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 O ÚLTIMO SANGUE

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LUCIA
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MensagemAssunto: O ÚLTIMO SANGUE   Dom 06 Jun 2010, 13:32

Bem neste forum esta é a minha primeira fic, espero que gostem e estou aberta a qualquer opinião e/ou críticas para melhorar...


CAPITULO UM


Há coisas que acontecem que nos tira a vida ou nos tira a vontade de viver e assim a dor acumula-se deixando-nos a sufocar no ar que respiramos.
Bella Swan na noite em que completa os seus 17 anos, festejando com o Andrew o namorado, a Kate a melhor amiga, a Jéssica e o irmão Mike que tinha-lhe criado e amado no lugar dos pais, que preferiram deixá-los a viver com o avô, mas que falecera pouco tempo depois e Mike preferiu ficar a tomar conta da irmã.
Mas essa noite mudará a sua vida, ou acabar com ela…

-Venham ainda temos muita noite pela frente! – dizia Mike aos tombos em direcção ao carro com a chaves na mão.
- Nem pensar que vais conduzir. Dá-me as chaves! – Mike não lhe dera mas também não foi preciso muito esforço da parte dela para conseguir tirá-las da mão, estava embriagado.
- Mas vais-me deixar a mim não vais, meu amor. – seduziu Andrew beijando-lhe.
- Vá entrem que eu é que conduzo hoje. – riam-se os quatro todos sobre o efeito do álcool.
- Oh pá Bella é o dia dos teus anos faz um esforço, bebe só esta garrafa. – ofereceu Jéssica a garrafa cheia e deixou-a cair com o tombo que fizera em direcção a ela.
- Todos para dentro. – pediu Bella tentando controlar os risos deles mas não conseguia.
- Amanhã vou-me rir tanto disto, vou ser a única que me vou lembrar das vossas figuras tristes. – não parava de rir das figuras deles.
Não havia quase carros nenhuns na auto-estrada e acelerou um pouco, quando chegasse a casa teria que colocar cada um deles na cama. Encontravam-se mais calmos, Jéssica tinha aterrado completamente, enquanto os outros falavam asneiras.
- Preciso de vomitar! – gritou o Andrew levando a boca á mão e outra para abrir a porta.
- Estás doido! Já estamos a chegar.
- Pára o carro estou enjoado.
- Ok, ok. – fez a útlima curva mas quando estava a fazê-la olha para trás e vê a porta aberta
- Andrew!! - e despista-se colidindo com outro carro.

Seis meses depois
Bella acorda do coma seis meses depois do acidente aos gritos. Tinha sonhado com um acidente mas as imagens começaram a fazer sentido quando reparou que estava no hospital.
- Andrew! Andrew!
- Acalme-se o médico já vem a caminho. – tentou uma enfermeira acalmá-la.
- Onde é que ele está? – perguntava ao mesmo tempo que tirava as agulhas.
- Sr. Doutor ela acabou de acordar e parece perturbada.
- Bella acalme-se um bocadinho, quero ter uma conversa contigo.
- Digam-me onde é que ele está…por favor…- pediu agora calmamente porque as forças haviam desaparecido e deram lugar á dor.
- Lembra-se do que aconteceu? – perguntou examinando os hematomas no corpo e alguns cortes na cabeça.
- Sim, acho que sim. Mas e o Andrew? Ele está bem? – o silêncio foi perturbador e deixou Bella muito inquieta e mais nervosa.
- Ele está bem??? Vão chamá-lo!
- Bella quem estava consigo no acidente?
- O meu irmão Mike, o Andrew a Kate e a Jéssica. Estávamos a festejar os meus anos ontem á noite e depois eu despistei-me….a culpa foi minha…por favor diga-me que eles estão bem.
- O acidente já foi á seis meses menina Bella e infelizmente não temos boas noticias.
- O que aconteceu? Diga-me! – o médico hesitou em contar mas mais cedo ou mais tarde ela saberia.
- A única sobrevivente foi a Kate e em relação ao Andrew o corpo não foi encontrado, apenas os seus pertences num rio perto do local do acidente. A polícia já terminou as buscas. Lamento. – e as últimas foram palavras de melancolia que observavam os olhos da sua paciente igualmente melancólicos.
- Não! Não…- vieram-lhe as lágrimas e com a dor os gritos apareceram.
- Sara – pediu á enfermeira – dei-lhe só por hoje os calmantes.
E Bella adormeceu num sonho em que ela também teria perdido a vida com o Andrew que amava
.
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Dom 06 Jun 2010, 14:15

Ah q show eu gostey muito
Continua...
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LUCIA
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Dom 13 Jun 2010, 13:10

CAPITULO DOIS


- Se continuar a melhor assim – dizia enquanto via os exames – amanhã poderá ter alta.
- Quero lá saber. – disse olhando para o lado do vidro embaciado do inverno, lembrando-se das noites passadas com ele esquecendo o frio.
- Bem, quer que chame algum familiar ou amigo?
- Não tenho.
- E os seus pais?
- Não isso seria muito incomodativo para eles. Não vale a pena.
- Então para onde vai? – pensou durante um bocado, mas concluiu que só tinha mesmo os pais. O seu rosto derramou em lágrimas novamente e sentiu um arrepio quando respondeu ao médico:
- Eu vou ter com eles, não se preocupe. – era a única hipótese mas uma tarefa complicada, visto que não sabia exactamente onde moravam e como eram, já não os via há muito.
Enquanto dormia sentia que o seu pesadelo não fosse assim tão mau comparando com o que lhe estava acontecer.
Quando acordou uma figura alta e escura aparecera-lhe á frente e jurava que era Andrew, num movimento brusco e desesperada levantou-se mas não viu nada. Os primeiros raios de sol nasciam e invadiam o seu quarto de hospital e lembraram-lhe que era a continuação do seu pesadelo mas em escala real. Era o nascer de mais um dia em que teria que aguentar a dor e a solidão. Reparou que a janela estava aberta, pensando que teria sido alguma enfermeira porque tinha a certeza que a fechara á noite.
Dirigiu-se até á janela aberta e por curiosidade olhou para baixo, imaginou como seria deixar-se cair e fazer acreditar que tudo era um acidente e assim viver não seria tão doloroso para ela. Como seria morrer? Perguntou a si mesmo e agilmente colocou o seu pé direito em cima do parapeito da janela e de seguida o segundo. Era alto mas não tinha medo de alturas, não iria doer tanto como perder as pessoas que se amava. Havia pessoas lá debaixo que repararam na sua presença e achou-as completamente idiotas, ao ponto de chegar ouvir gritos de pessoas desesperadas como se a conhecessem e que diferença fazia se ficasse viva ou morta. Sentiu a brisa que aparecera e lutava para que o seu corpo recuasse do abismo, mas a dor interior vencia a cada segundo que respirasse a mais querendo que a sua vez chegasse. Fechou os olhos e nada mais sentiu quando deixou-se cair pela janela, não sentiu dor. Encontrava-se caída no chão, depois de se atirar do nono andar, a vida ganhou e ela ainda respirava. As pessoas correram até ao corpo somente desmaiado e delicadamente pousado sobre o chão. Ninguém sabia explicar o que lhe acontecera, umas pessoas juravam ter visto alguém amparar a queda inacreditavelmente.
O seu médico reforçou a segurança com medo de mais atitudes suicidas da sua paciente. Sentia-se impotente ao ver que alguém por vontade própria queria enfrentar a morte como solução para sua dor. Mas ele só sabia curar as feridas do corpo e não as da alma.
Só acordou no dia seguinte e tinha as suas mãos presas, vendo novamente as paredes brancas e claras que reflectiam a luz do dia, mais uma batalha perdida. Olhou para a entrada para ver se vi-a alguma enfermeira e gritar-lhe que queria que lhe tirassem aquelas coisas.
Viu uma jovem rapariga a passar pelo quarto e até reconhecia pelo próprio andar e os cabelos muito lisos e castanhos claro.
- Kate? – chamou-a num tom bastante audível mas a rapariga não olhou. – Kate! – gritou o suficiente para que ela se virasse mas mesmo assim ignorou continuando. O médico veio ver o que se passava no quarto de Bella e viu novamente o seu ar desesperado.
- Precisas de alguma coisa? – perguntou preocupado.
- A Kate o que se passa? Eu chamei-a e ela não me reconheceu… - o seu tom de voz enfraqueceu. A culpa invadiu-lhe o pensamento e seria por isso que ela a ignorara, estaria zangada com ela.
- Ela infelizmente não se consegue lembrar de nada, ela está amnésica.
- O quê? – sentiu a dor aumentar e a solidão a sorrir-lhe como castigo. As lágrimas voltaram mas desta vez vinham carregadas de memórias boas, memórias essas passadas com Kate, Mike, Jéssica e Andrew. Como continuar a viver sem eles, que encheram-lhe a vida de amizade e amor. E de repetente tudo isso se perde por causa dela, sentia-se culpada pelo acidente e nunca se iria perdoar.

Esquecer o passado é difícil, mas mais difícil é o passado regressar e destruir o presente que a vida dá.
Bella encontrará um sentido á sua vida? Conseguirá amar alguém, sem culpa nem medos?

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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Dom 13 Jun 2010, 20:02

Muito Leagal amei
Posta mais!!!!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Seg 14 Jun 2010, 12:58

AHH! Me deu até vontade de chorar!
acho ke se fosse eu no lugaar dela faria a mesma coisa, não suportaria saber ke as pessoas ke eu mais amo morreram por minha culpa Sad


Lucia, posta maiis ? estou ADORANDO *--*
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qua 16 Jun 2010, 13:45

Muito boa....Quando vai postar mais???? Em breve espero......Esse Andrew????Ele virou algum tipo de vampiro???Ou algo parecido????Ou é apenas a imaginação da Bella????
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qua 16 Jun 2010, 15:38

sim vou postar mais, e para breve Very Happy

muito perspicaz esme, um vampiro parece bem study


ainda bem que estao a gostar
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qua 16 Jun 2010, 17:35

Siim, estamos gostando MUITÃO! *-*
Ficarei na espera por mais
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qua 16 Jun 2010, 18:58

Néh estamos amando !!!!!!!!!!!!!!!!!!
Posta mais!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qua 23 Jun 2010, 17:27

CAPITULO TRES


Bella após a saída do hospital regressou a casa e ficou surpreendida quando os viu a ir buscá-la ao hospital. Não os reconheceu logo mas os traços faciais do pai fizeram lhe lembrar Mike e os da mãe assemelhavam-se a ela.
Do hospital até a casa Bella não falou para os pais e vice-versa. Sentiu uma revolta interior pela descontracção como se não tivessem perdido um filho. Pensou se sabiam que ela estivera em coma nos últimos seis meses e se alguma vez eles tiveram ao lado dela.
O táxi parou em frente da casa e Bella lentamente olhou para a casa intacta, por fora podia-se ver a natureza abandonada e testemunha de solidão. Entrou em casa e viveu em poucos segundos um filme de terror afastando o seu olhar para fotografias que pertenciam ao passado.
Deixou-se cair sobre o sofá e rendeu-se ao peso da dor, que se intensificava ao ver fotografias, recordava os aromas e lembrava-se de bons momentos que sentia que agora não tinha mais direito, merecia aquilo. Sentia que o castigo que teria que suportar era viver com a culpa. Porque só poderia ser castigo ela sobreviver e perder as pessoas que matara e suportar isso.
De repente a mãe depois de percorrer a casa toda, entra na sala onde Bella está e quebra o silêncio.
- Bem nada mal como casa. – dizia com um sorriso feito. Bella ficou mais revoltada com aquele comentário, depois de tantos anos, depois de perder um filho e ver a sua filha era aquilo que tinha a dizer?!
- Não dizes nada? – perguntou pelo silêncio da parte de Bella.
- O que vieram aqui fazer? – perguntou a primeira coisa que lhe veio á cabeça.
- Bella não sejas assim, por favor. Nada de dramas. – o pai tinha um ar bastante arrogante.
- Bem, nós viemos ver como estavas. – tentou ser credível.
- Já viram… - a mãe levantou-se e foi até á sua bolsa e retirou uma capa cinzenta e retirou uns papéis. Sempre com um sorriso enfeitiçado, aumentou a minha curiosidade.
- Queríamos que assinasse-nos isto por favor Becca.
- Bella! O meu nome é Bella!
- Claro. – ignorou a correcção da filha e esticou os papéis para ela. Bella cautelosamente e desconfiada pegou neles. Quanto mais lia ficava perplexa e revoltada.
- É ai que tens que assinar. – indicou a mãe passando-lhe uma caneta, que Bella atirou juntamente com os documentos.
- Eu não assino nada. – os pais queriam que assinasse o documento para que ficasse na posse deles o dinheiro que Mike deixara para Bella, o que não era pouco. Bella desconhecia aquela quantia e não era o dinheiro que lhe interessava era pelo facto que a vinda dos pais era apenas interesse. Tinha conhecimento que a principal causa de abandono deles, era a sua carreira e dinheiro. Mas nunca pensou que desceriam tão baixo.
- Então não vamos embora enquanto não assinares. – a mãe dizia com um ar desafiador mas receava a atitude dela.
- Fazes um grande favor a nós e nós a ti. – disse o pai. Bella virou as costas e foi para o quarto, sabia que os próximos dias não seriam fáceis.
- Eu disse-te que ela não assinava. – o pai falava arrogantemente com a mulher.
- Claro que vai. – finalizou a mãe o diálogo e saiu da sala com um ar sempre despreocupado.

Quando chegou ao quarto não conseguia abrir a porta, estava trancada e pensou em insistir porque da última vez não fechara á chave, se calhar era castigo da casa de ter estado muito tempo sozinha. De repente abriu-se e caiu para dentro do quarto, sentindo uma ventania no quarto, a janela estava aberta. Sentou-se em cima da cama, um arrepio percorreu o seu corpo, quando tocou no cobertor muito frio e ligeiramente encorrilhado.
Caiu num sono profundo mas não tanto o quanto desejava que fosse para sempre.


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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qua 23 Jun 2010, 19:34

Nossa que pais q ela tem
credo ainda bem q eu tenho a minha mãe e estou muito feliz com ela
mas não esqece de postar mais porque está muito bom
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qui 24 Jun 2010, 17:35

CAPITULO QUATRO


Nos dias que se seguiram o ambiente era pesado e bastante incomodador para Bella. Tentava ignorá-los o mais que possível e evitar conversas. A mãe tentava levá-la á exaustão, provocando-a no que podia. A gota de água para Bella foi quando entrou no quarto de Mike e não tinha lá nada dele, tinha sido tudo retirado.
- Devolva-me as coisas dele!
- Basta uma assinatura…Bella...
- Esqueça!
- Eu já calculava, por isso decidi ficar o tempo que precisares, seremos uma família. Ah, até te vou levar no teu primeiro dia de aulas depois de amanhã.
Aulas? Era mesmo um pesadelo, não queria regressar, nem mesmo por faltar só um ano para completar o secundário. Outrora sonhava seguir artes, na área do desenho e Mike era o seu principal fã das obras que Bella pintava. Tinha muito talento e sentia que até isso perdera, porque já não havia inspiração então não haveria nada para desenhar.

Na noite antes do dia de aulas, acordou várias vezes sobre uma sensação bastante fria mas ao mesmo tempo confortável. Sentou-se na cama, os seus pensamentos vagueavam até á dor, acompanhado com medo. Pensava como os alunos e colegas olhariam para ela, com pena ou com raiva. Inocente ou culpada?
Ouviu a voz esganiçada da mãe, olhando pela janela que confirmavam um dia muito frio e chuvoso, mas com a luz bem presente, seria mais uma luta.
Preparou-se rapidamente, tirou apenas uma peça de fruta e esperou pela mãe perto do carro.
- Bem afinal não te vou levar hoje, surgiu um imprevisto. Toma as chaves do carro se quiseres. – sempre tentando parecer simpática como se estivesse a criar a sua filha. Bella olhou para as chaves e não conseguia, não podia voltar a conduzir. Entrou em pânico só de imaginar a conduzir.
- Eu vou a pé não me importo. - caminhou durante 15 minutos em passo lento. Reconheceu a escola, estava igual mas desconhecia muitas caras, deveriam ser novos alunos. Sentiu a solidão acompanhar-lhe sempre, quando viu que toda a gente estava em grupo. Tapavam a entrada da escola, tentou discretamente passar pelo meio deles. Ignorou os primeiros olhares, seguindo de sussurros causadores de mais olhares, nada discretos.
Acelerou o passo e entrou na primeira sala que encontrou. Já lá tinha tido aulas, mas a sala não correspondia ao horário e esperou apenas uns minutos para que se acalmasse.
Saiu e agradeceu por a sala ser mesmo perto e assim entrou rapidamente. Olhou para o lugar onde se costumava sentar, estava vazio e distante. Longe de uma realidade a dois, onde se sentava com Andrew.
A campainha tocou e ela reagiu, sentou-se no seu lugar enquanto vi-a a sala silenciosa ser invadida por alunos eufóricos. Quanto aos olhares retribuía-os, enfrentando-os e sentiu um alívio enorme quando viu que resultava.
Quando parecia ter entrado todos os alunos, entrou calmamente um rapaz que era novo na turma, deu um rápido olhar pela sala, e dirigiu-se para a carteira de Bella, visto que só havia um lugar de vago ao lado dela. Apressadamente Bella colocou a sua mochila em cima da cadeira, com uma expressão bastante repreensiva e assustada. O jovem sem perceber a sua atitude perguntou delicadamente:
- Posso me sentar?
- Não está ocupado. – respondeu com clareza como se fosse verdade. Era o lugar onde Andrew se sentava, não era uma questão de que ele voltaria, porque estava morto mas porque era o lugar deles e não queria que ninguém o ocupasse, pura e simplesmente.
- Por quem? – atreveu-se aproximando e sorrindo de uma forma provocadora. Tal atitude deixou Bella nervosa, como se ele estivesse a espicaçá-la para dizer que a pessoa estava morta.
- Então? – insistiu.
- Não te diz respeito. – respondeu como se tivesse a defender. A figura alta e elegante do jovem permaneceu petrificada olhando aquela rapariga enquanto ela lhe fitava os olhos numa defensiva. Enquanto se olhavam uma voz grave e rouca interrompeu-os:
- Menino…Edward Cullen sente-se por favor! – ordenou impaciente. Moveu-se para a cadeira com uma expressão triunfadora e antes que pudesse tocar na mochila dela, num gesto mais agressivo, Bella retirou-a para o meio deles demonstrando afastamento.
O jovem ficou com uma expressão bastante penetrante em relação á sua atitude, mas rapidamente ignorou.
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qui 24 Jun 2010, 18:38

aaaaaaaaaaaahhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!! q perfeito amei muito lindo
continua postando
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Sex 02 Jul 2010, 09:20

Os primeiros minutos da aula o professor teve muita dificuldade em manter os alunos calados, uns formaram até grupos contando as suas férias. Bella apercebeu-se que também era motivo de conversa, e sentia que muitos queriam falar-lhe, perguntar como estava, a maior parte por curiosidade. O professor Fuller leccionava história, com métodos bastantes dinâmicos para manter os alunos mais interessados. Era porreiro, mas enervou-se pela confusão que se instalara na sala de aula e gritou, obtendo o silêncio pretendido.
- Bem, vou aproveitar este silêncio para fazer a chamada. – no fim da chamada o seu olhar caiu sobre o novo aluno, ao lado de Bella e curioso perguntou:
- O Andrew não está? – O professor Fuller não deveria saber o que tinha acontecido, porque no último ano ele tinha deixado de leccionar para uma viagem até ao Egipto, era fanático pela história e cultura do Egipto. O Andrew era um dos melhores alunos e que o professor Fuller também gostava dele.
Sem acreditar no que o professor perguntava, não respondeu, estava paralisada como se estivesse a ser sugada pelo pânico.
- Não sabe o que aconteceu? – perguntou um dos alunos estupefacto, sem sequer importar pela presença de Bella. Alguém da fila da frente respondeu como se tivesse contente por ser ele a dar a notícia em primeira mão. Quando Bella viu que a voz pertencia a Paul, não ficou surpreendida porque era mesmo assim, não sabia fazer mais nada senão preocupar-se com ele, não gostava de ninguém.
- Não sobreviveu num acidente… - tentou mostrar uma expressão melancólica como se tivesse sentido dor, ao ver a cara de dúvida do professor Fuller, achando que era uma brincadeira, virou-se para trás.
- Pergunte a Bella, ela melhor que ninguém deve saber. Não foi Bella? – só obtiveram um longo silêncio, o pânico apoderou-se dela e a dor, essa tinha desaparecido e dar lugar á raiva. Arrumou o seu pouco material que trouxera e pegou nas suas coisas saindo de rompão da sala de aula.
As aulas ainda decorriam sendo a razão do silêncio e vazio dos corredores. Tentou sair da escola, mas as entradas eram vigiadas por causa das fugas dos alunos durante aulas. Esperou ao pé da janela, vendo a chuva caindo violentamente e podia-se prever a formação de um mau tempo.
O toque da campainha foi libertador, quando quebraram os seus pensamentos que doíam-lhe. Apressou-se para a casa de banho antes que a multidão a cercasse, pensava ir para casa mas a ideia de aturar os pais, decidiu que iria de alguma forma aguentar o dia na escola. Esperava sem pressa o toque de entrada, só quando passaram uns vinte minutos, saiu a pensar que poderia não ter ouvido.
Quando saiu deparou-se com muitos alunos no corredor, perguntando o que se tinha passado. Pelo que Bella apercebera-se do que ouvia, tinha acontecido alguma coisa a um aluno. Aproximou-se dum grupo da turma dela sorrindo discretamente para eles, e estes chamaram-na. John estava com mais uns colegas que Bella conhecia perfeitamente e até se davam bem.
- Não sabes se descobriram mais alguma coisa sobre o Paul? – Bella pensou que estariam a gozar com ela, para que recordasse o que o Paul tinha dito.
- O quê? – perguntou confiante para se despegar do sucedido na aula.
- Não sabes o que lhe aconteceu? – acenou negativamente e esperava fosse o que fosse, que lhe contasse, servisse para se esquecer dela, deixando de ser “capa de revista”.
- Parece que o Paul foi encontrado lá fora caído no chão…- fez uma pausa – …sem vida. – Bella sentiu um calafrio. Deixou-se levar pela raiva e vingança e pensou “bem-feito”. Segundos depois sentiu-se a pior pessoa do mundo, ao ter aquele pensamento. A voz grave e inconfundível do director fez-se ouvir por cima de todos os alunos curiosos, e alguns com medo. Alguns estariam preocupados mas longe de ser pelo Paul, porque a maior parte não gostava dele.
- Um momento por favor! Quero-vos comunicar que por hoje não haverá mais aulas, devido ao incidente ocorrido. Decorrerá uma investigação e pede-se a colaboração de todos, nomeadamente a partir de amanhã, onde todos serão chamados ao meu gabinete para prestar declarações. – recompôs a voz para terminar – Pede-se também calma aos alunos, não tenham medo porque iremos descobrir o que aconteceu. Obrigado pela vossa atenção.
Uns automaticamente saíram da escola, sem qualquer atenção ao sucedido, outros alegres devido á suspensão das aulas e uns preocupados pela segurança deles. Bella em vez de sair, pensou ir até á sala de convívio sentar-se, uma vez que ela estaria deserta, para fazer tempo e não ir tão cedo para casa.
O silêncio era oficial na sala, sentou-se numa mesa bastante familiar, uma mesa central, com cinco cadeiras á disposição. Onde se costumava sentar com o amor e amizade que tinha. Perdeu isso tudo…
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Sex 02 Jul 2010, 11:47

ahh sua história é tão perfeiita *---*
é a única até hoje que me fez ler na internet (porque eu prefiro ler em livros)
postee mais Smile
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Sab 03 Jul 2010, 17:53

CAPITULO CINCO
Alguém da entrada da sala, examinou o local. Era o novo aluno da turma da Bella, que se sentara ao pé dela e dirigia-se até à mesa. Bella trocou de posição, virando-se ligeiramente de costas para ele. “O que quer este agora?” pensou Bella defensivamente sem saber porquê.
- O que aconteceu nesta escola? O meu primeiro dia de aulas e já fogem todos…- riu-se para si próprio. Bella lançou-lhe um olhar agressivo e suspeito. Enquanto ele se sentou num movimento rápido, Bella respondeu levantando-se rumo á saída. Ele tinha-se sentado exactamente no lugar do Andrew, mexeu no seu ponto fraco e a raiva apareceu.
Ele noutro movimento rápido seguiu-a.
- Conheces a palavra simpática?
- Conheces a frase deixa-me em paz?! – tinha um ar extremamente descontraído, mas sentia que era exactamente o que ela queria, sem brincadeira.
- Muito convencida… - provocou-a.
- Desculpa? Tenho um estúpido armado em parvo que está-me neste preciso momento a seguir-me, e já para não falar que é burro, porque disse com todas as letras deixa-me em paz.
- Tenho um grave problema admito, mas quem não têm?! Só estou a tentar socializar...conhecer alguém. – Bella ia abrir a boca para lhe responder, mas uma voz vinda de um carro, no parque de estacionamento da escola, fez-se ouvir forte mas aguda.
- Edward. - Estava acompanhada por uma rapariga e mais dois rapazes. A expressão deles, eram igualmente furiosa, olhando para o Edward.
- Parece que já tens com quem socializar… - abandonou assim no primeiro dia de aulas, a escola.
A rapariga que tinha chamado o Edward, estava agora frente a frente juntamente com os outros três atrás dela.
- O que pensas que estás aqui a fazer? – perguntou tentando manter a agressividade até ele responder.
- Alice diz-me tu…o que achas que se faz numa escola? – ironizou a pergunta.
- O que fazes aqui? – tornou a perguntar ignorando a resposta anterior.
- Decidi ser como vocês hoje, de dia humano, de noite vampiro.
- Vais-me dizer que não tiveste nada haver, com o que aconteceu ao aluno hoje na escola?!
- Não sei do que estás a falar. – parecia sincero.
- Foi encontrado morto, sem sangue.
- Bem alguém tinha mesmo fome.
- Edward!
- Sabes que mais? Deste-me fome. Vemo-nos em casa. – desapareceu pelo caminho onde tinha ido a Bella. Os outros entraram no carro, numa rotina que não lhes pertence.

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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Seg 05 Jul 2010, 18:05

tudo o que faltava ela ter que aguentar o aluno novo atras dela ¬¬
to cada vez com mais dó dela Sad
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Seg 05 Jul 2010, 18:51

ah máh váh querida me diz q aluno que era?????
eu sinceramente nem ligava se ele quisesse mi seguir ( ah q sonho)
mas Lucia continua pq sua fic é Perfeita!!!
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Dom 18 Jul 2010, 17:55

Ia a caminho de casa num passo cada vez mais lento, até parar e mudou de caminho. Caso os pais tivessem em casa não queria ser alvo de mais uma tentativa de assinar aqueles ridículos papéis, se calhar até o faria o mais depressa, porque assim livrava-se deles e o dinheiro não lhe servia de nada.
Havia algo que queria fazer, que não tinha feito e poderia atenuar a dor. Era despedir-se deles. Encontrou facilmente o cemitério da vila, já tinha lá estado uma vez, quando fora o enterro do avô. Havia centenas de campas parecidas, umas mais esquecidas do que outras, nem sabia por onde começar.
Orientou-se por encontrar a do avô, deveria ser onde Mike se encontrava. Percorreu uma fila, que lhe era familiar e logo nas cinco primeiras encontrou-a…esquecida e abandonada.
- Desculpa-me…- com bastante dificuldade disse aterrorizada pelas lágrimas que invadiram-lhe. Curvou-se sobre a campa, sobre a culpa e sobre o desejo de morrer.
Começou a chover fortemente, de seguida a um violento trovão que a fez levantar. Será que não estaria perdoada, e não poderia estar ali a lidar com a própria dor? Ou teria que seguir em frente e deixar o passado onde está, e seguir em frente?
Tentou encontrar a saída sem sucesso, caminhando sem se aperceber, para o lado contrário. Sentia a forte chuva cair-lhe no corpo, acelerou o passo e bruscamente tropeçou. Quando se tentou levantar, depois do que tinha visto, sufocava no seu próprio ar confuso e atingida por mais uma visão, só podia…ele estava morto e não podia ser Andrew.
Sacudiu a cabeça, esfregando agressivamente os olhos e as lágrimas vingaram-lhe a face. Lançou um olhar antes de ser levantar e ao mesmo tempo desequilibrou-se sem cair. Olhou para trás em busca de uma justificação para a sua não queda. Ficou ainda mais confusa quando não viu ninguém, era suposto ver. Alguém a tinha segurado e deixado segura e equilibrada no chão. Assustada tentou encontrar a saída, queria sair dali o mais rapidamente. Sentia que não havia sido uma boa ideia, e só lhe acabara por deixar-lhe mais triste e longe da vida.
Finalmente encontrou, apressou-se quando viu que já era tarde e nem queria imaginar a atitude da mãe. Naquele momento soube o que tinha a fazer, queria livrar-se deles como eles dela, por isso iria assinar a porcaria dos papéis. A metade do caminho para casa escureceu numa velocidade, mas sem medo porque não tinha nada mais a perder agora. O que mais lhe poderiam tirar agora? O ar? O que não era bem uma perda para ela era a solução.
Continuava a chover cada vez com menos intensidade, estava encharcada, precisava de tomar um banho e roupas secas, mas antes teria que falar com os pais. Só de pensar que seria a última vez que iria vê-los, quando avistou a casa acelerou o passo. Queria despachar a presença deles o mais rapidamente, quem precisava de uns pais como aqueles?
Estava com dificuldade em abrir a porta, estava já a tremer do frio e nem conseguia mexer em condições as mãos. Ao terceiro empurrão a porta abriu e estranhou quando não havia sequer a luz da entrada acesa. Pensou chamar “mãe” mas não faria qualquer sentido, era uma palavra repugnante para usar com a “senhora”. Limitou-se a perguntar como fazem nos filmes de terror:
- Está aí alguém? – obteve silêncio, não desagradando-lhe de todo. E se eles tivessem desistido? Ignorou o silêncio, indo até á casa de banho e despindo o casaco enquanto preparava o banho quente. Depois meia hora foi até á cozinha preparar alguma coisa para comer. Olhou para o relógio que marcava 9 horas e não havia sinais dos pais. Decidiu fazer o que tinha em mente. Os papéis para ela assinar estaria no quarto dos pais, e assim quando eles chegassem bastava entregar-lhes para saírem da vida dela. Subiu os degraus dois a dois, ia num passo largo mas de repente petrificou, bloqueou mas não gritou…olhava sem dor mas o que tinha acontecido ali. Os olhos involuntariamente encheram-se de lágrimas, não gostava deles, era certo mas não lhes queria mal.
Ambos estavam mortos, ensanguentados mas ao mesmo tempo vazios de sangue. Quem poderia ter feito aquilo? Como? Porquê? A mãe estava no chão e podia-se ver que tinha-se debatido para viver mas foram mais fortes. O pai encontrava-se em cima da cama, manchando a travesseira. Reparou num pormenor, que se não fosse aquilo ter-lhe levado ao quarto, não daria conta. Os papéis que procurava, que ela assinaria estavam riscados por uma cruz, mas uma cruz com sangue. Levou algum tempo a recompor-se mas calmamente ligou para a polícia. Seria ela a próxima? Então ela esperaria…

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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Dom 18 Jul 2010, 18:18

aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh!!!!!!!!!!
Nossa muito perfeito esse capítulo
tipo mesmo q ela num gostasse deles e gostasse um pouquinho foi meio q um alívio eles morrerem
Mas posta logo pq sua fic é muito boa
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Dom 25 Jul 2010, 15:29

CAPITULO SEIS

Bella estava sentada no sofá da sala, sem reacção. Deveria ter gritado até chorar? Fazer uma birra até exigir a vida dos pais de volta? Mas não sentia nada disso. Conversava normalmente com um senhor alto, cabelo loiro e que nem sequer estava fardado como os outros, nem nenhum bloco onde devesse apontar o que ela diria.
- Isto deve estar a ser difícil para si – introduziu solenemente – mas temos que fazer algumas perguntas, para a investigação e encontrar quem fez isto. – tentava mostrar confiança. Mas as palavras dele eram meras palavras, nada daquilo correspondia á verdade. Bella sentia-se normal, no fundo com esperanças que aquilo que levara a vida dos pais, mais tarde voltasse e fosse ela. A única coisa que sentia agora era inveja, inveja dos pais. Por outro lado pensava que mais uma fez a vida punia-a, e por isso afastaria toda a gente dela.
A casa tinha ficado num cenário de puro crime, pessoas a entrar e sair, uns recolhiam pistas para chegar a uma conclusão do que tinha acontecido.
Bella fez um ligeiro aceno para que o homem continuasse.
- Quando é que os encontraste?
- Meia hora depois de ter chegado a casa.
- Viste ou ouviste alguma coisa, alguém?
- Não.
- Antes de chegares a casa estavas na escola?
- Não, eu fui dar uma volta.
- Sozinha?
- Sim.
- Muito bem…. – fez uma pausa, como se não tivesse ajudado em nada - nós vamos investigar e…- interrompeu um agente da polícia.
- Dr.Carlisle por agora já acabamos, mas por precaução e ainda investigação é melhor que a casa esteja sem ninguém.
- Têm algum familiar com quem possa ficar?
- Não... - pela primeira vez pensou em dar utilidade ao dinheiro que tinha, poderia alugar um quarto ou ficar num hotel – eu posso ir para um hotel, não há problema.
- Eu ajudo a encontrar um hotel e acompanho-lhe. – conclui o agente. Bella respondeu acenando afirmativamente com a cabeça.
Levou 10 minutos a preparar um pequeno saco com o essencial. Ficou num hotel próximo da escola e de casa, mas no dia seguinte não iria às aulas.

**

Na mesma noite, em Casa dos Cullen

Carlisle entrou em casa, Esme dando pela sua presença veio até ele beijando-lhe carinhosa como era sempre. Carlisle retribui mas estava pensativo e também aborrecido.
- O que tens? – perguntou dando-lhe mais um beijo.
- Onde está o Edward? – bastou o olhar de Esme para perceber que também perguntava a mesma coisa.
- Mas não te preocupes, ele deve… - ele interrompeu agressivamente.
- Não me preocupo? Hoje já aconteceram três mortes. Queres tentar adivinhar como eles estavam?! Sem sangue…coincidências? Não!
- Pode ser, Carlisle houve….ele está mal, ainda não esqueceu o que aconteceu. – Esme defendia-o sempre, gostava muito dele.
- Isso não é desculpa. – Esme não disse mais nada, e saiu longe de Carlisle deixando sozinho.
Depois de vinte minutos nos seus pensamentos, ouviu a porta bater, levantou-se e esperava que fosse Edward. Alice e Jasper entraram os dois de mãos dadas.
- Olá Carlisle. – cumprimentou Alice.
- Olá. O Edward não está convosco?
- Não. O que é que ele fez agora?
- Foi encontrado um casal morto…queria-lhe perguntar se tinha alguma coisa a ver com isso. – conclui como se sentisse esperança.
- Muito provável. E o Carlisle têm que fazer alguma coisa. Ele hoje foi á escola, apareceu um aluno morto, quem acha que pode ter sido? Se ele continuar assim teremos… - fez uma pausa – quem será o próximo? Neste preciso momento Edward aparece naturalmente, sorriu e comentou:
- A falar de mim? Outra vez?

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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qui 29 Jul 2010, 20:01

aaaaaaahhhhhhhhhhh táh muito perfeitah
vc tem muito talento
continua postando
Por favorrrr!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Sex 30 Jul 2010, 08:21

Tekka/Fanny escreveu:
aaaaaaahhhhhhhhhhh táh muito perfeitah
vc tem muito talento
continua postando
Por favorrrr!!!!!!!!!



obrigada mesmo
ainda bem que gostas

bj


Razz
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qua 04 Ago 2010, 16:04

CAPITULO SETE

- Edward o que andaste a fazer hoje?
- Compras…a nível alimentar – falava num tom de brincadeira, mas Carlisle não estava a gostar – mas tudo comida saudável.
- Edward vou-te perguntar só uma vez…- parou tentando acalmar-se – tiveste alguma coisa a ver com a morte do aluno e de um casal?
- Não. – respondeu sem hesitar e credível. Mas a família que ali estava já não acreditava nele. Os olhares e o silêncio que o rodeava, viu que não acreditavam e tornou a defender-se.
- Tou a dizer a verdade, eu estou a tentar mudar.
- Mudar para pior, acredito. – disse Carlisle agora junto de Edward olhos nos olhos. – Nós temos te ajudado, mas agora já chega!
- Bem é melhor deixar esta conversa para outra altura. – meteu-se Esme entre os dois e fez sinal a Carlisle para parar. Alice olhou para Carlisle incrédula e triste por não fazer nada. Edward subiu para o seu quarto, Carlisle e Esme deixaram Alice e Jasper na sala sozinhos.
Alice ficou longos minutos sem dizer nada, quebrou o silêncio quando se apercebeu que Jasper estava preocupado.
- Eu só queria que ele voltasse a ser como era. Feliz…entendes? – Jasper acenou e beijo-lhe mostrando compreensão.
- Agora devias tratar da tua felicidade…- sorriu provocador – que tal irmos para o quarto?
- Acho uma óptima ideia…preciso de reorganizar o guarda-roupa por cores….
- Estava-me a referir a isto… - agarrou-a beijando intensamente.

No dia seguinte

Bella entrou na escola e não demorou muito até perceber que estava no topo das fofocas da escola. Tinha chegado mesmo em cima do toque, e ao mesmo tempo que começaram a entrar para as salas de aula, pararam para olhar.
Não devia ter vindo para a escola, não podia…mas era um refúgio, mesmo tendo de encarar as pessoas. Não fazia sentindo nenhum para ela ir a um funeral de quem não respeitava nem amava. Além disso o ida ao cemitério não lhe tinha melhorado em nada, ir de lá de novo não seria nada bom.
Ignorou, era a melhor forma e entrou dentro da sala de aula. Só quando viu o professor Fuller soube qual a disciplina que iria ter, e automaticamente lembrou-se do episódio que tinha acontecido na última aula dele. Os restantes alunos invadiram a sala atrás dela, num silêncio que até o professor ficou espantado. Bella sentou-se ao pé do seu novo colega de carteira, como se não tivesse dado sequer pela presença dele.
- Antes de começar, vou só relembrar que - fez uma pausa e passou um rápido olhar pelo lugar que era de Paul – se alguém souber alguma coisa sobre o que aconteceu ontem ao Paul que informe a direcção. A investigação está a decorrer.
Abriu os seus apontamentos, sem fazer a chamada e introduziu o que iriam fazer hoje.
- Hoje vamos fazer história, a vossa história. Todos temos algo para contar e todos temos o nosso próprio papel na nossa história. E pronto, hoje quero que escrevam uma história com base na realidade, nada inventado, algo que vos tenha acontecido. Sejam vocês, enfrentam a realidade e bom trabalho. – assim que acabou a única coisa que vinha na cabeça de Bella era sair dali. Porque a única história que se lembrava, queria esquecer e como se não bastasse teria que escrevê-la agora?!
Parou no tempo, deixando-se imóvel e nos seus pensamentos com a página do seu caderno branca. O Edward olhou-a com curiosidade para ela e depois para a folha em branco, pensou que seria uma boa oportunidade para falar, ele queria.
- Não escreves? – tentou parecer o mais amigável possível.
- Não tenho nada para contar. – disse com calma.
- Toda agente tem alguma coisa para contar, todos tem uma história porque todos têm um passado. – tentava a compreender e ajudá-la, e falava como soubesse disso. Olhou para o seu trabalho que já ia na segunda página acabar, fez um ligeiro sorriso patético.
- Bem o teu passado deve ser maior. – achou que não tinha muito sentido o que acabara de dizer, mas sempre ele tinha o que escrever, provavelmente não tinha medo de enfrentar o passado.
- Sim, nem imaginas. – riu-se da sua observação – Não estou directamente a falar do passado… - ficou tenso e Bella não ignorou, queria saber mais. Esperou que continuasse mas Edward tentando mudar de assunto disse-lhe ainda tenso – Acho que devias começar a escrever, faltam só vinte minutos. – concentrou-se no seu trabalho. Edward queria estar com ela outra vez, falar com ela e senti-la próxima, então perguntou interrompendo os pensamentos curiosos sobre o que ele escrevia.
- O que fazes depois das aulas?
- Porque perguntas? – o seu tom ficou ligeiramente mais agressiva.
- Nada, é só porque vais ter um trabalho de casa extra e podes precisar de ajuda. – apontou para a folha em branco.
- Talvez, quantos minutos tenho agora?
- Agora…uns 18.
- Fazemos assim, se eu não acabar a tempo o trabalho eu saio contigo, se… – parou e sorriu, Edward estava espantando com o que ela dizia, mas agradava – … acabar a tempo vais fazer o meu próximo trabalho de história, que achas? - olhou para ela e vi-a mais descontraída, acenou-lhe sorrindo e concordando.
- 17 a partir de agora, boa sorte. – Edward escreveu mais duas linhas e depois conclui o seu trabalho. Viu Bella começar a escrever concentradamente, tinha uma letra pequena e bastante cuidada, parava com frequência olhando para o ar de vitória de Edward. Bella sentiu que naquele preciso momento estava a viver para alguma coisa, mesmo sendo uma coisa insignificante, mas que dava luta.
- Mais cinco minutos e começo a recolher. – continuou a escrever mais rápida e pelo menos uma página já tinha. O professor tinha começado a recolher na sua fila e quando chegou á sua carteira Bella fez um gesto com a outra mão enquanto escrevia desajeitadamente.
- Está aqui. – entregou-o completamente vitoriosa, não tinha inventado nada do que estava ali, mas também não tinha escrito sobre o que mais lhe magoava.
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Qui 05 Ago 2010, 15:02

Táh Lindo
continua
pq táh ótimo!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: O ÚLTIMO SANGUE   Hoje à(s) 09:17

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