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 Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.

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saracullen
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Qui 22 Dez 2011, 07:22

como assim ta acaboando vcs querem me fazer chora a manhã inteirinha
vcs não podem fazer isso comigo meninas, tenham piedade de mim

já to com saudades de Blizzard, vai ficar na memoria.
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Qui 22 Dez 2011, 09:40

aiiinnn........que gatinho....
uhuuuu....capricharam hein...fala sério...
ainda bem q eu morro de amores por Jake, se não, eu ia acabar disputando o D com vcs
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ameeeeeiii....
vou sentir maior saudade de blizzard... Sad

mas ok....o que importa é q EU CAP. NOVOOOOOOOOOO

louca p/ ler a reta final!!!
bjoooooo minhas netinhas lindas!!!!
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Qui 22 Dez 2011, 15:43

Ai ai esse Dan me mata
Own suas fofas
Nem precisam ficar assim õ/ em fevereiro tem capítulo bônus cheers
Ou do jeito que o negócio táh indo é capaz de ser antes néah dona Yasmim Razz
Hey vovó rum' é bom vc ter seu Jacob mesmo pq o Dan já é meu!!!!
A Mym já levou o Karl eu fico com o Dan e aí o Alec a gente divide néah mym
E também não precisam ficar tristinhas pq Blizzard vai ter continuação lembra????


OBS: O Dan é TÃO meu que quem faz as falas dele tbm sou eu :<¨
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Sex 23 Dez 2011, 11:59

Chapter XIX Part 1


- Nez, seu pai têm razão. Eu não vou aguentar te ver aqui, na linha de frente. – Alec pediu cauteloso para Nez. Ela estava muito contrariada porquê todos, tirando eu, Karl, Henry, Michaella e Emmet, queriam que ela não estivesse ali, todos a queriam segura.
- E eu não vou agüentar saber que minha família, que você, está aqui, lutando por mim, enquanto eu fico em casa comendo biscoitos. – Ela respondeu sarcástica.
- Nossa, vocês não dão mesmo um crédito a menina. – Emmet comentou brincalhão. – Sabe a nossa pequena Nessie cresceu, e que eu me lembre, até Bella quis vir pra linha de frente enquanto era somente uma humana, mas Ness é capaz de se defender e qualquer coisa, eu estou aqui para isso.
- Obrigada, tio. – Ela abriu um sorriso cheio de dentes faiscantes para ele e se voltou para Jacob, em sua forma de lobo ele fedia ao dobro.
Estávamos parados em uma enorme campina próximo as montanhas, esperávamos eles, minha família, a qualquer momento essa historia chegaria ao fim. Tudo entrou em movimento a três dias quando Alice finalmente conseguiu visualizar os Volturis aqui, então Carlisle ligou para uns amigos, do Alaska, para poderem nos ajudar. Quanto mais melhor. Depois de chegarem, as piadas de loiras de Jacob se tornaram mais intensas que nunca, ele estava se aventurando éramos cinco contra um. Depois dois vampiros egípcios chegaram do nada, alegaram ter ouvido boatos de que os Cullens estariam em problemas novamente. Como noticia ruim corre rápido.
Então éramos Eu, Karl, Nez, Alec, Henry, Edward, Bella, Rose, Emmet, Jasper, Alice, Carlisle, Esme, Jacob e sua matilha, os Denali, Benjamin e Tia, os egípcios, e claro, Michaella. Passávamos do clã Volturi com folga e nossos talentos eram nossa maior arma. O problema era esse elemento surpresa de Aro, ele estava contando com ele, então ele devia realmente ser poderoso. Ele devia ter seu meio de nos combater, eu só não via como.
Por mais que essa batalha parecesse fácil, nas atuais circunstâncias, ainda havia o talvez. Talvez um de nós não volte. Talvez eu não volte. Talvez ninguém volte. O futuro é incerto. Então talvez Karl não voltasse, se isso acontecesse eu também não voltaria.
- Isso é tudo o que têm para mim? – Jasper perguntou depois de me jogar no chão pela quinta vez consecutiva. Isso era ruim. Eu estava distraída demais para uma batalha.
- O melhor estou guardando para Jane. – Sorri maleficamente para ele, tentando esconder meu pavor pelo que vinha a seguir, eu nunca antes havia estado em uma batalha de verdade, não pareci enganá-lo. Bella de repente pareceu bastante interessada na nossa conversa.
- Da ultima vez, ela era minha. – Ela falou cruzando os braços e vindo na nossa direção. Eu podia ver agora da onde Nez puxou sua personalidade, era tão fácil lidar com Bella como era com Edward, se eles não fossem os pais da minha melhor amiga, podíamos ser grandes amigos. Ri do pensamento.
- Ela é minha. – Alec declarou tristemente. Um silêncio mortal caiu sobre a campina, até os lobos pareceram entender sua dor.
- Você não pode dar fim a sua irmã. – Karl declarou, ele estava do outro lado da campina, treinando com Garret, um dos Denali.
- Mas não vou suportar ver outra pessoa o fazendo. – Ele deu de ombros, derrotado.
- Prometo levá-la para bem longe. – Michaella se prontificou, ela sequer conhecia Jane. Cínica.
- Não importa quem vai ser. Só importa quem vai sobreviver. – Jasper interveio com seu tom profissional. Isso pareceu acalmar os ânimos de todos, ele os acalmou. Pena que aquilo não funcionava comigo.
Caí sentada na grama úmida da campina e afundei meu rosto entre meus joelhos. Fiquei pedindo para mim mesma para manter a calma, ser fria e indiferente, eu poderia ver todos eles morrerem, era comum faltar lacunas em minha vida, meu pai e meus tios seriam só mais umas que ficariam em branco até o fim desse dia.
- É uma pena não poder ler sua mente, até a de Bella, quando ela permite, eu posso vislumbrar, mas a sua, é realmente frustrante. – Era Edward, levantei meu olhar para o céu. A luz do sol rompeu as nuvens pesadas e iluminou a campina, refletindo na pele de todos como se eles fossem diamantes. Minha lua pessoal estava me encarando na outra extremidade da campina.
- Não está perdendo muita coisa. – Respondi olhando dentro de seus olhos que estavam em um dourado intenso. Deus. Se todos sobreviverem a essa batalha eu vou experimentar sangue animal, prometo. - Tudo é praticamente ele. – Confessei.
- Você já tentou tirar isso de você? Como Bella. – Ele perguntou curioso. Entendi que ele não descansaria até entrar na minha mente.
- Acredito que comigo não funciona. – Disse como um pedido de desculpa. - Alec já tentou muitas vezes me ensinar a fazer isso, mas eu nunca consigo, talvez seja como você e seu talento. Irreversíveis.
- É talvez. É uma pena. – Ele pareceu realmente frustrado. – Eu estava pensando, o que vocês pretendem fazer depois que tudo acabar?
- Tudo acabar? Não sei. Provavelmente esperar o casamento do Alec e da Nez. – Ele ficou chocado com a minha resposta. Abafei uma risada.
- Eles vão se casar? – Sua voz saiu em um sussurro e seus olhos varreram toda a campina até encontrar Nez sentada de frente para Alec e apoiada no corpo de lobo de Jacob que estava deitado ao lado de Leah. Nez me disse que achava que eles estavam juntos, fiquei feliz em perceber que ela não sentia ciúmes, só estava curiosa para saber o porque deles demorarem tanto para se enxergarem.
- Eu estava brincando Edward. – Assegurei contendo a risada, ele pareceu não acreditar muito em mim.
- Vocês sabem que são bem vindos aqui certo? Podem ficar pelo tempo que quiserem. – Era isso mesmo que eu ouvi? Ele estava nos convidando discretamente para ficarmos por aqui? Meus lábios formaram um sorriso incontrolável e meus olhos, sim, meus olhos brilharam com a proposta.
- Quem sabe? – Dei de ombros, fazendo um esforço enorme para não abraçá-lo e sair dando pulinhos serelepes pela campina.
- É, quem sabe? - Ele esbanjou um sorriso torto que, por mais que não fosse o sorriso torto do meu Karl, não ficava muito para trás, se levantou e seguiu em direção de Bella.
- Não deixe Felix te pegar, okey? - Karl se sentou do meu lado, olhando para a frente, sua voz séria demais, apreensiva demais.
- Benjamim irá proteger Bella e eu. – Expliquei cautelosa. Ele não queria me olhar no rosto, ou era impressão minha?
- E Santiago. Ele não gosta muito de mim. - Ele continuou, ainda fugindo do meu olhar.
- Eu vou ficar bem. - Puxei seu rosto para mim, o forçando a olhar dentro dos meus olhos e o que eu encontrei lá, foi medo. Ele não queria que eu visse que ele estava com medo.
- Qual o problema Karl? - Eu não esperava encontrar aquilo, não nele, em qualquer outro, mas medo em Karl? Não fazia muito sentido.
- Nada. - Ele não me enganou.
- Inventa outra. - Rebati, sarcástica.
- Só fique a salvo, por mim. - Ele declarou com a voz profunda, refletindo seus pensamentos.
- E você, por mim. - Completei. Ficamos nos encarando por um tempo longo demais, e então, instintivamente nos abraçamos fortemente. Tudo que verdadeiramente importava em meu mundo estava aqui, em meus braços. Acredito que o pensamento era recíproco. Ele também me ama de verdade, por mais louca que essa frase seja.
Suas mãos percorreram a linha do meu queixo antes de me beijar intensamente, desesperadamente, como se essa fosse a ultima vez que ele pudesse fazer isso. Eu fiquei completamente ser ar em meus pulmões, mas não quis interrompê-lo. Eu podia morrer por asfixia, não tinha problema, desde que meus lábios ainda estivessem brincando com os seus.
- Esse não será nosso ultimo beijo. - Assegurei firmemente depositando toda a confiança que havia em mim nessas palavras.
- Não, não será. - Ele concordou com a mesma segurança. Seus olhos não desviaram a atenção de mim, um segundo sequer.
- Eles chegaram. - A voz de Alice ecoou pela campina duramente, trazendo todos de volta a terra, de volta a realidade. Me levantei em um pulo, como se Aro já estivesse na minha frente. Karl parecia estar mais apreensivo ainda, se isso é possível.
- Quando começar, por favor, não fique preocupado comigo. Eu vou ficar bem. Cuide de você. - Disparei as palavras rapidamente. Ele estava preocupado demais comigo para seu próprio bem, isso o tornaria alvo fácil.
- Eu vou cuidar dela. - Benjamim disse para ele, já vindo para o meu lado, Bella estava do outro lado.
- Eu vou tentar. - Ele sussurrou somente para mim, antes de partir para o lado de Alec. Nez veio para o meu lado.
- É agora que começa a melhor parte. - Falei para ela, tentando soar indiferente.
- Espero que o final seja o previsto. - Ela me respondeu, apreensiva.
E foi ai que eu os vi, deslizando como uma nevoa agourenta sobre a relva da campina. Primeiro os guardas mais triviais, depois, seus grandes tesouros, seus talentosos guardas, mais protegidos, os anciões. Não demorou muito para eles pararem de fronte a nossa linha torta de ataque. Os membros foram se abrindo como um leque revelando Aro, Caius e estampou um sorriso, o seu sorriso falso, antes de começar seu discurso.
- Assim como há 12 anos, reuniu um exército não é mesmo Carlisle? – Ele realmente acreditava que alguém ainda caia a sua falsa educação?
- Eles não são um exercito, são amigos. - Carlisle respondeu com seu tom atencioso. – O que não posso dizer de seus companheiros.
- Vocês vão declarar inocência novamente? – Sua risada cínica ecoou pela campina.
- Não, temos completa consciência de nossa culpa. Vamos defendê-los Aro, custe o que custar. – Carlisle respondeu sem pestanejar. Eu não merecia ser incluída na equação, mas, enfim.
- Eu acredito que essa será uma atitude suicida, mas vocês sabem as conseqüências de suas escolhas. – Ele respondeu com um tom indiferente. – Alec, meu querido, Porque você fez uma coisa dessas? Você abandonou sua irmã e a mim, que sempre te tratei tão bem, sempre dei tudo o que você quis até mesmo não me importei com você apaixonado por uma Cullen. Então por quê? Não vejo motivos para tal irracionalidade. – Ele não precisava brincar com Alec.
- Algumas coisas possuem a capacidade de transformar tudo o que é razoável em futilidades, mas acredito que você não deve ter conhecimento de quais são, Aro. - Alec respondeu no mesmo tom cínico em que foi empregada a pergunta.
- Não entendo, se vocês estão tão confiantes como parecem por terem Alec, Bella, Electra e Alice. Por que reunir tanta gente? Afinal, o que poderíamos fazer contra uma vidente, um anestesiante e dois escudos, dois mentais e um físico? - Essa pergunta me deixou com uma raiva, reprimi minha vontade de pular no pescoço dele e acabar logo com esse jogo.
- Como eu disse, são amigos, são para isso que amigos servem Aro. - Carlisle rebateu, tentando conter sua apreensão pelo tal elemento surpresa. Falando nele. Corri meus olhos sobre a campina e não encontrei nenhum rosto diferente. O que será que havia acontecido? Melhor, o que Aro estava tramando?
- Sei muito bem para o que amigos servem. Como também sei que amigos não levam os outros à morte. - Aro rebateu irritavelmente confiante em sua vitória.
- Sem jogos Aro. - Falei inconscientemente. Em seguida me arrependi de ter aberto minha boca. Não era momento para bancar a abusada. Todos que estavam perto demais de mim, me encararam como se eu tivesse ultrapassado um limite. Desculpa! Praticamente gritei em minha cabeça.
- Ah! Minha Doce Electra, como Volterra fica diferente sem sua impertinência. Você sabe muito bem que eu não faço jogos. – Ele conseguiu alcançar o ápice de seu cinismo. - Apenas não quero que nenhum assunto fique pendente, não terei outra oportunidade de fazer algumas perguntas, se você me entende. O que é uma pena, aqui existe tantos talentos preciosos e pessoas que me são caras.
- Caras? – Não contive a risada de escárnio que saiu de meus lábios. - Engula essa sua falsa condescendência Aro, você não está enganando ninguém. - Pronto, eu havia atiçado o fogo, agora que venha o incêndio.
- Assim a senhorita me ofende. Sim, elas me são caras, por que outro motivo você acha que eu cogitaria a ideia de lhes oferecer uma segunda chance? – Porque ele estava falando como se já tivesse ganhado a guerra?
- Segunda chance? - Minha voz falhou ao repetir suas ultimas palavras.
- Alec? - Todos disseram praticamente ao mesmo tempo. Voltei meus olhos para Alec ele me olhou chocado.
- Isso não sou eu. - Ele explicou desesperado. Não era ele o que? Me virei e encarei os olhos de Nez, estavam mortos, cegos. Era Alec.
- O que você está fazendo? - Perguntei desesperada para Aro. O que havia acontecido? Porque Alec estava fazendo aquilo?
- Ele? Nada. Eu? Sim. - Era ele não era? O elemento surpresa. Loiro, com olhos vermelhos intenso, provavelmente um recém-nascido. Veio andando calmamente na direção de Aro, com os braços cruzados nas costas. Subi todas as minhas barreiras, tentando pará-lo, mas, pela primeira vez em minha vida, encontrei alguém que lutava contra mim, me expulsava. Me senti extremamente frágil.

Continua no próximo capitulo.

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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Sex 23 Dez 2011, 12:04

Capítulo novo para vcs minhas lindas :*
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Sex 23 Dez 2011, 20:25

G-ZUIZ LI DE NOVO *-*

tá acabando gente... é isso é triste eu sei..
mais calma.. em fevereiro sai o cap bonus
/q tá super caliente, dividin em duas partes/
e tbm vou postar a capa e sinopse da continuação,
q por sinal tá bem preparada vcs não tem ideia das tramoias q vai rolar...

to tão feliz com esse projeto.. verdadeiramente desejo que vcs gostem *-*


agora cade vcs aki pra ler e comentar a entrada do meu D?
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Sab 24 Dez 2011, 09:00

Yasmim estou a ler a tua e tou a gosta muito.... Very Happy

Continua a escrever assim e vais ter futuro.

Beijocas Graaaaaaaaaandes e um feliz natal n16*

n*10
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Sab 24 Dez 2011, 12:43

aeeeeeeeeewwwww Mym.....esse D aí vai ser terrível!!!!!

Até a Elle se sentiu meio acuada....que coisa menina...
até eu me assustei affraid
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
adoreeeeeeeei meu Divo...mto malzinho,,... :<

hehehe
adooooooooooooro

bjo netinha!!!!
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Dom 25 Dez 2011, 21:47

oin tania q bom q está gostando e obrigada pelos compelmentos =D continue lendo eim


néah eme esse D vc nen sabe kkkkkkkkkkk

já é seu divo? kkkk adooooro
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Seg 26 Dez 2011, 06:33

isso é hora de acabar com o cap.
eu fiquei roendo as unhas de tanta curiosidade
tekka vc ta ficando mal como a mym.
não isso com agente, posta previa per favori!


muito bom esse cap eu fiquie como pena
do Alec, tem que acabar com a vida ou morte sei lá da
propria irmã....



previa logo tá meninas!!!!
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Seg 26 Dez 2011, 16:05

Hey vovó vc não sabe do Dan a metade
Leitora nova =D
Seja bem vinda Tânia
Que bom que vc está gostando
A Sara não fala assim eu nem sou má ><'
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Seg 26 Dez 2011, 17:59

g-zuiz vcs gostaram msm do Dan eim...
e como disse a tekka vcs ainda não sabem sequer a metade
esse é o personagem mais controverso q criamos kkkk

previa sara? qm sabe hoje ainda de presente atrasado de natal?
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Seg 26 Dez 2011, 19:27

Preview Chapter XIX Part 2

- Que linda história! Estou emocionada! Parabéns! Deve ter demorado um bom tempo para inventá-la. - Bati palmas teatricalmente. O pior foi perceber que no fundo o olhar que Aro, Caius e Marcus me dirigiam era de orgulho. Eles não me odiavam.
Danton rosnou para mim de uma forma agressiva e antes que eu pudesse piscar, o ar sumiu de meus pulmões e minhas costas bateram contra uma coisa dura. Ouvi um estalo e uma dor latente tomou conta de meu tronco. Gritei.
Ele veio em minha direção, de uma forma ameaçadora. Ódio transbordava em seu olhar, veneno em sua língua. Ele havia me empurrado com tanta força, que eu devia ter voado uns 10 metros floresta adentro... Ou mais. Minhas costas haviam batido em uma árvore grande e antiga, eu devia ter quebrado alguma costela, passei meu braço por meu tronco e me levantei com muito esforço.
- Vou repetir só mais uma vez e se você for esperta dessa vez você vai me dar uma boa resposta. Por que você está com o colar da minha mãe? – Sua mão apertou meu pescoço e me levantou no ar.

------------------

pronto gente preview adiantada de presente de natal atrasado kkkkkkk


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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Ter 27 Dez 2011, 06:33

mym amei a previa
muito obrigadinho linda
agora eu estou como quando agente quer muito comer uma comida
e tem que esperar terminar de fazer, é assim que me sinto sabendo que
só vai ter cap na sexta.
tekinha meu amor vc me deixou muito curiosa por
isso vc ficou mal como a mym.

meninas este dan é um pedaço de mal caminho" LINDO"
fiquei curisa pra saber mais sobre ele, ja que diseram que ele é um persongem controverso.

esperando pra saber tudo sobre o mais novo gato da area
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Ter 27 Dez 2011, 18:46

eita....que dó da Elle....se bateu contra a arvore!!!!...,Tadinha...Dan mal....muito mal....

Louca p/ ler mais flor...curiosissima agora...esse finalzinho da fic tah incrível mym...esperando curiosa pelo resto!!!

Tekka....esse personagem é demais mesmo, me mostra TUDO dele.....fiquei curiosinha!!!

Viu tekinha como eu sou uma Team Jacob boazinha, eu adoro a fic da mym e adoro vc ajudando ela e talz....quando tem uma leitora nova lá....eu indico Blizzard na mesma hora....

pq eu amo minhas netinhas linduxas!!!!.....até mesmo a Tekka que abomina meu caramelo....kkkkkkkkkkkKKKKKKKKKKKKKKKKkkkkkkkkkkKKKKKKKKKKKKkkkkkkkk



QRO CAP. NOVO CAPRICHADOOOO....bjobjo!!! n16*
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Qua 28 Dez 2011, 07:01

VC É MARAVILHOSA VOVÔ
MUITO LEGAU DA SUA PARTE FAZER ISSSO

TEKINHA PÕE LOGO O CAP, POR FAVOR
TO MUITO CURIOSA PRA SABER SOBRE ESSE
PERSONAGEM NOVO.

MYM QUANDO VAI SER A CONTINUAÇÃO DE BLIZZARD
JÁ TÓ COM SAUDADES !!!!

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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Qua 28 Dez 2011, 21:45

continuação só lá pra março =D fiquem calmas respirem..vai passar rapido

cara to admirada pelo modo q o dan tá roubando corações kkkkk
quandos vcs souberem a historia dele vcs vão chorar... eu achei tão triste
/tekka e suas peripercias maquiavelicas
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Qui 29 Dez 2011, 08:08

MYM, TEKKA
VIM PARA AVISALAS QUE VOU DESAPARECER POR 3 DIAS
ENTÃO NOS VEMOS NA SEGUNDA.
DESEJO UM FELIZ ANO NOVO A VCS
E A TANIA, VIC QUE NO MOMENTO NÃO TEM TOP
ENTÃO ELAS É SÃO DE TODOS OS TOPS.

JÁ TO COM SAUDADES MAIS NA SEGUNDA BEM CEDO EU ESTAREI DE VOLTA
EU PROMETO..


UM FELIZ ANO NOVO QUE ELE ABENÇOE A VCS
QUE TODOS POSSAMOS TER UM ANO CHEIO DE RELIZAÇÕES..





BEIJOSSS E ABRAÇOS A TODAS.
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Qui 29 Dez 2011, 13:58

Own vovó eu já falei que amo vc ??? >} Eu não acho vc má ><' brigada por ter indicado cheers E ainda bem que vc entende que eu não gosto do Jacob ><
Sara não fique com ciúmes pq eu tbm amo vc >}
E Mym vc sabe o quanto eu amo vc >}
a Mym nem foi uma coisa maquiavelica a estória do Dan / gente eu quem escrevi a história do Dan (claro com a mym ajudando ><) mas eu tive que aproveitar meu momento criativo (que é muito raro Razz )
Ah sara eu vou sentir saudades >< boa viagem linda Smile
O Dan tá roubando corações néa mym / tbm vc escolheu O ator p/ fazer ele / não esqueçam meninas uqe o dan já é meu :<¨ / e não fiquem bravas pelo que ele fez com a Elle ><'
Amanhã tem Cap. novo =D
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Qui 29 Dez 2011, 20:51

cap novo cap novo cap novo EU QLO
eu sô a unica pessoa q surta com a propria fic? sô doida

FELIZ ANO NOVO MINHAS TWIHARDS DO CORAÇÃO!
Deixo para vcs essa mensagem de autor desconhecido,
mas que expressa bem oq eu ia tentar dizer com palavras chulas kkkkkk


De repente num momento fugaz, os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás.

De repente, num instante fugaz,
as taças se cruzam e o champagne borbulhante anuncia que o ano velho se foi e o ano novo chegou.

De repente, os olhos se cruzam,
as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num só pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: PAZ e AMOR.

De repente , não importa a nação;
não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque sendo humanos e descendentes de um só Pai, lembramo-nos apenas de um só verbo: AMOR.

De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio,
cantamos uma só canção, um só hino: o da LIBERDADE.

De repente, esquecemos e lembramos do futuro venturoso,
e de como é bom VIVER.

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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Sex 30 Dez 2011, 10:19

No ultimo Capítulo:
- O que você está fazendo? - Perguntei desesperada para Aro. O que havia acontecido? Porque Alec estava fazendo aquilo?
- Ele? Nada. Eu? Sim. - Era ele não era? O elemento surpresa. Loiro, com olhos vermelhos intenso, provavelmente um recém-criado. Veio andando calmamente na direção de Aro, com os braços cruzados nas costas. Subi todas as minhas barreiras, tentando pará-lo, mas, pela primeira vez em minha vida, encontrei alguém que lutava contra mim, me expulsava. Me senti extremamente frágil.


Chapter XIX Part 2


- Quem é você? - Um nó se formou em minha garganta, mas mantive a calma. Eu tinha que conseguir um meio de contorná-lo para poder livrar todos.
- Eu sou Danton, Danton Volturi. E você seria? - Ele me deu um sorriso charmoso, mas ao mesmo tempo debochado.
- Electra Volturi. - Minha voz saiu orgulhosa, eu nunca deixaria de ser uma Volturi. – O que você está fazendo com eles?
- Engraçado, eu ia te fazer a mesma pergunta. – Mais um sorriso debochado se pintou em seu rosto.
- Qual segunda chance? - O ignorei e perguntei para Aro. Eu não conseguia de jeito maneira barrá-lo. Não gostei de saber que todos dependiam de mim.
- Bom... - Aro começou, mas foi interrompido por Danton.
- O que você está fazendo com o colar da minha mãe? – Seu tom de voz soou ameaçador, ele estava se dirigindo a mim?
- Sua mãe? - Ri deliciada. - Aro, você tinha que ser tão baixo? - Sarcasmo, escárnio e ironia pingaram em meus lábios. Ele tinha que brincar com algo tão sério?
- Baixo? Eu? Que calunia! Eu não pedi para ele dizer nada disso, se você está com o colar da mãe dele, não é minha culpa. – Aro deu de ombros, fingindo estar realmente ofendido por tal acusação.
- Você ainda não respondeu minha pergunta. Porque você está com o colar dela? – Danton voltou a me perguntar, seu tom ainda continha uma ameaça.
- Ele é meu. - Olhei para o rosto de Danton pela primeira vez. Tinha algo errado ali, algo familiar. – E você ainda não respondeu a minha pergunta. O que está fazendo com eles? - Desespero escapou por meus lábios. Ele pareceu não querer me dar uma resposta, não antes da minha.
Minhas mãos voaram para o pingente em meu colo, eu não sabia do que ele estava falando, mas se eu pudesse distrai-lo tempo o suficiente para Alec conseguir lutar contra o que seja que ele estivesse fazendo. Eu entraria nessa de cabeça.
- Da sua mãe? - Esbanjei um sorriso abusado. - Sinto muito, mas não devia ser tão importante assim para ela, já que a ultima dona dele fora a minha. - Dei de ombros e revirei os olhos.
- Não teve outra dona porque esse colar quem deu para a minha mãe fui eu, ele é único e era o objeto que ela mais gostava. Então ela nunca teria dado para outra pessoa. – Ele começou a falar rápido, se atrapalhando nas palavras. Perdendo o controle. Minha risada cínica ecoou pela campina.
- Que linda história! Estou emocionada! Parabéns! Deve ter demorado um bom tempo para inventá-la. - Bati palmas teatralmente. O pior foi perceber que no fundo o olhar que Aro, Caius e Marcus me dirigiam era de orgulho. Eles não me odiavam.
Danton rosnou para mim de uma forma agressiva e antes que eu pudesse piscar, o ar sumiu de meus pulmões e minhas costas bateram contra uma coisa dura. Ouvi um estalo e uma dor latente tomou conta de meu tronco. Gritei.
Ele veio em minha direção, de uma forma ameaçadora. Ódio transbordava em seu olhar, veneno em sua língua. Ele havia me empurrado com tanta força, que eu devia ter voado uns 10 metros floresta adentro... Ou mais. Minhas costas haviam batido em uma árvore grande e antiga, eu devia ter quebrado alguma costela, passei meu braço por meu tronco e me levantei com muito esforço.
- Vou repetir só mais uma vez e se você for esperta dessa vez você vai me dar uma boa resposta. Por que você está com o colar da minha mãe? – Sua mão apertou meu pescoço e me levantou no ar.
- Ele pertenceu a minha mãe. Stella. Minha mãe, não à sua. - Minha voz saiu embargada. Eu não estava conseguindo respirar.
Ele me soltou repentinamente. Cai com força no chão, ar quente entrou por minhas narinas preenchendo meus pulmões. Respirar nunca foi tão prazeroso. Danton ainda me encarava, seus olhos chocados. De repente ele começou a sussurrar, baixo demais para eu conseguir compreender, e seus olhos pareciam voltar ao passado, como se tentasse enxergar sobe uma camada de lama.
- Como você disse que era o nome da sua mãe? - Ele me perguntou enquanto começava a andar de um lado para o outro.
- Stella. - Piei baixo. Eu provavelmente havia quebrado duas costelas e devia ter fissurado outra. Danton ainda andava de um lado para o outro, de forma catatônica, isso estava estranho demais.
- Quantos anos você tem? – Mais uma pergunta desconexa.
- 10. Mas o que você tem haver com isso? - Ele estava tentando me confundir, por que ele não me matava logo? Se essa era sua verdadeira intenção.
- Porque a minha mãe se chamava Stella e ela sumiu tem mais ou menos 11 anos. – Ele falou como se tivesse acabado de fazer a maior descoberta da face da Terra.
- Você não está realmente considerando a ideia de que... Não sei, somos irmãos? - Revirei os olhos e tentei rir, mas a dor proveniente das minhas costelas não me permitiu.
- Bom, talvez meio irmãos. Você me lembra muito minha mãe, especialmente os olhos. – Ele me olhou como se estivesse me vendo pela primeira vez. Prestando atenção a cada detalhe. Meu mundo caiu. Por isso ele me era tão familiar? Meu irmão?
- Irmão? - Pensei alto. - Aro fez isso com você?
- O que? Me transformar? – Ele pareceu não entender tal pergunta.
- Sim. Ele também acabou com a sua vida? Como fez comigo, como fez com "nossa" mãe. – Me sentei na arvore, em movimentos mais vagarosos do que o normal.
- Bom... Depois que a minha mãe sumiu, Aro me encontrou e cuidou de mim, no começo eu não gostava dele, ele foi gentil, parecia ser legal. Eu era pequeno e precisava de alguém para cuidar de mim. Com o tempo ele foi conquistando minha confiança. Ele não me levou até o castelo de cara, antes ele só ia até minha casa, me levava comida e me fazia companhia. Eu ainda tinha esperanças que minha mãe voltasse, mas depois de três meses, ela foi aos poucos se esvaindo. Aro aparecia toda noite, dizia que não possuía muita resistência contra o sol, achei ser uma boa explicação para sua pele tão branca e gélida. Depois de seis meses eu sabia que minha mãe não voltaria e foi quando Aro me convidou para morar com ele, fiquei um pouco apreensivo no começo, mas achei que era melhor do que ficar sozinho esperando por uma mãe que parecia ter me esquecido.– Seu belo rosto parecia querer chorar, mas isso não lhe era possível. - Eu fiquei encantado com o tamanho do castelo, no começo ele não me apresentou ninguém que morava lá, achei que fosse porque ele morava sozinho, mas depois de um tempo Caius começou a ir me visitar. Seu Pai. Tinha uma mulher, humana, que cuidava de mim a maior parte do tempo. Aro e Caius só me visitavam de tempos em tempos, no começo me senti um pouco magoado, como se tivesse sido abandonado de novo, mas depois eu me acostumei e não liguei muito. Aquela humana, Lucy, sempre estava comigo, então eu não me sentia sozinho, ela era boa comigo, até poderia dizer que a amava. Os anos foram passando e as visitas de Aro se tornaram cada vez mais raras. Nem sempre eu podia ver a luz do dia, mas eu nunca reclamei. Lucy me ensinou muitas coisas, como ler e escrever, e até tentou me ensinar matemática além do básico, mas eu odiava frações, então ficamos apenas na leitura. Ela sempre me trazia novos livros. Até que um dia, eu tinha 15 anos, Aro me contou tudo, o que ele era, que minha mãe havia morrido e me perguntou se eu queria ser um vampiro assim como ele. Eu estava fascinado pelo fato de vampiros realmente existirem, não como nos livros. Do modo que Aro me encantou eles pareciam ser muito melhores, que eu sequer pensei muito no assunto, rapidamente disse sim. Não quis saber das consequências, na verdade não me importava, não conhecia muita coisa boa em ser humano para querer continuar sendo um. Então quando eu fiz 17 Caius, não Aro, Caius me transformou. – Ele finalizou sua história, ainda perdido em seus pensamentos.
- Danton, ela nunca te abandonou. - Assegurei para ele.
- Como assim? - Ele me perguntou, completamente surpreso com a minha declaração.
- Eu não sei o porquê de Caius a escolher, mas acredito que ele a seduziu e ela acabou engravidando, de mim, Aro então pode realizar seu pequeno sonho de possuir uma mestiça. Ele a manteve em cativeiro durante o curto período de gestação, sob vigilância. Ela morreu me dando a luz. - Minha voz falhou e uma lagrima teimou em se formar no canto dos meus olhos.
- Eles não podiam ter a salvado? A outra mestiça tem mãe, não tem? – Ele pareceu não estar compreendendo o verdadeiro sentindo de eu estar ali, viva.
- Não sei se eles alguma vez pretenderam salva-la. O objetivo não era ela, era eu. - Era por isso que eu não gostava de falar da minha mãe, esse assunto me quebrava em mil pedaços.
- E o seu pai ficou cuidando de você depois disso? – Ele perguntou curioso.
- Ah... Não. - Agora aquela lagrima que estavam presas no canto dos meus olhos caíram de vez. - Ele nunca ligou muito pra mim. Às vezes, eu acredito que ele fingi que eu não existo.
- Você nunca teve ninguém? Você sempre foi sozinha? – Agora ele estava completamente sem graça. Era assim que as pessoas reagiam depois de saber sobre o meu passado.
- Eu sempre fui uma arma, nunca tive ninguém e você sempre esteve tão perto. - Minha voz saiu desolada. - Eu cresci pensando que não tinha ninguém. Meu próprio pai nunca se importou comigo, mas você sempre esteve lá. Eu podia ter tido alguém. Eu podia ter tido uma família.
Ele me olhou ali, sentada, encostada no tronco da árvore, com os braços passados ao redor do tronco, morrendo de dor, com lágrimas se formando nos cantos dos olhos, e deve ter sentido culpa, remorso, algo do tipo, pois ele veio andando cauteloso em minha direção me levantou devagar, tomando consciência dos seus movimentos e me abraçou levemente. Me permiti chorar feito um bebê.
De repente algo o tirou de meus braços e o jogou em outra árvore, cai no chão e tentei abafar outro grito de dor. Era Karl. Ele estava lutando com Danton, deve ter pensando que ele estava me machucando. Sempre meu Karl.
- Karl... Para!... Ele... Não o machuque. Ele é meu irmão. - Falei desesperada, encontrando dificuldade em formar uma frase concreta.
Karl parou instantaneamente, segurando o braço de Danton pelas costas. Ele se virou para mim, seus olhos furiosos e chocados.
- Seu irmão? - Dúvida tingiu seus lábios.
- Sim... Aro brincou mais do que você imagina com nossas vidas. - Confessei. Ele voltou seus olhos para Danton e depois para mim. Depois de um tempo ele o soltou, vindo em minha direção. Karl se ajoelhou na minha frente, seus olhos agora pareciam querer chorar, se pudesse.
- Você está bem? Ele te machucou? - Sua mão tocou a maçã de meu rosto e eu sabia que estava bem, tudo ia ficar bem, ele estava ali.
- Agora sim. - Respondi apertando mais meus braços no meu tronco. Tentando parecer bem, para ele.
- Você está machucada. – Ele andava lendo minha mente melhor que Alec, ultimamente. –Você precisa ver Carlisle. - Ele tirou meus braços e tocou levemente minhas costelas, me examinando. Arfei com a dor que seu toque me causou.
- Mas, e a batalha? Achei que assim que eu saísse vocês iriam lutar até a morte. - Danton perguntou cauteloso, suas mãos apertando algo, parecia uma medalhão. Seus olhos pareciam estar gritando algo para mim.
- Já está praticamente tudo acabado... O que aconteceu lá afinal? Alec usou seu talento em todos. Foi atordoante saber que só você estava acordada. - Ele respondeu para mim, seus olhos não abandonaram meu rosto. Dan me encarou, meio que pedindo desculpas por ter atacado a todos.
- Quem está ganhando? - Tentei parecer normal, tentei não deixar minha voz quebrada, seus olhos ainda estavam chorando silenciosamente.
- Até o momento que eu senti seu rastro, éramos nós, acredito que o placar não vai se alterar. - Ele respondeu como se, eu estar preocupada com alguma coisa além de mim, fosse um ato insano.
- Hum... Então acho que esperamos. Eu não posso voltar nesse estado e Karl, você vai ficar aqui comigo. – Peguei sua mão e a apertei fortemente - Danton você também não vai voltar. - Minha voz soou autoritária para ele. Eu não sabia se ele defenderia Aro e se ele tentasse ficar do nosso lado algum lobo ainda acabaria voando na cabeça dele.
- Electra, certo? Você já viu nossa mãe? – Ele se sentou ao meu lado, com seu jeito amável já tão marcante.
- Só me lembro de sua voz. Ela costumava cantar para mim canções de ninar. – Me prendi a doce lembrança de sua voz, embalando meus sonhos.
- Ela também cantava para mim, ela era a dona da mais bela voz, não era? – Ele me perguntou com ares sonhadores.
- Sim, era sim... Como ela era? – Minha imbatível curiosidade gritou. - Dizem que somos muito parecidas.
- E são mesmo. Veja isso. – Danton retirou o medalhão de seu pescoço e o entregou em minhas mãos. Primeiramente eu não entendi o que devia fazer, em seguida a abri o medalhão com cuidado e o que ele me revelou era tudo aquilo que eu sempre procurei em minhas lembranças. Ela. Seu rosto. A foto me mostrava pouco, mais eu podia ver que sim, éramos muito parecidas. Cabelos longos, louros e ondulados, também tínhamos o mesmo formato de rosto, embora meus lábios fossem mais cheios.
- Ela era linda! - A foto dentro do medalhão era antiga, mas ainda sim perfeita. Eu queria tanto poder tê-la visto na minha frente, poder me envolver em seus braços, saber que eu era uma parte dela como ela era uma parte minha. - Veja Karl, ela não era linda? - Passei o medalhão para sua mão enquanto enxugava as lagrimas em meu rosto, chorar fazia a dor em minhas costelas ficarem ainda mais fortes.
- Eu sou meio suspeito para julgá-la. - Ele revirou os olhos e me devolveu o medalhão meio sem jeito, esse momento devia estar sendo intimo demais, familiar demais. Familiar.
- Dan você não sabe o quanto essa foto é importante para mim. - Soltei sem pensar. - Posso te chamar de Dan? Porque nossa mãe podia ser muito bonita, mas a escolha dos nomes? Ela era bem criativa nisso.
- Claro que você pode me chamar de Dan. Sabe, eu nunca tive um apelido assim, Lucy costumava me chamar de cucciolo *. – Ele confessou com um sorriso ingênuo nos lábios, ele era lindo.
- Todos me chamam de Elle. - Eu sorri como uma boba para ele. Karl se esforçou para abafar sua risada, o apelido de Dan não era engraçado era fofo, era infantil. Eu só tinha o Elle.
- Eu não acho que ela tenha sido assim tão criativa em seus nomes. Ela só parecia idolatrá-los. Radiante e inestimável. Não são nomes comuns a se dar para seus filhos. - Karl comentou depois de uma manobra arriscada para me por em seu colo.
- Dan esse é Karl. Meu namorado. - Corei assim que terminei a frase. Era a primeira vez que eu juntava o nome de Karl e a palavra namorado na mesma frase, em voz alta. Ele percebeu.
- Namorado? - Dan semicerrou os olhos para Karl. - Quantos anos você tem e quais são as suas intenções com a minha irmã? – Sua voz saiu em um tom brincalhão, mas foi legal perceber que ele já se importava comigo.
- As melhores. - O tom malicioso na voz de Karl era gritante, Dan o encarou com um olhar ameaçador. Eu simplesmente comecei a rir, por mais que doesse, eu tinha que rir.
Quem imaginaria que eu, Electra Volturi, acabaria o dia com um irmão, uma foto da mãe e ainda duas costelas quebradas? Eu tinha muita sorte mesmo.
__________________________________________________________________

* Cucciolo: leãozinho em italiano.
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Sex 30 Dez 2011, 10:31

Eita mym eu te entendo mesmo já tendo lido tudo eu sempre leio de novo ><'
E eu sepre fico anciosa pelos meus capítulos favoritos cheers
Então meninas aí está o capítulo com o Dan
Tirem bom proveito :*
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Sex 30 Dez 2011, 19:34

DAN!!! Karl ganho um cunhadinho!!!!
e aí gostaram?
leãozinho= não é a coisa mais fofa do mundo?
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Qui 05 Jan 2012, 07:24

que fofo okall ter um cunhado.
meninas vcs estão se superando a cada novo cap,
me deixando cada vez mais anciosa pelos proximos

acho que ta todo mundo um pouco sumido do forum
vcs não acham, mais festa de final e começo de ano.

muito legau né, só diversão..

saudades de todas.
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Sex 06 Jan 2012, 16:19

Chapter XX
Bella C. P.O.V.

- Assim como há 12 anos, reuniu um exército não é mesmo Carlisle? – Deja vu? Aquela cena já estava bastante gasta em minha memória. Mas aqui estamos todos nós reunidos basicamente pelo mesmo motivo. Renesmee.
- Eles não são um exercito, são amigos. – Carlisle respondeu duramente. – O que não posso dizer de seus companheiros.
- Vocês vão declarar inocência novamente? – Aro sorriu e o som de sua risada ecoou pela campina.
- Não, temos completa consciência de nossa culpa. Vamos defendê-los Aro, custe o que custar. – Carlisle rebateu no ato. Era por isso que ele era um líder. Ele sabia realmente falar por todos.
- Eu acredito que essa será uma atitude suicida, mas vocês sabem as consequências de suas escolhas. – O tom indiferente na voz de Aro me fez pensar sobre o novo membro que Alice havia previsto, chequei automaticamente meu escudo, não havia maneiras dele entrar. – Alec, meu querido, Porque você fez uma coisa dessas? Você abandonou sua irmã e a mim, que sempre te tratei tão bem, sempre dei tudo o que você quis até mesmo não me importei com você apaixonado por uma Cullen. Então por quê? Não vejo motivos para tal irracionalidade. – Renesmee expirou o ar lentamente, cansada. Minha filha foi se apaixonar logo por um Volturi? Isso me lembrava terrivelmente Romeu & Julieta, mas eles não teriam o mesmo fim, eu não permitiria isso.
- Algumas coisas possuem a capacidade de transformar tudo o que é razoável em futilidades, mas acredito que você não deve ter conhecimento de quais são, Aro. - Alec respondeu, jogando com Aro. Mas a verdade em suas palavras era clara. Era por isso que eu e Edward havíamos chegado a conclusão que, se eles se amavam que eles vivessem seu amor. Nós não vivemos o nosso? Por mais impossível que havia sido.
- Não entendo, se vocês estão tão confiantes como parecem por terem Alec, Bella, Electra e Alice. Por que reunir tanta gente? Afinal, o que poderíamos fazer contra uma vidente, um anestesiante e dois escudos, dois mentais e um físico? - Essa pergunta me pegou desprevenida, sua confiança acabou com a minha, ele devia sim ter um meio de nos vencer, e isso me deu medo.
- Como eu disse, são amigos, são para isso que amigos servem Aro. - Carlisle tentou esconder seu medo, nosso medo em suas palavras.
- Sei muito bem para o que amigos servem. Como também sei que amigos não levam os outros à morte. - Aquela prepotência em sua voz, estava acabando comigo. Edward já havia percebido minha apreensão e me encarou, seus olhos confiantes, tentando me acalmar, tentando me mostrar que tudo estava sob controle.
- Sem jogos Aro. - Elle declarou com sua voz displicente. Todos a encaramos com os mesmos olhos. Ela havia ultrapassado um limite, ela estava o provocando.
- Ah! Minha Doce Electra, como Volterra fica diferente sem sua impertinência. Você sabe muito bem que eu não faço jogos. Apenas não quero que nenhum assunto fique pendente, não terei outra oportunidade de fazer algumas perguntas, se você me entende. O que é uma pena, aqui existe tantos talentos preciosos e pessoas que me são caras. - Me irritou o fato que ele falava de nós como se já estivéssemos mortos. Minha vista se tingiu de vermelho.
- Caras? – Ela riu deliciosamente para Aro, ecoando meus pensamentos - Engula essa sua falsa condescendência Aro, você não está enganando ninguém
Foi quando senti algo inesperado. Era como uma vertigem que subia por meu corpo e penetrava em cada nervo, cada célula, era como se meu corpo já não fosse mais meu. Eu não podia controlá-lo. Senti minha barreira se encolher, retroceder de volta para mim, se diluindo dentro do meu ser. Nada mais nos protegia e isso acontecerá tão rápido que ninguém poderia ter percebido.
Então outra sensação dominou meu corpo, torpor. Eu já não ouvia mais nada. Não enxergava. Não sentia. A única coisa que explodiu dentro de mim fora o desespero, mas o torpor era tão grande, tão intenso me jogava ao chão.
- Alec? - Meus lábios formaram seu nome, mas não consegui ouvir minha voz. A sensação em meus ouvidos era caótica. Silêncio.
Tanto pode ter se passado um minuto, como pode ter se passado um dia. Aquele torpor não cedeu. Aquele silêncio não morreu. A morte era assim afinal? Não existia paraíso ou inferno? Ou este seria meu inferno particular?
Um mundo sem Edward.
Um mundo sem Renesmee.
Um mundo deserto, privado de sentimentos e sensações. Sim, este podia ser meu inferno particular, porque a dor e desespero que me dominavam eram desoladores. Se eles não existiam mais, minha vida não havia passado de uma pegadinha do destino, brincou comigo, brincou até cansar e depois me jogou de lado, para eu sofrer sozinha toda minha dor.
Assim como veio, sem aviso, o torpor se foi. Aquela sensação de perda de controle cedeu. Meu corpo voltou a ser meu. Eu tinha o controle novamente. Eu podia ver. Eu podia ouvir. Meu escudo se pôs de pé automaticamente.
- Mãe? – Renesmee sussurrou desesperada ao meu lado. A abracei automaticamente por poucos segundos, antes de começar a entrar em ação. Minha visão periférica localizou Edward e então tudo estava sob controle... Havia sido Alec afinal.
Não houve diálogos.
Houve ações.
Caos se instalou na campina, era difícil manter o foco. Saber quem eu deveria proteger ou não. Dei falta de Elle, ela devia me ajudar nisto não? Mas ela não estava ali. Desde o momento em que meus olhos voltaram a ver, eles não a viram. Varias tentativas frustradas de burlar meu escudo se sucederam então, Benjamim me protegia bravamente perante todo aquele caos. Lobos e vampiros lutando lado a lado pelo mesmo motivo. Comecei a prestar atenção em certos momentos decisivos.
Gritos de dor ecoaram pela campina. Jane dirigia seu olhar ameaçador para Afton. Ele ia atacar Alec por trás, enquanto o ultimo terminava seu trabalho em um guarda trivial. Alec se virou lentamente, estarrecido pela defesa de sua irmã.
- Você não pode fazer isso Jane! Você não pode ficar ao lado dos Cullens. – Afton se atropelou nas palavras, enquanto percebia o fato que Jane lutaria contra seu próprio clã.
- Eu não estou lutando ao lado deles. Estou lutando ao lado de meu irmão. – Ela disse decidida e então Afton caiu ao chão gritando de dor novamente. Alec não pode dar a atenção devida à pequena rebelião de Jane, afinal, estava no meio de uma batalha.
Batalha que virou um massacre mais rápido que o previsto. Era como se estivéssemos lutando contra recém-criados, não membros da guarda mais temida por todos os vampiros do mundo. Esse fato deve-se ter dado porque praticamente todos os membros mais talentosos e inestimáveis lutavam ao nosso lado, tirando Elle que continuava desaparecida, e o membro surpresa de Aro também não estava presente no campo de batalha. O que se tornou muito estranho, ele e Elle não estavam ali. Isso podia significar problemas. E eu estava certa.
Karl estava no meio de uma luta com um membro desconhecido, quando de repente ele congelou, sua cabeça se inclinou em uma direção e ele inspirou o ar profundamente, deve ter com certeza encontrado o rastro de Elle, mas como a própria disse hoje mais cedo, se ele se preocupasse com ela, ele se tornaria alvo fácil.
- Edward! – O chamei instintivamente, sempre que eu precisava de ajuda, seu nome vinha em meus lábios. Ele me encarou preocupado, deve ter pensando que algo havia acontecido comigo. Voltei meus olhos para Karl e depois para ele, Edward pareceu me entender. Ele voou na direção de Karl e empurrou para longe seu adversário.
- Vai! Encontre-a. Eu cuido dele. – Karl somente encarou Edward por alguns segundos antes de se jogar floresta adentro, seguindo o rastro de sua vida.
Estava tudo praticamente acabado, essa batalha não duraria mais muito tempo e a autoconfiança voltou para mim aos poucos. Podíamos fazer isso. Podíamos finalmente terminar o que começamos há 12 anos atrás. Alec deixou seu talento dopante cair sobre todos os inimigos presentes na campina, era o fim. Foi então que minha mente aguçada capturou um fato no ar. Aro não estava ali.
- Aro. - Meus lábios moldaram seu nome automaticamente. Edward me ouviu e se jogou em uma corrida frenética mata adentro, o segui.
- Eles estão fugindo. - Ele me informou, enquanto penetrava cada vez mais na mente de Aro.
- Nós temos que impedir. - Jasper já estava correndo ao nosso lado, logo atrás vinha Henry e Emmet. O som pesado de patas batendo contra o chão ecoou floresta adentro, era Jake nos acompanhando. Não havia como eles escaparem.
Ou havia?
Corremos por tanto tempo que chegamos ha beira de um penhasco. Eu conhecia aquele lugar. Estávamos muito perto de Forks. E a cena que estava montada a nossa frente me assustou. Aro estava em pé ha beira do penhasco com seu sorriso traiçoeiro estampado em seu rosto empoeirado, ao seu lado Felix e Renata. Só eles?
- Não entendo. No fim, todos me traíram. - Sua voz estava encharcada de falsa magoa.
- Estando ao seu lado, eles traiam a si próprios. - Edward rebateu, se colocando em posição de ataque.
- Esse foi apenas o começo. - Um sorriso diabólico tomou lugar no rosto de Aro. Esse sorriso me deu medo, fiquei sem reação diante de tal cena. Os olhos vermelhos de Aro se voltaram para Edward, um olhar confidente? Ele estava lhe mostrando alguma coisa? Não gostei disso. Me inclinei na direção do rosto de Edward e ele parecia estar estarrecido com o que lhe estava sendo confiado.
Me agachei e me preparei para atacar Aro, mas seus olhos se voltaram para mim por uma fração de segundo e seu sorriso se tornou mais largo. Então, em um movimento sutil, quase ensaiado, todos eles, Aro, Felix e Renata, deixaram seu corpo cair graciosamente de costas para o mar. Avancei para o precipício, mas Jasper segurou meu braço.
- Não existem mais rastros Bella. - Seu tom de voz militar me quebrou. Então não havia mais o que fazer senão voltar.
Encontramos todos ainda na campina, a fumaça agridoce e pesada dominava completamente o ar. Eles estavam agrupados ao redor de Carlisle. Michaella veio desesperada ao encontro de Henry lhe dando um beijo digno de filme. Seguimos ao encontro de Carlisle.
- Duas costelas fraturadas e uma fissurada. - Carlisle deu seu diagnóstico final.
- Eu só pedi para você ficar a salvo. - Karl resmungou baixo, se controlando.
- Eu tentei, mas preferi manter vocês a salvo. - A voz de Elle saiu embargada, ela com certeza estava tentando disfarçar a dor em sua voz.
- Quem é você? - A voz de Emmet soou autoritária atrás de mim, sendo direcionada a um rapaz loiro que estava em pé ha margem de toda a cena, eu sequer o havia visto.
- Eu sou Danton. - Ele respondeu automaticamente, sem tirar os olhos de Elle, com uma expressão ao mesmo tempo preocupada e culpada.
- Eles são irmãos. - Karl sentenciou. Todos se mostraram confusos com sua declaração.
- É verdade. - Elle disse em meio a um gemido, Carlisle estava tentando coloca-la em seu colo. Irmão? Ela devia estar muito feliz com isso. Renesmee uma vez me disse que se sentia mal quando Elle acabava presenciando uma cena intima demais, por mais que Elle não quisesse, ela devia sentir inveja ou algo do tipo, Renesmee sempre teve tudo aquilo que Elle sempre quis.
- Edward é melhor você leva-la. - Carlisle estava prestes a passar Elle para o colo de Edward, quando o ultimo pareceu ter tido um insight.
- Quem é ela? - A mesma expressão de quando Aro estava lhe confidenciando algo voltou a seu rosto.
- Ela é minha mãe. - Elle piou baixo enquanto apertava ainda mais forte um medalhão em seu peito. Então era isso que Aro havia mostrado a Edward? A mãe de Elle?
- Ela está viva? - Edward perguntou curioso, tentando juntar as peças em sua cabeça.
- Não, é claro que não. - Ela pareceu magoada com a pergunta, talvez estivesse cansada de respondê-la. Ele não disse mais nada sobre o assunto até chegarmos em casa.
Carlisle cuidou de Elle, segundo ele, dentro de algumas horas se ela se mante-se imóvel, seus ossos já estariam recuperados. Ela se recusou a subir, não queria "perder o resto da graça" então ela ficou deitada no sofá. Karl se sentou ao lado de sua cabeça, no chão e Danton aos seus pés.
Praticamente repassamos tudo o que havia acontecido desde o momento que saímos de cena, depois Danton explicou o que aconteceu desde o momento em que perdemos todos os sentidos. Era ele que havia controlado meu corpo, seu talento era físico, não mental, retirado meu escudo e depois usado o talento de Alec para entorpecer todos nós. Aro tinha realmente um bom plano em mãos, só não contou que ele fosse reconhecer o colar da mãe em sua irmã.
Elle nos obrigou a contar como se passou a batalha. Ficou surpresa por saber que Jane havia se voltado contra seu tão amado clã, mas conteve seu veneno por Alec e também, nesse momento, Jane estava na varanda conversando com Alec.
Aos poucos nossos convidados foram se dissipando. Benjamim e Tia foram os primeiros, se despediram com a promessa de que voltariam sem um motivo tão apelador da próxima vez, ele e Edward realmente podiam ser grandes amigos se passassem mais tempo juntos. Em seguida Henry se despediu de Karl e de todos nós, ele e Michaella partiram, ela parecia entediada por estar ali agora. Nossos primos Denali partiram algum tempo depois, Garret alegou estar cansado de nos salvar dos mesmos inimigos. Jacob avisou sua matilha que ficaria aqui por mais um tempo, Leah e Seth o acompanharam. Leah e Jacob, era inegável que eles estavam envolvidos em um relacionamento, era visível em seus olhares.
Elle acabou pegando no sono e foi como se Edward acabasse de despertar do seu. Ele se sentou mais para frente do sofá, tirando seu braço de trás de mim e seus olhos de Renesmee, que também parecia estar quase dormindo.
- Danton, esse medalhão era seu e essa é a sua mãe, a mãe de vocês, certo? - Sua voz saiu profissional, como se estivesse montando um quebra cabeças de nível complexo.
- A própria, por quê? –Danton respondeu, sem conter sua curiosidade.
- Você tem certeza que ela está morta? - Agora seu tom de voz caiu para o cauteloso.
- Eu não a vejo desde que eu era muito pequeno, Elle me disse que minha mãe morreu dando luz à ela. – Ele evitou olhar nos nossos olhos enquanto contava o que sabia, não era difícil adivinhar que ele tentava esconder a dor em seus olhos de todos nós.
- Eu não sei como lhe dizer isso, mas antes de Aro sumir ele me permitiu ver algo em sua mente. No inicio eu não entendi muita coisa, mas sabia que era algo importante e quando eu voltei para a clareira e vi a foto no medalhão... - Edward estava se atrapalhando tanto nas palavras, que até eu já estava me sentindo curiosa. – Aro me permitiu ver essa mulher, sua mãe, ela estava em um lugar escuro, parecia ser no subsolo de algum prédio. - As expressões no rosto de Danton e Karl mudavam rapidamente, enquanto assimilavam o que Edward estava dizendo. – Seus olhos... Eram vermelhos.
- Você está me dizendo que minha mãe está viva? – Danton perguntou embasbacado com a revelação.
- Viva não, mas sim uma vampira, alguém a transformou e Aro a tem sob seu poder. - Ele continuou em seu tom cauteloso, der repente tudo que eu senti por Elle foi pena, Aro brincou tanto com a vida dela, a fez sofrer tanto.
- Como vamos contar isso para minha irmã? –Danton continuava estarrecido com a novidade, seus olhos brilhavam com uma intensidade tremenda quando se voltaram para Elle ainda adormecida.
- Não vamos. - Karl falou decidido, como se essa ideia fosse ridícula.
- Por que não? Ela tem o direito de saber que nossa mãe está viva! –Danton controlou seu tom de voz, ele estava indignado com a resposta de Karl.
- Sim. Ela tem esse direito, mas não agora. Acabamos de sair de uma batalha contra tudo que ela tinha como família, contra aqueles que a criaram, quer sim, quer não. Ela precisa de um pouco de paz, Ela precisa saber que tudo está bem, não que sua mãe, que ela acreditava estar morta... Está viva em algum lugar e que Aro também tem conhecimento de sua existência. Ela não precisa de mais problemas por enquanto. Depois, quando tudo estiver mais calmo, quando ela estiver mais forte, ela vai saber e aí tudo vai virar de cabeça pra baixo novamente. - Ele tentou explicar seu ângulo, ele só queria protege-la, era óbvio, mas também era óbvio que Elle não apreciaria essa ideia assim que tivesse conhecimento dos fatos. Karl me lembrou Edward, uma vez ele também me escondeu coisas importantes, eu não gostei, mas agora eu vejo que ele só fez isso por amor, ele me queria bem, me queria feliz, só não sei quanto tempo levaria para ela entender isso. - Olha ela está viva, sempre esteve, isso não vai mudar agora, não precisamos de pressa para salvá-la porque ela não está em perigo algum. Aro com certeza deve estar a tratando muito bem sendo que agora ele só tem a ela. A velocidade que Elle ficara sabendo sobre essa historia não mudara nada na existência de sua mãe.
- Eu entendo o que você quer dizer, mas você viu como ela se agarrou o meu medalhão? Eu não acho que seja justo esconder tal coisa dela, ela pode estar aos pedaços, mas ela é forte, assim com minha mãe era e assim como eu também sou. Se fosse a situação inversa, se ela soubesse de tal coisa e não me contasse, eu me sentiria traído, porque minha mãe era minha vida, e a Electra nem ao menos teve a chance de conhecer nossa mãe. – Danton parecia ainda não ter certeza se entraria nessa com Karl. - Mas se você acha que o melhor é esperar, eu posso esperar, mas não muito tempo.
- Eu sei que é errado, mas ela não está pronta para isso. Tenho certeza que se ela souber disso agora ela vai se levantar, atravessar aquela porta e correr atrás da mãe dela, sem ao menos saber em que direção seguir. Se você não contar nada para ela, se você esperar até ela estar pronta... Quem sabe depois do aniversário dela? Alice quer fazer alguma coisa e ela nunca teve nada... Vai ser especial... Ela precisa ser normal alguma vez em sua curta vida. - Karl explicou mais cauteloso, torcendo para Danton finalmente entende-lo.
- Tudo bem, eu espero até o aniversário dela, mas nada mais. Agora ela "nunca" teve nada especial no aniversário? Ela nunca teve nenhum amigo, nem nada disso? – Danton perguntou em um misto de choque, consternação e pena.
- Ela teve Alec, mas isso foi só depois dos seus dois anos... Ela uma vez me contou que eles tinham meio que um ritual no aniversário dela... Eles passavam o dia fora do castelo, ele a dava um pedaço do paraíso, ela não podia sair sozinha quando era mais nova, então ela quase nunca saia. Depois ele a levá-la em uma sorveteria e a deixava experimentar todos os sabores e quando ela voltava para seu quarto, sempre em cima da cama se encontrava seu presente de aniversário... Ela nunca teve uma festa... Ela só tinha Alec. - Sua voz foi morrendo aos poucos, era claro que doía nele Elle ter tido uma vida tão solitária. Era realmente normal com essa história de vida ela sentir algum tipo de inveja por Renesmee, mas ela parecia ser tão forte. A vida a ensinou a bancar a indiferente. Danton caiu em seus pensamentos, seu rosto expressava culpa, pena, ressentimento e dor. Karl parecia estar refletindo como contaria para Elle que sua mãe está viva, porque ele a encarava preocupado e apreensivo.
Pela primeira vez em muito tempo, ousei pegar a mão de Renesmee que caia adormecida ao meu lado e levei ao meu rosto.
Seus sonhos invadiram minha mente. A primeira coisa que vi foi Alec, sorri incontrolavelmente ao perceber o tamanho do amor que minha filha compartilhava já tão cedo. Depois de um tempo meu rosto apareceu em sua mente. Minha filha. Ainda parecia estranho ela ser minha, eu ter tido tanta sorte de poder ter tido algo que nunca imaginei poder ter, mas ainda sim se tornou todo meu sentido de vida. Edward. Meu Edward. Ela estava se lembrando do dia em que ela aprendeu a tocar piano, nós três, juntos. Virei meu rosto para Edward e ele sorriu para mim, seu rosto sendo sobreposto pelo rosto que Renesmee sonhava, ele era mais perfeito que em qualquer sonho e ele era meu por mais que isso soasse surreal, mesmo eu fazendo parte da fantasia, ele ainda era muito sobrenatural para ser aceitável. Ainda era como se eu fosse acordar na minha casa de Phoenix, com o sol atravessando minha janela e minha mãe me chamando na porta. Der repente um jato de lembranças correram pela mente de Renesmee, ela e Jacob correndo pela floresta. Jacob. Meu eterno melhor amigo. Sofreu tanto, basicamente passou pela mesma história, duas vezes seguidas, em um curto período de tempo, ele merecia ser feliz, ele merecia poder ter sua própria história, construi-la de uma forma bela e forte, algo que nunca se sucedesse. Seus amigos. Karl, Elle, Henry, ela parecia ter construído seu mundo finalmente. Edward uma vez me disse ter visto em sua mente que ela se sentia deslocada no meio de somente sua família, compreensível, que adolescente gosta de ser amiga somente de suas tias? Ela precisava ter vivido o que viveu nesses últimos meses, precisava ter ficado longe de todos nós, precisava aprender a andar com seus próprios pés. Precisava crescer mentalmente, dar o próximo passo, se tornar mulher.
Soltei a mão de Renesmee assim que Alec entrou no cômodo, Jane o seguindo. Era estranho ter ela ali, era deslocado, ela parecia estar profundamente sem jeito, sem ação.
- Ela dormiu. Posso levá-la para a cama? – Alec pediu para Edward, mas seus olhos não abandonaram o rosto de Renesmee, ou como ele chamava Nez. Edward assentiu, com um movimento com a cabeça. Alec cumpriu seu dever no mesmo instante, a pegando em seu colo, mas antes reparou em Elle dormindo ali, as expressões no rosto de Karl e Danton e provavelmente entendeu tudo errado.
- Ela vai ficar bem. Não precisam ficar tão preocupados, na verdade, ela já deve estar completamente recuperada a essa altura. – Ele também estava preocupado, sua voz não conseguiu disfarçar. Mas sua vida estava em seu colo, completamente a salvo, era impossível não se sentir feliz com isso.
Edward me puxou para nosso quarto depois de alguns segundos, entrei e fui direto para a cama, não que eu estivesse cansada, mas eu precisava sentir que o dia tinha acabado.
- Tantos problemas para resolver ainda. Aro é realmente um gênio do mal. – Edward suspirou, se deitando ao meu lado. Realmente ainda havia muitos problemas para se resolver.
- Não vamos pensar nisso agora. Aro não pode fazer nada contra nós agora que não tem ninguém, isso não significa que não vai tentar, mas em um futuro bem distante. Edward veja, nossa filha está a salvo em seu quarto no fim do corredor. Todos que nos importam estão bem. Existe final mais feliz que esse? – Minha mão percorreu a linha de seu queixo inconscientemente. Eu o desejo tanto, que chega a ser insuportável.
- Finais não existem Bella, sempre se trata de um recomeço. – Ele tomou meus lábios para si e se não existem finais, esse era um recomeço perfeito. Eu estava nos braços de meu Edward, sendo amada como sempre o amei. Vivendo a eternidade do único dia de nossa existência. Não havia maneiras dele ser melhor
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MensagemAssunto: Re: Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.   Hoje à(s) 02:41

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Blizzard |Decepção é como a neve. Com o tempo, derrete.
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