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 Uma questão de sangue

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MensagemAssunto: Uma questão de sangue   Qui 01 Jul 2010, 13:37

Olá!!!
eu sou portuguesa e esta é a minha primeira fic e eu gostava que, ao escreverem os comentários, fizessem criticase/ou sugestões.




INTRODUÇÃO
Como era possível acontecer aquelas coisas? Eu era apenas uma adolescente. Podia fumar uns charros e arranjar as minhas confusões, mas isso, quem é que não faz? Ninguém é santo (muito menos eu). Mas explica-me, como é possível? Primeiro, a minha irmã, depois o meu irmão e agora... o meu pai. A partir de amanhã vou ir viver para um colégio interno. Porquê?
Devem estar a pensar. Coitadinha! Toda a sua família morreu! Mas porque raio as pessoas têm que pensar nisso só por ter dito: “Primeiro, a minha irmã, depois o meu irmão e agora... o meu pai”? Eu só estava a falar de eles não aguentarem mais os meus problemas. Estão sempre a dizer: “Tens que parar com isso”,” És uma rapariga muito problemática”, “ Já não sei o que irei fazer contigo Dejanira”. Mas eles pensam que ao mandar para um colégio qualquer eu irei parar com os meus minúsculos problemas?

CAPÍTULO 1
Como foi aborrecida a viagem de carro até ao futuro inferno. Tive que sair de casa às cinco da manhã para chegar á prisão às sete e quanta e quatro. E, para piorar ainda mais, as aulas, nas escolas normais, começavam só começavam dali a duas semanas, mas nesta prisão começam AMANHÃ.
O colégio tinha quatro andares, as janelas eram grandes e havia muitas pessoas da minha idade a entrar naquela prisão. Todos muito bem vestidos. O colégio tinha quatro torres velhas, com gárgulas na decoração. Pareciam que tinham acabado de sair de um filme. O edifício também parecia ter saído de um filme de ficção científica. Eu deveria ser a única pessoa que estava vestida com roupa normal. Umas sapatilhas, umas meias de rede pretas (já não se usam, mas eu era diferente das outras pessoas), uma saia, igualmente preta e uma T-shirt preta com um desenho vermelho de uma língua de fora.
E o cabelo? Os rapazes tinham o cabelo que pareciam ter sido acabados de serem lambidos por um camelo. Todos empastados de gel. E as raparigas tinham o cabelo comprido e muito bem penteado. Eu deveria ser a única rapariga que tinha o cabelo curto na parte de trás da cabeça e uma franja comprida.
Saí do carro e fui buscar a minha mala. Toda a gente olhava para mim. Ninguém tinha visto uma pessoa como eu? Com problemas normais? Que gente era aquela? Eu iria tornar-me naquilo? Naquilo que o meu pai chama pessoas? Que eu fiz para sofrer isto? Fumar uns charros, mas mais nada!
O meu pai e a minha madrasta íam acompanhar-me até ao interior da porcaria do colégio, como todos os outros pais.
— Não é preciso. Já tenho idade suficiente para ir sozinha – disse-lhes.
— Mas não a suficiente para fazeres maluquices como tomar drogas. É por isso que estás aqui! – Replicou a minha madrasta.
— Ela tem razão – disse o meu pai.
— É por tua culpa que eu estou aqui. Por isso, posso... ter um último desejo?! – Disse eu para o meu pai.
— Tu até vais gostar deste colégio.
— Duvido muito! – Disse eu caminhando para dentro da minha futura prisão.
Entrei no colégio. Peguei nas chaves no meu dormitório. Era o número sessenta e seis. Quantos quartos havia naquele inferno? E como era irritante ouvir as vozes as raparigas cochicharem sobre as minhas vestes.
Abri a porta do meu dormitório que ficava no primeiro andar. Pousei as minhas malas com um grande estrondo no chão. Aquilo era verdadeiramente... um INFERNO. O quarto era todo, mas mesmo TODO COR-DE-ROSA. O meu pesadelo. Peguei nas malas e escolhi uma das duas camas. Poucos momentos depois entrou outra rapariga. As roupas que ela usava eram muito parecidas com as minhas. Tinha mais ou menos a minha idade. O seu cabelo estava pintado de roxo escuro. Os seus olhos eram quase pretos.
Como eu, ela fez um grande estrondo com as suas três malas.
— Por favor!!! Cor-de-rosa, ainda?! – Disse ela.
— O quarto, é um pesadelo para ti? – Perguntei com um sorriso irónico.
— Mais do que um problema! ODEIO cor-de-rosa.
— Bem-vinda ao clube! – Estiquei a mão na sua direcção. – Eu sou a Dejanira.
— Edmara – respondeu ela. – Mas trata-me por Ed... ou Mara.
Ela pegou nas suas malas e colocou sobre a outra cama.
— Porque está aqui? – Perguntou ela curiosa.
— Mania da minha madrasta. Viu-me a fumar um charro... Vim para esta prisão invernal escolhida pelo meu pai.
— Eu já ando aqui há quatro anos. E todos os anos, os quartos são sempre cor-de-rosa. Mas... – Disse ela olhando para mim. – Pela primeira vez, vou poder mudar a decoração do quarto inteiro, se não te importares.
— Estás á vontade. Eu até te agradecia.
Ela abriu uma mala e retirou algo.
— Azul-marinho... roxo...vermelho... ou verde seco? – Perguntou ela mostrando alguns baldes de tinta.
— Que tal uma parede de cada cor?
— Óptima ideia! Quando iremos começar?
— Que tal agora?
Afastamos os móveis e cobrimo-los com grandes panos que Edmara tinha trazido numa das suas enormes malas. Pegamos nos pincéis e começamos a pintar. No tecto, por cima da minha cama, pintei-o de azul-marinho. Peguei num pequeno balde de tinta branca e desenhei dois olhos, a olhar de uma mulher.
— Tens jeito para a pintura – disse a minha companheira de quarto.
— Foi a minha mãe que me ensinou a desenhar e a pintar, antes de morrer.
— São os olhos dela?
— Sim. – Respondi. – Pode parecer piroso, mas é uma maneira para não me esquecer dela.
— A mim, foi o meu avô que morreu e que sempre quis que eu viesse estudar para este colégio. Foi ele o arquitecto e... deu-me os projectos onde têm as passagens secretas desta prisão. Posso sair quando quiser!
Na hora do almoço tudo estava pintado. Abrimos a janela para o cheiro da tinta sair e secar mais rapidamente. Mudamos de roupa, uma vez que as que nós tínhamos estavam todas cheias de tinta. Vesti um vestido sem costas preto e vermelho e calcei umas sapatilhas vermelhas. Passei a escova pelo meu cabelo despenteado e saímos.
Descemos as escadas e fomos para o enorme refeitório. Todos olharam para nós as duas. Fomos buscar o nosso almoço e sentamo-nos numa das mesas. Um rapaz de cabelo louro cor de mel, pálido e extremamente atraente beijou Edmara e sentou-se ao seu lado.
— Esta é a Dejanira – disse a rapariga para o rapaz. – Este é o meu Jasper.
— Tudo bem? – Perguntou-me ele.
— Sim – respondi.
— És nova aqui?
— Parece que sim.
Jasper deu outro beijo a Edmara e disse:
— Estiveste a pintar?
Ela olhou para mim e sorriu. Eu fiz o mesmo.
— A depois eu quero ver o vosso trabalho. – Jasper olhou para mim. – Não tens medo de arranjar confusões ou ser expulsa do colégio?
— Não – respondi. – Ser expulsa só seria mais uma para a minha colecção. E faziam-me um favor ao sair daqui.
— Já alguma vez foste expulsa? – Eu afirmei com a cabeça. – Quantas vezes? – Inquiriu Edmara.
— No ano passado fui seis, e, á dois anos cinco. No total doze vezes em cinco anos! – Respondi com toda a naturalidade do mundo.
Eles olharam para mim.
— Como? – Perguntou Jasper.
— Fazia com que os Directores das escolas se fartassem de me ver nos gabinetes deles.
— Nem vou perguntar porquê que ías tantas vezes visitar o Director! – Disse a rapariga, começando a comer.
Eu comecei a fazer o mesmo. A comida não era má!
No refeitório entrou um homem de fato e gravata, quase careca.
— Vem aí o Fala-barato! – Disse Jasper. Eu olhei para ele. – É a alcunha do Director Smith.
— Eu queria saber, quem foram as raparigas que pintaram o dormitório número sessenta e seis.
Edmara levantou-se da cadeira. Eu fiz o mesmo.
— O que lhes deram nessas cabeças? Pintar o quarto sem autorização!
— Não acha que quarto está muito mais... a haver as nossas lindas caras? – Disse eu para o Director. Ele olhou para mim. – Eu detesto cor-de-rosa. Não iria conseguir dormir, o que seria uma chatice, porque não descansava o suficiente e teria más notas, e, uma prisão com uma reputação como esta tem, – todos olharam para mim; os que me estavam a acompanhar durante o almoço não conseguiram esconder um sorriso quando disse a palavra “prisão” – uma má nota que seja, seria muito mau! Não acha? – Continuei.
— A menina... já para o meu gabinete!
— Qual é o caminho? – Perguntei com um sorriso na face, enquanto caminhava na sua direcção.
O Director, irritado, começou a andar e eu fui atrás dele.
A caminho do gabinete passei por um rapaz com mais ou menos um metro e setenta e oito. Era pálido como Jasper, com lábios não muito cheios e cabelos castanhos-escuros, e como o namorado de Edmara, extremamente atraente.
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MensagemAssunto: Re: Uma questão de sangue   Seg 05 Jul 2010, 19:46

aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh amey
nossa muittoooooooooo show
continua por favor
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MensagemAssunto: Re: Uma questão de sangue   Seg 05 Jul 2010, 23:02

ahh gostei muito da sua fic
voce sabe misturar bem os nomes que são usados na saga
e nomes que voce acha que deve colocar.
Parabéns
continue postanto Smile
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MensagemAssunto: Re: Uma questão de sangue   Ter 06 Jul 2010, 08:07

CAPÍTULO 2
— Que chato! – Disse eu saindo uma hora depois de entrar no gabinete do Director Smith. – Estava a ver que nunca mais saía dali de dentro!
— O que fizeste para ir ouvir os sermões do Fala-barato? – Disse o rapaz por quem eu tinha passado a caminho do gabinete.
— Nada de especial! – Respondi. – Apenas remodelei, com a minha colega de quarto, o meu dormitório e só chamei prisão a este edifício. Nada de especial, como disse.
Comecei a andar em direcção ao refeitório para comer. O rapaz acompanhou-me.
— Eu sou o Alec Volturi – disse ele obstruindo-me a passagem.
— Dejanira Ewing. Mas agora posso ir comer algo, por favor?
— Desculpa. – Pediu ele com um sorriso hipnotizante e olhando-me com os seus olhos azuis.
Ele olhava-me de uma maneira estranha, mas agradável. Continuei a andar. Mas, ainda sentia que Alec ainda me estava a observar.
Fui para a cantina. Edmara e Jasper ainda lá estavam. Fui a uma daquelas máquinas que têm sandes e sumos e comprei uma sande e um sumo, uma vez que já ninguém comia a comida do colégio.
— Como conseguem aguentar este Director?! – Disse eu para eles. – Já entendo porque tem a alcunha “Fala-barato”.
— Irás habituar-te! – Disse Jasper levantando-se da cadeira. – Adeus amore mio. Adeus Dejanira.
— Adeus – dissemos ambas em conjunto.
Acabei de comer e fomos para o dormitório, para arrumá-lo.


***
|antes de deitar|




— Acho estranho que este ano, a maioria dos alunos ser da nossa idade! Dezasseis e dezassete anos. – Disse Edmara enquanto retirava a maquilhagem. – E tu? Estás nervosa com o teu primeiro dia de aulas?
— Nem por isso. Existe razão para estar? – Perguntei.
— Não, mas os rapazes vão estar sempre atrás de ti. – Ela olhou para mim e sentou-se na beirada da minha cama, ao meu lado. – Já viste algum rapaz que te chamou a atenção? – Perguntou ela curiosa.
Pensei um pouco e disse:
— Sim. O Jasper... –
— Ele é lindo, simpático e muito mais, mas esse já tem dona!
— Quem tem dona? – Perguntou um rapaz entrando pela janela do quarto com ajuda de uma árvore existente.
— Tu! – Respondeu Edmara a Jasper. – És meu e só meu. – Disse ela beijando-o.
Jasper olhou para a nova pintura do quarto. Olhou para a minha parte do tecto.
— Tens talento, Dejanira! – Afirmou Jasper.
— Obrigada. – Disse eu.
Alguém bateu há porta. Jasper desejou boa noite e saiu pela janela.
Eu abri a porta.
— Vim só para verificar se estavam no quarto. – Disse uma mulher jovem de cabelos ruivos. Certamente uma professora.
Ela saiu. Fechei a porta e eu e Edmara desligamos as luzes e deitamo-nos.
— Ed, conheces algum Alec Volturi?
— Não, porquê? Conheces algum rapaz com esse nome?
— Conheci quando estava a sair do gabinete do Fala-barato.
— Como é ele? – Perguntou ela curiosa.
— Extremamente atraente e pálido como Jasper. Os lábios não eram muito cheios e o cabelo era castanho-escuro. E os olhos hipnotizantes.
— Amanhã, se o vires, diz-me quem é.
— Combinado – respondi.
Não demorou muito para adormecer. Estava cansada.


***
|na manhã seguinte|


Acordei com o sol a bater na cara. Peguei no telemóvel para ver as horas. Eram seis e meia da manhã. Apesar de só ter aulas às oito e meia, levantei-me sem fazer barulho para não acordar a minha companheira de quarto. Peguei numa camisola sem mangas preta, numas calças justas de ganga, numas sapatilhas pretas e em roupa interior. Fui há enorme casa de banho que havia no corredor dos dormitórios das raparigas e fui tomar banho. No final, vesti as minhas roupas e fui novamente para o quarto.
Edmara já estava acordada. Peguei na escova e no secador, e sequei o cabelo.
— Estás há muito tempo acordada?
— Desde das seis e meia. Não conseguia dormir mais. – Respondi a Edmara.
Fui há minha mala e peguei no meu estojo de maquilhagem.
— Ed, tens rímel preto? Esqueci-me do meu em casa!
— Vai há minha mala pequena e pega numa bolsa preta e branca e tira o que precisares.
Eu fiz o que ela disse e retirei o rímel. Coloquei o rímel e maquilhei-me em tons de preto e cinzento. Nos lábios coloquei um batom da cor dos meus lábios. Era a única coisa que eu tinha tom cor-de-rosa.
Esperei pela Edmara se preparar e fomos juntas tomar o pequeno-almoço.
Como no dia anterior, Jasper juntou-se a nós.
Uma funcionária entregou-nos um papel com os horários. Que escola era aquela? Que só entrega os horários na manhã do primeiro dia de aulas? E, ainda por cima não tinha o nome das disciplinas, só o número das salas. Que colégio era aquele?
Edmara era da minha turma e, Jasper aparentemente era de outra. Para desilusão de Ed.
A campainha tocou. Eu e Edmara fomos para a sala. Sentamo-nos nas cadeiras do fundo. Edmara bateu-me no braço e fez um sinal para olhar para a porta. Um rapaz vestido com umas calças de ganga escuras, uma T-shirt branca entrou. O cabelo deste não estava empastado de gel como dos outros rapazes. Ele foi para a mesa do professor e voltou-se para os que estavam sentados na cadeira.
Não podia ser... Não podia.









quem sera???
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MensagemAssunto: Re: Uma questão de sangue   Ter 06 Jul 2010, 14:08

ela não tem medo do perigo mesmo heim! o.O

Poste mais
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MensagemAssunto: Re: Uma questão de sangue   Ter 06 Jul 2010, 15:30

quem????????????
posta mais porque tá muito bom
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MensagemAssunto: Re: Uma questão de sangue   Dom 01 Ago 2010, 10:09

CAPÍTULO 3
— Bom dia – disse o rapaz. – Sou o Alec Volturi e sou o vosso professor de História. – Todos se riram. Ele não ligou e continuou. – Espero que acreditem em Bruxos... Vampiros... Lobisomens... Fantasmas... Espíritos...
— Isso é tudo ficção! – Disse um rapaz que estava na fila da frente.
— Ele tem razão! – Afirmou Edmara e todos os meus colegas.
— Se tiver razão, dentro de segundos vocês irão ficar sem ver, sem ouvir, sem sentir nada. Irão ficar com a sensação de vazio completo. Muitos de vocês irão entrar em pânico.
Mal acabou de dizer aquilo, o cheiro da sala, o som dos meus colegas a rirem-se, a mesa onde tinham os meus braços, a minha fala, os meus dedos que faziam a caneta girar sobre a mesa... tudo, mas mesmo TUDO parou. Mas eu não entrei em pânico como Alec tinha dito. Eu já conhecia aquela sensação. Quando me foi dito que a minha mãe tinha acabado de ter um acidente de automóvel e não tinha sobrevivido.
Não sei quanto tempo fiquei assim. Quando voltei ao normal todos estavam assustados.
— Já acreditam no que eu digo?
— Como conseguiu? – Perguntou Edmara.
— Sou um Vampiro! É normal que tenha... um dom. – Disse Alec sentando-se em cima da mesa.
— Mas como sabia que íamos entrar em pânico? – Perguntou uma rapariga.
— É uma reacção normal. – Respondeu ele com um sorriso na face. – Houve apenas uma pessoa que não entrou. – Ele olhou para mim. – Menina Ewing, como conseguiu?
— Já conhecia a sensação.
— Podemos saber como a conheceu?
— Não. – Respondi. – Não me apetece contar neste momento.
— Como queiras. – Disse ele. – Esta aula vai ser só para responder às vossas perguntas. Têm alguma?
— Quantos anos tem?
— Apenas seiscentos e dez anos – respondeu o meu professor de História.
As perguntas continuaram “Pode comer alho?”, “ Andar ao sol?”, “ Pode ir a igrejas e ver cruzes?”, “ Só pode beber sangue?”. E, as respostas que ele dava eram sempre as mesmas. “ Posso.”,”Sim.”,“São mitos.”.
Não final da aula, eu e Edmara, fomos as primeiras a sair da sala.
— O rapaz que ontem me perguntaste se eu conhecia, era este Alec Volturi? – Perguntou a rapariga.
— É. – Respondi.
— Uma coisa é certa, ele é mesmo giro!
— Quem é que é giro? – Perguntou Jasper abraçando a sua namorada.
— O nosso professor de História – respondeu ela.
— O Alec Volturi, o professor que é Vampiro, certo?
— Sim – respondi.
— Edmara – disse ele. – Tenho que dizer-te uma coisa. – Ela parou e olhou para Jasper. – A próxima aula que vais ter vai ser de Mitos e Rituais. E o professor vai ser eu.
— Tu? Mas tu não és um estudante?
— Eu dava aulas á noite. Mas, depois eu explico-te melhor. – Ele olhou para os olhos dela. – Não te importas que eu seja teu professor e que tenha cento e sessenta e seis anos?
— Não – respondeu ela beijando-o. – Mas isso não vai arranjar problemas para ti? Tu és professor e eu sou aluna...
— Não, desde que eu não te ajude mais do que os outros e que te dê uma especial atenção... não haverá problemas. – Eles beijaram-se novamente.
A campainha tocou. Eu, Ed e Jasper fomos para a aula.
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MensagemAssunto: Re: Uma questão de sangue   Qua 04 Ago 2010, 11:50

amey táh muito show!!!!!!!!!!!!!!!! >}
continuah =D
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