edward.

- Bem...? – Edward ficou curioso com o elogio. Ou não.

- ... Audaz para uma humana. – ele disse sem piscar. Ela engoliu seco. – Devo dizer que fico surpreso. Imaginava que sua aparência era... diferente.

- Diferente como? – ela perguntou. Deve ter gostado do elogio. Spike faz maravilhas com humanas.

- Não sei. Mais... adulta.

- Você ta me chamando de criança? – ela arqueou as sobrancelhas. Tenho certeza que ela se decepcionou. Achou que Spike iria encher a bola dela.

- Talvez. – ele devolveu.

- Spike! – eu o repreendi e ele gargalhou.

- Desculpe. – ele pediu, ainda rindo, e se virou para Edward. – Edward Cullen.

Edward esticou a mão e o cumprimentou. Podia ver que tentava ler a mente de Spike também. Tolo. Ensinei Spike a ter a mente fechada. Pois é, ao contrário de Eric que só me ensinou a... a... me ensinou tolices, eu ensinei como ser o melhor vampiro possível a Spike.

Spike abriu um sorriso torto no rosto. Ficou mudo apenas encarando Edward. Acho que eu sabia no que ele estava pensando. O romance com uma humana e toda a história passada em Roma. Um vampiro de 100 anos pode ser tão tolo? Tão inconseqüente?

Vi Spike balançar a cabeça e sorrir abertamente. Ele estava se divertindo com aquela situação.

- Então, você é o famoso Spike? – Edward comentou, fazendo Spike estreitar a testa, com uma surpresa impressionante.

- Famoso? – ele sorriu novamente. Safado e orgulhoso. Parecia que podia vê-lo estufar o peito. - Não sabia que isso era história contada de pai pra filho.

- E não é.

- Então suponho que a Duquesa de Bedford aqui andou contando vantagem...

- Eu? – me surpreendi. – Eu não disse nada.

- Duquesa de Bedford? – perguntou Bella, com um sorriso. – Você é Duquesa?

Oh não! Obviamente que terei que explicar estes detalhes pra ela. Mas pensando bem, minha vida é bem movimentada e cheia de aventuras. Acho que ela vai adorar. Parece que a vidinha dela é meio monótona. Algo me diz que a vida dela se resume a ir para a escola e ficar aos beijos com seu namorado vampiro. Exato. Algo me diz que sexo é algo que eles não fazem.

- Bem, eu sou. Fui casada com o Duque de Bedford. – respondi, balançando a cabeça. – O título ainda é meu. Extra-oficialmente, claro.

Oficialmente, estou morta.

- Você foi casada? Quando era humana? – Bella estava bem interessada na minha história. Será que ela acha que eu nasci vampira? Ou que eu não tive uma vida quando era humana?

- Fui. Por oito anos. Fiquei viúva aos vinte e cinco.

- Você casou aos dezessete? – ela agora estava chocada. Dezessete era a idade dela, acredito.

- É. Naquela época era muito normal. – se ela soubesse como era a sociedade inglesa durante o reinado de Henrique VII... – Vamos entrar? Quero apresentar Spike a toda à família.

- Adoro conhecer pessoas novas. – ele disse sorrindo.

- Querido, esta não é uma família humana onde você pode sorrir e encantar as todos. – eu lhe disse, segurando sua mão. Spike acha que todos caem aos seus pés ao vê-lo.

- Oh, é uma pena. – ele fingiu, tentando segurar o riso. Bella e Edward não curtiram a piada.

Pela expressão no rosto de ambos, não gostaram muito de Spike. Ele tem esse orgulho exalando pelos poros. Ele ainda se acha superior a maioria dos vampiros por aí.

- E não fascine ninguém ao entrar na sala... – eu murmurei.

- Vai estragar minha entrada triunfal. – ele ironizou.

- Você não precisa disso aqui. Todos sabem os seus truques.

- Sabem, é? Preciso de truques novos então. – ele sorriu. Balancei a cabeça. Spike nunca perde o bom humor.

Entramos na sala ostentosa da mansão.

Eu adorei o bom gosto de Esme Cullen. Sofisticado e afiado. Repleto de detalhes que passariam despercebidos a maioria das pessoas. Um peso de papel de cristal. Uma mesa de xadrez com pé de bronze. Cadeiras Bertoias originais. Um Modigliani acima da lareira.

Vampiro tem essa vantagem. Não o bom gosto, claro. (Conheço vampiros que não conseguem distinguir seda de algodão.) Falo de poder comprar e manter coisas que se tornam raras, caras e clássicas. Tenho certeza que aquele Modigliani é o mais barato que ela deve ter na sua coleção. Sei disso porque na minha casa – ou ex-casa, uma longa história que vou contar depois – eu ostentava pinturas e esculturas na sala de estar. Guardo todas escondidas num cofre suíço.

É uma fortuna escondida. Hoje quase todas sequer têm preço. É como avaliar a Mona Lisa.

Edward subiu as escadas, enquanto Bella, Spike e eu nos sentamos no sofá fofo de pés prateados da sala de estar. Fendi. Não posso me esquecer de elogiar Esme.

- Então...

Eu encarei Bella. Ela parecia cheia de perguntas.

- ... vocês estão juntos a quanto tempo? – ela perguntou.

Spike estreitou a testa, e me encarou com um sorriso no canto dos lábios. Ele arqueou as sobrancelhas como se duvidasse se eu diria exatamente o tempo específico.

Será que deveria dizer?

- Tempo demais. – respondi, encarando-o. Ele gargalhou. Bella também. Acho que ela está levando o bom humor de Spike na esportiva. Não sei se ela percebeu que tudo o que ele diz tem uma segunda intenção por trás. Qualquer comentário que ele diz tem um motivo. Até mesmo uma gargalhada.

- Como vocês se conheceram? – ela perguntou.

- Na casa da minha irmã. – ele respondeu. – Ela foi esposa do Duque de Suffolk.

Bella estreitou a testa. Será que ela saberia quem foi o Duque de Suffolk?

- Eu deveria saber quem é? – ela perguntou.

Segurei um riso. A educação americana é um lixo mesmo.

- Claro que não. – eu disse. – Ela foi Duquesa, como eu sou. Como muitos foram. Como muitos herdaram os títulos dos pais.

Ouvimos passos e ao mesmo tempo, viramos nossas cabeças na direção da escadaria da mansão. A família Cullen descia.

Levantamos-nos. Spike continuava com um sorriso orgulhoso no rosto.

Superior, sempre.

Não vou aqui alongar os cumprimentos de boas vindas. Spike foi um cavalheiro quanto a isso. Ele sorriu para todos. Elogiou a casa para Esme, e foi educado com os meninos.

Dr. Carlisle recebeu uma ligação do hospital e teve que ir. Fomos para a varanda. Os garotos estavam curiosos com Spike. O grande guerreiro cortador de cabeças, eles disseram. Carlisle deve ter contado sobre a “lenda” que é William, o Sangrento.

Acendi um cigarro, quando Spike se virou pra mim.

- Você ta sentindo esse cheiro?

Ele também sentiu...

- Eu sinto isso desde que eu cheguei. – eu disse a ele.

- Eu achei que isso não existisse mais.

- É... – eu sentei na escada. – Não sinto esse cheiro desde o México.

- Há cem anos. – ele puxou um cigarro também. – Será que existem aqui...

- Não sei. Achei que todo o bando tivesse acabado.

- Hey, crianças... – Spike chamou os Cullen.

Os cinco nos olharam como se fossemos dois velhinhos caquéticos.

- Existem lobisomens por aqui? – ele perguntou, com uma cara de extremo horror.

Xx TO BE CONTINUED... Xx

N/A: Respondida perguntas?
Aos poucos, estou colocando o que Penny e Spike são, como foram na sua época sanguinária, e na sua época humana. Estou especificando o bem suas motivações, principalmente diante da época em que viveram, pelo o que eles passaram.

AGRADECIMENTOS:
Lari – Obrigada por betar. Você nem me disse do que achou do capitulo.
Do FF: Alê – Darling (tá sabendo do encontro do dia 29?), o que achou de Sir Willian? Cat e Dan – Obrigada pela força. Luisa – Faço as notas porque acho mesmo importante. Ainda mais colocando elementos de outros lugares. Tatyperry – Pois é, a Penny não mostrou a que veio. Beijos. Lis – Safada! Só digo isso.
Do DV: Lica – My love, Spike esta aí! O que achou? Sombrio? Venenosa (ou simples V): São sim. Confesso que Penny é macabra, sim. Guta – obrigada pela força.
Da Comu de Fics Twilight: Mari, Duda, Cíntia, Indira e Fátima – vocês são uns anjos. Obrigada por tudo.
TAMBÉM QUERO AGRADECER AO PESSOAL DO FÓRUM FRUTTO PROIBITO, E O CONVITE PRA PARTICIPAR DO OSCAR DE FANFICS. MUITO OBRIGADA MESMO.

Notas:
Brad Pitt e Tom Cruise – dois atores americanos horriveis (*u*). Eles protagonizaram o filme “Entrevista com Vampiro”. Lindos, glamourosos, sedutores...
Anne Rice – Escritora americana de livros sobre... vampiros. Autora de “Entrevista com Vampiro”.
Ferrari – Fabricante italiana de carros de corrida ou desportivos de alto desempenho. A Scuderia Ferrari é famosa por terem carros altamente potentes e caríssimos. Um modelo simples custa US$ 500.000. Existem modelos que só você só pode comprar se tiver o modelo anterior. Um tipo de upgrade. É o sonho de consumo de milhares de apaixonados por carros. O modelo 599 GTB tem 520 cavalos e vai de 0 a 100 em 3,5 segundos. E custa R$ 1.900.000,00. Só pra poucos.
Billy Idol – um cantor inglês de punk rock.
Bedford – É uma cidade no condado de Bedfordshire, na Inglaterra.
Henry VII (ou Henrique VII) – foi o primeiro Rei de Inglaterra da casa de Tudor, reinando entre 1485 e 1509. Teve sete filhos. Dentre eles, Mary Tudor, e Henry VIII, que se tornou rei, famoso por exercer o poder mais absoluto entre todos os monarcas ingleses.
Cadeira Bertoia – Uma cadeira em fio metálico criada por Harry Bertoia.
Duque de Suffolk – O primeiro Duque de Suffolk foi Charles Brandon, melhor amigo do Rei Henry VIII, da Inglaterra. Teve vários cargos na realeza, e destacou-se na campanha da França, em 1513. Casou-se pela primeira vez com Mary Tudor, irmã de Henry VIII, e com ela teve 3 filhos. Casou-se novamente, após a morte de Mary Tudor, e teve mais dois filhos.
A canção é In the Sun, de Joseph Arthur. Foi gravada por Michael Stipe e Coldplay, e teve na trilha sonora da série Grey’s Anatomy. Tradução do trecho: “Eu sei que eu me desculparia/ se eu pudesse ver nos seus olhos./ Porque quando você mostrou-me a mim mesmo, você sabe que eu me tornei outra pessoa.”


Última edição por Ligya Ford em Seg 08 Dez 2008, 13:53, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Sab 22 Nov 2008, 18:03



cheers

Li o segundo e o terceiro capítulo agora. Continuo dizendo: maravilhoso!

Acelerou o rítimo da trama de Twilight a chegada desses dois. Apesar de todos serem vampiros, vc destacou bem como Penny e Spike se encaixaram melhor no século XXI, e os Cullens, ainda que modernos por fora, conitnuam os mesmos. Tipo, os recém-chegados são aquela força que arrasta o tempo de que têm de "transformados" consigo, mas o tempo deixou esse casal mais... Cético. Os vampiros de Meyer são estoicamente "puros", o ritmo da narrativa é suave, enquanto de Máscara é corrido, me lembra "Velozes e Furiosos", kkkkk.

E vc está administrando isso muito bem. Estou adorando ver os conflitos de personalidade e de visão de mundo.

Parabéns!


Última edição por Belzinha em Dom 23 Nov 2008, 08:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Sab 22 Nov 2008, 20:44

Uhuuuuuuuuuu!!!!! >}
Até q enfim! Fiquei preocupada que vc fosse desistir do Spyke....hehehehe!
E... eu AMEI! Consegui "ver" o vampirão todo de preto, com seu cabelo balançando ao vento, chegando cheio de si... afffff! Amei, querida!
:<' :<'
Qto ao papo da Penny com a Bella eu te confesso que a Penny me pareceu meio "cética de tudo"... um pouquinho. Mas eu gostei muito pq me deu um novo ponto de vista. Te juro que eu não pensaria muito em abraçar uma eternidade com o Edward, mas.... foi bom ler tudo o q a Penny pensa pq me fez olhar "a coisa toda pelo lado de fora".
Amiga, não para de jeito nenhum. Tá ficando mto legal. Vc consegue juntar personagens contraditórios e opostos em diálogos equilibrados. Estou adorando.
Parabéns.
E já estou esperando ansiosa pelo próximo... e para ler mais um pouquinho da "lenda" Penny & Spyke. :<¨
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MensagemAssunto: Re: Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO   Hoje à(s) 09:12

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Histórias que se repetem - CAPITULO 5 ATUALIZADO
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