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 PENUMBRA Saga alvura e Trevas-CAPITULO QUINTO

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AutorMensagem
Jorge Nunes
Chegando a Forks
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Idade : 27
Número de Mensagens : 9
Data de inscrição : 07/01/2010
Localização : porto, portugal

MensagemAssunto: PENUMBRA Saga alvura e Trevas-CAPITULO QUINTO   Ter 15 Nov 2011, 14:19

Capitulo Quinto

CONFIANÇA


Deveria estar a anos-luz de compreender aquela situação. Porque estava tão… aturdido e desconfiado para o motivo pelo qual os presentes, à excepção de Sally, me olhavam quase com medo? Era evidente de que não sabia nada acerca da família de Sally, ou até desta última – completamente frágil, como se fosse partir a qualquer momento –como se pudesse acontecer isso um dia.
Desconhecia a essência de todo aquele aparato, se seria surpresa, medo, ou apenas uma grande ilusão da minha mente. Era difícil ter uma ideia fixa, onde conseguiria acumular todo o meu receio. Não podia deixar que eles tomassem uma atitude daquelas, mas mesmo assim, respeitei o seu momento… até não aguentar mais e quase sair porta fora.
- Daniel – Exclamou Sally após um momento de fúria meu, enquanto tentava controlar-me para não ser mal-educado.
Virei-me na sua direcção e ela estava inclinada junto a mim, quase estando a tocar-me. Quando a contemplei, vi que os seus olhos, ainda que por pouco tempo, se tinham tornado bastante meticulosos.
- Desculpa, Daniel! A minha mãe e o meu irmão não são assim.
- Tudo bem – Respondi –Ao menos diziam o que se passa…
De seguida Sally expirou em sinal de um pouco de compreensão.
- Está bem, está bem – Concordou, deixando de me olhar como anteriormente. Tornei a manter a postura mais mole e cruzei os braços. A porta atrás de mim acabara de fechar, o que me fez apenas perceber que Sally fizera um sinal em direcção aos seus parentes, discreto mas visível. Depois ambos saímos do restaurante.
Sally parecia transtornada com a confusão causada momentos atrás. Em plena via publica debruçava-se para conseguir fazer-me retornar o meu ar simpático, mas, mesmo assim parecia não o conseguir. Não iria haver discussão e ela olhou-me com os olhos afundados nos meus, ao mesmo tempo que me travava o caminho para me enfrentar.
O sol há muito que se pusera, e, com todo o cenário de confusão, esquecera-me de quanto tempo permanecera fora de casa. Aproximadamente duas horas, que o relógio marcava como sendo oito e meia da noite.
- Pois… – Tentou, com a voz a falhar-lhe de atrapalhação – Desculpa.
Virei o rosto, não querendo parecer zangado. Sabia que ela não tinha culpa de nada.
- Obrigado – Disse ela, quando as suas sobrancelhas a formarem uma forma descontraída. – Então isso quer dizer que me perdoas?
Ri-me. O rosto foi sincero e natural, sem esforço. Parecia que a tinha perdoado mesmo antes de o querer fazer.
- Se houvesse maneira de ficar chateado contigo – Esperei – Estaria claramente à beira de estar em total insanidade.
Esta última parte fez crescer-lhe um largo sorriso, e um pouco avermelhado de vergonha.
Logo tentei arranjar forma de a deixar de novo à vontade.
- Onde vamos agora? – Perguntei em sinal de brincadeira, com a voz num tom irónico, quase a rir-me.
- Acho… – Disse com lentidão –, Não te posso confirmar… mas acho que está a ficar tarde para ires para casa…
Sabia a que se referia. O olhar para o relógio tinha-lhe despertado o problema de, na verdade, eu estar mesmo atrasado para chegar a casa. Já passava das horas de jantar e eu não avisara ninguém. Porém, como os meus padrinhos chegavam sempre tarde a casa, deixei que a minha expressão fosse de extrema inocência para tal.
- Talvez fosse melhor levar-te a casa. Não pretendo, de todo, arranjar mais problemas.
- Problemas? – Perguntei com a voz bastante rouca.
- Na verdade, apenas saí uma vez sozinha, esta vez. Não sei se devemos ficar mais tempo ou…
- Tenho tempo. – Cortei-lhe aquele raciocínio, dando-lhe um beijo breve.
- És muito mau nisto das surpresas. Acho que não me deves fazer isto mais vezes, senão…
Sally parou de falar e as palavras ditas sofriam uma mutação a caminho do silêncio.
- Ah, sim… E antes de mais, aquela vez em que me apanhas-te…
- Bem, penso que te teria de dar uma explicação a qualquer momento, quanto mais não fosse, um dia destes – Mostrava bastante nervosismo, e depois apontou para trás de mim, desaparecendo de seguida. – Não hoje. Terei de te falar nisto numa altura apropriada. Se quiseres voltar para casa eu levo-te, mas não falo neste assunto agora. - O silêncio imperou impacientemente.
- De acordo, mas, importas-te de aparecer? Não entendo como fazes isto. A propósito – Acrescentei – Esta noite podias ir lá a casa.
Observei-a para ver se estaria disposta a tal, para que não ficasse a pensar outras coisas; no entanto ela pareceu bastante agradada com a ideia, manteve o seu sorriso, apesar de me ter olhado mal lhe fizera a interjeição, meia surpreendida.

Sally apresentava ser muito mais do que eu podia observar nela. Não parecia ser uma humana qualquer, e era ao mesmo tempo uma rapariga cheia de segredos, o que despertava em mim a paixão que nunca tivera por ninguém. A sua mãe seria decerto mais velha, pelo que, de algum modo, conseguia aparentá-lo, e, em termos lógicos, isto era completamente normal.
Voltei a falar a Sally, tendo alguma inveja por ser tão bela.
Ela reparou e ficou calada. Eu estava demasiado absorto para ver o seu rosto que parecia um manto de neve em pleno Inverno, claro, mas em sintonia com a noite sem estrelas.
Sentia-me diferente. Ao olhá-la, o meu ser estremecia.
- A forma como me olhas parece ser de admiração – Sussurrou – Não quero que te prendas demasiado a mim, Daniel.
Soltou as palavras como se fossem tormentos a saírem do seu interior. Estava em agonia.
- Daniel… se eu te pedisse uma coisa e que não podias contá-lo a ninguém, guardavas segredo?
A minha resposta não saiu prontamente. Sally ansiava que eu respondesse.

- Penso que… sim, acho eu. Mas depende da coisa que me pedirias. Alias, eu não gosto muito de guardar segredos, porque sou um pouco distraído – Pus as mãos no rosto – E posso cometer o erro de o contar.
De uma forma descontraída, ela agarrou-me uma mão, segurando-a firmemente na sua, ao mesmo tempo que se preparava para me revelar algo.
- Confiaria em ti para tal, mas tenho medo de me precipitar – Abanou a cabeça – Sei que estou a ser incorrecta, mas não nos conhecemos tão bem para te contar algo assim. Terás de descobrir isto sozinho. Eu dar-te-ei pistas.
Subitamente, senti-me gelado ao ver que Sally cerrara o sorriso como se tratasse de uma porta fechada a sete chaves. Assustei-me e ela retraiu-se. Era claramente a noção de que tinha ido para lá do limite do razoável, ao quase desprezar algo tão precioso como um segredo que aquela rapariga tinha para contar.
Um “sim” em vez daquela frase incómoda, daria uma conversa mais que interessante.
Pisquei os olhos com tanta força que comecei a ficar tonto. Era muito melhor ser eu a não querer ver a realidade do que sucedera. Ela tinha visto que era um mau começo, para ambos.
Depois, os olhos de Sally pareceram apagados, com a íris num tom escuro e monótono, o que me surpreendeu; a minha «ideia» de boa noite seria um desfecho que acabaria no mínimo com o adeus que tanto tentara adiar.
Sentia-o eminente.
Fez-se silêncio de repente, e, apenas me senti consciente quando o barulho de um motor soou de rompante pela estrada fora. Os meus olhos recusaram-se a deixar de olhar Sally, e a principio pensei que até começassem a fechar-se de tão monótono que a noite se tinha tornado, sem conversa.
- Tens alguma coisa contra motas?
- Não – Repliquei de seguida. O meu tom de voz quase parecia um silêncio pensante.
Depois a cbr600, amarela e preta, parou mesmo à nossa frente e a pessoa que a guiava tirou o capacete, passando-o a Sally e apontando para aquela bomba.
Subitamente, fez com que a minha expressão parecesse sombria, mostrando-me de dentes cerrados e com o olhar atentar transmitir alguma ironia.
- Consegues montá-la?
- Mas o que te interessa isso? - Questionei com ferocidade - Afinal és tu que vais andar e não eu... Quem é aquele que te entregou o capacete?
Os seus olhos começaram-se a semicerrar e o seu rosto mostrou um ligeiro tom avermelhado. Sally parecia prestes a sorrir timidamente.
- Vamos? - Desviou o olhar para não responder – Vou levar-te a casa. - Não sei – Mantive o pensamento em seguimento do que me tinha dito. Será que não confiava em mim? Afinal o seu segredo teria de ser permanecido em sigilo, com a resposta negativa que lhe dera.
Senti-me envergonhado por tal; no entanto o momento não poderia ser para voltar atrás, e, talvez no dia seguinte eu pudesse saber qual era o mistério que ela guardava. Tentei pensar noutro assunto antes de nos dirigirmos à estrada. Pensei naquela companhia incrível, linda e resplandecente, querendo falar-me.
Segurei a sua mão enquanto ela me olhava com alguma precaução, e montamos aquela quase "assassina".
- Isto é horrível – Afirmei. Tinha demorado poucos segundos a compreender de que a brisa que passava através do meu cabelo em magotes, era na verdade um vento gélido e cortante, fazendo-nos quase tombar de tão forte que era.
A mota estava em pleno andamento, e o ponteiro das velocidades não se afastava dos cento e vinte quilómetros. Assim, era preferível desfrutar da viagem enquanto ainda era tempo.
Abri os olhos e Sally permanecia concentrada no manto negro com listas brancas que estavam a precipitar-se na escuridão.
- Assusta-te? - Murmurou com a voz suave.
- De vez em quando – A minha voz pareceu descontraída – Acho que quase voámos aqui. Andas com velocidade mas com suavidade, o que não me põe nervoso... – Sentia-me bem.
Estávamos perto das árvores que rodeavam a minha rua.
Quase sem se notar, Sally pousou um pé no chão, anunciando a nossa chegada, e eu, saí do seu veículo a cambalear, porque além da mítica Harley, esta seria a segunda moto em que andara, e a velocidade da cbr era estonteante.
Estávamos agora ambos inclinados um sobre o outro. Sally mantinha as mãos nos bolsos; inclinei-me mais para lhe beijar a testa fria, com a minha mão direita a segurar-lhe o queixo. Sabia que me tinha de manter positivo em relação ao dia seguinte, pensar que ela viria à escola, provavelmente com muito receio disso é que o meu beijo saiu mais prolongado do que eu esperava.
Era demasiado para mim, ter de esperar por ela.
- Achas que gostas de mim ao ponto de não quereres que me vá embora. - Admitiu ela em tom baixo, pondo as suas delicadas mãos à volta dos meus ombros.
Fiz um esforço para me lembrar do primeiro dia em que a vira: aqueles olhos, aquela face...
– Estás preocupado comigo - Disse entre dentes. Os meus dedos agarraram os seus braços com firmeza.
- A deslumbrar-te apenas – Esclareci, mostrando concentração nas palavras, pois estava claramente a mentir.
- Confias em mim assim tanto? - Baixei o olhar para não responder. Ela sabia a resposta.
- Preferes não responder a esperar que me vá embora, para ficares na ânsia de me veres amanhã, para saberes o que tenho para te contar?
- Estás enganada. Olhei-a rapidamente e vi que o seu sorriso voltara.
- Como posso sabê-lo? - Perguntou num sussurro.
- Porque pensas assim?
Depois o silêncio arrastou-se. Recusei deixá-la sair dali sem responder, procurando que ela não desaparecesse no instante seguinte.
Mantinha os olhos pregados nela, como um caçador com atenção redobrada à presa.
- Olha para mim – Disse, com grande reflexão que vira nos seus olhos – Sou uma rapariga estranha, à excepção de quando me beijas e eu a ti. Mas se eu olhar para ti... – Percorreu a sua mão pelo meu rosto, passando pelos meus ombros onde bateu duas vezes com alguma força – Tu tens uma imagem bonita, inteligente, sabes que mais cedo ou mais tarde isto terá de acabar não sabes?
- Não acredito.
- Se parares para pensar no que se passou hoje, verás como tenho razão. Não é vulgar nada do que se passou no restaurante.
Apressei-me a responder-lhe, em sinal de conclusão.
- Não te deixarei, seja o que for que tenhas para me contar. Confio plenamente em ti. Os meus sentimentos são mais fortes que eu – Tentava debater-me contra a despedida – E se não te vir mais? E depois, se eu souber que és demasiado importante para mim e tu não estiveres lá?
- Jamais o faria.
De repente desapareceu. Para mim tinha sido uma boa opção, já que não pretendia mais despedidas.
A sua presença, por outro lado, era fundamental. Eu não iria desistir, e ela seria o que de melhor tinha agora.
- Até amanhã - Concluiu com a voz a arrastar-se pela rua fora. Capitulo Sexto
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