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 FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia

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Eme_Sra.Black
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MensagemAssunto: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Ter 18 Out 2011, 07:26

Gente, essa é minha primeira fic.....vou postar aqui, se vocês gostarem e tiver muuuuitos coments....eu posto mais... Embarassed

Sol do meio dia

Capítulo 01

Passava dos 21 graus, um dia muito confortável em Nova York, observei o termômetro na avenida enquanto o farol não abria. Minha cabeça ia nas nuvens, eu tinha acabado de receber a notícia que fui aceita para trabalhar onde eu mais queria depois de formada, incrível como veio a calhar. Eu me formei em Ciências Biológicas, meu trabalho final da faculdade foi desenvolver um estudo sobre plantas venenosas na América, meus professores gostaram muito, me dediquei dias incessantes nessa pesquisa, foram muitas noites sem dormir, muito café para ficar acordada, mas no fim tirei nota máxima e com certeza poderia escolher onde eu mais quisesse trabalhar. Então descobri o local perfeito - Instituto de Pesquisas Biológicas de Port Angeles- claro que fui aceita em vários outros centros de pesquisa pelo país, mas essa cidade era especial.

Port Angeles é vizinha da cidade onde minha mãe nasceu, e onde eu sempre quis conhecer, mas nunca tive chance - sempre estudando, morando fora - essa cidade chama-se Forks – fica no estado de Washington - minha mãe diz que é muito úmido por lá, que chove mais nessa cidadezinha que em qualquer lugar do mundo, que sua vida era monótona e pacata, que cresceu com meu falecido avô Charlie até os 10 anos e depois quando ele faleceu, ela se mudou com minha avó Renée para Nova York, onde conheceu meu pai e nunca mais quis voltar.

Meu nome é Renesmee Carlie Cullen, tenho 21 anos e nesse momento estou indo a caminho da minha casa para contar a grande notícia da minha mudança de planos aos meus pais, eu ia me mudar para Forks, trabalhar e morar bem longe deles, como eu ia contar isso? Eu não sei...

O farol abriu, segui viagem, meu carro estava bem ventilado com ar fresco - o que era muito bom, pois eu estava suando em bicas de nervosismo – enquanto eu pensava num jeito de contar que eu ia embora, ter minha independência, morar sozinha - Mamãe – papai, sabe aquela grana que eu economizei minha vida toda, então, vou comprar uma casa em Forks - ..........ai ai....minha família vai surtar, eles são protetores demais....nunca irão permitir isso.....tô perdida...

Meu pai se chama Edward, ele é um pai perfeito, carinhoso, divertido, super protetor, me ama muito e é na idade dele um dos homens mais lindos que eu já vi, sua pele assim como de todos da minha família e também a minha, tem a cor de marfim, somos muito brancos, seus olhos são de um castanho claro quase dourado, um cabelo acobreado e bonito, ele tem 42 anos, mas parece ter 20 de aparência e 100 de mentalidade, ele é muito antiquado.

Dizem que eu pareço muito com ele, eu não acredito que pareça, até porque se eu parecesse um pouquinho que fosse com ele eu não teria demorado tanto tempo para namorar, afinal ele é lindo - meu primeiro namorado foi com 18 anos, durou um ano e depois os outros foram apenas alguns rápidos relacionamentos - acho que sou meio estranha, vivo num mundo que parece não ser o mesmo que as outras pessoas, sei lá, minha tia Rose falou que minha mãe também se sentia assim, deslocada, antes de conhecer meu pai, as vezes eu penso se algum dia eu vou me encaixar no mundo de alguém também.....quem sabe, mas em quesito relacionamento eu realmente não tive muita sorte, não dava certo, pensamentos diferentes, diferentes ideais, o Derek (o que namorei um ano) estudava biologia marítima, éramos relativamente parecidos, pelo gosto pelo desconhecido, animais, vegetais, novas espécies, mas sei lá....ele conseguia ser mais maluco que eu.

Bom, minha mãe se chama Isabella Cullen mas todos a chamam de Bella, que de tão carinhosa comigo chega a ser grudenta, mas de um jeito bom sabe, apesar dela ser um pouco ciumenta também ela é mais liberal que meu pai - aliás, ela que me ajudou a convencer meu pai a me deixar namorar porque se fosse por ele, só quando tivesse 40 anos -minha mãe é linda também, dizem que meu cabelo e meu rosto parecem muito com meu pai, mas meus olhos cor de chocolate são iguais aos da minha mãe e minha personalidade também...bem parecida, como o gosto por coisas estranhas...por exemplo...- o cabelo dela é comprido e castanho, muito bonito, o meu é acobreado e vai até a cintura, fazendo cachos nas pontas, amo meu cabelo, dele sim eu tenho orgulho.

Estacionei meu carro na garagem, peguei o elevador, espero que esteja todo mundo em casa ia me poupar de contar tudo de novo, e de novo....
Eu moro num apartamento duplex na cobertura de um prédio na esquina com a 5° Avenida, minha família tem uma condição financeira muito boa - sempre tive tudo, gosto de ter tudo, quem não gosta né! - Meu avô Carlisle é médico, logo meu pai também quis seguir na mesma profissão, minha mãe é uma escritora famosa, escreveu uma saga que fez muito sucesso e já está com muitos planos, minha tia Alice que também é muito legal - tão fofa parece uma fadinha - ela é estilista de moda e desde criança me vestiu muito bem, minha tia Rose é como minha segunda mãe, ela é arquiteta e minha vó Esme a ajuda muito com vários toques de decoração, tio Emmett é casado com tia Rose e ele é treinador de Baseball e tio Jasper é o marido da tia Alice, apesar de bem novo ele é um ótimo psicólogo.

Todos vivemos em perfeita harmonia, tem épocas que esta todo mundo trabalhando muito, então quase não tem ninguém - mas agora por exemplo, esta todo mundo trabalhando com horários quase normais, então obvio que hoje é sábado, e eu estou ouvindo barulhos, então está todo mundo em casa...

Minha casa está em clima de velório, depois que eu sentei todo mundo na sala e contei meus planos, suas expressões foram mudando – de espanto, para incredulidade, para negação, até acabar na depressão profunda – mas no fim consegui explicar meu ponto de vista, acho que pela minha determinação eles ponderaram e decidiram aceitar – Liberdade, é sério!!?? – mas eles me deram algumas condições que terei que seguir - ligar todos os dias, vir visitá-los todo mês, sem hospedes masculinos, essas coisas - todas bem simples de cumprir, até porque não seria nada fácil me separar de minha família amada, que está comigo a vida toda, assim tão fácil, eu ia realmente ligar todos os dias, morrendo de saudade.

- Nessie, você guardou sua maquiagem na mala? Não vai esquecer – Tia Alice falou enquanto eu terminava de me arrumar.
- Ainda não tia, estou usando, quando eu acabar eu guardo, Mãe você viu meu secador?
- Ta aqui querida........eu não acredito que você está indo embora filha... – minha mãe falou com os olhos cheios d’água, eu ia sentir tanto a falta dela, que eu nem conseguia falar olhando em seus olhos, se eu olhasse tinha certeza que eu ia acabar desistindo.
- Obrigada mãe.
Meu pai, tio Emmett e tio Jasper estavam guardando as malas no carro, enquanto eu beijava todo mundo, um milhão de vezes seguidas. Já havia me despedido de todos mas meu pai e minha mãe ficaram por ultimo – ai Deus, como ia ser difícil –
- Pai, mãe, mês que vem estarei de volta pra ver todo mundo e assim que eu chegar lá, eu ligo, vou ligar durante a viagem também, prometo que só vou me hospedar em locais bons até chegar lá, não há com o que se preocupar....eu amo vocês de mais. – a ultima frase saiu embargada, e falada entrecortada pelo choro.

As lágrimas desciam soltas e eu soluçava quando eu peguei a estrada, deixei as janelas do meu New Beattle que eu amava, escancaradas, sentindo o vento fresco bater no meu rosto, era de manhã o dia estava lindo, quase sem nuvens e eu ainda teria uma longa viagem pela frente. Procurei no meu Ipod uma música que me levantasse o astral, não queria ficar triste, não mais – eu não estava indo para a forca, estava indo para a liberdade – peguei Lady Gaga, coloquei e aumentei o volume, coloquei meus óculos de sol enquanto cantava Poker Face.
No caminho eu ia olhando tudo por onde passava, meu carro abarrotado de malas – tinha que levar todas as roupas, eu estava me mudando oras..- Parei para abastecer, parei para almoçar, parei para dormir, acordei, tomei café, peguei estrada de novo, liguei pra minha família........ estava indo rumo ao desconhecido, nessa viagem maluca, rumo ao horizonte, rumo ao meu destino.....meu destino, eu sabia, podia sentir.

Finalmente eu li uma placa - que me deixou o estômago com borboletas, as mãos suando um pouco e um sorriso iluminado – onde se lia “Bem Vindo a Forks”.

Eu estava exausta e foi com um sobressalto que eu lembrei que na correria da mudança, eu nem sequer tinha reservado um quarto em um Hotel pra mim e já estava escurecendo. Eu precisava de um lugar pra ficar enquanto não achasse uma casa legal pra comprar ou alugar, ok, querer uma vida diferente e ser independente, mas começar desse jeito, só eu claro. – ri de mim mesma – “Vamos lá Nessie, vamos achar um hotel”. Comecei a prestar atenção aos locais que eu passava, e fui percebendo o quanto Forks era verde, realmente úmida como disse minha mãe – ri de novo quando vi algumas gotas de chuva cair no meu pára-brisa – era MARAVILHOSO - eu me senti acolhida, o clima era tão fresco e a cidade tão pequena e tão fofa, com casinhas rodeadas de árvores com vastos gramados na frente, passei em frente a um hospital, uma escola – provavelmente minha mãe estudou aqui – fiquei emocionada vendo tudo isso, era tudo tão diferente da minha realidade diária, já estava andando a algum tempo e não peguei nenhum trânsito – eu ri -
Depois que eu havia passado da entrada principal da cidade, percebi que aos poucos ia ficando um pouco mais movimentado, já tinha algumas pessoas nas ruas, alguns carros, comecei a ver algumas lojas de variedades, lanchonetes, bares, mas até agora nenhum hotel – Será que não tem hotel aqui??- resolvi perguntar para alguém, afinal já era noite, eu estava cansada, não queria ter que voltar para Port Angeles.
Avistei uma praça, com iluminação, parecia estar tendo algum preparativo para festa, oba....festa.. – “Para Renesmee, Hotel, Lembra?” – ok, mas vou perguntar aqui mesmo. Me aproximei de um grupo que conversava animadamente enquanto colocavam algumas luzes em uma árvore e acendiam uma fogueira ali próximo. Fui andando com o carro devagarzinho, observando – “Que interessante, o que será que estão fazendo? “– resolvi criar coragem e perguntar sobre o hotel.
- Oi, err...desculpe incomodar, mas eu gostaria muito de saber se tem algum hotel aqui por perto... – Todo mundo virou pra me ouvir “Que vergonha”-
- Oi, então, hotel tem sim, mas fica a dois quarteirões daqui... – me disse um garoto de sorriso largo, pele avermelhada com cabelos bem pretos, com um jeito bem jovial, simpatizei com ele.
- Bom, ok, obrigada de qualquer forma, ainda não conheço a cidade, então digamos que estou um pouco perdida – falei francamente, sentido ser observada por todos, imediatamente minhas bochechas ficaram vermelhas, ops...hora de ir embora.
- Forks não é a cidade mais turística da face da terra, quem chega aqui, sempre se perde – ele riu novamente – Aliás meu nome é Seth.
- Oi Seth, obrigada, me sinto melhor agora, menos tapada – eu ri - meu nome é Renesmee Cullen.
- Rennn...
-Renesmee....me chama de Nessie, é meu apelido, fica mais fácil. – todo mundo erra meu nome – Bom, vou indo, até a próxima Seth.
- Se você precisar de um guia qualquer hora dessas Nessie, me procura lá na reserva, fica em La Push, todo mundo conhece, é só você perguntar, aí eu te mostro a cidade e tudo, aí você conhece o pessoal da reserva também, ia ser legal.
- Ok, quanta hospitalidade, espero que as pessoas de Forks sejam assim como você – eu ri com a verdadeira afirmação que fiz, gostaria mesmo - a gente se fala.

Bom, meu primeiro contato na cidade foi com uma espécie de tribo indígena, que interessante, minha vida aqui ia ser muito diferente.

Acelerei um pouco e rapidamente achei a placa Forks Hotel, até que enfim. Estacionei, desci do carro e fui até a recepção - era pequena tinha um balcão de madeira, alguns quadros numa sala de estar na entrada, com uma tv, duas poltronas e uma mesinha de centro além do sofá de três lugares, claro – Tinha uma garota sentada na recepção, devia ter uns 20 anos - pele bem clara cabelos escuros – parecia bem distraída com uma revista quando eu entrei.
- Desculpe se incomodo, boa noite, vocês tem quartos disponíveis? – Ela me olhou com certo interesse e pela sua cara fazia tempo que alguém de fora não vinha aqui –
- Oi, eu que me desculpo, por estar tão distraída – ela riu, um sorriso de aparelhos – temos quartos sim, aliás nessa época do ano não temos quase turismo, as coisas ficam meio paradas por aqui – ela deu de ombros – bom de qualquer jeito, você parece cansada, vou te arranjar nosso melhor quarto, por quanto tempo você pretende ficar? – ela me perguntou me olhando com certa ansiedade –

- Bom, eu preciso ficar pelo menos alguns dias, até eu achar uma casa, vou me mudar pra cá sabe, vou trabalhar em Port Angeles.
- Nossa, que legal, vamos ter mais uma moradora, que bom, aliás meu nome é Ângela, se você precisar de alguma coisa, qualquer coisa é só falar.
- oi Ângela, meu nome é Renesmee, mas pode me chamar de Nessie, se você puder me dar algumas informações mais pra frente eu agradeço – eu sorri sinceramente, Ângela parecia mesmo uma boa pessoa, não precisei ver o futuro pra saber que ela seria minha amiga, isso aqui ta ficando muito bom –
- Ok Nessie, vou te ajudar a levar as coisas pro seu quarto, você parece bem cansada.
Enquanto subíamos as escadas com um monte de malas e apenas duas mulheres, a cena ficou engraçada, nós rimos juntas. Abri a porta do quarto e entrei, era pequeno, mas era uma graça, todo arrumadinho, estava bem limpo, com lençóis brancos, um armário, dois criados mudos, uma mesa com duas cadeiras, tudo de madeira clara, o piso também era clarinho – tudo dava um ar bem leve ao ambiente, gostei, me senti bem – Em seguida Ângela me deixou sozinha prometendo em breve voltar com meu jantar. Tirei minha roupa, entrei no chuveiro, precisava urgente de um banho demorado, afinal foram três dias de viagem de Nova York para Forks. Saí do banho, coloquei um pijama leve.

Fui até a janela do quarto, dava para um gramado cercado por vegetações e umas árvores com musgo no tronco – tudo tão verde – caia uma chuva fininha nessa hora, fiquei pensando o quanto seria difícil minha nova vida, imediatamente corri na minha bolsa peguei meu celular e liguei pra minha mãe.
Falei com todos e enquanto conversava no celular, minha nova amiga Ângela bateu na porta do quarto trazendo meu jantar, que agradeci prontamente enquanto ela me desejava bom descanso, conversei mais um pouco com meu pai, falei que eu tinha uma semana antes de começar meu trabalho novo, que estava ansiosa para achar uma casa pra mim e mobiliar ela toda, enfim, falamos de coisas bobas, mas que me lembravam que eu tinha uma família linda.

Depois que falei com eles jantei na cama, assistindo tv, quando acabei de comer mal conseguia ficar com os olhos abertos, escovei meus dentes e deitei. Dormi na mesma hora, um sono tranqüilo, sem sonhos.
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Ter 18 Out 2011, 08:25

Bom acho que soua aprimeira aler sua fic
renesmee black.

eu meio que me senti no comeso da saga
uma volta ao passado, me senti muito bem
gostei muito do seu primeiro cap.
sei que é difil o primeiro mais tenha certeza que ficou muito legau.

bom tenho algumas amigas no forum que vão
gostar de ler sua fic.
vou avisa-las.
continua postando que eu ja estou gostando
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Ter 18 Out 2011, 09:45

oba......obrigadaaaa.....já que tenho pelo menos uma leitora, vou postar o segundo capítulo amanhã.....na verdade eu já fiz vários, mas estou morrendo de medo de postar, pois a fic está diferente já que os Cullen não são vampiros, mas vou engolir o medo e vou apostar na minha fic.........e amanhã será especial pra você Saracullen, minha primeira leitora.
Jacobeijos para você e para todas que lerem.... >}
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Qua 19 Out 2011, 08:29

muito bem renesmee bleck.
perca o medo, não é facil eu sei mas todo
começo é assim difil, sei porque já passei por
isso quando comesei a postar a minha fic neste forum
e foi com o apoio de algumas amigas que conheci aqui
que tive coragem de postar a minha.


va em frente garota, perca seu medo
não pense que vc é diferente só porque quer
que sua historia seja do jeito que vc sempre quis que
acontesesse.


é muito bom quando agente escreve porque
tudo que pensamos acontece e isso nos deixa feliz.


saiba que eu vou vir visitar a sua fic sempre.
se quiser comversar é so dar uma passada no meu top
new night...é lá que escrevo como eu gostaria que
tudo acontesesse.
bom ate o proximo cap.


emybeijjoosss pra vc!!!!!!!!!!!!!!

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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Qui 20 Out 2011, 06:50

Valew Saracullen, pelas palavras de encorajamento
é mesmo bem complicado....dá um medinho...rsss...
mas ó quem quiser acompanhar a fic pelo site de fanfic o endereço é esse aqui.....entra lá e deixa um review...
e deixe um escritor feliz!!!!!!!!!! Laughing
http://www.fanfiction.com.br/historia/168542/Sol_Do_Meio_Dia
lá nesse site tem a capa da fic....está muito bonita por sinal....hehehe....
e vamos ao que interessa, mais um capítulo de sol do meio dia


Capítulo 02 – Primeiras impressões.

Acordei naquela manhã revigorada, olhei no relógio eram 09:30 da manhã, oba, eu ia aproveitar meu dia, até porque era terça – feira, um dia de trabalho normal em Forks, eu estava ansiosa para ver a rotina da cidade, ver o povo local e se desse tempo eu iria naquela reserva indígena que aquele garoto falou. Com essas idéia eu levantei da cama, entrei no chuveiro, tomei um banho, sequei meu cabelo no secador – o que dava um certo trabalho, meu cabelo ia na cintura – coloquei uma saia jeans – Aproveitei porque ainda era verão, e não estava chovendo – uma regata branca e uma sandalinha baixa, também branca, passei uma maquiagem bem leve, peguei minha bolsa, minha chave do carro e saí – Eu tinha certeza, hoje seria um grande dia –
Quando desci, minha nova amiga Ângela ainda não tinha chegado, tinha só um senhor na recepção, lendo um jornal, quando me viu desejou bom dia. Devia ser o pai de Ângela, como vim saber depois o hotel era da família dela.
Entrei no carro e fui dirigindo até uma lanchonete que minha mãe me falou que adorava quando era criança, claro que perguntei para alguém como chegava, mas consegui. Pedi panquecas, ovo com bacon e suco de laranja, realmente era uma delícia, no fim ainda tomei um cafezinho, puxei assunto com a garçonete e ela me disse que tinha uma boa Imobiliária, da família dos Newton aqui perto.
Fui na imobiliária, quando cheguei lá fui recepcionada por um cara simpático, Mike, que logo me informou ser um dos Newton. Eu contei a ele como eu queria mais ou menos a minha casa, ele falou que não seria muito fácil achar uma casa com tantas janelas de vidro, pois na região a maioria das casas era com janelas de madeira, quase não tinha casas modernas na região, mas que iria tentar muito me ajudar.
- Bom Nessie, se eu achar essa casa que você tanto quer, você no mínimo tem que aceitar jantar comigo, sabe, não será nada fácil – ele disse sorrindo meio sem jeito –
- Desculpe Mike, mas estou totalmente focada no meu trabalho, não quero nem um tipo de relacionamento agora, mas se você quiser a gente da uma volta e toma um sorvete, mas não te prometo nada mais que isso – eu falei com minhas bochechas corando, é verdade não queria homem nenhum nesse momento tão louco da minha vida –
- Tudo bem, sorvete pra mim ta bom – ele falou com um sorriso amarelo
- Mas primeiro, ache a casa. – eu disse rindo, já dando um adeusinho enquanto entrava no carro.

Parei num posto policial e perguntei onde ficava a reserva de LaPush, ele me indicou o caminho com um meio sorriso nos lábios – o que estava acontecendo com os homens de Forks, não tem mulher nessa cidade não, eu ri por dentro, eu estava realmente amando isso aqui – o caminho era fácil, o guarda falou que lá não tem muito o que ver, mas tinha uma praia bem legal e é claro que eu vou lá para conferir - não sei porque mas depois que aquele garoto falou da tal da reserva eu fiquei com uma vontade louca de ir até lá.
O caminho era quase uma trilha, tudo cercado de árvores, mas era muito bonito também.
Quando cheguei na reserva percebi que as casinhas eram bem parecidas, de madeira, com um tom meio envelhecido, com muitas árvores ao redor e uma floresta densa ao fundo, fui seguindo bem devagar, vendo tudo, absorvendo todas as imagens possíveis, quando vi, em cima de uma pequena colina, havia uma construção bem maior e tinha uma movimentação grande de pessoas e eu como sou absurdamente curiosa fui ver o que era. Subi a colina a pé mesmo, embora minha sandália não ajudassem muito na subida eu cheguei rápido, tentando ser o mais discreta possível.
Estava acontecendo algum tipo de festival e lá ao que parecia era uma escola, me aproximei devagar por trás das pessoas, havia um monte de crianças e elas estavam num tipo de apresentação de uma peça teatral, parei para assistir.
As crianças faziam uma apresentação, todos vestidos como uma tribo antiga e contavam histórias de lendas. Era engraçado ver todas aquelas criancinhas de pele avermelhada e cabelos pretos fazendo coreografia, era muito fofo. Ao final da apresentação se aproximou um rapaz que ao meu ver era algo como o mestre de cerimônias.
- E essa foi a turma do 1° ano da sala Borboleta, com a peça A lenda tribal do sol. Aplausos para essas crianças talentosas.... – Todos aplaudiram entusiasmados, inclusive eu – e aplausos para a professora de artes Tia Emily – todos aplaudiram novamente.

Enquanto o mestre falava, eu dei uma olhada ao meu redor, em cima do palco onde estavam as crianças tinha uma faixa com os dizeres – Festival anual de Tradições Quilleute – o festival estava sendo realizado ao ar livre com tendas cobrindo caso chovesse, tinha muita gente, todas com traços parecidos, mas tinha muita gente de fora também, assim como eu, então eu não era o centro das atenções – Ufa-
Tinha também umas barracas com artesanato, cada coisa linda e tinha barracas de comida também, lembrei que já estava na hora do almoço, senti uma fominha, fui até uma barraca onde vendia churrasco – nham, adoro – pedi um hambúrguer grelhado com fritas – enquanto eles preparavam meu almoço eu avistei de longe um rapaz alto com sorriso juvenil conversando alegremente com uma garota – Ei, Seth – eu gritei, ele me viu e arrastou a garota com ele também.
- Olá, que bom ver você aqui – ele disse com um sorriso sincero – Leah essa aqui é a garota nova na cidade que eu te falei de ontem quando a gente tava divulgando o festival.
- Ah....encantada – ela disse com um tom de sarcasmo na voz com o canto dos lábios meio tortos, eu entendi certo?Ciúme?-
- Nessie né o seu nome? - eu balancei a cabeça afirmando – Nessie, essa é minha irmã Leah, não repara na cara de azeda não, ela é assim mesmo – ele disse meio que tirando um sarro dela –
- Oi Leah, desculpe Seth, não queria incomodar, era só pra dar um oi...- ele me cortou no meio da frase –
- Imagina Nessie, eu esqueci de te falar do festival hoje, ontem a gente estava divulgando e eu nem te dei o convite, que tonto – ele se deu um tapa na testa, eu ri – mas, antes que eu esqueça, o fim do festival será na praia, um lual, vem, por favor, vai ser legal, quero te apresentar o pessoal e minha irmã, prometo que ela não vai mais te encomodar. – ele pareceu meio sem graça –
- Ta bom Seth, eu venho, adoro lual – eu ri, gostava muito mesmo – vão estar todos lá? Você vai Leah? – perguntei esperando que ela fosse me ignorar –
- Claro, não gosto de deixar meu irmãozinho sozinho – mas dessa vez ela riu, acho que as más impressões já se foram, ufa , não estava nem um pouco afim de ter algum tipo de inimizade com alguém–
- Bom, vou pra casa então, preciso ficar á caráter né, para uma festa na praia – dei um sorrisinho –

Me despedi deles, comi meu churrasco, desci a colina e fui pro hotel.
Quando cheguei a minha nova amiga estava lá.
- Oi Ângela – eu falei cumprimentando com bom humor.
- Oi Nessie, estava dando uma volta? – ela sorriu de volta vendo meu sorriso.
- Sabe, eu fui hoje lá na reserva em La Push, ta tendo um festival, e eles vão fazer um lual essa noite, um novo amigo meu e a irmã dele me convidaram, você não quer ir comigo pra eu não ir sozinha? – perguntei esperançosa, mordendo o lábio inferior –
- poxa Nessie, que pena, eu queria mesmo ir, mas, amanhã é quarta – feira, eu trabalho, meu pai disse que se eu quiser fazer o meu curso de música, vou ter que dar conta do hotel o ano inteiro, e além disso, meu namorado Eric, vem aqui hoje – essa parte ela disse com um brilho nos olhos –
- Tudo bem Ange, eu é que estou folgada essa semana mesmo – eu ri – você ta namorando é? Eu vi o brilho nos seus olhos agora quando falou dele...- falei com cara de quem pegou no flagra.
- é, eu o amo muito, nós tivemos tantos desencontros até conseguir ficarmos juntos, que agora parece o céu...- ela disse essa ultima parte suspirando –
- ai, o amor, que inveja, o único namorado que eu tive, me largou para ir pro Caribe, estudar golfinhos....é mole?...- nós duas rimos – sinto falta de me sentir atraída por alguém, o coração fica aceleradinho, tão legal....Bom, deixa eu ir me arrumar, quero ir bem bonita nesse lual, afinal, primeira impressão neh...é a que fica. – falei já começando a subir as escadas.
- Boa sorte Nessie, arrasa... – ela gritou pra mim enquanto eu subia a escada e gargalhava.

Puxa, Forks estava me surpreendendo, eu estava gostando cada vez mais, estava louca para fazer novos amigos antes de começar meu trabalho sem fim.
Entrei no banho, tomei um banho caprichado, lavei bem meus cabelos com meu shampoo favorito de cheirinho de morango, saí do banheiro e liguei para os meus pais pra contar como foi meu dia. Meu pai ficou um pouco preocupado com a historia do lual.
- Filha, é um pouco arriscado, você é nova na cidade e ficar metida num lual indígena, só você mesmo Renesmee Cullen.- ele falou realmente um pouco irritado comigo – não já basta você se afastar de nós para ir trabalhar do outro lado do país, numa cidade onde só tem mato, sem ninguém que você conheça, e ainda quer ir nessa festa – ele agora estava ficando realmente exaltado.
- Pai, pra começar é um lual em família, não de jovens índios, drogados delinquentes – eu ria enquanto falava – e eu já conheço alguns deles, conheci hoje no festival, eles que me chamaram, eu não vou entrar lá de penetra, e pai, eles não são índios com lanças e penas na cabeça – agora eu gargalhava – por Deus pai, eu te amo.
- Ta bom, ok, vai lá, mas qualquer coisa, me liga mesmo ta, se não vou ficar preocupado Nessie, filha você está tão longe...
- Ta pai, pode deixar – eu podia ouvir minha mãe rindo muito do lado dele-
- Beijo querida, se cuida....Bela, não tem graça nenhuma....- ele ia falando enquanto desligava o celular.


Escolhi um vestido branco baloné, tomara que caia, ele era bonito e simples, sequei meu cabelo no secador, tomando cuidado para deixar as pontas com cachos perfeitos, coloquei minha franja de lado, um chinelinho baixo com pedrinhas de cristal, umas pulseiras, gloss, rímel, blush, meu perfume favorito, tudo pra me sentir linda – algo me dizia que esse lual seria demais –

Quando cheguei na praia, estacionei meu carro na rodovia e desci pela areia com meu chinelo nas mãos e fui descendo sentindo a areia fresca em meus pés. Tinha bastante gente na praia, muitas tochas e fogueiras, como eu ia achar o Seth desse jeito? Muita gente de fora, aliás, achei que Forks inteira estava lá, tinha muitas mesas com frutas e quase todo mundo usava um colar havaiano que uma garota simpática distribuía, peguei um também, lógico, meu objetivo era me misturar e fazer amigos.
Fui até a área das bebidas e comprei um drink muito lindo que vinha num abacaxi cortado, era forte, mas era muito gostoso. Estava tomando meu drink e petiscando alguns salgadinhos quando avistei o Seth, ele estava com algumas pessoas, mas como o álcool eu acho, já estava começando a fazer efeito, decidi ir lá pessoalmente cumprimentá-lo.

Quando cheguei na roda com um sorriso no rosto, um drink numa mão, chinelo na outra, aconteceram muitas coisas ao mesmo tempo;
Seth me viu, sorriu pra mim, enquanto eu sorria de volta, olhei ao meu redor e vi algo que ia mudar o meu destino para todo sempre.
Meu queixo caiu, para uma boca semi aberta enquanto eu tinha a visão do Deus Grego Meio Índio parado na minha frente, ele tinha uma pele castanho avermelhada, cabelos compridos com metade de cima preso e o resto do cabelo solto que passava do ombro, muito preto e liso, ele estava todo de branco assim como quase todo mundo, mas ele, nossa, ele estava com uma calça de linho e uma camisa que lembrava uma bata masculina com magas compridas que ele puxou até o cotovelo, aberta no pescoço, com umas cordinhas trançadas e penduradas, formando uma gola em V e mostrando o começo do seu peitoral – extremamente definido – mas o que realmente acabou comigo foi quando nos olhamos nos olhos – OH GOD – eu não tenho como definir o que eu vi, ele estava me olhando de uma forma assustada com os olhos bem abertos e sua boca também como a minha, vergonhosamente aberta, seu rosto era forte, marcante, seu queixo tinha uma covinha linda, seus lábios eram grossos e avermelhados, tinha sobrancelhas bem definidas, o rosto completamente liso, sem espinhas, sem sardas, sem linhas de expressão, parecia uma obra de arte com aquela cor maravilhosa de pele, mas seus olhos de um negro profundo e marcante, com os traços dos olhos puxados como os de índio - eu realmente não consigo explicar- enquanto ele me olhava de um jeito estranho, eu percebi que estava paralisada olhando pra ele, enquanto ele me encarava agora com uma expressão de medo, percebi que nunca mais eu seria a mesma Renesmee, que alguma coisa mudou, fui tomada de susto, de medo, de desejo, foi quando eu quase caí, Seth que estava ao meu lado me segurou, o meu Deus grego me segurou também.
- Vo..vo..cê está bem?...eu...é..- ele gaguejou enquanto falava, com uma voz rouca e doce, que eu nunca mais iria esquecer.
- Eu esqueci....de respi...rar...- eu disse entrecortado, enquanto eu estava tendo um enfarte com a aproximação dele, porque eu pude sentir seu cheiro, era amadeirado, e perfeito, eu arfei.

Ele olhou pra mim com um jeito apavorado, ele estava tremendo muito, eu sentia suas mãos quentes e tremulas me segurando pelo braço, enquanto eu lutava para levantar.
- Jacob...- eu ouvi alguém dizer
- Sam, ....eu......é loucura....não posso ficar aqui... – ele falou cambaleando pra trás, enquanto me olhava tenso –
- Jacob, se controla, aqui não... – disse o que eu acho que era o tal de Sam.
- Tenho que ir,...- disse com a respiração falhando - não posso ficar aqui...- e saiu correndo, tão rápido que eu não consegui segui-lo com o olhar-

Fiquei sentada na areia, que nem uma idiota, morrendo de vergonha, enquanto aquele monte de caras enormes, ficaram em volta de mim, trocando olhares significativos, que eu provavelmente não ia querer saber, quando Seth falou de um jeito meio sem graça.
- Pessoal essa aqui é a Renesse.
- Renesmee - eu o corrigi
- Renesmee, ela é nova na cidade e eu a convidei para vir ao lual, então como minha convidada, gostaria de pedir que todos dêem o melhor tratamento ao estilo Quilleute...
- Não precisa Seth.....- eu levantei, não iria ficar nem mais um minuto ali – quem quiser pode me chamar de Nessie, é mais fácil, e eu já vou indo.
- Nessie, prazer, eu sou Sam Uley – eu o reconheci como o mestre de cerimônias do festival – me desculpe pelo Jacob, é meio complicado.... – ele falou meio sem saber o que dizer.
- ta....Jacob...- eu falei meio perdida, então esse era o nome do meu Deus Grego- Não importa....tudo bem, eu já estou de saída mesmo.
- Não Nessie, fica mais – disse o Seth – deixa eu te apresentar ao pessoal, esse aqui é o Quill, Embry, Sam, que você já conheceu, Jared e Paul – ele falou apontando para cada um deles.
- Prazer em conhecer todos vocês – eu disse na verdade sem prazer nenhum, afinal quem eu queria conhecer não estava ali. – Desculpe ter acabado com a noite de vocês, pelo menos parte dela, Seth, pede desculpas para o ....Jacob...- falei engolindo em seco - Se eu sei lá, prejudiquei a noite dele de alguma forma – eu falei quase chorando, as lágrimas beirando meus olhos – e boa noite a todos... – eu falei já me afastando deles e quase correndo, em direção ao meu carro.

Quando entrei no carro, eu não precisava segurar mais nada e então desabei, apoiei minha cabeça nos braços que estavam cruzados no volante e chorei, um choro de angustia, de rejeição...Como podia ele nem me conhecer e sair correndo, como se eu fosse contagiosa, enquanto meu único pecado era ser ridícula, porque eu o fiquei secando, abobalhada, sem respirar, passando mal, na cara dele como uma maluca pervertida, claro que ele saiu correndo, se fosse eu, eu sairia também, que vergonha...” Nunca mais eu ponho os pés nessa reserva”...eu tentei prometer a mim mesma, sendo que a minha vontade era voltar lá e perguntar pra eles onde era a casa “Dele” – não diria mais seu nome enquanto nós não fossemos devidamente apresentados, porque eu ainda tinha esperanças?- então iria lá e ia perguntar na cara dele se ele era gay, porque não tinha nenhum problema uma garota sentir atração por alguém, não precisava ter saído correndo, seu covarde!!!!!!!!....arrrggghhh....que raiva...nunca mais eu iria esquecer disso.
Fechei meu olhos e chorei alto, soluçando,esbravejando, gritando o porque daquilo tudo, lágrimas molhando todo o meu rosto. Ao longe eu ouvi um lobo uivar, esse uivo refletia a minha dor, eu combinava com ele, eu estava uivando por dentro também.





espero que gostem....e comentem por favooooooooorrrrr!!!!!!!!

Jacobeijos para todas vocês[/color]
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Qui 20 Out 2011, 07:52

menina o que é issso tudo

muito mais muito bom mesmo

estou adorando sua historia.....


e qual sera o problema com o jake meus deus
vc me deixou preoculpada com meu gato...
esperando um novo cap...


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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Qui 20 Out 2011, 07:57

owwwwnnnnn....que bom que você gostou...enquanto ninguém mais lê minha história, ela é especial para você Saracullen.....rssss.......AHHHH!!!!!,,......tô lendo sua Fic também, tô no terceiro capítulo, vou comentar depois lá.....mas a sua história é bem diferente né????.......tá muito bem escrita, adorei, parabéns!!!

e obrigada por tudo....amanhã eu posto o 3° capítulo de Sol do meio dia.

bjos e bjos para vc.
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Qui 20 Out 2011, 09:48

estou contando os segundos para continuar a ler sua fic

ela me lembra muito quando eu me apaixonei pela
saga e agora é como se fosse uma nova paixão só
que melhor porque agora é a vez do meu jake ser feliz

e por mais que isso doa saber que ele vai ter uma pessoa pra
ele eu me sinto feliz pois tudo que mais quero é a felicidade dele.


bom então venho ler sua fic amanhã

emybeijos a vc
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Sex 21 Out 2011, 08:11

obaaaa....novo capítulooooow....
vamos ao que interessa...




Capítulo 03 – Muito Confuso


Cheguei no meu quarto de hotel, chorei mais um pouco, abri a janela pra entrar um ar bem fresco, para meio que apaziguar meu calor interno, daqueles olhos escuros, lindos....
Troquei de roupa, me deitei, não fechei a janela, queria sentir frio, me cobri com a coberta, sentindo o vento frio em meu rosto e dormi, com os olhos inchados de chorar. No meio da noite eu me assustei, acordei não sei por que, não me mexi, apenas abri os olhos e eu vi uma pessoa, apoiada no parapeito da janela, como se estivesse ali há muito tempo me observando, me assustei, o quarto estava escuro, não consegui enxergar o que era, mas eu me mexi, de medo e a sombra saiu da minha janela muito rápido. Minha terrível mania de dormir com a janela aberta, sempre gostei, era refrescante...- que droga – eu pensei....preciso logo me mudar pra minha casa, fiquei com medo desse quarto idiota agora.

Na manhã seguinte acordei tão mal, parecia que estava de ressaca, de certa forma era, ressaca moral, fiquei deitada na minha cama vendo televisão, não queria ver ninguém, não queria falar com ninguém, mas ao mesmo tempo era um absurdo tão grande eu estar me sentindo um lixo, porque um cara gato, maravilhoso, qualquer, saiu correndo com medo de uma lunática como eu, morrendo de desejo por ele, um cara que eu nunca vi na minha vida me fez quase desmaiar, sem ar, que ridículo.
Resolvi comer alguma coisa, fui na lanchonete que eu gostava, me alimentei, peguei meu carro, fui até Port Angeles, levar meus documentos, eu ia começar na próxima segunda-feira, ainda era quarta, mas não tinha nada melhor pra fazer mesmo.
Quando voltei, encontrei a Ângela conversando com – acho que seu namorado – na frente do hotel, quando eu ia passar para cumprimentar meu celular tocou no meu bolso, era o Mike, da Imobiliária.

Corri pra lá, ele disse que tinha achado uma casa e queria me mostrar. Quando cheguei, ele estava com um sorriso presunçoso no rosto.
- Rá, não falei que eu ia achar uma casa pra você, agora você me deve um sorvete – ele disse já rindo quando cheguei.
- Calma aí meu amigo, vamos ver primeiro a casa, só pago sorvete se eu ficar com ela – e cruzei meus braço com ar desafiador- ele riu de mim

Entrei no carro do Mike e fomos conversando no caminho, ele era bem legal, eu não ficaria com ele, mas com certeza estaria na minha lista de amigos, eu estava distraída relatando coisas sobre minha faculdade quando ele disse:
- Chegamos.
Olhei em volta e vi uma casa toda pintada de branco, com laje branca alta, de forma que não dava pra ver o telhado, era um sobrado de dois andares, todo cheio de janelas enormes de vidro – ERA LINDA –
Quando entrei fiquei ainda mais feliz, era uma casa pequena, mas muito arejada, apesar de não ter gostado do piso, uma madeira escura e a cozinha ser grande de mais – “ Não tenho ninguém para quem cozinhar, nem alguém pra fazer nada pra mim, vou me sentir muito vazia nessa cozinha isso sim”- pensei melancólica.
Embaixo, você entrava e dava de cara com uma sala junto com a cozinha, tudo aberto e no meio uma escada, lá em cima tinha duas suítes e mais um banheiro no corredor, era tudo simples, eu faria algumas melhorias, mas no geral estava bom.
- Ok, Mike, você venceu, eu fico com a casa, qual o valor?
- err...Nessie, essa casa não está à venda, só locação, infelizmente, eu até tentei falar com o dono pra tentar persuadir a venda, mas ele não quis, desculpe.
- Tudo bem Mike, eu fico com ela assim mesmo. – eu sorri, na verdade eu nem queria comprar ela mesmo, eu acharia a minha casa perfeita um dia –

No caminho de volta foi que eu reparei, que a rua dessa casa é tipo uma avenida que leva para a rodovia que vai para La Push, eu ia morar perto de lá, da reserva......quanto azar um ser humano podia ter?..
Quando chegamos na imobiliária, assinei meu contrato e transferi da minha conta o depósito da casa, paguei dois meses adiantado para poder ir comprando os móveis sem me preocupar com aluguel, peguei minhas chaves da casa nova – Sério...isso foi emocionante –

Despedi-me de Mike com a promessa do tal sorvete, com as chaves na mão, um orgulho no peito e um grito preso na garganta; - INDEPENDÊNCIAAAAAA... – Eu gritei quando estava na estrada.
Eu gargalhava quando contei para os meus pais sobre a casa, de tão feliz que eu estava, amanhã mesmo eu ia até Seattle fazer minhas compras da casa nova junto com meus pais, nós iríamos dormir por lá e sexta-feira eu estaria de volta, ia ser ótimo.
Pelo menos com as novidades eu fiquei mais contente, mas dentro de mim, por mais que eu quisesse esquecer, fingir que nada aconteceu, eu não conseguia esquecer aquele homem, ele me infiltrava na mente de um jeito absurdo, como eu queria ouvir sua voz novamente, sentir aquele cheiro.....ai Deus....será que se eu fosse na reserva como quem não quer nada, visitar o Seth..- eu ri comigo mesma tentando arranjar uma desculpa para ir lá, me perguntando se eu não tinha vergonha na minha cara –
Durante essa noite, devido aos acontecimentos, eu demorei pra dormir, estava ansiosa, cheia de expectativa e morrendo de saudade dos meus pais que eu ia ver amanhã, eram 02:30 da manhã, eu estava na janela, observando o luar atentamente, sonhando com minha casa nova, emprego novo e como seria bom um namorado novo, moreno, alto, forte, de olhos escuros e cabelos negros de voz rouca........ quando eu vi. De longe, uma sombra preta estava parada, era diferente das sombras das árvores e como eu já estava ali com meu quarto todo escuro olhando também para a escuridão, meus olhos estavam acostumados com o escuro, então era nítido que aquilo não estava ali antes, não fazia parte daquele ambiente, era outra coisa, e uma coisa MUITO grande, sem brincadeira devia ter uns dois metros e muito largo, dava quase duas pessoas uma do lado da outra, o que era aquilo? – Um Urso? Aqui? Essa hora? – que estranho, e o mais estranho era que parecia que de longe a coisa me observava, eu senti meus joelhos fraquejarem quando percebi que era totalmente verdade essa minha afirmação, eu sentia como se estivesse sendo observada de fato – Por um bicho? – ok, devo estar ficando louca. Mas eu quase morri de verdade quando o bicho se ergueu nas duas patas – ficou com uns três metros de altura - farejando o ar ou ouvindo ao longe, como se alguém o chama-se. Ta bom, chega de janelas abertas. Depois dessa visão absurda, fechei a janela e percebi que sentia sono, resolvi dormir um pouco, ainda estava confusa e com medo do que eu vi, mas já estava tarde, bateu um soninho.....– Apaguei.

Acordei de manhã cedo, me arrumei e fui encontrar minha família em Seattle, leva cerca de quatro horas de carro até chegar lá, mas eu adoro viajar com meu Beettle lindo prata e conversível, mas nunca deixo a capota aberta, tenho medo de chover e molhar tudo, ainda mais em Forks. Estava um dia friozinho, a chuva caia de fininho no vidro do carro, eu ia comendo uma batatinha frita, ouvindo música, quando um guardanapo que estava na minha mão voou pela janela, olhei pelo retrovisor pra ver se tinha acertado alguém – Droga, esse vento atrapalhou - atrás de mim só tinha um carro vermelho meio antigo, distante um pouco de mim. Ok, sem problemas, não matei ninguém.
Quando cheguei em Seattle, fui direto para o shopping onde nós havíamos combinado, minha mãe estava eufórica por me ver, meu pai também. Nós conversamos muito, almoçamos juntos, fizemos muuuitas compras, conversamos mais ainda – E quando meu pai, perguntou sobre o lual, disse apenas “ Foi bom”, meio que dando de ombros, a última coisa que eu queria era dar motivos para meu pai super protetor ficar preocupado – Quando foi a noite, nós saímos para jantar, mas primeiro pegamos um quarto no hotel, o meu tinha uma varanda linda, subi, tomei banho, me arrumei e fui jantar com meus pais.
Foi ótimo, nós conversamos e rimos muito, eu estava realmente com muita saudade da minha família, eu nunca havia passado tanto tempo longe deles. Eu levantei para ir ao banheiro, me lembrei que minha bolsa ficou na mesa, me virei meio rápido, pra voltar a mesa e esbarrei em alguém que estava atrás de mim – Desculpe – eu falei, meio envergonhada pela mudança brusca de caminho, mas quando eu falei me virando para ir a mesa, eu senti um cheiro, um cheiro que eu só havia sentido uma vez em toda a minha vida, um cheiro amadeirado, forte, e delicioso, meu coração veio na boca, aos pulos, me virei de novo na direção daquele homem, mas eu o vi entrando no banheiro masculino, ele estava com um sobretudo preto com as golas altas e um chapéu, ou seja, não vi absolutamente nada dele...- Que pena, eu só queria sentir o cheiro de novo – Acho que estou ficando louca sabia? Isso é sério....Voltei para a minha mesa mas passei o resto do jantar tentando ver aquele homem de novo, claro que nunca mais o vi.

Dormi bem, tranqüila, quando acordei, tomei banho, encontrei meus pais, tomamos o café da manhã juntos, como nos velhos tempos e depois nos despedimos, minha mãe toda chorosa me deu um milhão de beijos na bochecha, eu amei, estava tão carente, abracei meu pai até sufocar e fui embora.

O caminho de volta foi tranqüilo, tirando a parte que um cachorro maluco saiu correndo pro meio da rodovia, tive que apertar o pé no freio pra não atropelar e um carro vermelho quase bate atrás de mim, quase um acidente, se bem que pro carro que ia atrás de mim seria pior, o meu é um carro novo e ele ia ficar preocupado se batesse no meu carro, porque o dele era meio antigo, e ele teria que pagar, mas eu nem ia cobrar e.... – Opa, Carro antigo vermelho? De novo? Ta me seguindo? – Ops, acho que to ficando maluca mesmo, é aquele Índio, depois que o conheci, agora to com mania de perseguição, vendo animais enormes a noite, sentindo cheiros impossíveis –

Cheguei no Hotel, conversei um tempão com a Ange, ela realmente é uma pessoa doce, o seu namorado Eric, também é bem legal, eles são muito fofos juntos. Era sexta-feira então saímos nós três, fomos a um Pub próximo. Nós conversamos e rimos muito, foi legal, ela me apresentou uma amiga dela chamada Jéssica, que também logo virou minha amiga. Cheguei em casa exausta da viagem e do barzinho, tomei um banho rápido e dormi.

Minhas compras de Seattle iam chegar na segunda-feira, e o pessoal da P.B.P.A (Pesquisas Biológicas de Port Angeles) me ligou avisando que meu primeiro dia no trabalho só ia começar quarta-feira, que bom, se tudo desse certo eu já estaria na minha nova casa – essa expectativa me deixou animada –
Aproveitei meu sábado para ir em Port Angeles, comprar mais coisinhas para casa, dessa vez, apenas utensílio pois percebi que comprei fogão, geladeira, microondas, mas não comprei nenhuma panela, nem panos de prato, nem copos... – eu ri, quem disse que montar uma casa seria fácil – Ainda bem que eu tinha economizado bastante dinheiro, ia conseguir mobiliar minha casa tranqüilamente e ainda ter grana para comprar minha própria residência num futuro bem próximo eu espero.
Decidi que minha cozinha seria toda laranja e branco, copos, talheres, tudo com detalhe em laranja, comprei enfeites para a minha sala, que deixei em tons de bege e marrom, inclusive meu sofá é de um bege claro, meus banheiros são todos lavanda, adoro lilás, e meu quarto é todo branco com detalhes em vinho (Vinho e vermelho, minhas cores favoritas).
Algumas paredes seriam repintadas nas cores que eu escolhi e teria também um banheiro com melhorias – com uma banheira por exemplo -
O Mike me disse que já falou com os empreiteiros que vão reformar minha casa, mas ele me disse que esses caras eram os melhores de Forks, então eu contratei, eles viriam também na segunda de manhã.

Domingo à noite eu estava ansiosa, falei com minha família no telefone, jantei quase nada, e tava difícil pegar no sono, mas dessa vez não abri a janela, estava com medo de ver o bicho de novo, já que eu andava ficando louca mesmo, era bom evitar.

Deitei na cama, fechei meus olhos e como sempre acontecia, automaticamente me veio a imagem daquele homem maravilhoso, seu cheiro, sua voz rouca falando “Tenho que ir,... não posso ficar aqui..”, - Droga, porque ele foi, se ele tivesse ficado....- Mas não adiantava nada pensar em opções, eu precisaria fazer alguma coisa com relação a isso, se não eu nunca mais conseguiria ser feliz, tinha certeza disso, decidi então que assim que terminasse a reforma da minha casa, eu iria na reserva e ia falar com aquele idiota, ia enfrentar ele, ele querendo ou não. Com essa decisão tomada, senti meu coração aumentar o ritmo e com um leve sorriso no rosto, eu dormi.

Acordei cedo, tomei banho e pus um jeans com camiseta e tênis, para fazer mudança eu precisava estar confortável, Mike que agora eu tinha certeza, era meu amigo veio me ajudar a colocar as malas no meu carro, porque só eu e a Ange não íamos dar conta de tudo.
- Nessie, quando vou poder ir conhecer sua casa? – me perguntou a Ângela com um sorriso no rosto.
- Até agora mesmo se você quiser, você é minha amiga, tem carta branca para ir a minha casa a hora que você quiser, você e o Eric – falei sinceramente, eu adora a Ange.
- Assim que eu tiver uma folga aqui com meu pai, acho que sábado que vem eu passo lá, to super curiosa pra ver sua casa amiga – ela falou já me abraçando –
- Ta bom, vou ficar esperando e vou fazer um churrasco pra gente também, não tem piscina mas tem churrasqueira – eu ri piscando pra ela, enquanto a gente separava do abraço.
- Vamos lá, carga pesada nos espera – Mike falou entrando no carro dele.

Eu corri, entrei no meu carro também e seguimos até encontrar aquela familiar casinha branca com janelões de vidro. Desci e entrei na casa, ela ia ficar lindona depois da reforma, com as paredes novas, pintadas nos tons que eu escolhi. Eu ouvi um carro chegando lá fora, eram o pessoal da empreiteira, eu dei algumas instruções de como gostaria que ficassem as paredes e o banheiro e enquanto eles começavam a quebrar uma parede do banheiro eu me despedi de Mike que já estava indo embora também e fui comprar as tintas para as paredes – que lógico eu havia esquecido, fazer reforma nas paredes sem tinta, só eu mesma –
O carro estava bem pesado na volta, com os galões de tinta, cimento, entre outras coisinhas de reforma que os empreiteiros pediram, quando eu literalmente afundei meu carro numa vala que eu não tinha visto e para o meu total desespero, o carro não ligava mais “meu Deus, e agora?”, liguei pro Mike perguntando se ele conhecia algum mecânico, sem preocupar ele, ele já havia me ajudado muito esses dias, eu ia resolver isso sozinha.
- Mecânica dos Black – ele falou – O cara é bom Nessie, o carro sai perfeito e ele nem cobra caro, preço justo, minha família só leva o carro lá.
- Onde fica? – perguntei já com medo de ser muito longe, eu já estava perto de casa.
- Fica logo no começo da reserva, em La Push.

Na reserva em La Push, claro, tinha que ser na reserva...




PRÓXIMO CAPÍTULO..............a Nessie vai dar de cara com o jake...será que ela vai surtar????
vai brigar com ele???;....ou vai se render aos seus encantos???...hehehe


COMENTEM POR FAVOOOOOORRRRRR!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Sex 21 Out 2011, 09:35

menina estou amando a cada novo cap

muito bom mesmo.

eu prefiro que eles tenham um susto um com o outro
iria ser bem engraçado
mas aguardo pra saber o desfeixo desta historia


emybeijossss
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Sex 21 Out 2011, 09:54

OOOwwwnnnnn....que bom que você veio ler.....obrigadaaaa.....
esse capítulo foi meio chato, mas era necessário para o desenvolvimento da Fic....
a partir do próximo as coisas vão ficar mais animadas......hehehe....

e tem capítulo da sua fic quando????....tô mega curiosa pra saber a reação da Bella.....rsss...

bjo bjo bjo
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Sex 21 Out 2011, 16:48

Fic ótima! study seja bem vinda NessBlack Razz
Adoro fic assim, agente pega e dá uma chacoalhada na historia original e faz aquilo que ahgente imagina que seria legal king

Esperando pelo proximo cap
e sara, já saiu o cap da fic lá menina. CORREEE!!
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Seg 24 Out 2011, 08:04

ganhou mais uma leitora
e pode ter certeza ness que a mym é uma otima
leitora. aravilhosa pra dar conselhos.

bom minha fic é postada semanalmente ( todas as quintas)

bom amanhã vou por uma previa do cap seguinte..


esperando anciosamente para saber da sua..

emybeijosss
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Seg 24 Out 2011, 08:37

Oi lindaaaasss....Primeiramente queria agradecer a Saracullen que tem me ajudado muito, me dado força e incentivado essa loucura de escrever fanfic...rsss...e segundo desejar as boas vindas a minha mais nova leitora Yasmim L.....AEEEEEWWWWW...mais uma fofa para o clubeeeee.....
sem mais delongas aí vai o capítulo...
nos falamos mais lá embaixo. Very Happy




Capítulo 04 – Os Black e Esperanças.

- Logo no começo ao lado de uma casa vermelha, o cara manja muito, não se preocupa, diz que foi indicação minha, quem sabe ele te da um desconto.” – ele falou rindo
- Ok, não precisa se preocupar Mike, não foi nada grave mesmo, valeu, tchau – desliguei, olhando o relógio, eu tinha até umas duas da tarde pra resolver isso o pessoal dos moveis ia chegar duas e meia.

Em seguida eu liguei para o guincho, o bom de morar em cidade pequena é que tudo chega rápido – eu ri vendo a verdade disso – eles chegaram e eu disse onde queria que levassem o carro. Fiquei sentada no banco do carona observando da janela, quando eu vi que a gente tava chegando, eu vi a placa da reserva e quando o caminhão entrou numa estrada de terra logo na seqüência eu avistei a tal da casinha vermelha.
O guincho parou na frente da casa, era uma casinha simples de madeira pintada, já meio antigo com uma garagem anexa do lado, razoavelmente grande onde se lia – Mecânica dos Black – Ok, achei pelo menos, menos mal.
Desci do caminhão para o guincho manobrar quando eu vi alguém se aproximando, ele estava numa cadeira de rodas e era um senhor de meia idade.
- Em que posso ajudá-la – ele falou com um sorriso de boas vindas
- Err....não vou mentir pra você, eu enfiei meu carro numa vala gigante e agora ele não liga mais e eu estou morrendo de medo porque eu amo o meu carro – Falei meio que fazendo um biquinho, era verdade eu realmente estava preocupada.
- Tudo bem, não se preocupe o Jake é muito bom no que faz, é o melhor mecânico da cidade e de toda a região, vem muita gente de fora trazer o carro pra reformar aqui – ele falou cheio de orgulho, com um sorriso largo.
- Ele já está chegando, foi só comprar umas peças para a moto mas já estará de volta, porque você não senta e toma um café comigo enquanto espera, meu nome é Billy Black, sou o pai do Jake – ele se apresentou me estendendo a mão-
- Prazer Billy, meu nome é Renesmee Cullen, mas pode me chamar de Nessie e ta bom, aceito um cafezinho. – eu falei de verdade, esse senhor era uma simpatia.

O rapaz do guincho manobrou o caminhão deixando meu carro na entrada da oficina e o Billy me deu uma lona para eu cobrir o carro enquanto o seu filho não chegava, para não molhar o carro todo na chuva que começava a cair.
Sentei na sala de estar que era pequena, mas confortável, tinha cortina nas janelas, um sofá azul marinho, um rack de madeira escura com uma tv, dvds de filmes – Velozes e furiosos (todos), Fúria em duas rodas, Velocidade Máxima (todos), vi um filme que gostei muito, ele tinha a trilogia do Senhor dos Anéis, era o meu filme favorito –
- Esses filmes são seus? – perguntei distraidamente para o Billy enquanto tomava meu cafezinho.
- Não, não gosto muito de televisão, gosto mesmo é de pescar – ele riu – são todos do Jake e da Rachel, minha filha, tem alguns ali também – esses eram mais românticos - mas aquela estante de livros ali são todos do Jake.

Foi aí que eu reparei, que era uma estante inteira de livros, de onde eu estava não consegui ver muitos títulos, mas a maioria me pareceu livros de lendas e de história americana. Me surpreendeu, que espécie de mecânico esquisito era esse?
Eu estava distraída conversando sobre pescaria com Billy quando eu ouvi um barulho de moto chegando. Billy pediu licença e foi lá fora falar com o filho.
- Jake, temos uma cliente aqui esperando, o carro dela não pega, ta lá na sala te esperando. – ele falou vindo com ele para a sala.

A porta estava aberta quando ELE entrou, eu estava no meio de um gole de café quando o vi e ridiculamente cuspi tudo que estava na boca de susto. Meu coração palpitou, minhas mãos suaram, eu esqueci de respirar, comecei a tremer e se não estivesse sentada, tinha caído com certeza. Era ELE meu índio maravilhoso, parado na minha frente de calça jeans meio apertada – devido as coxas grossas – e uma regata preta, os cabelos presos em um rabo de cavalo. Ele me olhava com uma expressão de horror no rosto, como se eu fosse o pior pesadelo dele, isso me deu uma raiva instantânea, quem ele pensava que era pra ter esse tipo de reação comigo, eu não sou nenhum monstro.
Fiquei muito brava, levantei do sofá com os joelhos ainda meio trêmulos, mas tive força pra me manter em pé e falei:
- Se você não vai conseguir mexer no meu carro, então avise logo pra eu ir embora e poupar você da minha irritante presença – falei já saindo pela porta.
- Vocês já se conheciam? – Billy perguntou meio sem graça pela minha reação.
- Não posso dizer que já o conhecia, já que nunca fomos apresentados, digamos que eu meio que passei mal no dia que o conheci, ele saiu correndo, claro, e agora ele morre de medo de mim como se eu fosse uma lunática.– eu falei aquilo com um remorso muito grande, meus olhos idiotas se encheram de água automaticamente, virei o rosto para que ninguém visse, enquanto minhas bochechas ardiam de vergonha pelas verdades que eu acabei de falar na frente deles.
- Agora você pode por favor, dizer se vai consertar a droga do meu carro ou não, ainda tenho que levar essas tintas e uma mudança inteira da minha casa pra fazer, e fique você sabendo que se eu soubesse que era você o mecânico eu nunca teria vindo. – falei sem olhar para eles enquanto chutava uma pedrinha no chão, arrasada de vergonha.
Eu não esperei a resposta dele, saí andando e sentei num banco de jardim que tinha quase em frente a oficina com uma mesinha de tronco de árvore no centro rodeado por vegetação baixa, era bonito, eu teria admirado muito mais se eu não estivesse tão afim de cavar um buraco e me enterrar nele.

Depois de alguns instantes que pareceram horas eu ouvi passos em minha direção, segurei o fôlego e não quis olhar pra cima se eu visse o seu olhar de horror pra mim novamente eu ia entrar em depressão.

- Oi, err....desculpe o mal entendido aquele dia, é que realmente eu não vou ter... como te explicar... – ele falou sentando na mesinha de tronco de madeira na minha frente – Eu quero muito te pedir desculpas, dizer que isso nunca mais vai acontecer, não consigo mais fingir que não me importo.... – essa ultima parte ele falou muito baixo, como se isso estivesse realmente torturando ele, não resisti e olhei o seu rosto.

Ele estava cabisbaixo, como se realmente ele sentisse muito, revirando as mãos nervosamente e minha nossa....como era lindo. Não existia a mínima possibilidade de eu me manter brava com ele, o cheiro dele estava bem perto de mim, inebriante, aquele cheiro maravilhoso, amadeirado, doce, másculo, eu não sentia raiva, sentia uma atração muito forte, um desejo, uma vontade absurda de tocar sua pele.

- Ta bom, eu juro que eu não sou nenhuma maluca pervertida, não precisa ter medo de mim, eu nunca vou fazer nada absurdo, sei lá, espero que sua namorada não fique muito brava quando souber que vai consertar meu carro – Falei tentando amenizar a situação, e saber se ele namorava, lógico, até forcei um meio sorriso, enquanto tentava manter minha respiração controlada.
- Eu não acho você nenhuma pervertida nem nada disso, foi meio intenso o que aconteceu, só isso – ele tentava meio que se desculpar “ por eu ser louca?’ – e claro que eu vou consertar seu carro, vai ficar perfeito, até porque, mesmo se eu tivesse alguma namorada, mulher nenhuma desse mundo ia fazer eu perder essa cliente, olha só esse New Beettle conversível – Ele falou no melhor dos humores e sorriu pra mim um sorriso torto com dentes perfeitos e brancos “OH GOD, ERA AINDA MAIS LINDO QUANDO SORRIA”

Aquele sorriso me iluminou, sorri também, eu tinha certeza que meus olhos agora estavam brilhando, mas como eu ia disfarçar isso? Não importa.

- Bom, queira desculpar minha grosseria senhorita, meu nome é Jacob Black, pode me chamar de Jacob, Jake, Mecânico maluco, Sr. Mal educado que me largou no lual sem me cumprimentar, sei lá, do que você quiser – ele falava em um tom divertido e de uma hora para outra eu me senti completamente à vontade com ele, como se eu já o conhecesse a muito tempo.
- Eu gosto de Jake, é simples e bonito – Igual a você pensei – Meu nome é Renesmee Carlie Cullen.
- Vai ter que soletrar isso – ele falou fazendo cara de confuso, eu ri.
- Pode me chamar só de Nessie – eu falei ainda rindo
- Simples e bonito, gostei. Agora senhorita Cullen, vamos ver o seu carro, você aceita mais um café, já que derramou o outro inteiro – ele gargalhou nessa hora e eu fiquei roxa de vergonha.
- Se você quer ser meu amigo Sr. Black, é bom que não ria de mim novamente. – falei fazendo biquinho de brava.
- Eu juro tentar nunca mais deixar você triste – Mas ele falou sério, como se eu realmente fosse importante pra ele.
- Obrigada – Foi só o que eu consegui dizer, já que engolia o ar com muita dificuldade.
- Bom – ele falou coçando a cabeça – vai demorar um pouquinho se você quiser sentar lá na sala, ou ali naquele sofá – ele apontou para um sofá de dois lugares ali mesmo na oficina, meu olho brilhou, mais algumas horas do lado dele, seria a glória – Porque vai já chover então, não recomendo o banquinho lá de fora – ele sorriu, com seu sorriso perfeito.
- Eu fico aqui mesmo na oficina, vou me certificar que você vai fazer seu trabalho direito – falei sentando no sofá com uma cara muito decidida e de braços cruzados, ele riu e pôs as mãos na cintura.
- Assim eu me sinto ofendido Nessie – ele falou meu nome de um jeito tão sexy, eu tremi e minha respiração falhou, tentei me recompor enquanto ele falava – Você acha que eu teria coragem de sabotar seu carro para que você volte mais vezes? Pensando bem até que é uma boa idéia – ele falou com um sorriso perverso nos lábios, que eu claro tive que me segurar para não desmaiar.

Enquanto eu o observava trabalhar, fiquei chocada ao perceber o quanto ele mexia comigo, não só nos meus sintomas físicos, mas também nas minhas vontades, que agora eram só, abraçar, beijar, cheirar....eu queria ele, Jake...Jacob Black, queria ele de todas as formas. Eu não era muito boa em paquera e nem em tentar seduzir homem nenhum, mas esse eu tinha que tentar, quase me estrangulei quando percebi o quão desarrumada eu estava, a próxima vez que eu o visse estaria bem diferente. Enquanto ele estava super concentrado, nem notando a minha presença, é claro, porque a maluca era eu, não ele, eu fiquei imaginando formas de conseguir manter contato, freqüentar a reserva, sei lá, precisava achar algum jeito de voltar, eu precisava voltar, precisava de um pretexto.
Enquanto eu, a pervertida da parada tentava achar um meio de voltar na reserva novamente e tentar seduzir aquele homem, ele levantou e cheirou o ar, como quando os ursos fazem, achei engraçado e murmurou alguma coisa como “– Logo agora”. E menos de dois minutos depois, chegou um rapaz que eu conheci logo de cara.
- oi Seth – eu disse sorrindo, enquanto ele olhava de mim pro Jake com muita surpresa,
- O que você está fazendo AQUI? – ele perguntou bem incrédulo, qual o problema das pessoas da reserva com meninas atraídas por mecânicos hein?
- Seth, não perturbe a minha cliente, ela está muito séria com os seus pensamentos aqui. – ele falou piscando pra mim e sorrindo de leve “Que delícia”.

Contei toda a história do carro pro Seth, ele tinha ido levar almoço pro Jake que sua irmã Leah mandou. Ops, a irmã do Seth está mandando almoço pro meu Jake?.... Preciso parar com isso, ele disse que não namorava ninguém, vai ver eles são amigos e nada de MEU, ainda não – eu ri por dentro, um dia seria – Eu não me chamaria mais Renesmee Cullen se eu no mínimo não ficasse com ele.

Meio dia mais ou menos, ele já havia terminado meu carro, Seth tinha ido embora e eu não tinha mais desculpas, que pena, precisava de um plano rápido.

- Se meu carro der problemas, por acaso, eu posso voltar amanhã de manhã? – que idiota, que -sou bonzinho e não uso palavrões no fórum alheio- de pergunta foi essa?
- De manhã não dá, eu tenho aula – ele respondeu parecendo triste.
Ele não parecia ser nenhum estudante, aliás, ele devia ter o que uns 26 anos? Faculdade será?
- Você ta fazendo algum curso? – perguntei por pura curiosidade.
- Não...- ele riu – Eu dou aula de História .....para as crianças da escola da Reserva.
- Caramba, você é professor? – Não pude esconder minha admiração, ta explicado os livros de história na estande da sala dele -
- Eu sei que não é muito comum um mecânico letrado – ele riu – eu poderia ser só professor em qualquer escola, mas eu gosto muito de carros, então resolvi dar aulas só na reserva de manhã e no resto do dia trabalho com os carros, você teve sorte, hoje por um milagre não tive que dar aulas de manhã. – ele riu de um jeito muito gentil.
- Nessie, volta aqui amanhã de manhã se você puder, vou te mostrar minhas turmas na escola – ele pareceu meio envergonhado ao me convidar.
- Mas é claro Jake, eu adoraria – e sorri um sorriso enorme, ele viu e sorriu também e ficamos os dois vermelhos de vergonha.
- Jake, quanto ficou o conserto? – perguntei pra quebrar o gelo do ultimo diálogo
- Oh, não foi nada, fica por conta da casa, pelos últimos acontecimentos, e primeiras ....impressões... – essa ultima palavra ele deu uma ênfase estranha que eu não fiz idéia do que poderia significar.

Me despedi dele, apenas com um aperto de mão, ele era muito quente - será que estava com febre?- Repassei mentalmente tudo o que aconteceu, que loucura, eu agora era amiga do Jacob Black e ia amanhã na escola da reserva conhecer suas crianças, que coisa mais MARAVILHOSA, agradeci mentalmente por meu trabalho começar só na quarta-feira. E com um sorriso de orelha a orelha eu deixei a reserva, com o coração eufórico e com uma esperança estampada no meu rosto de que quem sabe, com sorte, ele um dia fosse meu.




obaaaaa....próximo capítulo...POV JACOB BLACK...vamos entender um pouquinho o que aconteceu com ele na noite do lual....uhuuuuu


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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Seg 24 Out 2011, 09:14

meu bem fica dificil comentar quando
se ler um cap como esses ... ele é simplismente perfeito
em todos os sentidos...

possso confesar uma coisa?
eu estava me imaginando no lugar da ness
como seria maravilhoso ter um jake pra olhar,
mas infelizmente eu não tenho
um ainda.

estou quanse roendo as unhas para saber o que
aconteceu com o jake, porque
ele deu uma de louco
e saiu daquele jeito no lual...

aguardando anciosamente...
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Yasmim L
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Seg 24 Out 2011, 13:00

cap legal *-* posso dá um chute?
a nessie é a impriting do jake?
ele teve essa imprinting no lual fiko assustado e saiu correndo?? Wink


esperando pelo proximo cap
e hey Black/posso te chamar só d Black? fika mais facil../
quando tiver tempo dá uma conferida no meu tópico Razz
se chama Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.
minha primeira fanfic *-* conferi lá é bem diferente, como a sua cheers
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Seg 24 Out 2011, 16:23

CARACAAAA....você gostou mesmo Sara....que bom....fico tão tão tão feliz.....(eu percebi que a gente fica toda boba quando recebe coments né?....kkkk)
Eu tô postando rápido assim porque antes de começar a postar aqui eu já tinha um monte de capítulos que só faltavam revisar (MOMENTO CONFISSÕES)......rsss....então amanhã tem mais um pouquinho de Sol do meio dia....
Ahhh Mym...posso te chamar de Mym tbm...? flor...você pode me chamar de Black, do que você quiser...
e você disse que a Nessie é o imprinting do Jake....eu te respondo.....siiimmmm.....mas como ela não é immortal na minha fic...os problemas são outros...hehehe...
comecei a ler sua fic querida...e vc tbm manda muito bem...to curtindo pacas...amanhã eu comento melhor...beijos e beijos...to mega feliz por expor minha primeira fic e compartilhar com vocês tbm....
BEIJAÇO
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Ter 25 Out 2011, 10:12

é sempre um prazer imenso saber como
as outras pessoas pensam sobre a saga
ja li tantas historias diferentes e pode ter certeza a sua
é muito original e da hora.
bom agora vc me deixou muito curiosa sobre quais são os problemas
que o nosso "casal diferente" vai ter que enfrentar.

aguardando anciosa mente pelo proximo cap.
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Ter 25 Out 2011, 12:12

Saraaaaaa........e Mymmmm......capítulo novoooo...uhuuuuuu....

bora lê...lá embaixo a gente conversa. Laughing




Capítulo 05 – POV ESPECIAL Jacob Black - Desde o Começo

Estava rolando os preparativos para o tal festival Quilleute, não que isso me importasse muito. Eu vivia de forma pacata na reserva, mas pelo menos fazia o que eu amava, trabalhar com carros em minha oficina e falar de história na escola da reserva. O Billy me encheu muito o saco pra eu fazer uma faculdade, ter uma profissão, na época eu não entendia pra que, e na verdade eu nem sabia que faculdade fazer, afinal eu estava destinado a ser pra sempre um guardião lobo da reserva e ainda mais depois que o Sam se casou pra ter uma vida normal com sua esposa Emily e eu tive que assumir a posição de lobo alfa, mas no fim Billy tinha razão, eu me sentia quase normal em minha vida de professor e minhas responsabilidades na oficina. Fora que o curso escolhido foi perfeito pra mim, descobri que poderia falar de nossas lendas e lidar com crianças duas coisas que eu sempre gostei.
Tive até algumas namoradas na faculdade de História que fiz em Port Angeles, algumas garotas aqui na reserva, afinal, no fim, todo mundo às vezes se sente carente né? Mas me apaixonar de verdade eu nunca tinha me apaixonado e ainda tirava o maior sarro dos meninos da reserva que sofreram o lixo da impressão, que é tipo um amor a primeira vista dos lobos, com alguém, na verdade era mais engraçado antes, porque agora só estava restando eu, o Seth e outro garoto novo o Brian. Mas sinceramente estava aliviado que o meu demorasse, mas o Sam falava que o meu estava demorando assim porque seria bombástico, e eu claro, ria muito dele.
Já era quase noite quando Seth foi lá em casa, eu estava preparando minha aula para o dia seguinte quando ele entrou e me encheu o saco para eu ir com ele no tal do lual. Resolvi aceitar, seria divertido e provavelmente teriam mulheres diferentes para visualizar, afinal não era um lual restrito Quilleute. Coloquei uma roupa branca já que o Seth me lembrou que estariam todos de branco por lá.

Sinceramente, eu não estava preparado para o que ia acontecer ali.

Eu estava com o nosso bando conversando quando eu vi se aproximando aquela que seria meu motivo para viver e minha perdição, uma linda menina de vestido branco, o rosto de um contorno perfeito, lábios lindamente desenhados, olhos cor de chocolate derretido, pele branca de marfim, um sorriso radiante e um corpo esbelto porém com curvas, muitas curvas, perfeito. Meus olhos se detiveram nos seus para que eu tivesse a nítida certeza de que a partir daquele momento eu viveria para ela, eu morreria por ela, ela era perfeita, era para ser minha, eu seria tudo o que ela precisasse, todos os fios da minha vida me ligavam a ela agora, somente ela importava, minha Deusa Pequena de drink na mão. Era algo que eu não conseguia descrever, seu semblante alegre me enlaçava numa aura sobrenatural de um anjo, uma mulher com faces inocentes e balanço suave em seu caminhar proporcionando calma ao agitar os seus cabelos cor de cobre.
Mas foi quando eu vi espanto em seus olhos que me dei conta da -sou bonzinho e não uso palavrões no fórum alheio- que tinha acontecido, eu tive uma impressão com uma garota que eu nem conhecia, de fora da reserva, logo, eu não poderia contar a ela o que eu era, e também, diferente das meninas daqui que cresceram admirando as histórias dos guardiões Quilleutes, querendo um marido desses para elas, ela nunca conseguiria me enxergar com bons olhos se por algum milagre ela descobrisse o que eu era, para ela eu seria para sempre um monstro e mesmo se ela não descobrisse, como ia entender minhas ausências? Como eu ia explicar o fato de que eu não ia envelhecer? E que mesmo eu a amando com todas as minhas forças, eu não poderia abandonar o bando, eu era o único macho alfa, alguém só poderia reaver meu lugar se eu morresse então logo eu estava fadado a ser guardião por sei lá quantos anos – OH DEUS, e agora? –

Eu pensei tudo isso rápido demais, foi só quase o tempo do impacto do nosso olhar. E quando ela ofegou e quase caiu, eu tremi de nervoso enquanto a segurava pela cintura e sentia seu cheiro maravilhosamente doce, perto de mim, eu queria abraçá-la, fazê-la feliz, tremi mais ainda com esse pensamento, eu não poderia fazer esse belo anjo sofrer, essa menina linda nunca seria feliz ao meu lado, eu sempre seria uma incógnita em sua vida ou então um monstro imortal...

Esse pensamento acabou comigo, ela era importante demais, eu já a amava e não poderia fazê-la sofrer de jeito algum. Tentei perguntar se ela estava bem, mas eu nem conseguia falar direito, olhando em seu rosto atônito, percebi que pela reação dela, talvez estivesse interessada em mim também, da forma como ela me olhava e ao mesmo tempo em que fiquei feliz eu me desesperei... não...eu não poderia entrar em sua vida, para acabar com sua felicidade, o Sam percebeu meu nervosismo tremulo e que se eu não saísse de lá imediatamente eu acabaria explodindo em um lobo enorme castanho avermelhado ali na frente de todo mundo. E então, com o coração dilacerado de dor, fui andando pra trás, balbuciei algumas coisas e saí correndo, literalmente.

Corri até parar no alto de uma colina que era quase em frente ao lual, já estava transformado em lobo - assim que consegui correr até a beira da floresta eu explodi em lobo na mesma hora, acabando com minha ultima calça de linho – eu ia continuar correndo quando ouvi um soluçar e eu já sabia de quem era, era ela.

Ela falava coisas sobre o quanto eu sair correndo a havia magoado, ela realmente tinha gostado de mim.....mas que droga.....eu tinha que lhe dar a chance de não me conhecer e assim poupar sua vida de sentimentos infelizes. Era o certo a fazer não era??......Isso me causou dor e enquanto eu a ouvia chorar um uivo de dor escapou pela minha garganta.

Ouvi seu carro ligando e saindo, comecei a correr, não precisava me esforçar muito para acompanhar - alguns privilégios de ser lobisomem - percebi que ela parou em um hotel, fiquei observando, e não demorou muito uma luz acendeu, a janela abriu e a luz apagou de novo. Mas com a janela aberta eu pude sentir seu cheiro, é claro que era ela, como um imã, aquilo foi me puxando, com o passar do tempo eu estava cada vez mais perto da sua janela e num dado momento eu voltei para minha forma humana e escalei a parede parando no parapeito de sua janela para observa – la, era só um pouquinho....eu nem ia atrapalhar, era só uma curiosidade mórbida para ver mais um pouco, aquela que eu ia aprender a esquecer...- de qualquer jeito - ...era complicado demais, eu não ia dar a chance de começar....

Ela dormia um sono pesado, lindamente, enrolada no edredom, o nariz vermelho de chorar, será que não estava com frio? Me deu uma vontade imensa de me deitar em sua cama e aquecê-la, abraçá-la, niná-la e acarinhá-la até o amanhecer

– Você é muito linda! – eu falei lhe admirando - Eu não quero te magoar, só por isso eu fui embora – eu sussurrei para ela num dado momento, mas muito baixo para que o ouvido humano não pudesse escutar.
Mas como se ela tivesse me ouvido, ela abriu seus olhos e eu pude olhá-la nos olhos mais uma vez – agradeci mentalmente pelos olhos humanos que não enxergam no escuro, pois pude olhar em seus olhos sem que ela me visse nem por um segundo – E quando ela se mexeu, eu saí, não queria atrapalhar seu sono, me transformei em lobo novamente e corri de volta para La Push.

No caminho eu ouvi o Embry em meus pensamentos - “Jake, onde você está cara? Volta pra cá, conversa com a gente cara?” –

-“É Jake, conta pra gente essa história de impressão? É sério que você teve uma impressão com a Renesmee?” – perguntou o Seth, parecendo bem perplexo.

- “Calma aí galera, não to a fim de falar disso agora, vocês já devem estar vendo tudo em meus pensamentos, então não preciso falar nada, droga, quero poder pensar um pouco sozinho, eu estou chegando na reserva, mas vou ficar humano, quero um pouco de privacidade com a minha dor” – eu falei meio que ordenando e assim que eu avistei minha casa eu voltei pra forma humana.

Entrei em casa peguei uma bermuda velha e coloquei, sentei no banco de madeira com jardim em volta que ficava em frente a minha oficina e pensei –“Que -sou bonzinho e não uso palavrões no fórum alheio-, e agora o quê que eu vou fazer? Renesmee, o nome dela era Renesmee, foi o que o Seth disse e de onde ele a conhecia? Preciso me lembrar de perguntar a ele depois” – mas nada disso importava mais, minha dor aumentava toda vez que vinha seu rosto em meus pensamentos, aqueles olhos do mais puro chocolate derretido, como eu ia conseguir me manter longe dela? A impressão ficava tentando me levar para aquele quarto de hotel, me fazer desculpar, tomá-la em meus braços e fazê-la minha, era isso o que a impressão ficava me forçando a fazer e eu me segurando...o tempo todo. Acho que eu ia acabar por ficar maluco, mas eu precisava tentar, não ia acabar com o sossego da pessoa mais importante do mundo. Renesmee precisava ser deixada em paz.

No dia seguinte, tive que conversar com todo bando sobre o que aconteceu. Ninguém riu de mim, mas acho que foi pela minha cara de acabado, eles ficaram com dó, o que me deixou mais puto.
Tive que explicar o porquê de não poder estar com ela e enquanto fazia isso, agradeci por estar em minha forma de lobo, se eu estivesse em forma humana, teria chorado. Todos falaram que iam me ajudar a ser forte e a deixar ela longe das minhas vistas e Seth que havia me contado como a conheceu, me pediu desculpas por ter levado ela na reserva e me prometeu nunca mais falar com ela. Claro que eu falei pra ele não ficar se martirizando, se ela morava em Forks, cedo ou tarde eu ia acabar esbarrando com ela. Meu coração deu uma acelerada monstra quando me dei conta das verdades que eu tinha acabado de falar, sim uma hora ou outra eu ia acabar esbarrando com ela.
Pedi licença e fui para a oficina terminar um carro. Minha aula de manhã foi fácil de lidar, quando você está concentrado falando alguma coisa importante para alguém você consegue momentaneamente esquecer em partes a sua dor.

O problema maior seria a noite e hoje eu e o bando tínhamos uma patrulha para fazer, é a noite que os malditos sanguessugas aparecem, nossa geração já matou mais de 15 vampiros que apareceram na região, eles adoram essa cidade, quase não tem sol, chove o tempo todo então os desgraçados conseguem andar á luz do dia mesmo, preferindo a noite, mas ainda assim as vezes esbarro com uns a luz do dia, e se instalam na cidade, os desgraçados, como pessoas normais. Agora eu estava mais puto ainda com esses vampiros malditos, pois se não fossem por sua existência, eu não precisaria ser porcaria de guardião nenhum e poderia ter minha Renesmee em paz. Que rezem para não me encontrar, pois o primeiro sanguessuga que cruzar meu caminho eu vou acabar com a raça dele antes que ele consiga dizer Lobisomem.

Vê como são as coisas né, eu estava patrulhando, tentando achar o rastro de um vampiro em meio a chuva fina que caía, quando percebi que eu estava no bosque atrás do hotel onde minha Renesmee estava hospedada, a impressão arrasta você para perto da pessoa, você querendo ou não, mas que droga.
Foi quando senti o cheiro, aquele cheiro doce de baunilha e olhei para sua janela, eu estava longe, mas quase nada para um lobisomem, eu a vi perfeitamente, ela estava debruçada na janela, olhando a lua, perdida em pensamentos. Fiquei que nem bobo olhando para ela, quando eu ouvi o Paul –“Aí chefe, farejei um rastro, tá indo pro norte, cuidado Jake, pode estar perto de você”-
Levantei o focinho e farejei no ar, ouvi passos muito longe e passos que quase não pegavam no chão, fiquei nas duas patas traseiras e levantei bem meu ouvido para escutar melhor e percebi que o sanguessuga não estava longe. Mas antes de correr atrás dele, percebi uma batida de coração acelerada e quando olhei pra ela, ela estava olhando em minha direção, assustada. Saí correndo e pensando, “mas que droga, eu só faço -sou bonzinho e não uso palavrões no fórum alheio-.” E saí em disparada para a caçada, mas novamente não encontrei mais nada, o desgraçado era escorregadio.
Cheguei em casa exausto, mais uma noite de patrulha, fui dormir as 04:00 da manhã, para acordar ás 06:30 e ir para a escola, quer dizer, cochilei.
Quase fiquei louco quando estava indo para a escola com meu carrinho que era antigo, mas eu o amava muito - eu o construí do zero quando ainda estava no colegial era um Rabbit vermelho 86, hoje claro eu conseguiria comprar um novo, mas esse era de estimação - e passou por mim um New Beettle prata conversível com cheiro que eu conhecia, o mesmo cheiro de ontem, não acredito, fala sério? Nem pensei duas vezes, dei meia volta e comecei a ir atrás do carro, onde ela estava indo?
Quando ela pegou a auto estrada me dei conta que ela estava fazendo uma viagem, nem pensei duas vezes, me deu um medo absurdo de que alguma coisa pudesse acontecer, que ela poderia se ferir e eu PRECISAVA, estar lá pra protegê-la, peguei meu celular e liguei.
- Rachel, é o Jake, eu preciso que você faça um favor para o seu maninho – eu falei com voz manhosa.
- Pronto, lá vem, o que você quer?
- Preciso que você ligue na escola e avise que eu estou doente, só poderei ir amanhã, diz que eu não consigo nem falar, inventa alguma coisa, pede para chamar um substituto.
- O que você tá aprontando? Você quer que eu ligue no seu trabalho e minta uma desculpa descarada por você, por que motivo posso saber?
- Não, não pode, mas faz isso por mim, por favor, prometo dar dois dias de folga na ronda do Paul a noite. – falei tentando chantagear.
- Dois dias? – ela pareceu ponderar – Tá ok, mas amanhã você vai.
- Vou sim, pode deixar, te amo maninha e avisa o papai que eu não estarei em casa, só volto amanhã.
- Tá bom, mas se cuida tá, seja lá o que você tiver fazendo, te amo e volta inteiro.
- Também te amo, tchau.
Eu sabia que a Rachel se preocupava comigo, nós já tínhamos perdido a nossa mãe e a Rebecca estava casada no Hawaí (nossa outra irmã e gêmea da Rachel) e ela que cuidava de mim e do Billy, principalmente das minhas roupas cheias de rasgos que ela vivia costurando.

Fiquei contente quando percebi que Renesmee entrou em Seattle, estava começando a imaginar que a viagem poderia ser muito longa, aí sim eu estaria ferrado.
Vi quando ela entrou em um shopping e eu entrei também. Estacionei e fiquei de longe observando enquanto ela andava e de repente ela começou a correr para os braços de uma mulher muito bonita, as duas estavam emocionadas e depois ela abraçou o homem que estava ao lado e os dois se abraçaram longamente e percebi o quanto ela se parecia com ele, aí eu entendi tudo, ela foi encontrar com seus pais.

Ela parecia fisicamente com o pai, mas o jeito de andar, de balançar o cabelo, de sorrir, de gesticular com as mãos, era igual a mãe, ela pegou qualidades dos dois e fez uma mistura ideal e perfeita para mim, ela era linda, linda demais, seguiria ela pelo tempo que ela estivesse aqui e seria muito prazeroso.
Eu vi quando ela entrou em lojas de decoração, comprando móveis e utensílios, ela deve estar de mudança para alguma casa nova com certeza e eu ia descobrir onde seria sua nova morada. Ela parou para almoçar, eu também, quando ela foi ao banheiro, eu fui, eu não queria perder nada.

A noite eles se hospedaram em um hotel de luxo, eu fui em um que ficava próximo, mas era mais em conta e me hospedei também, quando ela foi para o restaurante do hotel eu aproveitei que eu tinha um sobretudo no carro e um chapéu que eu comprei no shopping hoje e coloquei para entrar no restaurante também, fiquei numa mesa próxima, observando e quando ela foi ao banheiro, eu fui também, mas ela parou de repente e esbarrou em mim, eu fiquei com medo de acabar com meu disfarce e continuei andando enquanto ela balbuciava um desculpe. Tomei muito cuidado ao voltar pra minha mesa, ela agora olhava para os lados o tempo todo, o que ela estava procurando? Tomara que não seja a mim, mas claro que não era não tinha como ela saber.

A noite eu fui para o meu quarto de hotel, mas antes eu precisei me distanciar um pouco e procurar um bosque, mudei para minha forma de lobo e falei com o bando que estava preocupado, dei a noite de folga para todos e voltei, dormi muito cedo, eu andava cansado pelas noite insones de ronda do bando e as aulas de manhã na escola e ainda tinha os carros para consertar, quando dava seis horas da tarde, eu já estava dormindo, exausto.

Acordei cedo na manhã seguinte peguei meu carro e esperei ela sair, ela primeiro tomou café com os pais, aproveitei e tomei também e depois partiu para pegar a estrada. E eu liguei pra Rachel de novo.
- Maninha, você vai ter que ligar lá de novo e dizer que eu estou morrendo, sei lá, para chamarem o substituto, mas pode confirmar a aula amanhã, diz que amanhã eu vou sem falta – falei já deixando claro.
- Você tá maluco Jake, cadê você? Onde você está? Eu não quero ficar mentindo por você ouviu bem? – ela falou meio indignada –
- É só hoje vai e eu prometo que lavo minha roupa sozinho uma semana, tá bem? – tentei chantagear.
- Ok, uma semana de folga ia ser bom – ela riu. – você volta hoje né?
- Claro, daqui a pouco eu estou aí, beijo, tchau.

O caminho de volta ia bem tranqüilo, até que de repente o carro dela deu uma freiada súbita e eu juro que por milímetros eu não bato no carro dela, Meu Deus, aí a -sou bonzinho e não uso palavrões no fórum alheio- estaria feita, tentei esconder meu rosto o máximo que pude e ela não me reconheceu, ainda bem.
Finalmente chegamos a Forks, aqui ela estaria segura e protegida, entrei para a reserva enquanto ela continuou sentido centro de Forks.
Cheguei em casa 13:30 da tarde, a Rachel estava ainda no trabalho, que bom, pelo menos não ia torrar a paciência agora, o problema seria meu pai, Billy vai me encher se eu não contar a verdade, eu conheço ele.

E quando eu pus os pés na sala ele começou com o interrogatório e eu contei a verdade. Ele ficou meio bravo pela irresponsabilidade com o meu trabalho, mas ele sabe que essa história de impressão é complicado, então parou de falar e foi pro quarto dele. Eu terminei um carro que chegou enquanto eu estava fora e fui tomar banho, 17:00 eu já estava na cama, morto.

Acordei na manhã seguinte sobressaltado já colocando uma roupa e saindo apressado do quarto.
- Aonde você vai? – Rachel me perguntou enquanto já ia enfiando meu pé numa meia
- Pro trabalho oras, to atrasadaço – eu falei tentando dar um jeito no cabelo, enquanto ela começava a gargalhar.
- É sábado seu tonto – ela disse em meio as gargalhadas
- Nossa, sério? – eu perguntei ainda meio desnorteado – Se hoje é sábado porque você não me falou no telefone ontem pra eu não me preocupar com o dia de hoje?
- E perder essa cena? ....Nem morta – ela saiu rindo muito
Minha própria irmã me fazendo de otário. Que beleza, moral zero.

Aproveitei meu fim de semana ao máximo para descansar, mas sempre que eu tentava, não conseguia, eu fechava os olhos e lembrava dela, e o sofrimento voltava, doía, corroia, sempre uma vontade absurda de procurar ela, um buraco em mim – sim, era essa definição, faltava um pedaço em mim. Então ao invés de descansar eu sempre tinha que fazer alguma coisa para distrair minha mente e só conseguia dormir de fato quando estava exausto. Ou seja, não descansei nada e quando chegou a segunda-feira, eu estava moído.

Era bom eu ir me acostumando, sem ela, todos os dias seriam de sacrifício.
Eu cheguei na escola me desculpando, mas como eu nunca fiz nem faço nada de errado, nem precisou de detalhes, estava tudo ok. Segunda era um ótimo dia, eu só tinha que dar uma aula, em compensação terça-feira era completa.
Dei minha aula da melhor forma que eu pude. Não poderia deixar meu rendimento cair como professor para meus alunos só porque uma droga de impressão estava acabando comigo, literalmente.

Saí da sala e peguei minha moto, precisava comprar umas peças para ela, eu ia reformá-la e deixar em ótimas condições, era uma Harley antiga, mas muito potente, um dos grandes amores da minha vida e se eu não poderia ter minha linda princesa comigo, com certeza minha moto eu ia deixar perfeita. Comprei algumas peças, tinha avisado o Billy onde eu ia e se chegasse algum cliente era pra pedir para esperar que eu já estava chegando.

Quando entrei no terreno da minha casa percebi que tinha um carro coberto com uma lona – Oba, cliente – pensei já vendo que ia entrar mais dinheiro e mais coisa para ocupar minha mente. Desci da moto, Billy já vinha ao meu encontro e falou que tinha uma moça com o carro quebrado e esperava por mim pra eu dar uma olhada em seu carro lá na sala. Entrei e paralisei, primeiro por sentir o cheiro tão familiar e segundo quando vi quem era aquela figura cuspindo todo o café de susto ao me ver também.
Me arrepiei inteiro na hora que eu a vi, não é possível – O que a minha impressão está fazendo na minha sala??? – enquanto minha cara de espanto estava estampada em meu rosto e no dela também. Não pode ser... e agora?....F%*#eu!!!....

Ao mesmo tempo que eu queria correr, eu queria estar com ela, meu coração estava muito acelerado, eu suava, de nervoso, de medo, de amor. Ela pareceu juntar algumas peças em sua cabeça, pois ela largou a xícara meio tremula e se levantou falando:
- Se você não vai conseguir mexer no meu carro, então avise logo pra eu ir embora e poupar você da minha irritante presença – ela falou já saindo pela porta.
Eu e Billy a seguimos, ela tinha todos os motivos pra me odiar e eu não ia impedir isso.
- Vocês já se conheciam? – Billy perguntou meio sem graça.

- Não posso dizer que já o conhecia, já que nunca fomos apresentados, digamos que eu meio que passei mal no dia que o conheci, ele saiu correndo, claro, e agora ele morre de medo de mim como se eu fosse uma lunática.– Ela falou isso com tanta mágoa, tanta tristeza, com seu rosto lindo corando e seus olhos que ela tentou disfarçar, estavam cheios de água. Não adianta, eu sempre vou acabar magoando o meu pequeno anjo.

- Agora você pode por favor, dizer se vai consertar a droga do meu carro ou não, ainda tenho que levar essas tintas e uma mudança inteira da minha casa pra fazer, e fique você sabendo que se eu soubesse que era você o mecânico eu nunca teria vindo. –
Ela disse isso e já foi andando e sentando no banco de madeira em frente a minha oficina. Ela devia estar me odiando, mas no entanto, eu escutava seu coração e ele batia tão acelerado, sua respiração estava meio rápida, acho que no fundo ela estava brava porque gostava de mim...
Oh meu Deus, que espécie de monstro eu sou...e que droga de vida é essa que quando eu já estou pensando em passar o resto da minha vida sofrendo pra deixar ela distante e feliz ela aparece na porta da minha casa, totalmente interessada em mim, e agora? Com ela longe já era difícil resistir, agora com ela aqui na minha frente...não tinha a mínima condição....respirei fundo...

E me aproximei, para no mínimo me desculpar, pela vergonha que ela passou, que eu causei claro....eu sou um idiota.... eu não ia tentar nada romântico com ela, se minha pequena Deusa me aceitasse como seu amigo, eu seria muito, muito, muito feliz, ela estava na minha frente, triste e eu não ia resistir.

Eu pedi desculpas pela minha grosseria, ela aceitou, nós nos apresentamos e ela disse que eu podia chamá-la de Nessie – Adorei, simples e bonito – nós conversamos um pouco e depois eu fui mexer no seu carro, que na verdade era só trocar algumas peças e encaixar outras que ficaram soltas.

Era fácil conversar com ela e estar no mesmo ambiente que ela, eu me sentia inteiro, feliz. E então o Seth chegou trazendo o meu almoço, que não sei porque raios a Leah insiste em fazer isso, já pedi pra parar. Seth nos cumprimentou com um ar muito espantado, claro que ele não esperava encontrar ela ali, aliás nem eu, eu sempre dava umas olhadelas disfarçadas enquanto trabalhava só pra saber se aquele cheiro delicioso era fruto da minha imaginação. O dia passou tão rápido e já era meio dia quando eu terminei o carro dela. Ela brincou dizendo se não poderia vir no dia seguinte de manhã se o carro quebrasse novamente, eu disse que de manhã eu tinha aula e nós conversamos mais um pouco e como eu sou um completo IDIOTA, esqueci completamente da minha promessa de me manter longe e a convidei para ir na escola comigo na manhã seguinte e o pior ela ACEITOU, ferrou de vez, como eu vou me manter longe agora....Já era.

Ela foi embora com a promessa de irmos amanhã de manhã juntos para a escola, ela ia me ver dar minhas aulas. E eu me senti vazio de novo, de agora em diante seria assim, com ela, feliz, sem ela, vazio – Droga de impressão.





OBAAAAAA.....capítulo enorme gente desculpa...me empolguei......kkkkkkkkk

obrigada pelos comentes das minhas amigas....e todas as lobas lindas que leem minha fic...

JACOBEIJOOOSSSS........

Saraaaaaa....vou lá na sua fic agora....
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Ter 25 Out 2011, 16:03

DROGA DE IMPRESSÃO *-* kkkkkkkkkk'

lindo o cap Very Happy esperando pelo próximo linda
continua essa fic q tá pra lá de boa... rola preview? bounce
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Ter 25 Out 2011, 16:10

e vc pode me chamr de mym, de loka, de twicrazy, até de perva se vc preferir
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Qua 26 Out 2011, 09:32

se estar boa.. estar maravilhosa

muito bom mesmo nesss.. pode te chamar assim né...

sempre pode morrer vampiros, correr o mundo
transformar a historia que sempre tera uma renesmee para o jake.

fico pensando em como seria para ele ter uma impressão com a nesse
e ficar com a minha emy... ( hora de refletir)

bom anciosa para saber mais sobre este mais novo casal.

tbem adora pov de jake. as coisas ficam tão emocionante é como se ele estivesse
conversando com agente..
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Qua 26 Out 2011, 16:16

kkkkkkkkkkkkkkk hey sara vai ter pov jake na minah fic tbm
tá vo parar de ficar entregando o jogo, e vo ver se termino logo esse cap bonus pra postar no momento certo


Black esperando o cap e a previa porfavor previa? nun vivo sem uma provinha
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Qui 27 Out 2011, 08:00

aaaaeeeeeeeeewwwww.....atendendo a pedidos de Mym que está un tanto anciosa.uma préviaaaa!!!!!

tcham tcham tcham tcham.............


- Humm, na verdade – eu comecei meio sem graça – eu tenho que ir pra casa agora, preciso acompanhar o final da minha reforma, eu me mudei recentemente e queria saber se você gosta de vinho e carne, eu poderia fazer um assado, se você gostar ...- OH GOD, eu to dando em cima dele descaradamente, ele vai correr de mim desse jeito....de novo...só de pensar me deu muito medo.....- Ou não, é melhor, deixa pra lá, eu falei brincando...- eu falei me virando de costas, com um sorriso amarelo, com as bochechas muito vermelhas de vergonha -
Ele pegou em minha mão, com suas mãos muito quentes, e me olhou nos olhos,
- Nessie, eu adoraria jantar com você...- ele falou sem tirar os olhos dos meus, meu coração ia sair pela garganta, tinha certeza, me lembrei de respirar pra não cair..

- Ok, vamos lá, vou pegar meu carro, vou pra casa e vou esperar você 19:30 e não se atrase, meu novo endereço é esse aqui – falei entregando um papel com meu endereço anotado - e acelera essa moto....eu quero velocidade Jacob – Essa ultima frase eu falei olhando em seus olhos, com bastante intensidade e eu percebi que eu causava efeitos nele também – isso me deixou muitoo, mas muito animada mesmo - ele interrompeu a respiração me olhando com os lábios semi-abertos, depois abaixou a cabeça murmurando alguma coisa do tipo – “Como vou me segurar desse jeito...”..



e aíiii......o que vocês acham....hehehe..........Saraaaa...dê sua opnião....Mym...ficou feliz???....bjo meninas....CAPÍTULO INTEIRO...AMANHÃAAAA....aeeeeeeeeewwww

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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Qui 27 Out 2011, 14:07

oin q fofo a ultima frase do jake Embarassed
essa fic tá tão fofaaa dá vontade de apertar e nun solta mais

agora to mais anciosa pelo proximo cap não demora em sara
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MensagemAssunto: Re: FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia   Hoje à(s) 09:18

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FANFIC - Jacob e Nessie - Sol do Meio Dia
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